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Arquivo para a categoria 'Cinema'

Pangea Day. Um evento do tamanho de seu poder em mobilizar idéias.

Mauro Amaral

Editor Chefe

De tempos em tempos estamos acostumados a assistir eventos mundiais, apresentados por estrelas localizadas em prol de alguma grande causa. Fome na África, Aids, Guerra do Iraque, Refugiados daqui e dali. Live Aid[bb], Live Earth[bb], Live 8[bb] e muitos outros durante os últimos 20 anos não deixaram a peteca “We Are The World[bb]” cair.

O Pangea Day poderia ser exatamente isso. Os itens de série estão lá: é um evento global, tem um dia marcado para acontecer (10 de maio de 2008), tem um site cheio de clima e é calcado em produtos culturais de praxe, no caso, um festival de filmes, músicas e palestras de grandes evangelistas modernos.

Por duas frases, e olhem o poder da palavra como é grande…, por duas frases, o Pangea Day ganhou deste editor um pouco mais de atenção do que a passada tradicional dos feeds:

Durante muito tempo as imagens de todos estava nas mãos de poucos. Isso está mudando

O Pangea Day é um evento sobre o poder da opinião pública. Infelizmente, quando soube do evento, o envio de filmes já havia terminado. Mas durante o processo de inscrição, pessoas do mundo inteiro foram conclamadas a enviar filmes que pudessem de alguma maneira mudar o mundo. O site continua, ao explicar o tom do evento:

Of course, movies alone can’t change the world. But the people who watch them can. So following May 10, 2008, Pangea Day organizers will facilitate community-building activities around the world by connecting inspired viewers with numerous organizations which are already doing groundbreaking work.

É uma postura ousada e ao mesmo tempo madura: usar a capacidade de produção de conteúdo que hoje está na mão de qualquer mané com um blog, para encontrar pérolas inspiracionais que possam ao ser veiculadas, mudar a visão de mundo das pessoas. Não se trata de assumir a responsabilidade sonhadora em mudar o mundo e sim de mostrar que isso sempre esteve na nossa mão e agora podemos registrar este poder com nossas câmeras, telefones celulares e demais apetrechos tecnológicos.

Outra grande coisa

É o tom calculadamente despretencioso como o qual eles apresentam as maneiras de você se envolver na campanha. Os banners, selos e vídeos estão lá. Mas…você pode escolher “sediar” um evento, mesmo que seja dentro de seu bar preferido ou na sala de sua casa, para amigos, ou…em seu blog. E faz a inscrição através do site. Já vi alguns cinemas brasileiros na lista, o que é muito legal.

Na categoria celebridades, temos o J. J. Abrams, criador de Lost[bb] e Cloverfield[bb], Cameron Diaz[bb], Philippe Starck[bb], Bob Geldof e executivos do grupo WPP e da Nokia[bb] (patrocinadora e criadora do evento).

…e até mesmo o Carreirasolo.org :P . Me inscrevi para sediar a transmissão do evento diretamente pelo site, no dia 10 de maio. Mantenho vocês informados sobre o andamento do processo e espero todos aqui, caso a coisa vá adiante, ok?

Visitem o site, opinem…façam a diferença!


Publicado em 21/03/2008 às 7:25 na categoria Cinema, Novas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Quem interpreta Cate Blanchett no excelente The Golden Age? A Rainha!

Mauro Amaral

Editor Chefe

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cateblanchet.jpg Estranha esta tendência que tenho percebido em Cate Blanchett. Sim ela é ótima atriz e sim, é uma aparição exalando centenas de milhares de segundas intenções em cada “TH” aspirado em Elizabeth – The Golden Age (Shekhar Kapur – 2007).

Mas não parece a vocês que ela sempre está trabalhando uma inversão perigosa onde seus próprios papéis a estariam interpretando em seus filmes?

Acho que isso deve ser o maior perigo para qualquer artista que aspira a alguma posteridade. Imagina: vi seu último filme e estava a sua cara. Aliás, todos os seus filmes são a sua cara. Uma espécie de Tarcísio Meira do cinema. Pois acho que Cate Blanchett[bb] está começando a ir por este caminho.

O que não quer dizer que não seja um excelente filme

Em Elizabeth Cate[bb] mais uma vez resvala neste vício e, em meio a trama palaciana que retrata a crise entre Inglaterra e Espanha em temos imediatamente anteriores à expansão marítima desta e a retomada do posto de maior nação do globo daquela; a relação dúbia e platônica entre ela e Sir Walter Reilgh e as tentativas de retomada do trono de Mary Stuart. Ganhou seu Oscar em Figurino não foi a toa, com a recriação dos palácios e de uma vida comandada por etiquetas (pessoais e governamentais) que impedem a figura histórica de dar lugar aos desejos mundanos e simples como, conhecer lugares novos.

Cate acerta em transformar a soberana numa prisioneira de sua própria nação.

Mas voltando ao tema do post: a coisa piora na cena do discurso para as tropas, quando nela encarna a Rainha Elfa do Senhor dos Anéis[bb], mas aí já é covardia, porque o filme que deu certo do Peter Jackson[bb] está há eras de ser batido enquanto narrativa histórico-aventuresca, certo?

Convido aos leitores a assistirem o excelente Elizabeth – The Golden Age e depois passarem por aqui com seus comentários.

Ah, e se você nunca tinha ouvido falar do filme, segue aí o trailer:




Publicado em 14/03/2008 às 4:53 na categoria Cinema, Novas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Michael Clayton. Um filme de tribunal com corporações no banco dos réus.

Mauro Amaral

Editor Chefe

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michael_clayton_ver2_001sized.jpgO cinema americano de tempos em tempos elege seu inimigo para assim justificar seus heróis. Através do tradicional embate do bem-sempre-bem contra o mal-sempre-mal tece histórias que viram roteiros, roteiros que viram filmes e filmes que viram milhões.

(E milhões que sustentam a guerra contra o inimigo real, mas isso não tem nada a ver com a resenha. :D )

Faça sua lista e customize-a de acordo com o ano que você viveu ou quer analisar: Guerra Nuclear, Russos, Alienígenas, Árabes, Famílias desfeitas, AIDS, juventude problemática. Não importa. O inimigo estará sempre lá.

Corporações e o viveiro da falta de razão.

Em Michael Clayton (EUA – Tony Gilroy – 2007) o grande inimigo é a autoridade máxima no mundo capitalista: a corporação industrial.


Já vimos isso antes, em o Informante[bb], por exemplo, ganhou seus prêmios aplicando esta fórmula: uma grande corporação tem um segredo escabroso que a todos nos afeta e um ex-integrante busca sua remissão através de denúncias legais e tudo vai parar no tribunal. Ou no necrotério municipal.

Michael Clayton é o “The Fixer” de uma poderosa firma de advocacia em NY. É chamado sempre que um problema que transcende às esferas legais dos clientes de sua firma acontece. Donas de Casa ladras, clientes pedófilos etc. No nosso caso, o gênio das causas perdidas, Arthur Edens (Tom Wilkinson[bb], que já justifica o ingresso!), pira na batatinha e de defensor passa a maior acusador, mudando de lado numa causa onde 3 bilhões em indenizações a fazendeiros prejudicados pela U North e seus pesticidas.

Um filme de tribunal? Não só. Ao assitir Michael Clayton podemos perceber que o principal inimigo – como já disse uma megacorporação – , o é porque leva de todos a Razão, assim mesmo, com letra maiúscula.

Do advogado que enlouquece, da glacial Karen Crowder (que deu o oscar a Tilda Swinton[bb]) que busca todas as “opções” necessárias para resolver seus problemas, de Daniel Ocean, digo, Michael Clayton que tenta se redimir de um presente medíocre e endividado através de um único ato nobre (ou louco? ou vil?)…enfim…a razão se esvai em bons momentos e diálogos fundamentais, como estes:.

Sejam eles diálogos fundamentais, como estes apresentados pelo próprio Arthur, ou a famosa cena quase no finalzinho (é um “spoiler” médio, já que a cena está em parte no trailer)


Daniel Ocean

Bom, George Clooney[bb] (Clone) veio para contar que nem Daniel Ocean pode se dar bem.


Publicado em 03/03/2008 às 3:15 na categoria Cinema, Novas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Juno. A indie (quase) solitária que foi para o Oscar. Será que volta?

Mauro Amaral

Editor Chefe

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juno_cartaz2.jpgJuno (Jason Reitman, 2007) é um filme feito de frases e para quem gosta delas. Para quem é fã de inteligências irritantes e para quem acha que todo mundo que é mais introspectivo e “do bem” é, portanto um desclassificado, loser…

Juno é um filme – assim disse a mídia – indie. Eu discordo.

Concordaria se ouvisse que Juno é um filme sobre a vontade de ser indie e a opinião que o mainstream tem sobre isso. Assim como já teve sobre o hip hop e hoje incorporou, assim como já teve até mesmo com Elvis Presley[bb] que já até desencarnou.

É claro que aqui estou falando de experiência estética e propositalmente passando ao largo de questões orçamentárias, que talvez justifiquem a alcunha de independente.

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Publicado em 19/02/2008 às 7:45 na categoria Cinema, Novas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

O mágico e seu engenheiro. The Prestige e o Mundo Digital.

Mauro Amaral

Editor Chefe

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As coisas são assim, você as encontra e, tendo a mente fértil e o coração focado no bem, sempre lhes são úteis. Outro dia aluguei o “The Prestige” sem saber que ele me ajudaria na criação deste artigo aqui. O filme é um três estrelas assinado por Christopher Nolan e apresenta Hugh Jackman e Christian Bale no papel de uma dupla de mágicos em busca do truque perfeito; temos também Michael Caine e David Bowie – muito bem -, no papel de um cara que vocês deviam conhecer, o Nikola Tesla. Já falei dele aqui? Acho que não. Mas vale a pena dar uma olhada na biografia do inventor. Ah sim, tá lá a Scarlett Johansson, como teúda e manteúda de uma dos mágicos, que no final…bem, vejam o final e depois me mandem um e-mail, ok? Leia mais »


Publicado em 12/07/2007 às 1:05 na categoria Cinema, Novas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Livros, filmes e músicas num blog. Como resenhar?

Mauro Amaral

Editor Chefe

Uma das grandes dúvidas dos leitores de blogs, acredito eu, é saber se seus autores realmente consumiram os livros, filmes e músicas quando os indicaram em posts. Isso é crucial para a criação de uma audiência fiel e da marca que você quer construir. Ah, você não sabia que está construindo uma marca? Pois é, está. Todo dia, a cada post, em cada e-mail que você responde.

Library in living room
Creative Commons License photo credit: jepoirrier
Daí, manter a integridade ser tão fundamental. O que não quer dizer que exista uma regra de ouro, ou boas práticas que sirvam para todo blog, para todo leitor, para todo editor.
Portanto, toda a vez em que você se deparar com um produto cultural por aqui, preste atenção:

  • Se ele estiver com um texto completo, onde você vai perceber que minha opinião está na frente da obra, eu li.
  • Se eu for técnico e reticente, ou apenas indicar detalhes. Não li, nem ouvi, posso ler futuramente e você mesmo pode opiniar, colaborando comigo.

Relaxem pessoal!
Sei que regular as expectativas quanto a um post fundamentado e outro apenas indicativo, é uma tarefa complicada. Eu garanto: deve ser o mesmo que eu sinto quando, após pesquisar horas e horas sobre uma determinada obra, mesmo após ter lido e já ter a opinião, não vendo um exemplar sequer. Mas de repente, isso não é tudo.


Publicado em 29/05/2007 às 6:18 na categoria Cinema, Livros, Música, Novas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Quem Somos Nós? What The Bleep Do We Know?

Mauro Amaral

Editor Chefe

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quemsomos-nos.jpg[bb]A resenha sobre o DVD Quem Somos Nós, já havia caído em minhas mãos num suplemento sobre iniciação à filosofia, não me lembro onde. Soube que grupos de amigos o alugavam para, após a exibição, bater papo sobre o tema; meio na onda de Viviane Mosé, sabe? Na época, confesso, não dei muita atenção. Mas o importante é que o título ficou em minha memória de segundo plano (sempre lotada) e, quando deparei com ele na locadora do bairro, resolvi levar.

Fã de Cosmos desde a época das manhãs de domingo dos anos 80, sabia que não ia me decepcionar. O filme é uma espécie de iniciação facilitada ao mundo da física quântica e trata de conceitos áridos como “multi-possibilidades”, “realidades alternativas”, “programação neurolínguística”, “união de Deus e Ciência” e tantos outros sem escorregar na facilidade da ficção científica ou na idiotice da auto-ajuda.

(update): Mas as idéias se dividem, acompanhe a minha opinião e os comentários logo abaixo.
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Publicado em 05/03/2007 às 10:51 na categoria Cinema. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Perfume. Até onde você vai pelo seu talento?

Mauro Amaral

Editor Chefe

Você nasce com uma limitação e dela faz seu maior talento. Assim começa a história de Jean-Baptiste Grenouille, nascido no século XVII em Paris. Uma história que de livro virou filme: Perfume: The Story of a Murderer – (Alemanha – 2006). As desventuras de Jean-Baptiste, criado nas ruas de Paris com a mãe vendeora de peixes, chegam em cartaz em breve. Uma viagem multicolorida e…enebriante…pela obsessão rumo ao perfume perfeito, ou como queiram, à sublimação de seu grande talento, aquele capaz de contornar todas as diversidades que a vida lhe impôs. Ironicamente o personagem não tem cheiro…mas sente todos os aromas do mundo. Interessante, não?

Enquanto a resenha sobre o filme não vem…me digam vocês…até onde vocês topariam ir em busca da confirmação de seus talentos?

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Publicado em 25/01/2007 às 2:36 na categoria Cinema. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Assassinos em Série. Referências Carreirasolo

Mauro Amaral

Editor Chefe

hanibal_clarice.jpg[bb]

Neste primeiro post da categoria Referências escolhi um tema polêmico. Quer dizer, sei lá se é polêmico num mundo/Brasil como temos hoje, mas pelo menos um tema curioso e repleto de possibilidades ele é.

Vou falar logo de uma vez para não ficar cheio de dedos: respeito os assassinos em série. E não estou falando só no cinema não. Eles, a seu modo amoral, representam o animal que teimamos em ocultar em nossas reuniões corporativas, em nossos relacionamentos pessoais, na hora de comer, na hora de eliminar aquilo que da comida não aproveitamos, no mundo digital, na etiqueta social que nos obrigamos a ter para viver em comunidade.

Os Assassinos em Série são, em nossa sociedade ulta-pós-qualquer coisa, um de nossos elos com o real.

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Publicado em 30/09/2005 às 7:00 na categoria Cinema. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

10 coisas que todo Profissional Freelancer deveria saber, mas normalmente esquece.

Mauro Amaral

Editor Chefe

  • Se possível, formalize sua proposta. Custa muito pouco, um PowerPoint, um Word etc. Em caso de projetos de longa duração ( Quem não os almeja, não é verdade?), peça ajuda ao amigo advogado e lavre um contrato simples, porém eficaz. Com cláusulas de pagamento mínimo por decurso de prazo, limite de alterações etc. Essa é sua única defesa.
  • Aceite é dinheiro na mão, normalmente de 20%. É a primeira prova de confiança no seu trabalho. Você foi CONTRATADO para fazer alguma coisa e, sobretudo, foi CHAMADO e não correu atrás do trabalho. Portanto, só pegue no lápis, ops, no mouse, depois que o depósito aparecer.
  • Reuniões, no máximo três. Principalmente em projetos pequenos, tente reduzir o número de reuniões ao máximo. Na minha curta experiência posso afirmar que os melhores projetos são aqueles que você pega o briefing e depois leva a solução. Mais do que isso, já incorre em custos extras.
  • Procure saber quem indicou você. Se foi um grande amigo, já é motivo para comemorar. Caso contrário, peça o dobro. O que não impede de um amigo se enganar sobre outra pessoa. Perca o cliente, nunca o amigo.
  • Procure saber sobre o cliente. Pergunte a quem indicou você. Trabalhos anteriores, outros friloprofissionais que tenham feito coisas para ele, enfim, fique atento. Você, por ser um profissional sério e capaz, é exceção num mercado cheio de..bom, deixa pra lá.
  • Lembre-se de basear suas relações com o cliente no respeito. Mútuo. Acredite: você não é infalível. Às vezes erra feio. Nada melhor do que ser humilde e começar de novo, ligar e perguntar sobre algum ponto que ficou obscuro no briefing. No entanto, NUNCA deixe que isso represente uma oportunidade para baixarem seu preço, falarem mal do trabalho, ou quererem cancelar o contrato.
  • Apresentação profissional, da primeira reunião à nota fiscal. Você pode não ter percebido, mas faz parte de uma nova relação empregatícia: você é sua empresa, sua euquipe. Portanto, não se esqueça de fala para o pessoal do Marketing (você), produzir um belo material de introdução. E para o pessoal de vendas (você) a bolar um preço interessante tanto para a companhia (você) como para o prospect. Sem essa de mandar um e-mailzinho sem formatação, ou anotar na agenda quanto cobrou. Leve você mesmo a sério. Ou ninguém o fará.
  • Planeje sua movimentação. Tudo é custo. Reuniões perto do seu local de trabalho ( ou de sua casa se você é SOMENTE Profissional Freelancer). Na hora do almoço. Apresentações fora do expediente. Reserve seus finais de semana para descansar e, salvo raras exceções, desenvolver projetos que requeiram mais atenção.
  • Invista em prospecção. Embora possa parecer um pouco contraditório aos pontos 4 e 5, vale a pena em alguns períodos do ano, ligar para ex-duplas, ex-clientes e amigos em geral, apresentando-se, mostrando trabalhos atuais. Ler os veículos do seu mercado também ajuda a farejar oportunidades, com saídas de profissionais e novos escritórios abertos. Tome cuidado para não ser o chato que fica querendo mostrar serviço. Mas corra atrás.
  • Como última alternativa, se não quiser mais esquentar a cabeça com nada isso, tente um concurso público

Publicado em 20/02/2004 às 2:24 na categoria Cinema. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário. Infelizmente, trackbacks estão suspensas.