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Arquivo para o mês de August, 2009

Como explicar que não existe almoço grátis?

Henrique Arake

Advogado

Recentemente, um colega de um colega me pediu uma “ajuda” com um assunto. Um assunto simples, trivial, que CERTAMENTE eu saberia responder de pronto. E, surpresa das surpresas, não era tão simples assim. Demandaria, pelo menos… PELO MENOS a leitura de alguns documentos e um pouquinho mais de investigação, mas que se ele pudesse marcar uma reunião mais tarde…

“Oh! É mesmo? Ah, então deixa né? Outra hora, então!” E eu quase que podia ouvir: “peço uma ajuda simples e esse ganancioso sem-vergonha já quer lucrar às minhas custas”

Sounds familiar?

Deixa eu contar uma novidade para vocês (particularmente aos advogados, médicos, arquitetos, publicitários, designers, dentistas, veterinários, etc.)… vocês estudaram pra C@#$%#@ pra se formar, adquirir conhecimento e expertise e, se são profissionais liberais, VIVEM disso!

Piggy savings bank
Creative Commons License photo credit: alancleaver_2000

Outra coisa, se a pergunta foi feita para você, é porque a resposta não é óbvia! Significa que o Google e a Wikipedia não foram suficientes! E se ela não é óbvia, significa que VOCÊ também não achará a resposta no Google e na Wikipedia (eu sei que vocês também fazem isso ;) )! Então, camarada, você tem duas opções:

1 – Responder com a primeira coisa que te vier à cabeça! Afinal, você é um profissional, conhece do assunto e, mesmo que não tenha TANTA certeza sobre o conselho que está dando, ora essa, ele jamais saberá, certo?

ERRADO! O que acontecerá é que ele tentará implementar sua solução, provavelmente dará errado, e seu filme estará queimado para sempre!

2 – Explicar que a solução não é tão simples quanto parece e marcar uma reunião PROFISSIONAL para resolver o assunto.

Assim você terá tempo para investigar o assunto com profundidade, descobrirá que ele NÃO TE CONTOU TODOS OS DADOS NECESSÁRIOS ali na mesa do boteco. “O que? O cliente esconde informações que ELE julga não serem importantes?”

É, isso acontece.

Essa atitude, não só é mais profissional, como é mais segura para você. Dessa maneira, se o colega do colega for tão… digamos… financeiramente cauteloso e não quiser gastar $$$ para resolver o seu próprio problema: a) não é tão importante assim; e b) você não perderá seu tempo.

Ah, sim… e, por favor, faça um favor a todos nós, COBRE POR SEUS SERVIÇOS!

Direito & Mercado – Quem disse que o Direito não pode ser legal?


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Publicado em 31/08/2009 às 10:33 na categoria Legalize. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

WANTED. Comparamos HQ e Filme num festival de referências.

Ruronikz

Diretor de Arte

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Escrita por Mark Millar, publicada em 2003 e 2004, virou filme em 2008 com participações de Angelina Jolie, Morgan Freeman e James McAvoy. Mark Millar é autor de quadrinhos como The Authority, The Ultimates 1 e 2 (no Brasil conhecido como Os Supremos 1 e 2), Civil War (Guerra Civil) entre outros títulos.

A graphic novel, WANTED se passa num mundo fictício, onde, diferentemente do filme, os super-vilões se uniram em uma ultra aliança do mal e finalmente conseguiram derrotar todos os super heróis do mundo, fazendo com que o mundo como o conhecemos seja regido por uma sociedade secreta, uma “maçonaria” do mal.

WANTED choca pelo uso da violência explícita e muitas vezes sem sentido para provar o argumento da história, onde os super-vilões, fazem o que bem entendem sem maiores consequências, pois seus integrantes andam impunes de consequências para seus atos. No filme, essa “maçonaria” sofreu uma adaptação e se tornou a sociedade de assassinos a que o pai de Wesley e Jolie participam.

Os símbolos dos heróis e ícones são tão fortes e marcantes, que apenas fazendo referência é fácil identificar e reconhecer a quem ou ao que fazem referência. A obra está cheia de easter-eggs, onde o autor insere caricaturas de heróis conhecidos tanto ao Universo DC como ao Universo MARVEL e a outros heróis com “menos fama”.

Como os vilões triunfaram na batalha contra os mocinhos, todos os rastros da existência dos super heróis foram apagados da memória da população. Nessa graphic-novel, Millar presta inúmeras “homenagens” a personagens bastante conhecidos do mundo dos quadrinhos.

Se você prestar bastante atenção aos personagens, perceberá várias referências a personagens conhecidas: o souvenir que o Professor guarda, uma capa vermelha que fora do primeiro super-herói do mundo (Superman), quando o vilão Mister Rictus está prestes a matar dois homens e antes de fazê-lo, comenta que eles foram o melhor detetive do mundo e seu companheiro, ao que um dos homem alega apenas interpretar o papel de herói de um show para TV (Batman com Adam West), entre outras referências como a própria semelhança de alguns vilões com outros personagens conhecidos…

Dos quadrinhos para o cinema

Abaixo, nos Quadros Comparativos será possível observar algumas das semelhanças, por muitas vezes até gritantes com outros personagens ou semelhanças com atores reais.

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A diferença básica da graphic novel para o filme é o tom da narrativa. A mensagem foi amenizada no filme, onde a provocação com o leitor foi substituída por fantásticas e impossíveis cenas de ação. O enredo em si é bastante diferente, embora possua elementos similares. A crítica ao sedentarismo, a pessoas que preferem ficar navegando sem propósito na web, esperando tudo acontecer ao invés de “agarrarem” seu destino é feita tanto no filme quanto no gibi, mas de formas diferentes.

Comparativo - Fuckwit

Referência: Fuckwit = Bizarro

Comparativo - Shit-Head

Referência: Shit-Head = Clayman

Comparativo - The Fox

Comparativo - Wesley

O mais impressionante é que o aspecto que deixou o impacto do filme abaixo do impacto causado pela graphic novel é a própria presença dos super-heróis e super-vilões na história com a infinidade de referências. A adaptação para os cinemas não foi conduzida da mesma forma que a brilhante adaptação de WACTCHMEN, e por isso o filme não passa de mais um “filminho de ação”. Se você gostou do filme, leia a graphic novel e se surpreenda!

E no final…

Outra coisa que eu tenho que comentar é o final da série. Relaxem que não vou estragar o final para ninguém, mas quero falar que o final é um daqueles finais que te fazem pensar bastante e te provocam, e acima de tudo não é um final previsível, pelo menos para mim não foi. Millar conseguiu criar uma série inovadora com aspectos bem familiares que te provocam de uma forma que todas as ótimas séries de HQs/Comics devem fazer.

Fica aí a sugestão de leitura de uma série muito boa e relativamente curta. Leia antes de ver o filme para não se decepcionar no cinema e achar que Wanted se resume em balas que fazem curva e Angelina Jolie, pois acredite em mim quando digo que há muito mais nessa série do que você pensa….


Publicado em 29/08/2009 às 8:47 na categoria Cinema, Destaques, Novas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Vitor Ribeiro – Gerência de Projetos

Mauro Amaral

Editor Chefe


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Onde está: Sorocaba – SP
Contato: vitor@vrxinformatica.com.br

Bio

Pós-graduação e Formado em Análise de Sistemas, trabalho há 22 anos com desenvolvimento de proejtos de Software. Escrevo livros na Internet (vide Scriptonauta.com.br). Possuo um sistema completo ERP chamado Interdex 7, com CRM, Contas a pagar e Receber, Faturamento, Estoque, WMS (conheço Logística e Armazenagem), um TMS completíssimo (sou especialista em Transportadoras), etc.

Especialista em Softwares de gestão e desenvolvimento de projetos, principalmente Web, Visual Basic e MySQL. Trabalho como PJ em projetos estanques (VRX Consultoria em T.I.). Estou desenvolvendo o CT-e para meu TMS. Tenho 15 clientes ativos nas áreas de Comércio, Licenciamento Ambiental, Transportadoras, Distribuidoras.

Por que faz freelas?

Liberdade de criação, liberdade de participar de diversos projetos interessantes em várias áreas.

Venda seu peixe

Trabalho de forma clara, rápida, tenho fama de entregar sempre no prazo. Tenho ótimos sistemas de T.I. prontos que podem ser customizados a gosto do Cliente.


Publicado em 29/08/2009 às 8:04 na categoria TI. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Pense grande e seja seu próprio cliente, é a dica do FalaFreela#33

Mauro Amaral

Editor Chefe

BannerFalaFreela_ff33

Audio MP3

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O mundo das ideias e do empreendedorismo pessoal é um caldeirão de oportunidades. Mas, para não acabar fervido no próprio caldo o freelancer precisa enxergar além da empolgação e se programar para ser seu próprio cliente, dedicando parte do seu dia para seus planos de dominação mundial.

Graças ao milagre da edição não-linear Mauro Amaral participou do papo entre Carolina Vigna-Maru e Humberto Oliveira, colaborando com dicas, pensamentos e opiniões sobre tão interessante pauta.

No episódio 33 da meia hora mais valiosa do seu dia, o podcast do Carreirasolo.org, você vai ouvir também o segundo capítulo do Diário de um Freela, onde o diretor de arte Rodrigo Dantas faz um relato de sua entrada no mundo dos profissionais freelancers. Nesse capítulo: a importância da família!

Aproveitando isso de famíalia: o FalaFreela, além de página no Facebook, agora tem Twitter. Siga lá: @falafreela e converse em tempo real com a turma no dia da gravação, manda dúvidas, fotos, vídeos e o que mais quiser.

É isso, cliquem e curtam.

maedivalTrilha: Vocês foram teletransportados para a baixa idade média, junto às seis mocinhas do Mediaeval Baebes. O grupo inglém, criado em 1996, revive canções e poesia do século XII, XIII e XIV com um charme todo especial. Na abertura ouvimos My Lady Sleeps seguida de outras como Yonder Lea, Deserte Rose, entre outras. A maioria delas você encontra no novo álbum do grupo, chamado Ilumination!


Publicado em 26/08/2009 às 9:01 na categoria Destaques, Podcasts. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Como prospectar clientes por e-mail?

Mauro Amaral

Editor Chefe

Invadidos por spams, promessas profissionais e de ganho rápido de capital, os clientes com os quais nos relacionamos – na maioria das vezes pessoas tão comuns quanto nós -, desenvolveram ao longo dos anos verdadeiro terror a e-mails não solicitados.

E isso representa um problema e tanto uma vez que a grande arma que a turma que está começando tem na hora prospecção é justamente essa. Veja bem: não estou dizendo que o Profissional Freelancer vai fazer Spam. Entendo aqui que você tem o contato de um possível cliente – via amigos em comum, via comunidades a que pertencem etc – , e que vai estabelecer um primeiro contato.

137/365 I'll send an S.O.S. to the world...
Creative Commons License photo credit: Mykl Roventine

Na verdade, o segundo contato.

Aqui já podemos dar uma grande dica. Tudo bem que você entenda que o e-mail seja a maneira mais completa para você passar seu conteúdo e testar o poder persuasivo que sua vó diz que você tem. Mas não queime o cartucho mandando um email antes de estabelecer algum tipo de contato. Relembrando que você não é um spammer de baixa categoria, muito provavelmente terá um cartão pessoal com o telefone do seu prospect. Não? Vai lá, eu espero.

Pronto, seguindo… Então, com o cartão na mão a primeira coisa é ligar, explicar como conseguiu o contato, fazer uma brevíssima explanação sobre sua atividade e informar que estará mandando um e-mail completo com links para seu site / proposta de serviço etc.

Vencida essa primeira barreira, estaremos prontos para adentrar no maravilhoso mundo da criação de e-mails a clientes, seguindo dicas como essas

  • Tudo começa no assunto do e-mail. Crie uma linha simples, clara e objetiva e sem cara de texto ou informal de mais. Pessoalmente gosto muito das seguintes sintaxes: a) [Nome da Sua Empresa] > Apresentação Portfólio para futuros Trabalhos; b) [Seu Nome] > Apresentação Profissional; c) [Note de sua atividade] > [Seu nome]. Apresentação profissional. Enfim, note que em cada um desses exemplos existe a preocupação de não ser informal nem textual demais. Além disso, trabalhando por palavras chave aumenta a chance do outro lado criar uma regra em seu gerenciador de e-mails para novas mensagens.
  • O tom do e-mail, embora pareça óbvio mas não custa ressaltar, não pode ser informal. MESMO QUE O CLIENTE SEJA UM ANTIGO AMIGO DE INFÂNCIA. As pessoas mudam, suas responsabilidades também. Trate um cliente como cliente, mesmo que ele ainda não o seja de fato. Preciso falar sobre a correção do português e foco no seu objetivo? Preciso, porque muita gente esquece. Um dica é escrever o email num processador de texto antes de jogá-lo no Outlook ou no Gmail, passar o corretor e até imprimir se você achar necessário. Depois de ter certeza que está tudo ok, aí sim, você envia.
  • O que falar nesse e-mail? Seja simples, honesto e rápido. Nada de histórias edificantes, grandes mensagens universais ou tom profético demais. Para resumir a ópera, como profissional você precisa dizer três coisas: 1) Quem é; 2) O que já fez e 3) O que pode fazer para o caso específico daquele cliente.
  • O que nos leva a outra dica muito importante: evite massificar e padronizar sua mensagem. Claro que você terá um miolo básico que pode ser repetido independentemente do segmento do seu futuro cliente. Mas, procure personalizar sua mensagem para que ele se sinta, desde sempre, atendido em suas necessidades.
  • Para fechar: já que você começou esse contato por telefone, passados três ou quatro dias sem resposta, faça um novo contato. Seja breve e novamente focado. Pergunte o que achou do e-mail, se os seus serviços são interessantes, se estão adequados ao momento atual da empresa e se pode marcar uma reunião.

A partir daí, gafanhoto, é que a brincadeira vai começar!


Publicado em 25/08/2009 às 8:06 na categoria Respostas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

COW Taster 001 é dramático e serve como aviso na Videoteca Carreirasolo#88

Mauro Amaral

Editor Chefe

Para alertar a população que o ato de mandar mensagens de SMS enquanto se dirige causa acidentes graves, a polícia de Gwent (País de Gales) criou um vídeo-drama de meia hora, feito com atores locais, para ser exibido em escolas da área. É dramático e violento como os ingleses adoram (têm uma longa estrada de campanhas publicitárias nesse sentido, desde a década de 90) mas é ao mesmo tempo assustadoramente global. Poderia acontecer da Av. das Américas, no Bandeirantes, na Rio-Bahia em algum ponto de Manaus, Minas.

Vale a dica.

Fonte: Gizmodo Brasil


Publicado em 17/08/2009 às 9:19 na categoria Videoteca. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Como começar a trabalhar com edição de vídeo?

Bia Mansur

Jornalista e Designer

Antes de escolher um programa de edição não-linear, de comprar uma máquina parruda; enfim, antes de colocar a mão na massa, é preciso aprender a observar. Um bom editor de vídeo é aquele que enxerga e percebe detalhes à sua volta. É um profissional com percepção além da maioria dos mortais. E esta característica é adquirida, conquistada através de estudo, pesquisa, interesse pelo comum e pelo raro. É esta bagagem, misturada com criatividade, que fará você dar o primeiro passo em direção ao trabalho com edição de vídeo.

Vamos a três lições rápidas:

Contexto e continuidade, sempre existe um por quê

Em edição de vídeo, nada é feito por acaso. Não adianta querer colocar um trecho acelerado, uma transição com formas mirabolantes ou um zoom in/out repetidas vezes sem um propósito. Estética é fundamental, mas contexto e continuidade são os pilares de todas as regras.

Festim Diabólico (Alfred Hitchcock)

Em Festim Diabólico, de Alfred Hitchcok, são usadas apenas 10 tomadas de plano-sequência. A câmera passeia pelos cenários, sem cortes. Estes somente acontecem quando o rolo de filme termina. O motivo é não tirar os olhos do espectador da cena de um crime que ele próprio testemunha no início do filme.

O cinegrafista é o melhor amigo do editor de vídeo

A câmera produz a matéria-prima que será moldada pelo editor de vídeo. Nada mais pertinente do que contar com um profissional que saiba manejar a máquina e extrair o melhor ângulo de cada cena. Sem sombra de dúvida, é essencial discutir em dupla para que o resultado seja positivo.

Kill Bill vol.1 (Quentin Tarantino)

Impossível imaginar uma das cenas mais marcantes de Kill Bill , de Quentin Tarantino, sem esta parceria. Aliás, ele é conhecido pela agressividade e pelo ritmo frenético de suas produções. Neste caso, o trabalho em equipe é ainda mais importante porque existe a figura do diretor e de muitos cinegrafistas numa tomada de ação extremamente complexa.

Em vídeo, áudio é tão importante quanto imagem

Na maioria das vezes, imagem e áudio estão tão unidos que esquecemos que ambos têm identidade própria. Apesar de um não existir sem o outro no que se refere a vídeo, podem sim ser editados em separado. Aliás, a graça de algumas edições está justamente num sobe som aqui, num background ali, ou até mesmo numa imagem sem som ou com um áudio que não pertence originalmente àquele trecho, como acontece em notas cobertas do telejornalismo.

A Bruxa de Blair (Daniel Myrick e Eduardo Sánchez)

[youtube width="480" height="344"]http://www.youtube.com/watch?v=qzyMQEtIpGA[/youtube]

Na última cena de A Bruxa de Blair, de Daniel Myrick e Eduardo Sánchez, o áudio é fundamental. As imagens sem som nos passariam a sensação de confusão, de trechos sem sentido e mal cuidados. Quando aumentamos o volume, escutamos gritos e respiração ofegante. O que faz toda a diferença num filme de terror: o pânico.

Dica: Crie o hábito de assistir muitos vídeos, o tempo todo. Isso fará com que aumente suas opções na hora de editar qualquer material. Vale cinema, TV, clipes. Deixe o preconceito de lado e invista tanto nos antigos quanto nos novos.

Um bom exercício é contar o número de cortes dado em cada sequência. Você vai começar a perceber que existem certos padrões bem distintos, e que os vídeos inovadores geralmente fogem desta receita de bolo. No entanto, correm o risco de ser geniais ou verdadeiras catástrofes.

Por hoje é só pessoal. Comentem!


Publicado em 07/08/2009 às 9:20 na categoria Vídeo. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Programador Cake PHP para a FebInfo em São Paulo

Mauro Amaral

Editor Chefe

feb_logoA FebInfo procura um programador Cake PHP. Os requisitos: experiência de pelo menos 3 anos com desenvolvimento em PHP; dois anos com framework Cake PHP e mais dois anos com banco de dados MySQL. Serão diferenciais o desenvolvimento em Action Script 2.0 e desenvolvimento com framework Zend. A forma de Contratação é PJ mas por tempo indeterminado. A formação desejada é graduação completa ou cursando na área de Exatas.

Os interessados devem encaminhar currículo atualizado com a pretensão salarial PJ para o email: rh@febinfo.com.br


Publicado em 06/08/2009 às 10:36 na categoria Vagas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Rainer Petter fala sobre início de carreira internacional como ilustrador Freelancer

Mauro Amaral

Editor Chefe

rainerSeu nome é Rainer Petter, tem 20 anos e mora um Uberlândia – MG. Estáse formando em Artes Visuais pela UFU ( Universidade federal e Uberlandia) e é ilustrador e Colorista freelancer.

Ouvindo os episódios do FalaFreela, sentiu-se à vontade para nos encaminhar algumas dúvidas, coisa que encorajamos a todos fazerem. Qual não foi a surpresa do time de podcasters ao ler o que afligia o Rainer. Ficamos meio sem entender como alguém, tão em início de carreira e com um potencial tremendo, teria dúvida em trabalhar só para a turma de outros países.

Explicando: Rainer produziu alguns trabalhos para editoras internacionais e hoje vive a dúvida de continuar a investir na carreira internacional ou descobrir o mercado interno. Conselho? Trabalhe pra fora, é óbvio.

Mas, numa de compartilhar com a nossa comunidade de leitores aqui no CarreiraSolo, chamei-o para uma rápida entrevista, entre um rascunho e outro, para falarmos sobre essas e outras questões.

rainer

Como começou seu trabalho com ilustração? Quando percebeu que isso poderia ser uma carreira?

Bem, sempre gostei de desenhar e escolhi fazer a faculdade de Artes Visuais. Lá dentro passei a procurar formas de ganhar dinheiro com isso e procurei então na internet formas de divulgar e melhorar minhas ilustrações. Logo no início (final de 2005) encontrei o fórum Central de Quadrinhos e lá vi muita gente na minha situação, eis que então neste fórum fui melhorando a partir das criticas do povo que postavam lá, isso me ajudou muito mesmo.

Chegou ao ponto que decidi procurar trabalho com ilustração, desde de cara me recomendaram as agências de quadrinhos e fóruns que tem esses “classificados” onde procuram ilustradores freelancer. Entrei em uma agência que trabalha para o mercado americano como colorista de quadrinhos, e vi que no começo é raro aparecer algo pra fazer. Demorou muito pra colorir a primeira revista. Desde então, tudo que faço vem destes fóruns com “classificados” e da agência de quadrinhos.

Qual a principal dificuldade nesse início?

Creio que a dificuldade maior, pelo menos no meu caso foi pegar o primeiro trabalho, tendo já algo publicado penso que facilita um pouco, lógico que tendo um trabalho bom, mesmo sem ter nada publicado, pode-se conseguir esse primeiro trabalho com mais facilidade. E é aí que vem o problema dos fóruns que é o fato de raramente se ver criticas negativas, que são as que ajudam de fato. Afinal, se tivesse apenas críticas positivas não procuraria melhorar.

Na internet é fácil divulgar seu trabalho e tendo um trabalho bom não é difícil pegar um trabalho pequeno, então a dificuldade maior, pelo menos no meu caso, é melhorar o trabalho diante tantas criticas positivas.

Você já trabalhou para editoras internacionais, o que é sempre o “sonho de consumo” de todos. Por que tenta, também o mercado nacional?

Todos esses fóruns com “classificados” que participo são de fora, nenhum do Brasil, então tudo que aparece pra mim é dos Estados Unidos e da Europa, o que não é necessariamente bom porque as editoras que procuram esses fóruns são editoras pequenas e pagam pouco, isso também acontece com os quadrinhos que pego pra colorir, tanto como freelancer quanto pela agencia, são todas editoras pequenas e os trabalhos são únicos, é aquilo e pronto, não tem algo depois. Então estou acabando algo e já vou rapidamente procurando pelos fóruns por mais Jobs.

Esta insegurança me preocupa, tem pouco mais de um ano que peguei o primeiro job e fiquei um bom tempo sem nada pra fazer, isso me assustou muito.

Agora estou trabalhando, mas não sei como estarei daqui a três meses, penso então que o mercado brasileiro talvez me traga mais segurança.

Porém, diante tudo isso não sei onde procurar, tudo que fiz até então foi acessar esses fóruns e divulgar meu trabalho pra quem está procurando um ilustrador ou colorista de HQ. O que quero de fato, é ser freelancer e ter a consciência mais tranquila a respeito de “O que farei semana que vem, terei trabalho?” Não sei se isso é possivel ter a consciância tranquila quanto a isso :) Mas tenho perdido noites de sono me imaginando como estarei daqui há cinco ou 10 anos. Penso que seja uma preocupação comum de freelancer iniciante.

Nota final: A julgar pelo portfólio, firmeza e garra de Rainer, acho que bem longe, né? E vocês, o que acham?


Publicado em 06/08/2009 às 10:30 na categoria Paposolo. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Estágio de Designer Gráfico na CreativeBizz em Curitiba

Mauro Amaral

Editor Chefe

logo_creativebizzOs amigos da CreativeBizz abriram uma estágio em designer gráfico desempenhando as atividades rotineiras da função, com foco em web e impressos.

Dentre as qualificações exigidas estão bons conhecimentos em Photoshop, Illustrator, CorelDraw e Flash. Necessários conhecimentos em projetos web (criação de layouts para sites), projetos impressos (criação de flyers, folders, catálogos, etc) e projetos de identidade visual (criação de marca, papelaria, etc). Desejável conhecimentos básicos em HTML e CSS. Portfolio de ilustrações será um diferencial a ser avaliado. Você irá trabalhar entre 12h às 18h, sendo o horário negóciável desde que atendendo à jornada de 6h diárias.A Bolsa é de R$ 600 + vale transporte + férias remuneradas. E o início, imediato.

Preste atenção nos requisitos: Ser aluno do 5º ao 7º período do curso de Desenho Industrial – Programação Visual, Design Gráfico, Artes Gráficas, Publicidade ou área afim; Conhecimentos técnicos das rotinas da função; Compromisso; Pró-atividade; Dinamismo; Responsabilidade.

Interessados enviam e-mail com link para portfólio para Carlos Muller (Núcleo de Criação), no e-mail carlos@creativebizz.com.

Um pouco mais sobre a CreativeBizz: Agência de Desenvolvimento Web e Marketing, com sede em Curitiba (PR) e em forte processo de expansão. BizSpark da Microsoft, é especialista em desenvolvimento .NET e atende a grupos corporativos do Brasil e exterior. Entre seus diferenciais, estão a real oportunidade de crescimento profissional, o trabalho cotidiano com tecnologia de ponta, a política de valorização do colaborador e um ambiente de trabalho agradável. A empresa atende todas as exigências da Nova Lei do Estágio.


Publicado em 03/08/2009 às 10:34 na categoria Vagas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.