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Arquivo para o mês de October, 2009

Maristela Moura – Assessoria em Inteligência de Mercado

Mauro Amaral

Editor Chefe


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maristela_gs_200
Onde está: Indaiatuba – SP
Blog: http://inteligencia-de-mercado.blogspot.com/
Contato: @maristelanm /maristelanm@yahoo.com.br

Bio

Profissional com pós-graduação em Marketing e Neuropsicologia pela UFPR, credenciada pelo SEBRAE/SP para cursos de capacitação com experiência de 15 anos em consultoria.

Por que faz freelas ?

Porque acredito que o emprego está cada vez mais morrendo mas o que não falta é trabalho. Porque minha criatividade se recusa a ser classificada, encaixotada, desmerecida por gerentes de estatura mental anã. Porque tenho atitudes empreendedoras que não se encaixam num sistema corporativo medíocre e burocrata. Porque tenho rebeldia, ousadia e mentalidade inovadora e crio valor para quem compra meus trabalhos.

Venda seu peixe

Dor de dente é urgente. A de barriga também. Mas um trabalho de consultoria ( ou assessoria) nem sempre é prioritário. Até que seja comprado pela primeira vez. Só então surge a pergunta: – “como eu pude viver até hoje sem esse serviço? ”

Consultoria de qualquer natureza. No caso da Inteligência de Mercado e do posicionamento competitivo de uma empresa ou de um profissional, isso acontece frequentemente. A tomada dessa decisão costuma ser adiada, ou pior, substituída por soluções caseiras e quando o consultor finalmente é procurado geralmente é para “apagar o incêndio “. O resultado? Desastroso, claro.

Pra ficar só nos principais: Diminuição do grau de relevância no mercado, perda de visibilidade, foco e posicionamento, resultados despencando até a falência. O mercado não perdoa ingenuidade.

Talvez por isso o índice de sobrevivência das empresas nos primeiros 5 anos de atividade seja tão inexpressivo. E também por isso o profissional que foi desligado da empresa e continua procurando se recolocar na mesma posição anterior vai passar por muita entrevista “fake” até cair em si e se dar conta de que se ele não se responsabilizar pela sua atividade profissional, com uma atitude empreendedora firme e não procurar reciclar seus modelos antigos de trabalho e empregabilidade vai entrar em depressão.

No início desse ano, que começou com o pânico da crise financeira, o que mais se falava é que estimava-se que até o final do ano 50 milhões de empregos seriam extintos em todo o mundo. Extinção, significa para sempre.

É disso que trata o realinhamento de carreira com foco em Inteligência de Mercado. Trata de criar um plano B, ou C, ou D, mas criar estratégias possíveis dentro de um cenário imprevisível.


Publicado em 28/10/2009 às 7:21 na categoria Galerasolo. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

William Marques da Silva – Webdesigner

Mauro Amaral

Editor Chefe


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WillMS_gs_200
Onde está: São Paulo
Portfólio: http://www.elevabrasil.com.br/index.php/clientes/criacao-de-sites
Blog: http://www.elevabrasil.com.br/index.php/blog
Contato: contato@elevabrasil.com.br

Bio

Crio sites desde 2005, fiz faculdade de Processamento de Dados e pós em engenharia web. Amo criar sites, é mais que freela é um hobby, mesmo quando estou sem clientes crio alguns projetos web.

Por que faz freelas ?

Porque além de fazer o que amo, é lucrativo, claro que tem os altos e baixos, mas o que mais importa é poder ajudar as outras pessoas a terem uma presença online, considero cada novo site uma obra de arte.

Venda seu peixe

Crio sites com o principal objetivo de trazer resultados aos meus clientes. O web site é uma ferramenta de venda, divulgação, apresentação e promoção. Só termino um site quando o cliente dá nota 10 pra ele.


Publicado em 28/10/2009 às 7:06 na categoria Design, TI. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

O problema da auto-publicação.

Carolina Vigna-Marú

Editora

At the Bayntun-Riviere bindery
Creative Commons License photo credit: jdr3505 / Jim Rosebery

Antes de começar, preciso deixar claro que existem excelentes autores que publicam no esquema da auto-publicação. O livro ser integralmente ou parcialmente pago pelo autor não tem nenhuma relação com o seu conteúdo. Este artigo é apenas uma alerta de que não basta escrever e pagar a impressão. Há muito mais entre o Word e a gráfica do que crê a vã filosofia.

A publicação via editor é melhor não porque o editor seja essa maravilha, não, mas porque submete o texto a inúmeras leituras, revisões e a todo um trabalho editorial que na esmagadora maioria dos casos não existe na auto-publicação. O problema é que a auto-publicação é uma prestação de serviços e, como em qualquer lugar, o cliente tem sempre razão. Na hora em que o autor se coloca como cliente e não como uma parte do conjunto necessário para fazer um livro (a parte mais importante, sem dúvida alguma, mas uma parte – carro não é só motor e outras analogias) o autor perde completamente o discernimento do texto.

Dando um exemplo (existem muitos durante toda a linha de produção de um livro): leitores-beta são leitores profissionais (às vezes até mesmo especializados em análise literária) e não aquele seu amigo super legal e inteligente que jurou de pés juntos que faria uma leitura não-tendenciosa do seu livro.

A não ser, claro, que você seja amigo de um leitor profissional do porte de um Eric Novello da vida, mas aí ele mesmo com certeza já te falou isso tudo. É melhor inclusive que seja alguém que não te conhece pessoalmente. A separação entre o texto e o que o leitor conhece do autor é uma tarefa que exige muito tempo de estrada e não é para qualquer um. E isso estou falando só da parte da primeira leitura especializada, não estou nem falando de adequação de discurso, de colocação no mercado, de nada disso…

Distribuição e Design

Outro problema sério é a distribuição. Se você só tem um livro – por melhor que seja – para comercializar, os distribuidores sequer te atendem. A editora, por outro lado, liga para o distribuidor e, depois do ok do produtor gráfico da editora, requisita que o caminhão busque os exemplares direto na gráfica. Caminhão, não aquele carro com um enorme porta-malas da sua prima.

O trabalho de design também não é simples. Não, não serve aquele arquivo seu do Word tão lindo já no formato de livro, com até números de páginas. E não, aquela sua amiga artista plástica que tem um clima assim tão legal, tão próximo do livro, que entendeu tudo, não, ela não pode fazer a sua capa. Quer dizer, nada contra ela fornecer uma imagem para a capa, mas capa não é só uma imagem bonita e chamativa com o título grande.

Repare que nem estou falando de copy-desk e revisão. Copy-desk, aliás, é outra questão. O copy-desk está trabalhando a favor do seu texto, não contra. Não mande um peixe enrolado no jornal para a casa do sujeito só porque ele sugeriu cortar 2 parágrafos do seu texto. É claro que copy-desk erra, assim como revisor, assim como o designer, assim como o editor e, pasme, assim como o autor. Não precisa se angustiar, basta conversar e explicar o seu ponto de vista. E, igualmente importante, ouvir o ponto de vista do outro.

O problema da auto-publicação é que, na maioria das vezes, não há troca. É apenas o autor pagando para uma gráfica imprimir o texto. E o produto final sempre reflete o cuidado que se teve com ele. O leitor não é burro. Não o trate como tal.


Publicado em 28/10/2009 às 6:56 na categoria Inspiração. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Danilo Campos Vieira – Desenhista / Designer

Mauro Amaral

Editor Chefe


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Onde está: São Paulo – SP
Portfólio: http://www.danilodsgn.blogspot.com/
Contato: danilo_dsgn@yahoo.com.br

Bio

Sou formado em Desenho industrial – Programação Visual, pelo Mackenzie. Trabalhei com diferentes áreas do design. Desde criação de fachadas para buffet’s infantis, passando por assistente de linha de produção, até ilustrador para os mais diferentes fins (quadrinhos, web, storyboards, peças gráficas, etc).

Os cursos, palestras e workshops que assisti variam entre ilustração; administração de público-alvo e projetos; e ferramentas e tendências da web. Além de aprender muito com eles, ainda conheci grandes mestres da área que me dão muita força até hoje como Gualberto Costa, Luiz Gê, Gabriel Bá, Sam Hart e Maurício Pestana.

Atualmente faço ilustrações para apostilas e para uma grande variedade de material gráfico do Sebrae.

Por que faz freelas ?

Para mim é a melhor maneira de colocar em prática tudo o que aprendi, pois, posso pegar freelas dos mais diferentes objetivos.
Além disso, tenho mais autonomia para criar, coordenar e realizar os projetos.

Venda seu peixe

Trato todos os projetos com muita responsabilidade, dedicação e profissionalismo. Daqueles que já fizeram trabalhos comigo, modéstia à parte, só possuo elogios e confiança para novos trabalhos. Se tiver interesse, por favor, dê uma olhada no meu portfólio.


Publicado em 22/10/2009 às 11:14 na categoria Design. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Deivison Ramos da Silva – Designer

Mauro Amaral

Editor Chefe


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Onde está:Vitória da Conquista – BA
Portfólio: www.deivisol.multiply.com
Contato: deivisonramos@gmail.com

Bio

Conhecimentos em: Photoshop, Corel, Flash, Dreamweaver, HTML,

Por que faz freelas?

Para ajudar no orçamento, além de ser um aprendizado que faz somar ainda mais o nosso conhecimento

Venda seu peixe

Jogo nas 11, faço de tudo, se AINDA não sei fazer vou atrás para aprender. Pediu pra eu fazer, FAÇO e entrego antes do PRAZO. Em 4 meses fiz 214 peças, e nenhuma igual a outra, cada uma com uma identidade própria. No ramo do Photoshop tenho algumas premiações internacionais no conceituado site worth100.com

“A vida do designer é uma vida dura: luta contra a feiúra. Além de ter uma responsabilidade enorme, eles são as pessoas que colocam conexão em nossas cabeças.”


Publicado em 20/10/2009 às 7:25 na categoria Design. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Nano, micro ou pequeno. Seja bem-vindo a sua empresa!

Mauro Amaral

Editor Chefe

BannerFalaFreela35

Audio MP3

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Um belo dia você acorda e resolve dar um salto de fé profissional: vira empresa. Mas como descobrir o momento certo, como fazer acontecer e o que falar – ou porque falar – , para seus antigos clientes? Essas e outras questões serão respondidas no episódio 35 da meia hora mais valiosa do seu dia.

Mauro Amaral, Humberto Oliveira e Carolina Vigna-Maru oferecem-se em sacrifício a causa, abrindo o planejamento de suas próprias empresas. Imperdível.

Assim como os links de referência:


Publicado em 19/10/2009 às 7:11 na categoria Destaques, Podcasts. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Diretor de arte web na iNova Digiral em São Paulo

Mauro Amaral

Editor Chefe

logo_inova_180Olha aí uma vaga para você que é diretor de arte. A iNova Digital está selecionando até o dia 23/10 um Diretor de Arte Web com os seguintes requisitos: pelo menos 6 anos de experiência em criação web, superior completo (Comunicação, design ou similar), sólidos conhecimentos em usabilidade e arquitetura da informação, conhecimento avançado em Adobe Photoshop e Illustrator, conhecimento intermediário em Adobe Flash (animação), criatividade, organização e comprometimento e facilidade para trabalhar em equipe.

Algumas das habilidades que contarão pontos: edição de áudio e vídeo e criação de infográficos.

O que você vai fazer por lá? Arquitetura da informação, desenvolvimento de identicidade visual do Online, criação de interfaces para o site e criação de hotsites, produção de animações em Flash (banners, infográficos, etc.)

A granosa? R$ 4 mil (CLT) + benefícios

Os interessados devem mandar currículo e 6 URLs com descrição de sua participação nas mesmas para rodrigo@inovadigital.com


Publicado em 15/10/2009 às 10:48 na categoria Vagas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Fernando Vitorio Doutel – Diretor de Arte

Mauro Amaral

Editor Chefe


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fernandodoutel_gs_200
Onde está: Jarinu – SP
Portfólio: http://www.freela.com.br/po/po.php?id=2766
Blog: http://fdoutel.multiply.com/journal
Contato: f_doutel@hotmail.com

Bio

Comecei nesta área trabalhando na gráfica do Cursinho Universitário como Paste-up (no tempo em que ainda haviam paste-ups), em 1983. Nos quatro anos em que lá trabalhei, pude adquirir bastante conhecimento sobre papéis, fotolitos e todo o processo de impressão, o que julgo, tenha sido importantíssimo para minha carreira.

De lá, em 1987, fui para a MKT Marketing e Promoções, uma agência especializada em Hotéis. Fiquei pouco tempo, pois logo em seguida a agência fechou. Então, com um certo jogo de cintura, tive que me virar como free-lancer. Isso foi fantástico, pois foi fundamental para aprender o processo de atendimento, já que eu era atendimento, criação e vendedor ao mesmo tempo.

Depois de um tempo, fui chamado pela SAGE Produções, uma produtora onde fiquei por quatro anos, até maio de 1991, e onde fiz quase tudo: artes para audiovisuais, animações, desenho animado, histórias em quadrinhos, transparências, criação de logotipos, stationary, catálogos e manuais, malas-diretas, embalagens, vitrines para eventos e convenções, projetos de Stands, maquetes e produção gráfica. Vale lembrar que nessa época era tudo feito “na unha”, pois ainda não haviam os computadores.

Depois desse tempo, e até março/92, trabalhei novamente como free-lancer em estúdio próprio, e desenvolvi trabalhos para: BAUDUCCO, BBC COMUNICAÇÃO, BIOLAB/SEARLE INDS. FARMACÊUTICAS, JOHNSON & JOHNSON e UNIBANCO, entre outros.

Em Março de 1992 fui contratado pela Souza Rocha Comunicação, onde trabalhei por um curto período de tempo, e onde pude, finalmente, conhecer o tão temido “computador”. Era um “poderosíssimo” Macintosh II Ci, com 80 MB de disco!!!

Em Junho de 1992, fui para a JGA Propaganda (atual AS Design), onde pela primeira vez, passei a trabalhar em dupla com redator. Eram folders, cartazes, folhetos, malas-diretas, banners e anúncios, embalagens e peças promocionais para clientes como Sadia, Indústrias Dubar, PUC-SP, entre outros”.

É dessa época a criação da famosa bandeja amarela da Sadia, um case de sucesso até hoje imitado pela concorrência.

Em Abril de 1996 fui para a Work Comunicação, onde fiquei por mais dois anos, até Maio de 1998, atuando mais na área promocional, desenvolvendo cartazes, folhetos, malas-diretas, anúncios, etc., além dos próprios mecanismos das promoções, para clientes como: Kibon, Kellogg´s, Microsoft, Zeneca Agrícola, AREMASP, Powerbar, Techne Engenharia e Sistemas, Bank Boston, American Express, entre outros. Foi na Work Comunicação que entrei prá valer na comunicação agrícola.

Bem, depois desse tempo, saí da Work e trabalhei um ano e meio como free-lancer em estúdio próprio, atendendo a clientes diversos, como Poddium Náutica, Volkswagen Clube, By! Eventos e Promoções, Plaut Consultoria, Lucio´s Distribuidora, Colégio Ypiranga, entre outros.

Durante este período, criei, viabilizei, produzi, editei e gerenciei a Revista “Autoluc”, voltada ao setor de peças automotivas.

Num “arroubo empresarial”, criei, gerenciei e produzi três edições da revista Nautical, de classificados para a área náutica.

Em Setembro de 1999, recebi uma proposta interessante de trabalho, o que me forçou a abandonar – de novo – os freelas. E assim, até maio de 2005, trabalhei na USW / LINK, onde criava todo o material de apoio e sustentação (tanto impresso como virtual) para as promoções administradas pela agência, além de roteiros, direção e edição de vídeos institucionais, promocionais e de produtos; Fazia também redação, criação, direção e coordenação de equipe de estúdio na execução de todo o material impresso de clientes como: Hokko do Brasil, Consórcio Battistella, Bayer CropScience, Dow Agrosciences, Elekeiroz, CAVO, Ímola Distribuição, Passamanaria São Vitor, entre outros.

Criava, desenvolvia e gerenciava os mecanismos de funcionamento das campanhas. Não raro, tinha que apresentá-las e vendê-las para os clientes. Organizava e dirigia eventos.

Fui vencedor da XII Mostra ABMR em Comunicação Rural 2001 na categoria “Campanha de incentivo” com o case “Fórmula C Bayer”, uma promoção voltada aos balconistas dos revendedores Bayer CropScience.

E desde maio de 2005, voltei a atuar em “carreira solo”, atendendo os clientes: Prefeitura de Jarinu, Estação Performance, São Vitor, Nextel, Visa Electron, Usina de Produção, Serrana Nutrição Animal, CAVO Serviços e Meio Ambiente, Dow AgroSciences, Hidralf Sistemas, AMS Consultoria de Imóveis, Universidade de São Paulo, LS Technology, MELC Ind. Motopeças e Metalúrgica Usimor, entre outros. Neste período, criei os jornais “Vale Esmeralda Notícias” e “Dr. Pet News”, voltado ao mercado veterinário da região.

Lecionei Design Gráfico na Bit Company, unidade Campo Limpo Paulista, por 6 meses.

Atualmente, além dessas atividades, desenvolvo trabalho voluntário em catequese e ensino religioso para jovens na Comunidade Católica “Sagrado Coração de Jesus”, no bairro Soares e faço parte, também como voluntário, da Câmara Técnica do Conselho Municipal de Meio Ambiente da cidade de Jarinu.

Por que faz freelas?

Cansei de chefe chato. Trabalhar para algum idiota, mais burro que você é extremamente estressante e frustrante. Grande parte dos donos de agência muitas vezes (eu conheço vários) se acha o “gênio” e no entanto não sabe nem escrever direito. Da mesma forma os diretores de criação. É difícil encontrar um que tenha humildade, que saiba dizer: “pô, já passei por isso”. Dificílimo. Essas coisas todo astro esquece rapidinho. Graças a Deus, tenho essa capacidade “camaleônica”.

Quando o mercado dito “formal” – ou seja – carteira assinada, cesta básica, assistência médica, salário no final do mês, etc – não está lá essas coisas, tenho a capacidade de adaptação de recuperar meus antigos clientes e convencê-los a voltar a trabalhar comigo.

Venda seu peixe

Direção de Arte, Design gráfico, Comunicação Visual e Marketing
Conhecedor e usuário dos programas: Corel Draw!, Photoshop, Dreamweaver, Fireworks e similares; Adobe Première (edição digital de vídeos), Page Maker, Office (Power Point, Excel, Word, Access), e programas de acesso à internet e e-mail, entre outros.

Criação de logotipos, stationary, folders, folhetos, manuais, jornais e revistas, malas-diretas e anúncios.

Design de embalagens; web design; manipulação e retoque de imagens via computador; cartoons, story-boards, moock-ups, maquetes e projetos de stands.

Apresentações, data-shows, palestras e VCD.

Redação, criação de roteiros, direção de cena e de vídeo e edição digital de vídeo.

Criação de jingles e spots para rádio e vinhetas eletrônicas para TV.

Produção gráfica (fotolito e impressão).

Criação, desenvolvimento e gerenciamento de campanhas de fidelização e incentivo de vendas. Atendimento ao cliente e demais atribuições de um Diretor de Criação.

Manutenção e reparo de computadores; instalação e configuração de softwares, impressoras, rede e demais periféricos.

Extrema facilidade de aprendizado e utilização de novos softwares.


Publicado em 14/10/2009 às 8:23 na categoria Design. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Rubens Marchioni – Redator

Mauro Amaral

Editor Chefe


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rubensmarchioni-gs_200
Onde está: São Paulo – SP
Blog: rubensmarchioni.wordpress.com
Contato: rumarchioni@yahoo.com.br

Bio

Minha formação acadêmica: graduação em Teologia e especialização em Publicidade e Propaganda. Participei dos seguintes cursos de extensão: Redação Publicitária – Redação Criativa em Marketing Direto – Treinamento de Reeducação – Falar em público. A importância para RH – Oficina de Roteiro – Escola de Consultores, dentre outros. Possuo completo domínio das técnicas de redação.

Por que faz freelas ?

Em resumo, o trabalho como freelancer me permite produzir mais e com qualidade superior. Além disso, amplio o leque de serviços que ofereço ao cliente. Apenas para citar um exemplo, se fosse empregado talvez nunca pudesse oferecer minha experiência como escritor. E isso me impediria de contribuir com esse algo mais que posso oferecer. Ao me contratar como freela, o cliente leva um profissional mais completo. E mais livre para criar. Simples assim.

Venda seu peixe

Como ghost-writer, principais artigos publicados:

  • 1996, 13 de dezembro – jornal O Estado de S.Paulo – “Caminhos do marketing direto”.
  • 1997, 01 de abril – jornal O Estado de S.Paulo – “O tempo burilou o conceito de marketing”.
  • 1997, 04 de fevereiro – jornal O Estado de S.Paulo – “Aprenda a ouvir as reclamações de seus clientes”.
  • 1997, 26 de fevereiro – jornal O Estado de S.Paulo – “Por que criar uma estratégia de comunicação”.
  • 1998, 28 de abril – jornal O Estado de S.Paulo – “Segmentar marketing é boa opção”.
  • 2001, novembro – revista Mercado Global – Rede Globo – “’Nóis tem’ o que o nosso target-group quer”.
  • 2006, 01.06 – jornal O Estado de S.Paulo – “Desafios para quem sonha com emprego público”.

Um anúncio publicitário criado para o Banco Sudameris Brasil, com texto de minha autoria e publicado na revista Nova [Editora Abril], foi escolhido pela revista como o melhor anúncio dirigido ao público feminino daquela edição.

Atuo como escritor e revisor editorial de material de comunicação mercadológica e de textos literários. Fui colunista, com aproximadamente 300 artigos publicados, além de roteirista de programa de televisão.

Publicações:

  • Criatividade e redação. O que é, como se faz – Edições Loyola, São Paulo – 2000 – 5ª. edição.
  • A conquista. Um desafio para você treinar a criatividade enquanto amplia os conhecimentos – Qualitymark, Rio de Janeiro – 2005.
  • Câncer de mama. Vitória de mãos e mentes [livro escrito sob encomenda para um cliente] – Totalidade, São Paulo – 2008.

Como publicitário
Trabalhou em agências de Marketing Direto, Promoção de Vendas e de Propaganda, tendo atuado como diretor de criação. Foi membro/presidente do júri do Prêmio de Propaganda instituído pela TV Anhanguera – afiliada da Rede Globo em Goiás – GO.

Como professor
Tenho mais de dez anos de experiência como professor universitário em escolas como Metodista, Faap, PUC de Campinas e Senac. Já fui professor no curso de pós-graduação em Propaganda da Faap, recebendo o título de “Professor do Ano” em 1995. Ministro cursos abertos ou in company de Escrita Criativa, aulas particulares e dá consultoria de redação, preparando candidatos para processos seletivos de universidades como USP e Mackenzie.

Alguns clientes
Dentre os clientes que contrataram seus projetos incluem-se: Volkswagen, Dow Química, Loyola Multimídia, PUC de Campinas e Universidade Metodista de São Paulo.


Publicado em 13/10/2009 às 9:27 na categoria Conteúdo. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Como advogado júnior, posso cobrar pelo estudo do caso?

Henrique Arake

Advogado

coruja
Como sei que alguns jovens incautos, lançados à sorte nesta selva do trabalho autônomo, também lêem o Direito & Mercado (e portanto estão antenados com o que há de melhor na blogosfera brasileira -cof cof), darei uma dica que só um advogado de confiança te daria, combinados?

COBRE PELO ESTUDO DO CASO!

Você não sabe o que virá dali!

- Espera aí, Henrique… deixa eu ver se entendi: o cliente chegou à sua porta com um problema, certo?

Certo.

- E ele ainda não sabe se vai te contratar, certo?

Certo.

- E você está me dizendo para cobrar ANTES de “olhar o que tem dentro da caixa”?

Grande, garoto!

- Mas, mas… #mimimi

Calma, pra tudo dá-se um jeito.

Lembram-se quando os ensinei a lidar com clientes malandros? Vamos agora aprender como não perder tempo com os mesmos clientes malandros! :D

Se você é advogado, ótimo, se não, adapte a historinha para o seu caso, tudo bem?

Vamos lá… você é advogado e foi procurado por um cliente que está com um problema.

Primeira cena

O jovem advogado, comovido pela história do cliente, estuda o caso por alto, para ter uma idéia, afinal, ninguém assinou contrato ainda, certo?… e chega à conclusão de que o caso é viável, mas sem muita certeza.

- Então, Sr. Fulano… o seu caso parece ser complicado, mas acho que há boas chances.

- Sim, mas quais chances, o que te leva a pensar isso?

- Ah, bem… eu fiz uns estudos e vi que há casos favoráveis na jurisprudência ao seu favor, mas precisaria de uma pesquisa mais elaborada para chegar a uma conclusão definitiva…

- Ah, então o que você quer dizer é que você não sabe, certo? Tudo bem, não tem problema… olha… eu te ligo amanhã, tá?

Segunda cena

O jovem advogado, comovido pela história do cliente e sabendo que só um estudo superficial não convenceu o cliente, estuda o caso a fundo, conversa com colegas, liga pra ex-professores, fala com a mãe, conta pro pai, confessa ao padre e… BLAM acha a solução! :D

Monta um projeto super bacana, cronograma de ação, perspectivas, orçamentos mil e apresenta pro cliente com um sorriso no rosto! “Certeza que ele vai gostar da minha proatividade e do meu interesse pelo caso dele”!

- E então, o que achou?

- Ok, entendi o que você quer fazer, mas eu ainda nem tenho certeza se vou ajuizar a ação… de qualquer forma, muito obrigado viu! Você é um rapaz de ouro, ficou muito bom o seu trabalho!

Terceira cena

O jovem advogado, comovido pela história do cliente, sabendo que só um estudo superficial não convenceu o cliente e percebendo que se entregar o peixe, ninguém contrata a vara,  estuda o caso a fundo, acha a solução, mas… fica esperto na jogada…

- Olá, tudo bem?

- Grande Dr.! E aí, estudou o meu caso?

- Sim, claro! (Sorriso de triunfo)

- Sim? Que ótimo! Chegou a alguma conclusão?

- Mas é claro! (sorriso de muito triunfo combinado com olhar Maverick de quem sabe o que está falando) Tenho uma excelente tese para defendermos!

- Que ótimo!

- Não é?

- É!

- Pois é!

- E então?

- Sim?

- Qual é a tese?

- Ah, sim… mas então, vamos negociar o nosso contrato?

- Como assim? Ainda nem sei qual é a tese!

- Sim, claro… pode confiar em mim, vamos primeiro assinar esse contrato que eu te conto a tese! (Sorriso não tão triunfal assim…)

- Deixa eu entender… você quer que eu assine um contrato SÓ PRA VOCÊ ME DIZER A TESE? E se eu não concordar?

- Ah… bem… mas o senhor tem que entender que eu não trabalho de graça! O Henrique me ensinou…

- Nananana… vamos fazer o seguinte? Cê pega a tese e o Henrique e (cobraslagartoscaveirinhascomcarademau)

- “TAKÊO” HenriquÊ… e agora o “guê gui” eu faço, mêo? Esses filhodabuta vão me enganar sempre?

Qual é o erro, pequeno gafanhoto… o que você está fazendo de errado? Minha vez de perguntar, ok?

Você sabe qual é o problema do cliente?

- Não.

Sabe se ele vai te contratar?

- Não.

Sabe se ele está só te testando?

- Não.

Em caminho de paca, corre tatu?

- Hein?

Esquece… Meu amigo… companheiro de guerra… você é o cara! Lembre-se… você passou sei lá quantos anos estudando aquele bando de lei justamente porque a maioria sã da população NÃO QUER TER ESSE TRABALHO! Ou seja, você tem o conhecimento que eles optaram por não ter.

E esse conhecimento te fará ter uma visão diferente da usual sobre um problema! E essa visão diferente possui valor! É resultado do sem-número de horas que você passou estudando!

Além disso, você vai perder um bom tempo estudando o caso do cliente, não vai? Claro, você é competente! E a sua opinião, pro bem ou pro mal, será útil para ele. Quer ele vá ajuizar a ação, quer não.

O seu estudo preliminar tem MUITO VALOR!

Cobre por ele.


Publicado em 09/10/2009 às 10:16 na categoria Legalize. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.