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Qual é seu perfil digigráfico?

Mauro Amaral

Editor Chefe

Em um trabalho absolutamente criterioso e bem montado, a DM9DDB lançou semana passada o resultado de sua pesquisa “Perfis Digigráficos” que consolida os levantamentos feitos em parceira com a Vox Pesquisas sobre como interagimos com as mídias digitais.

Como muito bem falado no vídeo de introdução que você pode assistir logo abaixo, o mundo digital não é mais fronteira de poucos, de desbravadores ou geeks sem alma. É, antes disso, o lugar comum, a praça pública.

É onde aprendemos, interagimos e damos voz a nós mesmos, àquilo que achamos que somos; é a fronteira do eu, do outro, das instituições que nos rodeiam e do mundo em que vivemos. A partir dessas instâncias e da constatação que variáveis como idade, sexo e domicílio fazem tanto sentido como vender passagens de avião em mundos virtuais onde podemos voar, foi cunhado o termo que batiza a pesquisa.

Ao entrevistar diversas pessoas, consultar especialistas (antropólogos, psicólogos e educadores) e pensar um pouco, a pesquisa propõe reclassificar o mundo digital em cinco grandes grupos: imersos, ferramentados, fascinados, emparelhados e evoluídos.

Segundo Cynthia Horowicz, vp de planejamentoda DM9DDB:

…o estudo reforça o posicionamento que escolhemos para a DM9DDB como uma agência convergente. Geramos ideias e construímos marcas independentemente da plataforma.

Vale dar uma olhada no “memorial” da pesquisa, disponível no Blog da agência.

Originalmente publicado no RTRBlog.


Publicado em 08/02/2012 às 12:22 na categoria Destaques Novas, Vídeo. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Quais são as diferenças entre editar vídeos para TV e para a Internet?

Gustavo H M Silva

Cineasta independente

Muita gente edita seus vídeos para gravar em DVDs ou para um programa de televisão e tem sérios problemas ao portabilizar esse conteúdo para Internet. Nesse artigo eu vou passar algumas diferenças básicas entre trabalhar com estes dois formatos e como você pode se poupar de dores de cabeças durante o trabalho.

WHOS
Creative Commons License photo credit: Symic

Primeira parte: Entendendo o I e o P

Existem uma quantidade incontável de formatos de áudio/vídeo no mercado (tanto com respeito ao encapsulamento, quanto com respeito a CODEC’s). Os grandes sites de vídeo como Vimeo, Youtube, Metacafe e Videolog.tv aceitam praticamente todos os formatos, mas se tem algo com que eles não sabem como trabalhar é com a questão interpolação X progressão.

O formato de TV é um formato interpolado devido a limitações quanto ao nosso padrão elétrico e as tecnologias das televisões no mercado. Algumas novas já suportam progressivo, mas seu formato nativo ainda é o interpolado.

Neste formato,  cada frame recebido pela televisão via cabo ou antena é um composto de linhas, numeradas como ímpares e pares, que chegam e se juntam como um quebra cabeça de linhas ao serem exibidas. O sinal lembra muito uma folha de papel que passou por um triturador de escritório, reduzido a linhas de papel… só uma referência.

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Publicado em 15/12/2011 às 9:14 na categoria Respostas, Vídeo. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

A data do boleto pode ser diferente da data da nota fiscal?

Henrique Arake

Advogado

Prezados leitores: como vão? Resposta à dúvida deixada por um leitor no post “Sou obrigado a emitir nota fiscal mesmo se o cliente não pedir?

Sou MEI. Posso emitir a Nota Fiscal quando constar constar o pagamento do boleto que emiti para outra data? Tem cliente que não paga, ou quando paga, o faz com atraso. Daí tenho que somar juros e multa por atraso, valor que deve bater com a Nota Fiscal que emiti.

Uma série de assuntos interessantes para debatermos! Traduzindo a pergunta aos poucos:

MEI = Sou microempreendedor individual, não confundir com o EIRELI (já bastante discutido em outros posts por aqui).

Nota Fiscal = Documento que indica, pra quem interessa (adivinha), quanto você faturou! (Pegou? “Faturou”…”Fatura”)

Boleto bancário = Instrumento para facilitar cobranças.

Isso posto, vamos discutir o que eu entendi da pergunta. O leitor quer saber se pode emitir uma nota fiscal com data divergente da que o boleto foi pago e como proceder com relação aos juros e multas por atraso.

Money makes the world go around!
Creative Commons License photo credit: Anders.Bachmann

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Publicado em 05/12/2011 às 11:18 na categoria Legalize, Respostas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Como fazer um portfólio de edição de vídeo?

Gustavo H M Silva

Cineasta independente

Antes de tudo, vamos esquecer o termo Portfólio. Isso porque em sua melhor tradução ele representa os trabalhos na íntegra, ou seja,  uma lista de trabalhos de um profissional. Para um editor de vídeo pode se mostrar impossível! Pense que, mesmo que você selecione três trabalhos para apresentar, isso deve totalizar aproximadamente uma hora e meia. Nenhum cliente vai assistir isso tudo.

Sendo assim, na área audiovisual, dois tipos de exibições servem para substituir o Portfólio: Demo Reel e o Promo. Vamos entender neste post como cada um deles deve ser montado e quando utilizar um ou outro.

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Publicado em 30/11/2011 às 2:00 na categoria Respostas, Vídeo. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Qual é o melhor software para edição de vídeo?

Gustavo H M Silva

Cineasta independente

Selecionar o melhor software para edição de vídeo é uma tarefa complexa. Em geral, editores de vídeo sempre selecionam seus softwares preferidos por um motivo próprio, seja por ter iniciado com um curso em uma produtora em que se utiliza determinada plataforma, por limitações de sistema operacional ou até mesmo por preguiça de aprender uma nova linguagem.

Early morning FCP edit
Creative Commons License photo credit: ColumbusCameraOp

Eu conheci uma vez um editor de vídeo (por motivos óbvios, não vou revelar seu nome) que por anos trabalhou fazendo edições profissionais para vídeos de casamentos e showreels corporativos utilizando o software iMovie, da suíte Apple iLife. Hoje, com o lançamento do Final Cut Pro X, ele finalmente mudou para essa nova plataforma, pois as duas ficaram muito parecidas, facilitando sua familiarização.

Ao mesmo tempo, o lançamento do novo Final Cut X tem sido fortemente criticado por editores de vídeo em todo o mundo, tendo sido chamado de iMovie melhorado, ao invés de um software profissional de edição. Até canais de televisão lançaram campanhas cômicas sobre a nova plataforma:

Nesta guerra de softwares de edição, só existe uma opção para que editores de vídeo selecionem sua plataforma preferida, e a única opção realmente funcional e lógica é: ESCOLHA VOCÊ MESMO! Leia mais »


Publicado em 21/11/2011 às 11:25 na categoria Respostas, Vídeo. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Existe bibliografia relacionada à edição de vídeo? Algumas indicações!

Gustavo H M Silva

Cineasta independente

Algumas pessoas encontram muita dificuldade em encontrar material em português e atualizado em livrarias online e físicas sobre edição de vídeo. Eu gostaria de ser a pessoa responsável por dizer que livros comprar, porém também sofro do mesmo problema.

A verdade é que não há (ou há, porém pouco) interesse das editoras nacionais em trabalhar literatura para o mercado de vídeo, pois em geral editores de vídeo ou cursaram alguma instituição (mais tarde irei citar algumas muito boas para os interessados), e com isso ganharam suas apostilas, ou são fluentes (alguns só tem domínio técnico) na língua inglesa.

Film Department
Creative Commons License photo credit: D Services

O que é mais fácil de encontrar no Brasil são os video-treinamentos, via streaming online ou via DVD comprado e, diga-se de passagem, eles são muito bons. Abaixo segue uma lista (ordenada por qualidade superior > inferior) dos sites onde é possivel encontrar tal conteúdo. Leia mais »


Publicado em 18/11/2011 às 4:04 na categoria Respostas, Vídeo. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Qual câmera de vídeo escolher para começar como freelancer ?

Gustavo H M Silva

Cineasta independente

A primeria observação quanto a este conturbado tópico não começa em qual modelo é melhor, mas sim qual é o foco dos seus clientes. Hoje o mercado está inundado de empresas e modelos de filmadoras para os mais diferentes objetivos, desde filmagens caseiras até produções de curta, média e longa-metranges.

Essa variedade de tecnologias deixa a maioria dos profissionais confusos e exige uma constante monitoria de sites de tecnologia para ficar “afiado” nos lançamentos, e para saber quando é de fato necessário renovar seu material (ou, no caso deste tópico, qual o melhor para sua primeira compra).

Comerciais para TV e para transmedia demandam câmeras diferentes das necessárias para filmagens de documentários ou casamentos por exemplo. Por isso, sempre decida seu foco de atividade principal antes de quais equipamentos comprar.

Diferentes ramos também significam diferentes valores de investimento. Logo, tudo está entrelaçado e deve ser pensado com muita calma. Após uma longa deliberação eu decidi começar esquematizando fluxogramas básicos para auxiliar a compra de novos equipamentos, tendo em vista os modelos mais recentes lançados, e separando de diversas formas.

Outra forma de seleção também pode ser por Downsides e Upsides (pontos fortes e fracos). Para tal, eu elaborei uma tabela. Como sempre, tendo em vista os modelos mais utilizados no mercado atualmente). Os dois documentos estão disponíveis logo abaixo:

Fluxograma básico de escolha | Tabela comparativa de modelos

IMGA0899
Creative Commons License photo credit: eddypedro

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Publicado em 17/11/2011 às 4:31 na categoria Respostas, Vídeo. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Como montar um vlog de sucesso na internet?

Post do Leitor

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Não é novidade que o entretenimento audiovisual tem mudado de formato no Brasil (e no mundo). Projetos de leis, equipamentos, portais e novos planos de internet banda largar velozes são os grandes porta-bandeiras desse movimento que gradualmente pretende deixar a televisão obsoleta.

Porém, os empreendedores continuam não dando tanta atenção as oportunidades de negócios que esse novo formato pode oferecer. Poucas empresas tem se aventurado pelo mercado, mas isso não chega nem perto do investimento que deveria estar sendo feito nessa área. É aí que o freelancer pode ver uma oportunidade de ouro.


Creative Commons License photo credit: tian2992

Obviamente, é impossível para um profissional sozinho, levantar uma plataforma de conteúdo web em vídeo, mas uma parceria pode mudar tudo. E é exatamente este o caminho necessário para lucrar com conteúdo online. As formas de rentabilização estão ai e todos nós conhecemos. Links patrocinados, vendas casadas com conteúdos tratados, merchandising e etc.

A grande dificuldade é, e sempre vai ser, o investimento, que para um projeto sério, gira em torno dezenas de milhares de reais, levando em conta que todo o aparato vai ser comprado em estado de novo.

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Publicado em 10/11/2011 às 8:12 na categoria Respostas, Vídeo. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

E quando o cliente questiona o valor da sua hora-técnica?

Cristiano Santos

Designer

Quem é freelancer sabe como é difícil precificar os nossos serviços. Quem nunca ficou numa encruzilhada quando tinha que enviar uma proposta de trabalho? Nós ficamos horas olhando para a planilha tentando achar um preço justo que nos remunere bem e que não seja alto o suficiente para espantar o cliente, não é mesmo!?

Li muita coisa na web sobre o assunto e um artigo do Sean Canha me deu uma luz sobre precificação. Pra quem ainda não sabe, a hora-técnica é a base do cálculo de nossa proposta. No artigo, o Canha explica a relação entre o preço-base, o lucro e quantidade de horas envolvidas no projeto que nos levam ao preço final da proposta. Há até uma fórmula para isso e recomendo que vocês leiam abaixo e implementem no seu cotidiano.

Preço ideal:
(Preço base + Lucro) x Tempo de duração

Muito legal, né? Eu mesmo levei muito tempo para criar a minha planilha e chegar na minha hora-técnica. Hoje em dia eu tenho uma noção bem acertada do tempo que eu levo para finalizar cada projeto e estimo um preço justo para mim e comercialmente viável no mercado.

Mas e quando o cliente questiona o valor da hora-técnica? O que fazer? Eis algumas dicas que eu reuni com as minhas experiências e de outros amigos do mercado:
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Publicado em 03/11/2011 às 2:30 na categoria Respostas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Posso fotografar profissionalmente com meu iPhone?

Maria Claudia Ferrini

Fotógrafa

Poder você pode tudo, só resta saber se o cliente vai gostar de ver o fotógrafo profissional cobrar por um serviço imaginando que ele fará o trabalho com uma câmera profissional, e ele chegar com um “telefone celular”.

Na minha opinião é inviável fotografar profissionalmente com um celular, por melhor que ele seja jamais chegará ao nível e qualidade de uma câmera profissional.

Four Yesss
Creative Commons License photo credit: Robert S. Donovan

A câmera acoplada no iPhone 4s tem apenas 8 MP, que já é um grande avanço para uma câmera de um celular, porém ainda não chega a altura das profissionais que já tem 21MP de resolução. Apesar de ter alguns comandos iguais como: foco automático, lente de grande abertura f/2.4 e balanço de branco, não dá para confiar em fazer um trabalho com tão poucos recursos.

As câmeras profissionais existem para que sejam usadas profissionalmente, é justamente pensando nisso que as empresas lançam a cada 6 meses um modelo novo de câmera com mais mega pixels, para aprimorar cada vez mais o trabalho do fotógrafo profissional.

Se você parar pra pensar no custo benefício não vale a pena, pois esse celular custará mais ou menos o valor de uma câmera semi-profissional que é em média 1.500 reais.

Pense bem, se você deseja trabalhar com fotografia profissionalmente, à princípio é melhor esperar mais um pouco até juntar mais “din din” e comprar uma câmera que atinja e supra suas necessidades sem surpresas!

 


Publicado em 27/10/2011 às 6:51 na categoria Fotografia, Respostas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.