Ideologia, eu quero uma para esquecer.


Reflexo sem reflexão
O que a geração desenfreada e universal de informação pode impactar nisso? Se lembrarmos que a maioria das estruturas fundamentais parecem diferentes, mas continuam as mesmas, em essência, o ceticismo cresce, dificultando muito a minha esperança Trekker de que o futuro trará um mundo melhor. Fico tentado a considerar uma visão pessimista e elitista – estaremos nos tornando mais conservadores. O homem comum é ignorante – no sentido estrito da palavra-, imediatista, conservador e pouco dado a reflexões.
Neste ponto chegamos a um questionamento fundamental:
Como nos dividiremos? Entre Jedis e Siths? E onde estarão os Jedis? Intermediando a transformação das empresas tradicionais ou criando novas estruturas??
Prefiro ser o Jedi que distribui pílulas para quem quiser sair desta Matrix. E o Sith que leva este conhecimento a empresas que queriam faturar.
Este Post coletivo foi escrito, produzido e dirigido por Mauro Amaral e este camarada da foto logo abaixo.
José Aparecido Carlos Ribeiro, casado, 31 anos, é economista, professor, baixista e leitor voraz de HQs, não necessariamente nessa ordem. Já tocou comigo numa banda de subúrbio e, em Brasília, teve algumas temporadas de relativo sucesso nas festas da UNB e nos bares da cidade com a TAXI BLUES. Já foi professor-subsitituto na Universidade Federal Rural do RJ; Estagiário Docente (PED) na Unicamp; e professor da AEUDF - atual Centro Universitário UniDF. Trabalha como pesquisador no Instituto de Pesquisa Economica Aplicada, na área de Políticas Sociais, está adorando a fase de Joss Whedon como roteirista de X-Men, e garante que estava sóbrio durante as nossas conversas por email que confeccionaram este post – ainda que as mesmas tenham se realizado durante o Carnaval."