Resposta rápida: baixe o modelo de contrato em Word e adapte ao seu caso: ele registra quem contrata quem, o que será entregue, prazo, valor, forma de pagamento e as obrigações de cada lado. Revise as cláusulas de rescisão, direitos autorais e confidencialidade e, em contratos grandes ou de cessão de direitos, peça a revisão de um advogado.

Revisado em setembro de 2026: esta resposta rápida e perguntas frequentes.

A melhor maneira de estabelecer uma relação clara e transparente entre CONTRATANTE e PRESTADOR DE SERVIÇO é registrar num contrato claro e simples e em poucas linhas basicamente quem contratou quem, por quanto, por quanto tempo e que obrigações pesam sobre um ou outro.  

Modelo atualizado em 2026

Modelo de contrato de prestação de serviços criativos, em Word, para design, texto, ilustração, fotografia, vídeo e conteúdo. Cobre escopo, rodadas de revisão, sinal, atraso de pagamento, direitos autorais, arquivos-fonte e portfólio, e traz um guia de preenchimento na primeira página.

Baixar o modelo (Word, gratuito)

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Substitui o modelo de 2008 citado nos comentários. É um ponto de partida e não substitui a orientação de um advogado.

  Feito isso, um Contrato para Prestadores de Serviço tem não só chance de ser aceito como ser cumprido por ambas as partes. No modelo que ofereço aqui temos as bases gerais que cobrem 98% dos casos. Vale lembrar que customizações devem ser feitas para adequar o contrato a sua necessidade. A colaboração veio da equipe da Sirius Multimidia, produtora carioca com mais de 10 anos de mercado e que, vire e mexe, está por aqui procurando ótimos profissionais para seus quadros.

Perguntas frequentes

Respostas às dúvidas que os leitores mais deixaram nos comentários deste post. Revisado em setembro de 2026.

O que um contrato de prestação de serviços precisa ter?

O essencial: quem contrata e quem presta o serviço (com CPF ou CNPJ), o que será entregue (escopo detalhado), prazo, valor e forma de pagamento, multa por atraso, o que acontece se alguém desistir (rescisão), direitos sobre o que for criado, confidencialidade quando for o caso e o foro para resolver conflitos.

Posso usar o modelo sendo pessoa física, MEI ou empresa?

Pode. O que muda é a qualificação das partes: nome e CPF para pessoa física, razão social e CNPJ para MEI e empresas. Se você emite nota fiscal, vale citar no contrato como ela será emitida.

Qual a diferença entre contrato e proposta comercial?

A proposta apresenta escopo, prazo e preço; quando o cliente aceita por escrito, ela já registra o combinado. O contrato detalha obrigações, direitos e o que fazer se algo der errado. Em projetos maiores, use os dois: veja o modelo de proposta para projetos web.

O contrato precisa ser registrado em cartório?

Não. Ele vale com a assinatura das partes, inclusive assinatura eletrônica. A assinatura de duas testemunhas faz do contrato um título executivo, o que facilita a cobrança na Justiça se o cliente não pagar.

Quando vale procurar um advogado?

Em contratos de valor alto, de longa duração ou que envolvam cessão de direitos autorais. Um advogado adapta o modelo ao seu caso: veja quanto custa um contrato personalizado e o guia Precificar e proteger seu trabalho.

Um e-mail ou um acordo verbal valem como contrato?

Valem. O contrato de prestação de serviços tem forma livre (Código Civil, art. 107): um e-mail que deixe claro o que será feito, em quanto tempo e por quanto, com o aceite das duas partes, já prova o combinado. O contrato assinado não é obrigatório, mas deixa as regras mais claras e facilita a cobrança se algo der errado.

Vale a pena fazer contrato formal para trabalhos pequenos?

Compare o custo de formalizar com o que está em jogo. Em trabalhos de valor baixo, um e-mail bem escrito costuma bastar; o que protege é cobrar sinal, precificar o risco de calote e, se precisar, cobrar no Juizado Especial Cível, que aceita causas de até 20 salários mínimos sem advogado.

E em projetos de conteúdo (textos, posts, roteiros), o que muda?

Detalhe o que é específico do conteúdo: quantidade de peças por mês, formatos e tamanhos, quem define as pautas, prazos de entrega e aprovação, quantas rodadas de revisão estão incluídas, para quais canais o cliente pode publicar os textos e se você será creditado como autor. Guarde também os e-mails da negociação, que ajudam a provar o combinado.

Preciso assinar um termo de confidencialidade (NDA)?

O dever de sigilo já existe pela boa-fé, mesmo sem NDA. O termo serve para definir o que é confidencial, por quanto tempo, as exceções e a multa em caso de vazamento. Assinar é normal em projetos com informação estratégica: só peça que o texto seja específico e com prazo definido. O modelo acima já traz uma cláusula de confidencialidade.

Já ouviu nosso podcast?

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