Já faz alguns anos que as mídias sociais fazem parte da nossa vida profissional.

Facebook, Instagram, Twitter e Linkedin são algumas plataformas utilizadas por diversas empresas para divulgar os seus negócios e também para prospectar mais clientes.

E a cada ano novidades vão surgindo e passamos a usar uma nova estratégia de marketing completamente diferente da anterior. Tudo vai depender da prática de mercado para aquele momento, aquela que, obviamente, vai engajar mais o público.

Considerando esse contexto, precisamos sempre nos preparar para as novidades que estão por vir.

E nós fizemos esse artigo justamente para facilitar o trabalho de todos os leitores. A ideia é que conheçam as principais tendências de marketing nas mídias sociais e que possam se preparar e estruturar os seus negócios para recebê-las.

Então vamos lá!

Como está o cenário atual do marketing nas mídias sociais?

De repente, quando menos esperamos, tudo fica diferente e a forma como trabalhávamos o marketing nas mídias sociais parece que de uma hora pra outra começa a seguir um caminho completamente novo.

É por isso que é essencial ficar antenado no que o mercado tem praticado para que possa rapidamente alterar o rumo do seu trabalho.

Com as mudanças acontecendo de forma tão rápida no mundo, fica difícil saber o que vai acontecer nas estratégias de marketing para as mídias sociais daqui a 1 ano, por exemplo.

Mas é possível sim entender algumas tendências considerando o cenário atual.

Pelo menos é o que diz John Hall, CEO e co-fundador da Influence & Co., agência americana de marketing de conteúdo.

Ele colocou diversas ideias interessantes sobre essas tendências em um artigo publicado no dia 9 de maio de 2018 no https://www.inc.com/.

Segundo ele, são 3 as tendências em marketing nas mídias sociais.

Quer saber quais são elas?

Então leia o próximo tópico!

Tendências em marketing nas mídias sociais

Para John Hall, as principais tendências em marketing nas mídias sociais são: baixo alcance orgânico, maior gasto com anúncios e modelo de assinatura.

Vamos agora detalhar um pouco mais cada uma delas?

1 – Baixo alcance orgânico

Eu não conheço um empreendedor que não esteja preocupado com o alcance orgânico das suas páginas.

Quanto mais pessoas visualizam o que você publica, maiores as chances de tornar a sua empresa conhecida e prospectar mais clientes.

Segundo John Hall, apesar da mídia social ainda ser um importante meio de divulgação de conteúdo, a postagem passiva não é mais o suficiente.

Isso significa que o alcance orgânico tem diminuído em mídias como Facebook e Instagram sem nenhum tipo de sinal de melhoria.

O Instagram, por exemplo, lançou as atualizações em tempo real em favor das postagens que os usuários mais gostam. Dessa forma, elas recebem prioridade com relação às mais recentes.

O resultado disso é esse: aquelas marcas que tiverem os melhores conteúdos são as que terão mais chances de obter acessos e clientes.

Portanto, quanto melhor o conteúdo, melhor para o empreendedor. É assim que o púbico vai gostar do seu trabalho ao ponto de começar a receber um maior destaque nas plataformas.

2 – Maior gasto com anúncios

Segundo John Hall, com um alcance orgânico acontecendo em espiral, grande parte das empresas têm apostado nos anúncios pagos.

De acordo com a empresa Zenith, especializada em medição da publicidade, em 2018 os anunciantes devem colocar U$ 40 bilhões de dólares a mais em anúncios pela internet do que pela TV.

Isso significa que 40% dos anúncios com publicidade no mundo devem ocorrer online nesse ano. Esses empresários esperam que a estratégia seja eficaz para resultados positivos e rastreáveis nas suas empresas.

Mas não pense que a publicidade paga limitada ao conteúdo patrocinado ou banners é a única estratégia.

O marketing de influência, o famoso boca a boca, representa uma grande parte de investimento.

De acordo com a pesquisa The State of Influencer Marketing 2018, feita com 181 profissionais de marketing de conteúdo, 39% deles planeja aumentar os gastos com estratégias de influência em 2018.

Esse impulso terá maior impacto no Instagram, mas a ideia é engajar todas as mídias sociais.

3 – Modelo de assinatura

John Hall menciona aqui aqueles serviços que costumavam ser comprados de uma única vez e que agora vêm em formato de assinatura.

Netflix, Hulu, Spotify e muitos outros canais dependem de assinantes consistentes para consumir os conteúdos e manter assim esses negócios em crescimento.

O que tem acontecido no mercado é que as pessoas querem serviços de qualidade e confiáveis, só que não querem mais ser interrompidas enquanto acompanham aquilo que gostam.

Pensando nisso, o Hulu, por exemplo, oferece conteúdo livre de propagandas, enquanto a Netflix não faz nenhum tipo de anúncio. Os sites de notícias, por sua vez, geralmente eliminam alguns ou todos eles para os assinantes pagantes.

De acordo com John Hall, uma nova plataforma de mídia social, chamada Vero, espera entrar no Instagram sem fazer o uso de anúncios.

A ideia é cobrar uma pequena taxa de assinatura e fornecer uma experiência cronológica livre de propagandas, pensando especialmente naqueles usuários cansados ??do formato atual do Instagram.

Para John Hall, essa é a plataforma que deve ser observada por todos os profissionais de marketing em 2018.

Mas não pense que as mudanças vão fazer as mídias sociais acabarem ou deixarem de ser vistas pelos usuários. Não pense também que os anúncios são agora uma coisa do passado.

Na verdade, as pessoas vão continuar consumindo conteúdos e se engajando nas mídias sociais. O que acontece é que as tendências mostram que o público tem tido um maior controle sobre o que, quando e como se engajar.

A grande lição aqui para os empreendedores, freelancers e profissionais de marketing é garantir cada vez mais conteúdos valiosos e que atendam às necessidades do público-alvo.

E você, como tem se preparado para as tendências? Deixe aqui o seu comentário!