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Logística: o choque da verdade na vida dos clientes

O que venho percebendo na maioria das empresas a mentira é a rainha da verdade! Todas as operações que envolvem transit time são simplesmente uma sequência de mentiras que os clientes acabam acreditando.

Tudo que envolve tempo também envolve situações adversas como trânsito, situações climáticas, atrasos na produção! Enfim, vamos ser realistas: a logística é uma sequência enorme, uma cadeia de suprimentos  que acaba diretamente ali: NA ENTREGA DO MATERIAL. Nesse caminho tudo pode acontecer, menos um dinossauro na Fernão Dias.

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Logística é como respeitar os sinais de trânsito na Índia! Foto: Flickr (@fung.leo) - Divulgação

O cliente acaba se conformando com os operadores logísticos que mentem e invetam situações impossíveis de acontecer! Apesar da mentira ser algo considerado ”errado” parece que os clientes gostam de fingir que acreditam na informação absurda e quando eles se deparam com uma empresa que diz a verdade … eles se assustam!

É aí que nos deparamos com a transparência comercial, a partir daí o cliente vai considerar o seu trabalho incomum, vai criar a tal da credibilidade com o cliente e a sua empresa com certeza vai ser tornar a primeira opção dentre as outras.

É uma situação básica, porém é um diferencial que poucos empresas prezam.

By: Izabelle Orsi
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Publicado em 28/07/2011 às 2:28 na categoria Inspiração. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.


3 Comentários para “Logística: o choque da verdade na vida dos clientes”

  1. felipepavao -

    Em desenvolvimento de software é muito comum mentir pois há a necessidade e pressão do cliente de entender sobre prazos. Por isso as metodologias de desenvolvimento ágil existem, para tentar estimar e propor entregas de software em menor escala, mas com prazos razoaveis e tangiveis (em media, 1 semana por entrega).

  2. Mauro Amaral -

    A questão, Felipe, é quando o cliente prefere compactuar com o prazo irreal, para não quebrar uma cadeira de aprovação que chega no CEO da empresa como vencedora.

    Começa assim: na reunião do conselho, vota-se para mudar a marca em seis meses. A diretoria de marketing fala para seus gerentes que precisa de um plano em três meses. Estes, por sua vez, cutucam as agências para em, um mês, um mês e meio no máximo, olharem um pré-projeto. Dentro da agência, as baratas voam quando cai o briefing em cima da semana da equipe: REPOSICIONAMENTO TOTAL. PRAZO: 1 semana.

  3. felipepavao -

    Acredito que nós (essa nova safra de empresas e profissionais) tem a obrigação de procurar outros modelos e formas para lidar com isso. É claro que no papel é bonito dizer que sua empresa não aceita trabalhos com prazos absurdos, mas sabemos que na prática não acontece isso, pois dependendo do cliente, a negativa pode prejudicar a vida financeira da sua empresa.

    É uma questão muito interessante de se discutir até chegarmos a um modelo adequado.

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