É isso mesmo. A turma do Camiseteria, que junto com a Espalhe criou para a Brastemp o conceito do Microonderia, uma “ação” que se propõe a customizar os adesivos das tampas do Microondas; lançou o Microonderia Extra.
Assim como no “Camiseteria Extra”, o Microonderia Extra foi criado para a realização de concursos temáticos especiais homenageando alguma categoria, data ou situação específica. Eles selecionaram alguns dos blogs de design, culinária, cultura e assuntos gerais mais interessantes da web brasileira para concorrerem a um microondas Brastemp com um visual personalizado.
Nesta parte aí do “blogs de design, culinária, cultura e assuntos gerais mais interessantes da web brasileira”, ele estava falando, entre outros, do Carreirasolo.org
Diferente do “Camiseteria Extra”, este concurso temático está aberto ao público apenas para votação. A comunidade vai presentear o blog que tiver a estampa mais bacana. O resultado da votação no “Microonderia Extra” em nada interfere no concurso normal. Estes adesivos não concorrem com os adesivos enviados pelos usuários.
Desde que comecei a entrevistar Profissionais Freelancers para a Galerasolo, a seção mostrou-se um sucesso. No começo foi um dos grandes divulgadores do site e hoje, é um dos grandes pontos de referência para quem por ali aparece.
Não é raro a ocasião que uma entrevista na Galerasolo, por exemplo, faz o nome do entrevistado “topar” entre os resultados do Google para aquela atividade. O que convenhamos, é um “bônus-feature” e tanto.
Por indicação do Humberto Oliveira, co-criador desta nova versão do Carreirasolo.org, instalei recentemente um pluguizinho campeão (Cforms é o nome da fera) que fez a mágica de criar um formulário ainda mais inteligente para cadastro e upload de fotos dos perfis. Como vocês podem ver abaixo.
Novidades
A idéia foi uniformizar e simplificar o perfil. Portanto, você vai encontrar campos obrigatórios, como a BIO e o texto final onde vocês podem vender o peixe à vontade e, claro, o envio de foto para que todo perfil seja, afinal, único.
Fiz isso para não receber cadastros inválidos e, claro, agilizar ao máximo a publicação dos perfis de vocês. O processo em si é simples. Logo após vocês clicarem no “ENVIAR” eu recebo um email, pego os dados e publico. Dou claro, uma suave moderada para evitar pequenos desvios de conduta normais numa comunidade, nada grave. A minha meta é publicar três perfis por dia, quem me ajuda???
Taí um dado que pode estimular ao possível leitor deste post: sabe o pessoal que citei lá em cima. Cada um teve seu perfil visto, em média 300 vezes desde a publicação até hoje. Nada mal para dez dias não?
Eu tenho uma empresa…e queria também me cadastrar. Como faço?
Pois é…tô pensando em abrir um cadastro especialmente para pequenas empresas (tenho certeza que muitos donos-gerentes-chefes estão lendo este post agora) que queiram fazer parte da comunidade. Estou começando a pensar como. Se você tiver alguma sugestão é só comentar logo abaixo.
Então é isso: estou esperando a todos na página de cadastro da Galerasolo e, quem sabe em breve, como um post do blog dos Profissionais Freelancers.
Se você não recebeu meu convite por email, chegou a hora. Bolei uma pesquisinha rápida com o objetivo claro de conhecer melhor meus leitores. É claro que as informações que levantarei aqui serão utilizadas na melhoria do site, na criação de novas seções e produtos. Ou seja: todo mundo sai ganhando.
E por falar em ganhar: quem responder a pesquisa e me mandar um email ou comentar logo abaixo estará concorrendo a um CD com um curso completo de Photoshop CS3, brinde gentilmente cedido pelo Imasters.
Tenho lido artigos no Carreirasolo sobre frilas para empresas no exterior, e por isso resolvi escrever o meu primeiro post aqui falando sobre um assunto que afeta não somente os frilas, mas qualquer profissional de qualquer área aqui de Sucupira (ou Bananão, ou Patropi, ou seja lá como você quiser chamar nosso país tropical).
Todo brasileiro, de qualquer área, já ouviu que alguma coisa é boa “porque é importada”, ou dando a entender que tudo o que vem do “primeiro mundo” é melhor. De tanto ouvir isso a gente acaba criando um complexo de vira-lata de querer imitar o pessoal de fora – ou simplesmente achando que o que a gente faz é sempre pior.
Mas aí a gente chega aqui “fora” – no meu caso, em Londres, mas já ouvi histórias similares de gente que foi para os EUA, para a Europa (inglês não se acha europeu, por isso coloquei em categorias separadas), pro Canadá ou sei lá para onde – e descobre que na verdade nós, os brazucas vira latas não devemos nada aos “gringos”.
A grama do vizinho, às vezes, é capim
Descobrimos que na maior parte das vezes jogamos de igual para igual com os locais. Que aqui existem escolas muito fracas, profissionais bitolados, gente que não conhece nada do mundo – igualzinho no Brasil. Ou seja, que aquelas míticas pessoas do “primeiro mundo” são normais: algumas são muito boas, outras mais ou menos.
Nosso ponto de vista diferente, a capacidade de se virar nas condições mais esdrúxulas, a vivência de quem vem de um país pobre ou a capacidade de ver outros ângulos dos problemas são vantagens muito importantes e que contam bastante na hora de fazer mestrado, doutorado ou trabalhar.
Conheço gente aqui que recebe milhares de elogios por apresentar seus projetos com uma paixão que é totalmente diferente do estilo racional e meio distante dos ingleses. Outro amigo está agradando ao gerenciar sua equipe de uma maneira mais informal do que o esperado.
Apesar de esse assunto não ser diretamente relacionado à vida de frila, acho que é importante a gente saber disso. Cada vez mais eu me convenço que todo brasileiro devia passar pelo menos um ano aqui no “mundo rico” para aprender que a gente não é vira-lata coisíssima nenhuma. E mesmo que seja, os cachorros e gatos vira-latas são muitas vezes os mais espertos e resistentes – ou seja, tudo tem vantagens e desvantagens.
E eu não nego que o Brasil tem problemas e está atrasado em algumas áreas. Mas nós temos é que seguir os modernistas, aqueles da semana de arte moderna de 1922, que em plenos anos 20 já sabiam que o bacana é aprender com os gringos, pegar o que eles têm de bom, adaptar para o nosso jeito e dar o nosso tempero. A velha e boa antropofagia, que anda tão esquecida.
PS: só para garantir que ninguém me entenda mal, eu não quis dizer que nós, os brasileiros, somos a última coca cola do deserto, o povo mais issshhhperrrto no planeta. Só quis lembrar que a gente, pesando prós e contras, normalmente está em pé de igualdade com o “primeiro mundo”.
Engana-se quem pensa que é o preço mais baixo. Ou aqueles que acham que é apenas uma boa apresentação pessoal. Muito errado está, ainda, quem jurar que o Profissional Freelancer de maior sucesso é aquele com a parafernália tecnológica da moda. Não meus caros. O grande diferencial é o de estabelecer uma marca pessoal intransferível, única, de fácil memorização, divulgação e pronúncia.
Não estou falando de um belo logotipo: criar e gerenciar sua marca pessoal transcende formas e formatos que possam ser registrados em qualquer suporte que não seja, em última instância, sua existência num mercado tão competitivo.
O que quis dizer no segundo parágrafo é que a marca pessoal é você. Seu comportamento, sua postura crítica frente aos desafios do seu tempo e, claro, seu talento e habilidade profissionais e o trato financeiro que você tem com tudo isso junto.
Mas vamos por partes
Na verdade cinco partes. Inicio hoje uma série de cinco artigos com a discreta ambição de ajudar a quem está chegando agora a construir esta marca pessoal. Não cometeria a arrogância de dizer que pretendo publicar um manual ou ainda esgotar o assunto.
A idéia aqui é usar exemplos simples e fornecer dicas gerais de como a aventura de construção de uma marca pessoal pode se converter em algo com alguma chance de sucesso.
Não, meu caro, não me considero um case. Pelamordedeus. Muito pelo contrário, sou um eterno potencial num trabalho sempre “in progress”. E talvez seja esta minha marca, certo? E por falar nisso…
O que é uma marca? Rascunhos conceituais
O termo gerenciamento de marca, como conhecemos hoje, e se não me falha a memória e minhas fontes foi cunhado por um executivo da Procter & Gamble chamado Neil H. McElroy, em 1931.
Preocupado com a falta de diferenciação entre os produtos da empresa não só frente aos concorrentes, mas entre eles mesmos; sugeriu, num memorando interno, que fosse criado um time de pessoas devotadas a estabelecer e trabalhar estes diferenciais. Diferenciação, portanto, é onde tudo começa. O trabalho deste pessoal, ainda no início do século XX gerou o que chamamos hoje de “Gerenciamento de Marca”.
Se pudéssemos fazer uma transferência entre estes conceitos e nossa vida no dia a dia, poderíamos dizer que um dos primeiros passos é colocar num papel a lista de atributos através dos quais a entidade você-marca deverá ser reconhecida.
Muita atenção: evite a armadilha fácil de querer criar ou inventar atributos que não estão em você. Ou pior: moldar atributos valiosos que você tenha em função de uma demanda pontual no mercado. Pense neste primeiro momento na consistência, transparência e força que atributos únicos podem representar para a você-marca que está criando.
Sugestão de lista de atributos
Bom, mas já que o primeiro passo é criar a tal lista…vamos lá a uma sugestão básica. Pense em alguns atributos que você considera únicos em sua atividade, mas num âmbito geral. Vamos supor que você é fotógrafo. Sua lista poderia ser assim:
Olhar o mundo de forma diferente
Fazer história com um click
Curiosidade
Senso de estética
Poder trabalhar de forma independente
Apuro técnico…
Agora, faça uma segunda coluna ao lado dessa com os atributos que VOCÊ tem de mais forte. Preste atenção: antes falamos do mercado e agora estamos falando de você. Vai lá, eu espero. Vou assistir a este vídeo aqui sobre este assunto enquanto você faz a lista, tá?
Comparando sua atividade e você
Estamos muito próximos de completar nosso primeiro passou: a lista de atributos com a qual você começará a trabalhar sua marca. De um lado você tem aqueles atributos de sua atividade, de outro a sua. Agora veja o que existe em comum entre uma e outra. Vamos super que, da lista inicial do exemplo aí de cima, você notou que três são seus também:
Olhar o mundo de forma diferente
Senso de estética
Apuro técnico…
O que eu indicaria para um Fotógrafo Freelancer que tivesse a capacidade de olhar para o mundo de forma diferente, um senso de estética apurado e a técnica em dia? Trabalhar com arte, por exemplo. Ou com uma editoria especializada em fotojornalismo histórico, sabe? Mas, não vamos nos adiantar. Porque, depois da lista de atributos está na hora de nossos…
Próximos passos
Em nosso próximo post vamos atravessar uma ponte que nos leva de uma lista de atributos para o valor percebido que se pode tirar deles. O apuro técnico combina com um logo feito de qualquer maneira? A curiosidade combina com opiniões estagnadas sobre os conflitos no Oriente Mèdio? Não percam…
A imagem que abriu este post é de uma Ânfora Grega. Lembrei que li em algum lugar que para diferenciar a qualidade do vinho que ia acondicionado dentro delas, os produtores moldavam ao fundo marcas características. Pegou? Ahn? Ahn? O que vale é não só o conteúdo mas como você o torna perceptível para seus clientes!
Trouxe neste post uma abordagem diferenciada, livremente inspirada num post semelhante que vi no Freelance Switch. A proposta é a seguinte: acompanhar um dia na vida de um Profissional Freelancer, da hora em que acorda até o último clique do dia.
O resultado, que ficou muito legal, é fruto da parceria com o desenvolvedor Vinícius Costa. Ele foi um dos que respondeu meu chamado no Twitter na semana passada, quase que imediatamente. Vinícius trabalha em um órgão do governo durante parte do dia, toca projetos interessantes (veja links ao final do artigo) e ainda cuida de Bonsai…Mas, estou me adiantando.
Diz aí Vinícius:
…aceitei o convite e resolvi fotografar/descrever minha rotina como WebDeveloper.
Calma, calma, nada de códigos espalhados por aqui, minha rotina não é nada parecida com a de 90% dos desenvolvedores que existem.
Pra começar, eu tenho um emprego fixo, onde trabalho apenas 4 horas/dia. Não fotografei o ambiente de trabalho, pois é uma instalação do Governo, e eu não sabia se poderia fotografar.
7:40h da manhã. Acordando…
Enfim, esta é minha cara de sono às 07:40 da manhã, quando já estou no trabalho (entro ás 08:00, mas sou um funcionário exemplar).
Mobilidade em ambiente corporativo
O pendrive é o melhor amigo de um desenvolvedor, ainda mais em um órgão do governo, onde tudo depende de licitações e liberações, ou seja, rodo tudo no modo “portable”, sem precisar instalar nada na máquina, e nem esperar o pessoal da TI vir instalar.
Flagrantes criativos no caminho pra casa
No caminho de volta pra casa, por ser na hora do almoço, não consigo pensar em outra coisa no ônibus, e até fotografo entregadores de pizza, pensando que este poderia ser meu almoço.
Momento Sr. Miyagi
Infelizmente a realidade não é essa, como qualquer grude que estiver na panela e parto para a minha segunda missão do dia: Cuidar dos meus bonsai (pois é, a palavra não tem plural, pois é um ideograma japonês). Aqui estou cuidando de uma Piracanta (Pyracantha angustifolia), uma árvore natural da China, que produz frutos pequenos, de cor laranja e com um sabor parecido com o da maçã.
Caindo dentro dos projetos!
Depois disso, um banho relaxante, para poder começar a 3ª etapa do dia. Desenvolver websites. Atualmente estou desenvolvendo 2 sites desde o início (layout, programação e implementação) e montando um sistema de Newsletter para outro site, além disso ainda tenho que atualizar meus dois blogs, marcar presença em dois fóruns que faço parte (sobre bonsai), aparecer rapidamente em uma comunidade do Orkut em que sou moderador, dar um alô pro pessoal do Twitter e avisar minha namorada que estou vivo. Dia bem cheio, não? Pois é, por isso tenho que começar a trabalhar assim que chego em casa.
Pois é, deveria ser assim, mas sabe como é… Trabalhar em casa, a gente acaba se distraindo por alguns minutos…
Os minutos se alongam…
Na madruga…
O tempo passa e eu realmente só consigo começar a trabalhar à noite mesmo, quando todo mundo já dormiu. O silêncio é inspirador, e com os telefones desligados, uma música na TV, posso começar a programar.
E por aí?
Vinícius Costa, desenvolvedor carioca, mostrou como é a vida de um Profissional Freelancer. Ele pode ser encontrado em links muito interessantes, dentre os quais, destaco:
O que você sentiria se, ao comprar um carro, o vendedor te desse de graça um CD player com MP3? No mínimo ficaria surpreso, não é?
Eu também ficaria, uma vez que não estamos acostumados a ganhar nada facilmente. Mas ao passar por este tipo de experiência, logo criamos um vínculo emocional com este vendedor e certamente passaremos a dar preferência a esta concessionária quando precisarmos resolver qualquer tipo de problema com o nosso carro, e até mesmo quando for comprar um novo.
Esta é uma estratégia usada há muito tempo por vendedores, e raramente vem à mente dos freelancers no relacionamento com os seus clientes. Se você ficaria feliz ao ganhar um CD player novo, fica fácil deduzir como seu cliente se sentiria ao ganhar um novo layout para o seu cartão de visita, após você ter terminado um grande projeto de redesign do site da sua empresa, não é mesmo?
Por ser um freelancer, você depende muito mais de um relacionamento pessoal com os seus clientes do que se fosse uma empresa. E quando o cliente merece, deve ser tratado muito bem para garantir um fluxo constante de trabalhos no futuro.
Como conquistei novos projetos com apenas um vídeo
Recentemente, fiz um trabalho para um cliente habitual, e tive a oportunidade de usar esta técnica. Só para você entender melhor a situação, este cliente é um daqueles que devemos fazer de tudo para mantê-lo sempre feliz. Ele paga sempre em dia, frequentemente tem novos projetos e é muito fácil de lidar.
Neste último trabalho, fui contratado para implementar algumas novas funcionalidades na intranet que havia desenvolvido há um ano atrás. Era um trabalho relativamente rápido, coisa de um mês, e como a empresa dele havia crescido e contratado novos funcionários, resolvi então fazer um vídeo de apresentação desta nova versão para que ele pudesse treinar o seu pessoal.
A sua reação ao receber o vídeo não podia ser melhor, ele ficou super interessado na novidade e na forma como ela o ajudaria a treinar seus funcionários. Desde então, todos os projetos que tenho feito para ele sempre incluem um orçamento extra para a produção de vídeos de treinamento.
Resumindo, as 6 horas que levei para produzir este fizeram com que eu conquistasse a fidelidade de um cliente e uma série de novos projetos. Um bom retorno por menos de um dia de trabalho, não acha?
Quase uma instituição do mercado digital brasileiro, o Prêmio iBest fez história. E todo mundo que faz história carrega amigos e desafetos.
Como aqui no Carreirasolo.org procuramos estar sempre ao lado de iniciativas que de alguma forma valorizam e fazem o mercado web brasileiro crescer, não poderíamos deixar de mencionar que estamos concorrendo na categoria Blogs/Notícias. Sorte a todos os amigos que estão por lá!
Li outro dia no excelente Business Opportunities Brazil Weblog algumas dicas de segurança direcionadas a empreendedores que têm grande interação com o mundo digital. Ou seja, passam dias e dias no micro.
Achei muito válido e trouxe pra cá, já adaptado a realidade dos Profissionais Freelancers. Uma realidade que esperamos tornar mais lucrativa e real para todos que por aqui passarem. Vamos lá?
Não se esqueça de instalar antivírus, firewall e um antispam. Se seu pequeno home-office é o coração central de sua empresa, proteja-o.
Finaceiramente a vida do Profissional Freelancer tem seus altos e baixos (aliás, como a da grande maioria de nossa população), por isso, não caia na asneira de informar sua senha ou dados pessoais, como RG e CPF, para quem quer que seja. Acredite: seus dados bancários podem ser invadidos. E quando o são, pode acontecer exatamente num dia de altos transformando-se na véspera de um mês de baixos. ;(
Foco e produtividade combinam com navegação segura e objetiva. Evite ficar pulando de site em site (é, pois é, isso incluí as beldades sem muita –ou nenhuma- roupa) ou clicar em mensagens de e-mail duvidosas.
Dinheiro não dá em árvore nem se distribui de forma fácil. Não existe, anote aí, não existe fórmula que faça você ganhar R$ 5.000 sem sair de casa trabalhando apenas uma hora por dia. A vida de Profissional Freelancer é dura e cheia de horas dedicadas a tarefas simples e eficientes. Anote novamente: não existe fórmula mágica!
Quando seu equipamento viaja com você, como por exemplo, seu notebook numa reunião com o cliente, evite deixa-lo por muito tempo em uma sala ou mesa da empresa. Qualquer pendrive ou conexão de rede pode levar dados valiosos, isso sem falar sobre o projeto inteiro!
Por enquanto é isso!
Mas esta lista pode e deve crescer. Que tal trasnformarmos este post numa referência para segurança da informação e trabalho do Profissional Freelancer? A caixa de comentários está à disposição de quem quiser mandar sua sugestão!
Nesta última aparição minha aqui no Carreirasolo.org no ano de 2007, escolhi listar os posts que tiveram um papel importante na vida deste espaço ao longo do ano.
Para isso, segui dois critérios de seleção: o quanto aquele texto ofereceu informação relevante a comunidade e o quanto escrever determinado texto colaborou para meu lado pessoal…o que às vezes conta e faz toda a diferença.
Relento a lista, uma certeza: ao longo de 2007 trabalhamos bastante, não há dúvida. E um desafio interno: tenho ainda muitas e muitas coisas que queria ver nascerem e crescerem neste blog. Estou repensando o Painel de Vagas, o Layout, a estrutura…é tanta coisa.
Que em 2008 a comunidade do Carreirasolo.org continue firme e unida e me ajude nestes projetos.
Querem uma dica para acompanahar esta lista? Não se deixem enganar pela aparente ironia dos títulos, principalmente naqueles que são para a categoria Respostas…ok?
Publicado
em 28/12/2007 às 3:20 na categoria Carreirasolo, Inspiração.
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