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Eu fiz as ilustrações de meu livro infantil. A editora vai aceitar?

Carolina Vigna-Marú

Editora

Nota do editor: Este é mais um post que nasceu de uma resposta a um comentário neste outro post aqui. Fiz uma ligeira adaptação para iniciarmos aqui uma nova conversa sobre este tema.

baby-girl
Creative Commons License photo credit: rahel sarid

Cá entre nós, a verdade nua e crua é que a maioria dos autores infantis, por melhor que desenhe, não conhece bem gráfica. O que a gente recebe de ilustração com especificações inadequadas, nem te conto. Isso sem nem falar em formato. Às vezes (ok, na maioria das vezes, ok, quase sempre) as editoras trabalham com determinados formatos e sair deles é uma dor de cabeça sem tamanho.

Sair de um formato habitual, para a editora, muitas vezes significa reposicionamento no PDV, perda de papel e às vezes até troca de gráfica. Olha, dá tanto, mas tanto trabalho, que por isso eu sempre recomendo os autores de mandar os textos sem nada, para não ter mais um “quesito atrapalhador” na aprovação do texto.

Mandando as ilustrações separadas

Ao optar por esse caminho, você tem a vantagem de deixar o editor mais livre para adequar o seu original dentro da linha dele mas tem a desvantagem de que o resultado pode não sair exatamente o que você considera mais adequado para aquele texto/imagem.

Entregando a boneca pronta

Optar pelo caminho 2 tem a vantagem de que você sabe o que vai sair dali mas a desvantagem de que você “engessa” o editor. Aí, se você for neurótico com TOC como eu, monta uma boneca para cada editor, de forma a não atrapalhar a vida do cara e ao mesmo tempo manter o que você quer.

Ilustrando para outros escritores

Pode ocorrer de você querer também ilustrar para outros escritores, uma vez que tenha seu trabalho aceito pela editora. Isso é, ao mesmo tempo, muito legal e difícil. Mas é isso mesmo: só mandando o seu trabalho é que o editor vai saber.

Se você tiver isso em mente, é melhor enviar o texto e ilustrações separadas, com o argumento de “é esta ilustração que eu gostaria de apresentar para o texto e este estilo que eu gostaria de oferecer para outros títulos, como freelancer.”

Acho mais simpático do que “ó, taí o livro como deve ser”, que, cá entre nós, é meio arrogante. ;)

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Publicado em 13/01/2009 às 4:25 na categoria Editorial. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.



63 Comentários para “Eu fiz as ilustrações de meu livro infantil. A editora vai aceitar?”

  1. mauricio planel -

    Olá!

    A vontade do escritor em criar as ilustrações ou em alguns casos as capas dos livros deve ser vista com muito cuidado pelos editores. Além dos pontos que você citou no seu artigo, existe o ilustrador que fica sem trabalho, a editora que fica sem um livro bem acabado na parte de imagens e o principal prejudicado que é o leitor.

    Acredito que toda o processo sai prejudico quando o escritor tenta fazer o trabalho de ilustrador ou capista.

    Parabéns pelos seus artigos, estão ótimos.

  2. Carolina Vigna-Marú -

    Mauricio Planel,

    (adorei suas colagens!)

    Você tem toda razão. IMHO, o editor sabe discernir o joio do trigo e não aceita este tipo de imposição. Às vezes a gente até recusa um livro bom por causa da imposição de uma capa/ilustra ruim. Já vi isso acontecer vááááááárias vezes.

    Muito obrigada pelo comentário gentil.

    Um forte abraço,
    Carolina.

  3. Rodrigo Sicheroli -

    Olá a todos.
    Desculpem fugir do assunto mas estou procurando algumas orientações pois gostaria muito de colocar em prática o prazer pela ilustração. Não sou profissional nesta área (na verdade sou diretor de criação publicitária)mas desenhar é algo que me faz muito bem e ilustrar livros infantis, principalmente livros didáticos, seria uma realização.
    Estou totalmente desprovido de orientações.
    Se alguém pudesse dar algumas dicas, ficaria imensamente grato.
    Grande abraço a todos !

  4. Carolina Vigna-Marú -

    Rodrigo,

    Não, não! Ó céus! (só brincando, ok?) Vc vem de onde está a grana e quer trabalhar em um mercado durérrimo? :D

    Não tenho moral para falar. Pedi demissão (carteira assinada, 13º, férias, secretária, etc) de uma multi-nacional para seguir meus sonhos. Entendo bem isso.

    Bom, chega de enrolar…

    Olha, sendo brutalmente sincera, você tem contatos mais relevantes e importantes do que todos os editores de literatura juntos conseguem, pque o mercado publicitário paga melhor, mais rápido e com mais volume do que o editorial jamais vai conseguir.

    Se eu estivesse no seu lugar, tentaria começar ilustrando para produtos infanto-juvenis, tentaria contatos com colegas que atendem esta área e me ofereceria como ilustrador para eles. Depois, com uns 5 ou 6 trabalhos publicados, bateria na porta dos editores (cold call mesmo).

    Agora, a parte do livro didático que você citou é mais complicada. Muitas ilustrações são feitas sob encomenda e com isso o editor chama quem ele confia e já conhece. Por isso talvez seja melhor você deixar o livro didático para a etapa 2 do seu planejamento.

    Abração grande (espero ter ajudado em algo),
    Carolina.

  5. Paula Porfirio -

    Olá Carolina!

    SE não é recomendável ilustrar os livros, como faço para que a editora saiba (ao menos) a posicão correta de cada ilustração nas páginas?
    Até isso são eles que decidem ou há uma negociação?

    Obrigada!!!

  6. Carolina Vigna-Marú -

    Olá Paula!

    O livro é sempre o resultado de um trabalho de equipe. É claro que existe alguma brecha de negociação mas a diagramação (“posição correta”) é sempre uma decisão da editora. Você pode até indicar o que deseja na forma de um lay-out mas é muito, muito, muito comum as editoras mudarem ou não respeitarem isso.

    Agora, isso falando de uma forma geral. É claro que existem projetos específicos onde a diagramação faz parte do texto e aí basta uma conversa com o editor que, com certeza, ele vai entender e acatar.

    Abração,
    Carolina

  7. Paula Porfirio -

    Oi Carolina!

    A idéia do lay-out é muito boa!Já estou trabalhando nela.Estou empolgada com a minha criação.
    Sou formada em Letras (Habilitação Português/Inglês) e pós-graduada em Educação, Alfabetização e Linguagem.
    Estou pesquisando cursos para aprimorar meus “dotes” de escritora.
    Você tem alguma sugestão?

    Obrigada, de novo!

  8. Carolina Vigna-Marú -

    Paula!

    Caramba, você já tem uma formação e tanto na área! A minha sugestão é que você dê aula para escritores, não o contrário.

    :)

    Abração grande,
    Carolina.

  9. Mikael Fernandes -

    Oi, eu queria saber como que a gente envia um livro pra editora eu quereia saber todos os procedimentos necessários, será que você pode me ajudar?

    Obrigado!

  10. Carolina Vigna-Marú -
  11. Vanessa Alexandre -

    Essa é uma questão bem complicada mesmo, por isso, salvo raras excessões, acho melhor que o editor selecione o ilustrador que fará o trabalho.

    Sou ilustradora e sob vários aspectos é melhor negociar alterações, formatos, fechamento de arquivos e restrições editoriais com o próprio editor do que com o autor. O autor muitas vezes não tem mesmo a menor noção gráfica e exige certas coisas que, esteticamente, são claras que não ficarão boas e isso engessa também o ilustrador, que limita seu trabalho à vontade do autor.

    Além disso, o próprio autor ilustrar seu livro é uma faca de dois gumes, pois existem livros que são “salvos” pela ilustração e outros, “salvos” pelo texto. O autor colocar cem por cento de suas preferências em uma obra, pode ser delicado no sentido de limitar público, além da obra poder ser totalmente aceita pelo mercado, ou totalmente recusada. Vai saber…

  12. Carolina Vigna-Marú -

    Vanessa,

    Concordo 100% contigo.

    Tem um outro aspecto também: o olhar do ilustrador dá uma nova interpretação ao texto e o enriquece. Por outro lado, se é o olhar da mesma pessoa (não importa se um ou outro), essa leitura do texto/imagem será necessariamente mais pobre (pela falta de diversidade).

    É óbvio que existem casos em que o texto e a imagem foram criados juntos, unidos de uma forma que não se pode separar, mas são casos raríssimos e a proposta deste post era falar para a maioria.

    Abração,
    Carolina

  13. jose luiz eugenio -

    Não sei porque ainda ando lendo seus comentários, voce desanima qualquer um que queira ser um escritor, ilustrador ou que gostaria de estar no meio. A sua resposta ao Rodrigo, deixa os ilustradores do mundo chateados, o mercado pode ser paupérrimo para editores como voce,é por isso que as coisas por aqui estão de mau a pior, pare com isso, voce precisa ser mais simpática, seus comentários são egocêntrico. Pelo amor de Deus. Abraço.

  14. Carolina Vigna-Marú -

    Jose Luiz,

    Em que (ou onde), exatamente, minha resposta foi egocêntrica ou antipática?

    E eu sou ilustradora também. Ou seja, da acordo com o seu raciocínio, como eu deixo os ilustradores do mundo (uau, que alcance poderoso!) chateados, eu também me aborreço.

    Bom, não se pode agradar a todos.

    Abraços,
    Carolina.

  15. Paula -

    Carol,

    Te acho 10!
    Seus comentários são sempre muito bem aproveitados.
    Continue do jeito que você é!!!

  16. Carolina Vigna-Marú -

    Obrigada, Paula.
    Significa muito. Mesmo. O seu apoio fez diferença pra mim.
    Beijos grandes,
    Carolina.

  17. Vanessa -

    Esse tipo de comentário parece típico de pessoas que acham que a área editorial é um mar de rosas ou mundo dos sonhos e não acha que tem que por a mão na massa para trabalhar e conquistar seu espaço, aliás como em qualquer outra profissão, trabalho ou empresa que exista!!

    Carolina, seus comentários são bem concretos e reais, não tem nada de desanimador, não. :)

  18. Carolina Vigna-Marú -

    Obrigada, Vanessa!
    É muito legal receber comentários como o seu. A gente se esforça, gasta um tempo, pesquisa, se expõe (a maioria dos editores não fala as coisas tão diretamente assim) e é muito bom receber um estímulo para continuar.
    Obrigada, de todo coração.
    bjs
    Carolina

  19. Karina Cristina -

    SOCORRO……

    Adorei as suas dicas e opiniões. Faço alguns desenhos e artesanato porém trabalho em outro ramo. Mais recebi uma proposta de uma conhecida para ilustrr um livro de preces infantil. Ela sugeriu que fosse realizado em lápis aquarelado isto é comum? Gostaria de dicas pois não sei nem quanto cobrar por este serviço? Mais adorei a idéia e o propósito.

    Obrigadaaaaaaaaaa
    Abraços

  20. Joana -

    Olá,
    será que vc poderia tirar umadúvida?
    É o seguinte. Vc sabe como posso fazer para iniciar uma carreira como ilustradora de livros infantis?

    Obrigada desde já,
    Jô Mariz

  21. Carolina Vigna-Marú -

    Karina,

    “Adorei as suas dicas e opiniões. Faço alguns desenhos e artesanato porém trabalho em outro ramo. Mais recebi uma proposta de uma conhecida para ilustrr um livro de preces infantil. Ela sugeriu que fosse realizado em lápis aquarelado isto é comum? Gostaria de dicas pois não sei nem quanto cobrar por este serviço? Mais adorei a idéia e o propósito.”

    É comum o editor dar preferência a determinado estilo sim. O lápis aquarelável entretanto às vezes dá problema de reprodução em gráfica e a minha sugestão é que vc use aquarela logo de uma vez.

    ————-

    Joana,

    “É o seguinte. Vc sabe como posso fazer para iniciar uma carreira como ilustradora de livros infantis?”

    Desculpe, não entendi se vc quer começar a ilustrar, se quer começar a trabalhar com livros infantis ou se quer começar a entrar em contato com editores infantis.

    Por favor dê uma olhada nos outros artigos aqui no Carreira Solo e visite também o Guia do Ilustrador – http://www.guiadoilustrador.com.br – que acho que vão te elucidar muitas questões.

    Abraços e boa sorte!
    Carolina.

  22. larissa -

    ola,
    eu escrevi alguns contos infantis e queria saber como posso enviar a uma editora por e-mail ou como saberei o indereço para mandar por correio ?

  23. Rafaeli Constantino Valêncio Peres -

    Quero agradecer a todos que escrevem com sinceridade suas opiniões e artigos pois tem me ajudado muito!!

    Rafaeli

  24. eduardo -

    Olá Carol!
    Eu sou um autor/ilustrador iniciante e criei um grupo de personagens (desenhos e personalidades). Então sempre que escrevo uma história infantil meus personagens estão inseridos, porque quero torná-los conhecidos. O caminho que quero seguir é o mesmo do Maurício de Sousa, Ziraldo etc, ou seja, personagens famosos, não obras. Como devo proceder, apresentar só os textos ou falar do projeto inteiro? E será que as editoras costumam apoiar uma marca que não é delas, é do autor?
    Obrigado por seus artigos e respostas, estão me ajudando muito.

  25. Carolina Vigna-Marú -

    Larissa,
    Deve, com certeza, existir, mas eu não conheço nenhuma editora que aceite originais por email. Os endereços das editoras você encontra nos sites da SNEL e da CBL.

    Rafaeli,
    \o/
    Que bom! Fico muito feliz,obrigada!

    Eduardo,
    Ah, sempre que existir um projeto editorial, deve ser mencionado. Seria o caso até mesmo de vc montar um case com o que planeja fazer, incluindo até mesmo estratégias de divulgação se puder. Neste caso, quanto mais completo, melhor. Saia da cartinha-padrão de apresentação. Inove! Mande um vídeo explicando, ou um folder, sei lá, inove. Neste momento você precisa quebrar o habitual, precisa surpreender o editor para que ele preste atenção no Todo do seu projeto.
    E olha, não tem essa de marca do autor ou da editora. As boas editoras trabalham em equipe e a “marca” é sempre do autor. O próprio Mauricio de Sousa, por exemplo, já mudou de editora. O projeto autoral é necessariamente do autor. O que pertence à editora é o direito de exploração comercial daquele contrato em específico que pode ou não abranger mais de uma publicação.
    E, claro, boa sorte!

    Abração a todos,
    Carolina.

  26. Gabriela -

    Olá Carolina,

    Seu blog foi um grande achado!! :)
    Estou escrevendo meu primeiro livro infantil e já tenho uma pessoa para ilustrá-lo.
    Gostaria de tirar uma dúvida sobre seu post, para que o resultado final fique do jeito que imaginamos vc sugeriu entregar uma boneca pronta para cada editor, oq devo fazer se quero proceder desse modo?

  27. Carolina Vigna-Marú -

    Gabriela,
    Desculpe. Não entendi a sua dúvida.
    Se você acha bom mandar uma boneca para cada editor, é só mandar uma boneca para cada editor, uai.
    Abraços,
    Carolina.

  28. Gabriela -

    Olá Carolina, acho que não coloquei minha dúvida corretamente.

    O que quero saber é o que é necessário, quais são as etapas para montar a boneca, correr atrás de gráfica, etc. E posso optar por fazer todo o processo de montar a boneca sozinha ou solicitar auxilio de uma editora de prestação de serviços? E após o livro pronto encaminhar para uma editora comercial?

  29. Carolina Vigna-Marú -

    Gabriela,

    Boneca não vai a gráfica. Boneca é um termo que usamos para uma prévia do livro montado. É apenas uma simulação e pode inclusive conter páginas em branco que ainda não estejam prontas ou das quais não se saiba ainda o conteúdo (como a ficha catalográfica, por exemplo).

    Ou seja, você imprime o seu livro diagramado, no tamanho final, e monta o livro de forma a se parecer com o produto final.

    Se você for contratar algum designer para fazer isso para você, basta dizer que precisa montar a boneca de um livro, é um jargão bastante conhecido.

    Não conheço editoras que prestem este tipo de serviço, isso é algo normalmente feito pelo designer que fez o projeto gráfico do livro e a diagramação.

    Se você precisar, aqui no Galera Solo tem um moooonte de bons designers que podem ser contratados para este tipo de trabalho.

    Boa sorte!

  30. jgr -

    Belo site me esclareceu muita coisa, mesmo ainda não tendo nem terminado de escrever meu primeiro livro ja me tirou um peso da cabeça, o de ter que fazer as ilustrações que eu sou pesssimo em desenho mais agora sei que nem deve fazer os desenhos.

    Obrigado vlw…

  31. Tatiana Rigo -

    Oi querida,
    Voce pode me ajudar?
    Sou designer e ministro a disciplina de arte.
    Sempre quis fazer ilustrações de livros infantis, voce tem algum contato legal ou algum site, que possa me mandar?
    Um abraço.
    Tatiana Rigo

  32. Cassia -

    ola, meu nome é cassia, gostei muito dos seus comentarios.
    faço faculdade de artes e gosto muito e desenhar, há alguns anos, entrei em contato com livros infantis, pois leio para meus filhos todas as noites e fiquei fascinada com as ilustrações, comecei a sentir um desejo de tabalhar como ilustradora, ultimamente este desejo se tornou cada vez mais forte, porem não sei por onde começar nem quais cursos pocurar.
    sou muito versatil e tenho vontade de começar a escrever livros para cranças, porem sei que preciso fazer um coisa de cada vez.
    qual devo fazer primeiro? é possivel começar os dois projetos sem que atrapalheo outro?
    Obs. não tenho a pretenção de ilustrar meus proprios livros, pois acho importante uma segunda visão de interpretação para o que escrevo. voce pod medr uma dica?
    obrigada. beijos Cassia

  33. Carolina Vigna-Marú -

    jbr,
    Obrigada!

    Tatiana Rigo,
    Entra em contato com a SIB, lá tem até o manual do ilustrador, que é um ótimo guia no assunto. Acho que tudo que você precisa vai encontrar a partir do site da SIB (Sociedade dos Ilustradores do Brasil).

    Cassia,

    Olha, para cada pessoa que você fizer esta pergunta, vai receber uma resposta diferente. Vou te dar minha opinião pessoal, ok?
    Eu acho que o processo criativo de escrever e desenhar são tão diferentes e “usam” aptidões e conhecimentos tão distintos, que não vejo como um pode atrapalhar o outro.

    Agora é importante você relaxar um pouco sobre ilustrar seus próprios livros, pque é muuuuuuito comum que editores prefiram determinado estilo ou ilustrador (até mesmo por uma questão de colocação no mercado, não é só por “hábito”, não) e pode acontecer de seu texto ser aceito mas ilustrado por outra pessoa.

    E olha, sem medir palavras: se o seu texto precisa de uma segunda visão de interpretação para o que foi escrito é porque ainda não está bom o suficiente. O texto precisa se sustentar sozinho, sempre.

    Abraços,
    Carolina.

  34. maria clara -

    oi eu chamo maria clara vc gosta de fazer livros em!!!!kkkkkkkkkk!!!
    xau!
    bjs!!!

  35. maria clara -

    oi! tb gostei muito desse saite adorei estas diacas para vazer livros vo voltar neste saite sempre ! muito legal !!! bjs com amor e carinho maria clara!!! adoreiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
    bjs!!!

  36. Carolina Vigna-Marú -

    maria clara,
    Sim, eu gosto muito de fazer livros.
    Quantos anos você tem?
    Bjs,
    Carolina

  37. siusi -

    danado esse espaço, terra firme!

  38. Rita -

    Tenho uma filha de 12 anos que ama desenhar.
    Gostaria de saber se você conhece alguém que esteja precisando de alguém para ilustrar livros infantis, desenho tipo manga, muito legal, ela inventa desenhos lindos!

    Bjs,
    Rita

  39. Carolina Vigna-Marú -

    siusi,
    \o/
    obrigada!

    Rita,
    A Conrad volta e meia contrata ilustradores mangá, mas eu preciso te dizer que é muito raro qualquer editora contratar menores de idade, independente da qualidade do trabalho. Existem muitos problemas legais a respeito disso e normalmente os editores os evitam a todo custo.
    Por outro lado, acho muito legal estimular a próxima geração. De repente – só uma sugestão – fala para ela criar um blog, mostrar o trabalho dela. É assim que começa.

    Abraços,
    Carolina.

  40. Vigna-Marú » Eu fiz as ilustrações … editora vai aceitar? -

    [...] no Carreira Solo em [...]

  41. Luciana Santana -

    Olá, esse site foi um achado, sou professora de Língua Portuguesa e Literaturas e estou terminando minha pós-graduação em Língua Portuguesa. Trabalhei muito tempo com Educação Infantil e hoje trabalho com o ensino fundamental 1º segmento dando aulas de Língua Portuguesa e Literatura. Com esse trabalho com o Ensino Fundamental percebi que os livros voltados para essa faixa etária acabam girando em torno dos mesmos autores não desmerecendo o trabalho de nossos queridos autores. Mas acredito que poderímaos ser mais ousados e que clássicos da literatura que geralmente só serão trabalhados no Ensino Médio poderiam ser apresentados desde já a nossos alunos, então trabalhei na adptação de Macunaíma para minha turma do 4º ano eles adoraram e foi um pontapé para trabalhar narrativas míticas, e pude trazer também um pouco sobre a Semana de Arte Moderna e a valorização da arte brasileira.
    Estou trabalhando em outras adaptações que e pretendo montar alguns projetos junto com o livro para mandar para as editoras o que acha? Além disso, estou produzindo alguns livros meus, todos com cunho pedagógico, para que sirvam como recurso de modo a auxilar os professores no trabalho com certos conteúdos e temas, como preconceito,sexo, a valorização da nossa cultura… Enfim o que você acha de tanta informação?
    Obrigada desde já pela atenção.

  42. julia -

    eu gotaria que a editoria aceite essa historia minha que éos três leões lutadores era uma fez três lutadores um gostava de luta,outro de aventua e um gosta de ação esses são os leões lutadores o leaões lutadore ainda tem mas eu vou dormi ainda tem mais descupe ………

  43. Carolina Vigna-Marú -

    Luciana Santana,

    Mas acredito que poderímaos ser mais ousados” resume bem o que eu penso do mercado literário nacional de uma forma geral…

    Em primeiro lugar, só o fato de você já ter um currículo ligado com Educação ajuda muito, porque as editoras precisam – sempre – de um respaldo pedagógico quando falamos de livros infanto-juvenis (mesmo que não sejam especificamente didáticos).

    Além disso, achei os seus projetos sólidos e extremamente necessários. Você fala em adaptação, é com teatro também? Desculpe se a pergunta é estúpida, mas não ficou claro para mim no seu comentário. Projetos que unem teatro, música e literatura estão muito em moda hoje em dia e existe uma demanda muito grande por conteúdos sólidos nesta área. Acredito que você vai ter enorme sucesso.

    Procure editoras grandes logo de cara, que conseguem ($) emplacar projetos maiores. De cara veio à minha cabeça a Moderna, mas não é a única obviamente. No seu caso, além do texto do livro, esqueça tudo o que eu venho dizendo aqui e envie TUDO: projeto, ilustrações, fotos, resumo biográfico seu, projetos de aproveitamente em sala de aula, adaptações, TUDO que puder. É outro caso, não é “literatura”, é o que “projeto multimeios” (escreve assim, é como o povo chama).

    Por favor não esqueça da gente e nos mande um convite para o dia do lançamento!

    E, claro, boa sorte e sucesso!

    Abração,
    Carolina.

  44. Carolina Vigna-Marú -

    … TUDO: projeto, ilustrações, fotos, resumo biográfico seu, projetos de aproveitamentO em sala de aula, adaptações, TUDO que puder. É outro caso, não é “literatura”, é o que [[chamam de]] “projeto multimeios” (escreve assim, é como o povo chama).

    (desculpe, eu normalmente respondo os comentários aqui escrevendo direto, como se estivesse conversando mesmo e, com isso, todos os vícios de linguagem aparecem e o coitado do português sofre… além da digitação, que anda cada dia mais sofrida… desculpe)

  45. Andreaha San -

    Essa história de não ser recomendável que se ilustre o próprio livro é uma besteira enorme! E o pior de tudo é que, pelo peso 'profissional' que andam dando, está virando clichê. Uma coisa é a orientação da editora, outra coisa é o projeto em-si. Uma coisa é todo escritor que aparece querer ilustrar seus livros infantis, outra coisa é perceber que em 100 propostas uma é ideal. Se a sua ilustração realmente acrescentar, não tem editora que contexte. Exemplos de peso de escritores-ilustradores: Sylvia Orthof ilustrava os próprios livros, Roger Mello idem!

  46. Júlia Matoso -

    Oi.. eu sei que nao tem muuutio Ver com o assunto.. apesar de ter um pouco..
    é o seguinte.. eu tenho 15.. e to naquela fase complicada de escolher o que eu quero ser..

    E tem dois detalhes.. eu amo ler e amo ilustrar (com photoshops no computador ou a mao mesmo) eu mesma as vezes ficava pensando como q um livro venderia mais se tivesse uma capa ou titulo diferente. e uma coisa eh fato. TODO MUNDO JULGA LIVRO PELA CAPA. talvez nao escolah o livro pela capa.. mas pelo menos pega pra ver o q ele fala por causa disso.

    Ai eu tive a ideia de querer ser ilustradora.. (nao tenho ada certo ainda) e nenhuma informacao sobre q falculdade cursar para isso nem nada (publicidade?). Alguem sabe me informar mais sobre essa provissão?

  47. Michel França -

    Olá Carolina,

    Sou Artista plástico, dou aula de pintura artística em uma Instituição carente com crianças entre 12 aos 16 anos. Sempre fui apaixonado por pintura e percebi de uns 15 anos pra cá, que tenho tendência com ilustrações infantis. Gostaria de uma sugestão sua se possível!
    Fiz este site para você dar uma olhada em alguns trabalhos e aspectos de meu estilo… http://www.familiaadoradores.xpg.com.br
    Gostaria de saber se levo jeito para trabalhar em uma editora. Ou seja, não sei ainda o que faço!

    Obrigado!

  48. M.W. -

    Oi Carolina,
    gostei muito das dicas que você fornece por aqui.
    Queria saber sobre o envio de livros infantis: Você sabe que muitas vezes o que consta numa página desses livros é uma frase, ou um parágrafo, certo? Então como devo enviar meu texto a editora? Sem separações ou já dividido na sequência que imagino?

  49. leandro j. ecker cpf-838.632.499-68 -

    Caro leitor, imagine você, se nos momentos em que se encontrasse absolutamente sozinho lhe aparecesse um pequeno sinal na tela do computador em que estivesse trabalhando, seja de mesa ou portátil, enfim lhe perseguisse para onde você se dirigisse, e quando saísse para fora em campo aberto se transformasse em um portal cor de rosa cintilante, estilo barroco, até que um dia você decidisse seguir esse portal e através de uma cena desconcertante perante as pessoas, se assegurasse de que aquilo seria pessoal, e apenas se revelava para você, mas o resto do “mundo ao seu redor” não veria nada, e baseado nesse fato resolvi dar ênfase á essa idéia, e… a minha vida acabaria virando de cabeça para baixo literalmente. (m)

    Pois nem imaginaria onde aquilo me levaria, mas acabara me levando á lugares maravilhosos que sempre desejei estar, mas nunca me dava o capricho e outros que me dilatariam a espiritualidade, me levariam á ver o “mundo em que vivemos” com “olhos da verdade” e de maneira bem “diferente” de como pensamos ser, assim como á si próprio e ás reais magnitudes ocultas e abstratas que todos portemos mas seremos raros os que conhecemos, e parcialmente á usaremos, tanto para o Bem quão para o Mal dos seres terrenos, onde poderemos salvar uma vida ou torná-lo uma mente suicida, nos ajudemos de verdade e enaltecemos o nível de solidariedade ou próprios nos prejudicaremos e até nos destruiremos, tudo será uma questão de conscientização desse poder que origina da sensibilidade do individuo e obedece o coração, ficaria consciente do verdadeiro poder de uma mente após um diálogo com a sabedoria ancestral que lavou-me a alma e me dilatou a mente, através de um encontro com um Espírito de um pajé guarani vindo de um passado muito remoto, onde era o Conselheiro do Rei da Civilização Inca, isso tudo em uma aldeia indígena de seguidores da “união dos vegetais,” quais se fascinavam ao contar de como surgiu esse poderoso chá, o que dera origem á mais uma lenda também e resultaria em mais uma pequena fábula de outro diálogo nosso, mas posso assegurar de que lugar esse também admito ter vivido altas emoções, como cada qual desses lugares me proporcionaram momentos raros e acontecimentos mirabolantes, até que chegasse á essa figura que estaria sempre em meus sonhos, mesmo nunca tendo visto essa antes, com quem teria um diálogo que transcendia á compreensão humana e tratava-se de um mestre, que equivocado eu o chamava de Mago, devido que em meus sonhos esse elaborava mágicas inacreditáveis na versão da lógica e da consciência, embora estivesse redondamente enganado com seus poderes e de como esses se manifestavam pelo indivíduo que estivesse sendo abordado, afinal não tratava-se de raios-laser nem obras de magia, ou alguma espécie de poder de força de como esperava, mas simplesmente esse seu poder teria a sua origem intelectual e se revelava através de palavras incógnitas á imaginação humana, porém dignas da sabedoria que constituíam um paradigma filosofal, usado na decifração de problemas dessa vida, á quem eu pretendia descrever a minha biografia de vida e as experiências abstratas que me estavam acontecendo com meu “eu,” mas primeiro me elucidaria um fragmento da origem do mundo que eu nem mesmo sabia o motivo daquilo inicialmente, mesmo sendo visível em mim o desejo por conhecimentos para que chegássemos á um consenso e próprio certificasse-me de que a minha sina, propriamente havia arquitetado com o poder da própria mente, mas até que chegássemos á esse raciocínio teria que escutar um sermão em alto tom de voz, á respeito de cada magnitude e as suas responsabilidades no “mundo do ocultismo,” para que eu aprendesse de uma vez por todas com aquilo, assim como nada e ninguém já nasceria apto para a vida e todas as descobertas significativas haviam sido desenvolvidas por “mentes paradoxais” ao sistema vigente, exatamente como a minha, segundo ainda me asseguraria, e mesmo que me mantivesse tomado de fascínio por suas sábias palavras dignas do conhecimento, somente lhe obedeceria e procurava lhe escutar, mas até que chegássemos á esse consenso em um lugar encantado, ouviria o que jamais esperava ou mesmo conhecia, para só após descrever a minha vida transgredida ao mais alto grau e razão pela qual me tornei o que sou, um “artista calejado” que transcende o poetizado, porém transbordou-me a luz em minhas bases culturais e espirituais, tornou-me consciente de que o conhecimento teórico habita a nossa mente mas a capacidade de desenvolvimento do poder de raio de extensão habita as nossas mãos, e baseado nessas condições teremos que usá-lo com sabedoria para que tenhamos êxito ao expressar o artista que nos habita, ou ao menos os sentimentos do portador de que “só quem ás vive, é que sabe,” o que se passa na mente de uma pessoa que estará intercedendo uma fonte de conhecimento que abrirá os caminhos dessa vida, como tal terás que transcender inúmeros obstáculos que muitas vezes se revelam intransponíveis aos olhos do anonimato, porém todos contornáveis á uma pessoa de essência (ê) e determinantes da impecabilidade do ser, não permita-se abalar por essas pequenas obstruções elaboradas humanamente nem influenciar-se negativamente a sua paz de espírito, e hoje seguradamente vos falo, não brigue com a sua filha ou esposa, não perca o jantar e o jornal, isso será imprescindível á formação do ser e inevitável á convivência entre os seres vinculados geneticamente e amorosamente, causado pela rotatividade do convívio diário que gradativamente se desfaz e aos seus encantos, use a prudência em suas palavras para que não acabe influenciando muitas vezes uma vida inteira, para que soubesse distinguir que toda forma de manipulação psíquica e mental, nada mais será que ênfase da própria consciência do portador, e a sua intensidade será determinada pelo seu nível de sensibilidade, e sendo essas nossas reais condições teremos que nos apegar aos defeitos da própria ferida e rever os nossos poderes, para que possamos transcender á hipotética condição á que nos condicionamos desde muito cedo, como frutos das gerações que escravizavam a alma e interagiam apenas pela consciência propriamente arquitetada, embora entro em confusão mental toda vez em que penso no que resumiu-se minhas perspectivas de vida, mas admito não mais viver sem a literatura, ao ter me decidido dar início á esse sonho literário que materializado significará que todos os desejos desse “artista calejado” foram devidamente saciados, que com a permissão divina você lerá ainda nesse fascículo que estará prestes á iluminar vossos horizontes mentais, através de revelações que lhe induzem á reflexão quão ao seu “eu,” mas experiências essas como mais tarde em outro fascículo descreverei exatamente, de como me senti quando estive aqui em meu, em nosso “mundo em que vivemos,” mas até então como quem nem percebesse isso tudo continuaria concentrado em suas sábias palavras, como antídoto á que enlouquecesse com tamanha diferença de medidas e existências, e lhe faria perguntas utópicas de maneira incessante e desconcertante, como quem queria visivelmente lhe desconcertar, embora estaria redondamente enganado com aquele velho, porém sábio homem, enfim isso tudo em um mundo extremamente “diferente,” e momentaneamente possivelmente isso seria o que contribuía parcialmente para a minha sina naquele momento delicado segundo ele, mas que na hora extrema eu havia sido iluminado, e passaria á dotar consciência da existência de que algo me habitava o subconsciente, ao que eu pensava resumir-se o diálogo que teríamos naquela tarde, que descreverei nesse primeiro fascículo que apenas dará início á uma viagem que transcende aos parâmetros do raciocínio humano, e lhes deixará consciente do poder da própria mente, mas isso tudo seria apenas um detalhe se comparado ao que nos aconteceria ainda naquela lua, certas peripécias mirabolantes e quase indescritíveis, caso não me fosse de praxe descrever o além de que estaria prestes á presenciar, pois quando me dei conta estávamos caminhando rumo ao “mundo do desconhecido,” lugar esse em que apenas não adentramos porque eu ainda não estaria preparado para isso, e nem havíamos trazido conosco as batas voadoras, e o retorno á esse mundo abriria uma entrada no ar á uns 20 metros de altura do chão, e poderia tornar a nossa volta em uma tragédia ou no mínimo não seria uma boa idéia, segundo o mestre depois me asseguraria também que quando fosse o momento certo eu saberia, assim como outro dia me ensinaria hipotéticos macetes da parapsicologia, como que… desde os nossos primeiros instantes de vida já teríamos a nossa aura, a nossa identificação por seqüência ou vibração, e segundo as leis do Universo você terá por direito assegurado 33 oportunidades de dilatar-se energicamente com suas almas gêmeas, para elaborar a evolução do ser durante toda a eternidade, sendo 16 de cada força oposta e a nossa própria alma, centralizada no eixo magnético do chacra central, pois nossas chacras serão nossos pontos essenciais de energia individual, e nessas condições obviamente se explicaria a felicidade em se viver uma vida inteira apenas com a primeira que encontrou, bastando que se auto conheça primeiro, e que deveríamos valorizar mais o caráter pessoal e enaltecer o amor próprio, acima de todo ou qualquer aspecto, interagir procurando dilatar a compreensão ás pessoas, desviando de toda ou qualquer influência negativa projetada por alheios, e enxergar que nada mais são que “crianças grandes” inconscientes de suas atitudes na essência, (s) e com isso eliminando o seu poder psicológico, e que a lei da justiça e da obviedade, quando sua imaginação fosse boa e construtiva não haveria motivo para hesitar em sua decisão, mas para que isso se tornasse possível ás nossas próprias condições, teríamos que sermos conscientes para administrar corretamente os poderes da nossa própria mente, evitando que pensemos em coisas negativas e pensamentos tristes, porque basta que inicie á pensar em algo que lhe deixa conturbado e altere o seu quadro emocional que a ênfase é natural, e com o poder da própria mente o transformará em um inferno mental, que muita vezes se revela através de suadores gelados, caso não trate-se de uma incessante dor de cabeça ou terríveis enxaquecas, capazes de distorcer sua interpretação ao mundo em que lhe rodeia e inverter os sentidos.

    E que o dia em que o homem descobrisse o poder da sua mente, teríamos um mundo bem mais estabilizado intelectualmente, com milhões de cidadãos conscientes da missão universal, em amparar o mais necessitado ou vulnerado e amar mais o seu próximo, diminuindo gradativamente até que elimine definitivamente o abismo social existente, por todos termos uma missão muito importante, não apenas espiritualmente mas sobre todos os aspectos, condizendo á força maior de todo o Universo, que resume-se ao desenvolvimento da matéria ao todo, visando a prosperidade espiritual e material do ser e do “mundo ao seu redor” dilatando os conhecimentos do Universo e vivendo uma vida de riquezas, desfrutadas através da mais pura harmonia, como obter os respaldos do que pelo seu caminho fora semeado, tipo amar e ser amado, se criar e ser criado, e… ajudar e ser ajudado.

    E para que ficássemos conscientes, de que a Suprema força universal resume-se ao amor, qual nos permite com que controlemos nossas emoções e dilata a nossa capacidade de compreensão, assim como nos dota do poder de inverter todo e qualquer quadro ou situação, desvinculando a nossa aura á toda impressão negativa e nos mostrando os caminhos para a felicidade nessa vida rumo á evolução, e segundo os termos da parapsicologia existe diversas expressões de almas, mas… se falando mais abertamente, o objetivo cósmico dessa reunião com as 33 almas é mantê-las sintonizadas á você, com o intuito da ênfase á sua dilatação mental, emocional e espiritual nesse “atalho temporário universal,” á que chamamos de vida, porque no mundo das almas gêmeas teremos sete opções de estar, positivas ou negativas, assim como seríamos mais dilatados intelectualmente ainda quando fossemos crianças, por permanecermos mais tempo no subconsciente e por conseguirmos nos identificar mais amplamente com alguma ficção, á tal ponto em que nos tornaremos no que mentalizarmos inocentemente, por vivenciar a vida como fossemos aquilo, apenas nas condições reais desse mundo.

    Também que ninguém viria á esse mundo apenas para sofrer, mas com o direito de tentar ser feliz e se expressar, á partir do momento em que dotar consciência de sua existência, porém quando se dá início aos pensamentos em um ser, deverá saber distinguir muito bem suas mentalizações elaboradas em alpha, que trata-se do seu mais alto grau emocional, onde teremos o livre-arbítrio para adentrar em ambos os lados opostos e tudo o que á esses pertence, porém a consciência não se manifestará nesse momento em que estaremos sendo administrados por instintos num momento de absoluta inconsciência, ou deva dizer ampla lucidez em que analisemos a consciência como sendo nada mais que uma elaboração arquitetada humanamente, onde complexos serão apenas uma articulação de coisas negativas em seqüência sob o acorde do pessimismo propriamente arquitetado, devido que cativará essas mentalizações para a sua vida inteira, indiferente se negativas ou positivas, e apenas quando a pessoa atinge o seu grau máximo de aflição ou desespero capaz de o levá-lo ao êxtase emocional, é que atinge esse estado mental, á que chamamos de alpha ou tetha, qual será o estado mental que atingimos quando desejamos receber Fenômenos paranormais ou fora do limite, e pode se dizer que é o mais profundo estado mental de todos, mas que tudo seria possível somente á partir do momento em que nos permitíssemos ver com “olhos da verdade,” então presenciaríamos que não estamos sozinhos, assim como atrás de uma linda imagem poderá existir um abismo e ocultar perigos que transcendem a capacidade humana, o que ainda nesse nosso diálogo ficaríamos consciente, e assim me elucidaria uma infinidade de conhecimentos que me seriam absolutamente incógnitos até então, no decorrer do meu aprendizado.

    Mas ao chegarmos no aeroporto assegurou-se de que faltaria algumas horinhas para sair o seu vôo, o que daria tempo suficiente para irmos até uma lojinha mística comprar um pouco de incenso natural, para ele queimar enquanto meditava na aldeia, e durante o nosso percurso até a lojinha caminharíamos de maneira inusitada e de certo modo encantada, por não tocarmos em absolutamente nada, onde eu mesmo com a deficiência de que possuo caminhei perfeitamente e muito súbito, dialogando muito alto que no lugar em que vivo chamaria a atenção de todo mundo, mas lá seria São Paulo capital, embora não deixou de reunir uma centena de pessoas aproximadamente, bem no horário de pico, quando as pessoas estariam com pressa á caminho do almoço, por estarmos dialogando á respeito de uma época que até antecedia á “Jesus Cristo” em milhares de anos, desde a origem da Filosofia, ainda quando pelo mundo só se ouvia falar de três grandes Reis, sendo o primeiro Saul seguido de Davi, que por sua vez fora sucedido por Salomão, e com todos israelitas unidos e centralizados no poder, onde viveram um nobre período de auge político, militar e cultural, no reinado de Davi.

    Hoje apenas me iniciaria nos caminhos do conhecimento, me conscientizando de que ainda um dia até a sabedoria já fora motivo de condena, mas isso tudo resumidamente para que eu me conscientizasse de que tudo tivera o seu início muito difícil e até obstruído, mas que ao final as mentes que transcendem provariam estarem certas, algumas mesmo que após as suas mortes, e para que não me permitisse esmorecer por nada e nem ninguém relacionado aos meus apontamentos.

    Mas retornando ao aeroporto, eles dialogariam relacionado aos mais variados aspectos filosóficos, políticos e literários dessa vida, conversariam sobre a cultura oriental, a língua brasileira, o mais nobre e substancial idioma mundial, fariam críticas relacionado á “Nova Correção Ortográfica” e a sua real magnitude lingüística e intenção, ficariam antenados literalmente (e) quanto ás novidades medicinais, assim como teremos histórias sobre a tripla dorsal da Filosofia “Sócrates, Platão, Aristóteles,” também de Anaxágoras de Clazômenas, Empedócles e muitos outros,” importantes nomes da Filosofia que viriam á tona através das bocas de dois Espíritos fenomenais, em plena praça pública de São Paulo, desde as primeiras correntes filosofais, sendo a ética a mais importante de todas e responsável pelo projeto da nova comunidade internacional, no caminho á verdadeira felicidade humana, e os seus métodos conhecidos para se alcançar essa.

    Embora bem antes de Sócrates teve vários grandes intelectuais, que os seus estudos e raciocínios filosóficos ficaram incógnitos á Ciência humana, e se mantiveram remotos das correntes filosofais da época, mesmo com suas análises extraordinárias e fundamentais nas áreas da Física e de outras ciências naturais, onde que simplesmente foram considerados homens de idéias imaginárias, por pensarem ao oposto da metodologia governamental vigente na época, e por não terem como comprovar o seu fundamento, mas realmente nenhum morreu tão dignamente com ares da ideologia como “Sócrates,” qual antes de que ingerisse um cálice de cicuta como condena, daria uma ampla demonstração da verdadeira lucidez, e deixaria claro a utopia de se viver a vida agindo contra as suas virtudes, assim como a necessidade da Filosofia nessa vida, e que seria a mais pura utopia acusá-lo de não acreditar em “Deus” mesmo acreditando e disseminando coisas de Deuses, enfim da imprescindível reflexão sobre o seu “eu,” e pode se dizer que ele seria a “mosca na sopa,” um inseto que cutucava a sociedade e os induzia á indagar-se se seriam o que pensavam ser, porém eu diria que a sua morte só tornou mais visível a contradição vigente entre as relações permanentes da sociedade de um tempo, e a real verdade ou ideal.

    Mas o primeiro filósofo de Atenas era natural da Ásia Menor e chamava-se Anaxágoras, que uma das tantas coisas de que falava seria que o Sol não era um Deus mas sim uma massa incandescente maior que a península do Peloponeso, mas como conseqüência do Sol na época ser considerado um Deus, aos seus 40 anos teve que deixar mais uma vez a cidade, acusado de ateísmo, acredita?

    Porém Anaxágoras divergia da idéia de que terra, ar, fogo ou água pudessem se transformar em ossos, peles e cabelos, pois acreditava que a natureza seria constituída e composta por uma infinidade de partículas minúsculas, invisíveis aos olhos humanos e que tudo poderia ser dividido em partes ainda menores, mas que ainda na menor das partes existiria um pouco de tudo, assim se pele e cabelo não poderiam surgir de alguma outra coisa, então eles deveriam estar presentes também, no leite que bebemos e na comida que comemos.

    Anaxágoras também pensava, que uma certa força seria responsável pela Criação e comportamento da espécie humana, assim como toda forma de vida, e essa força á intitulou de inteligência, o que contemporaneamente denominamos moléculas.

    Ou então como Parmênides de Eléia, que se recusou á aceitar toda e qualquer forma de transformação, e quanto mais analisava a sua teoria ficava mais convicto de que de certa forma ele estaria com a razão, ao não aceitar que alguma coisa poderia transformar-se em algo diferente, e pode se dizer que fora muito corajoso de sua parte, pois se negaria á enxergar o que todos podiam ver facilmente, afinal basta que se foquemos nos efeitos naturais para que atingimos o pleno conhecimento das ocorrências ou seja observando simplesmente a natureza em transformação, qual possivelmente deve ter sido considerado lunático e servido de atração para muitas pessoas na época, ou seja Parmênides só acreditava que tudo que existe sempre existiu, embora não acreditava nem quando via, e insistentemente alegaria que os sentidos nos forneciam uma visão enganosa do mundo, uma visão que não estaria em conformidade com o que nos dizia a razão, e acreditava também que como filósofo a sua tarefa maior implicava e consistia em desvendar e descrever, todas as formas de ilusão dos sentidos.

    Assim como Parmênides também viveu Heráclito de Eféso na Ásia Menor, qual assegurava que as constantes transformações seriam justamente a característica fundamental da natureza, e pode se dizer que ao contrário de Parmênides, ele confiava bem mais nos sentidos, qual sempre dizia:

    – Tudo flui, tudo está em movimento e nada dura para sempre, e por essa razão não podemos entrar duas vezes no mesmo rio, isto porque quando entro pela segunda vez no rio, tanto ele quanto eu já estaremos mudados.

    Mas pode se dizer que Heráclito acreditava que em todas transformações e opostos haveria uma unidade, um todo subjacente á tudo que ele chamava de “Deus” ou de logos, palavra originado do Latim, e talvez nunca houve tamanha discordância entre dois filósofos como Parmênides e Heráclito, a razão de Parmênides se refere á que nada possa mudar e que por isso mesmo as impressões dos sentidos não seriam dignas de confiança, enquanto a de Heráclito deixava claro que a natureza estaria em constante transformação e que tudo fluiria, assim como as impressões dos sentidos seriam confiáveis, e sendo assim ou nessas condições a Filosofia nunca chegaria á um acordo, mas…

    Empédocles se encarregaria dessa tarefa ao mostrar para ambos que teriam razão em uma das suas afirmações, porém estariam redondamente enganados em outra, para Empédocles a origem da discordância se baseava no fato que ambos adotaram como argumento principal, a tese irredutível de que haveria apenas um elemento básico, se isso fosse verdade o abismo entre o que a razão nos diz e o que nossos sentidos percebem seria intransponível, segundo Empédocles constatou.

    Qual chegou á conclusão da noção, de que um único elemento primordial seria responsável por todas as transformações teria que ser desarticulada ou refutada, pois nem a água assim como o ar poderiam se transformar em alguma coisa, e que portanto seria impossível a natureza produzir algo á partir de um elemento básico, baseado nisso ele acreditava que a natureza se constituía de quatro elementos básicos chamados por ele de raízes, que seriam a terra, o ar, o fogo e a água, quais quando algo vivo morre novamente se separariam e poderiam ser percebidas á olho nu nas formas naturais que constituíam, para que um dia se combinassem novamente.

    Mas Empédocles teve mais êxito ao elucidar, que o mundo seria inevitavelmente composto por mais que apenas um elemento básico, e com isso tornando possível as transformações da natureza, mas sem que alguma coisa pudesse realmente se transformar por si própria, e acreditava que assim como todas as coisas da natureza também nossos olhos seriam compostos de terra, ar, fogo e água, e se Empédocles acreditava que o amor unia as partes para formar o todo, e somente após ele provar que a transformação da natureza surgia da combinação de quatro raízes, que ao final se separavam e retornavam aos seus estados naturais, por isso que na natureza atuavam duas forças que os chamava de amor e disputa, sendo que o que unia as coisas era o amor e os separaria seria a disputa, qual diferenciava o elemento e a força.

    - E Demócrito expôs ainda outros aspectos para reflexão, ao afirmar que tudo aconteceria mecanicamente ao oposto da tese de Empédocles e Anaxágoras, ele divergia das interferências espirituais sobre a vida, além de não acreditar que o homem possuísse uma alma imortal, e assim se fazia as mais variadas divergências até que chegasse o surgimento das ciências médicas óbvias, quais haviam sido fundadas por Hipócrates natural na ilha de Cós por volta de 460 a. C. E segundo asseguraria, que o meio de prevenção mais eficaz seria a moderação do ser e um modo de vida saudável, pois a saúde significaria a condição natural do homem e o surgimento de uma doença significaria que a natureza havia saído dos trilhos devido á um desequilíbrio corporal ou espiritual, qual já dizia:

    – O caminho para a saúde do homem está na moderação, na harmonia e na mente sã, em corpo são.

    E aquilo estaria tomando dimensões de um fascículo oral, através das bocas daquelas criaturas paranormais e indiscutivelmente “diferentes” numa versão mirabolante, se visto por olhares ingênuos e humanos é claro, quais reiniciariam á conversar de maneira tão envolvente, que o mestre decidiu abrir uma “conexão espiritual” com um filósofo ancestral para que eu o intercedesse, e após descrevesse essa experiência em um livro, afinal no lugar em que estávamos isso seria muito perigoso por ser de um tempo ancestral ao nascimento do Salvador, e nessas condições os Espíritos do mal também teriam o livre-arbítrio de disseminação, mas ali seria em nosso mundo e estaria tudo bem, caso não fosse inconscientemente logrado por um estudante inocente, qual estava indo para a escola mas exatamente no momento da passagem de planos de realidades acabaria parando, e com isso atraindo para si o Espírito, ao simplesmente responder uma pergunta que o mestre havia o feito, relacionado á Filosofia da Grécia antiga sobre “Alexandre o grande,” o que acabaria influenciando no propósito do mestre e distorcendo o desígnio do Espírito, e por fim tornando equivocada a invocada, e o Espírito incorporaria no corpo do raquítico e inocente jovem, que apenas sucumbia ao poder do Espírito, que por sua vez controlaria todos os comandos intelectuais e mentais do rapazinho, que se vira em reais apuros devido a impecabilidade lingüística e filosofal daquela criatura sensacional, que havia o incorporado, mesmo que inconsciente, ou qualquer traço de lucidez, além da impetuosidade comportamental no mínimo inédita ou rara, mas essa não estaria sozinha na elucidação das bases e origens da Filosofia, mas sim acompanhada da mais desconcertante fonte inesgotável do conhecimento, á que atendia pelo nome de mestre e transcendia á toda “Força Sobrenatural,” por ser a base dessas nesse mundo, e se revelava o “intercessor dos mundos não paralelos,” qual numa demonstração de entendimento pleno dilataria a luminosidade do Espírito, e lhe faria sentir-se em casa com tamanha compreensão dos sentidos e atos do Espírito, originados das “regressões espirituais” sofrida por todos os espíritos dos mortais, quais sofrerão á medida da intensidade e necessidade de “purificação espiritual” da alma, mas áquelas alturas o mestre já havia incorporado o “Pai da Filosofia” e encenaria como fosse o próprio “Sócrates,” em cima de um carrinho de cachorro-quente que serviria de mesa do júri, e nós, eu e o povo seríamos o corpo de jurados atenienses, e presenciaríamos uma performace fenomenal digna dos monstros do palco, onde o mestre no papel do “Pai da Filosofia,” que na verdade seria um homem baixo, careca e gordo, feio de doer, filho de escultor e parteira que ganhava a vida nos palcos de um teatro, ao contrário do que aparentava pela sua sabedoria, levando as pessoas á refletirem se seriam o que pensavam ser, mas que ao final acabaria sendo condenado á morte por ter colocado sob análise e a incerteza certos pudores tradicionais, e disseminar explicitamente a utopia em se manter convencido de que “sabe mesmo sem saber,” ou satisfeito com os seus próprios conhecimentos e as noções á que estariam condicionados habitualmente, mas na tentativa de revelar-lhes o tramite do verdadeiro conhecimento fora calado para sempre, nos deixando uma imagem de coragem da responsabilidade pedagógica, e que não devemos nos omitir como verdadeiros filósofos, nem que para isso teremos que dar a última gota de sangue, como Sócrates que acabara morrendo dignamente pela verdadeira Filosofia.

    Embora isso tudo no próximo fascículo, hoje me elucidaria de como tudo se dera início e as dificuldades de compreensão que a sabedoria tivera que enfrentar para provar a sua própria existência, assim como o “mundo em que vivemos” já fora considerada uma abóbada.

    Mas o fato é que ainda pretendiam falar da idade média com as falcatruas ocidentais, quando na verdade fora o mundo asiático o inventor, e mais uma diversidade de conhecimentos que foram distorcidos, ao ponto de esquecer do horário do vôo, caso eu não vos lembrasse, e mesmo que depois fosse elaborado uma distorção mental que faria tudo e todos esquecerem completamente, de tudo o que viram e escutaram como nunca esqueceram nada assim na vida, o que seria um trunfo divino universal, para manter intacto e incógnita a passagem entre os mundos não paralelos, e assegurar a Supremacia das Leis Divinas Universais, o mestre agradeceria explicitamente o povo pela maneira em que o acolheram, e se despediria dizendo que ele e o seu parceiro que seria eu, teríamos que andar á velocidade do pensamento.

    O que só daria tempo suficiente caso fossemos de carro, segundo eu pensava, embora ainda estaria por conhecer aquela pessoa que me ensinaria á invalidar a deficiência, ao me induzir á caminhar perfeitamente e subitamente como nunca havia conseguido até então, nem mesmo quando era perfeito, e por instantes eu poderia jurar estar andando á alguns centímetros mais alto que o chão, aquilo seria como que sentisse-me envolto por uma espécie de campo protetor, que mantinha-nos imunes ao mundo, embora tudo nada mais me seria que o poder de minha própria mente, mas até aquele momento não me seria possível fazer essa compreensão, devido as emoções que havia passado e seria demais para a minha cabeça, ao presenciar e sentir estar em outros mundos, mesmo estando nesse, e dialogar ou divergir com seres “diferentes” e fantasmagóricos, inclusive no meu mundo, e nessas condições dialogamos sobre os mais variados sistemas, alguns incógnitos ao meu entendimento até então, como… é possível ver o mesmo mundo, apenas com olhos “diferentes,” e que muitas vezes apenas seriamos influenciados por poderes que interagem ocultos aos olhares ingênuos e humanos, que lhes serão impregnados em mente desde os primeiros instantes de consciência, e nos envolvemos por inteiro á esse sentimento, que se instaurou em nosso mais profundo interior e escravizou nossas almas, mas certas mentes que transcendem como a que vos escreve certificou-se de que deveríamos dar ênfase á essa idéia, da elaboração de análises das condições humanas sob os mais variados aspectos, intelectuais e mentais ou culturais e espirituais, o que me levaria á redescobrir-me á próprio e minhas magnitudes da essência, (ê) assim como acredito que lhe ajudará também á redescobrir-se á si próprio leitor, nesse momento encantado em que desenvolverá o intelectual lendo, mas… voltando ao assunto…

    E… incrivelmente chegaríamos até adiantados no aeroporto, onde eu conheceria pessoas especiais e reveríamos conceitos sobre a nossa origem brasileira, mas tolamente me complicaria e colocaria tudo á perder mais uma vez, embora novamente ele me surpreenderia ao resolver-me mais esse problema, que próprio teria arrumado pela simples ausência da cautela e sabedoria, mas passado isso quando o mestre já havia embarcado, me dirijo para ir embora e rodo alguns quilômetros, mas o meu automóvel começa á me enviar sinais de que me deixaria na estrada, caso eu continuasse, e com isso o estaciono em um posto de combustível e me dirijo á rodoviária, onde pegaria dois ônibus, um para a capital do meu estado Curitiba Pr, para após pegar outro em direção de casa, em qual estaria e aconteceria algo mirabolante, como áquelas alturas já me estaria sendo um praxe.

    Porque quando nos aproximávamos de nosso destino, desanda uma tempestade terrível que chego acordar e prever o que iria acontecer, que fico em estado de choque interior profundo, e mesmo que estivesse sentado nos últimos bancos como por hábito, pensava em aconselhar o motorista para encostar em um posto e esperar a chuva diminuir, mas decido por me contornar dentro de meus parâmetros de existência, e num complexo da inconveniência resolvo por me conter e não vou falar nada, mas de… repente se realizaria meus temores, apenas lembro-me da chuva que ainda caia e de inúmeros corpos incompletos pelo chão, e eu ajoelhado olhando para o céu e indagando ao Senhor, por que?

    Bom… mas finalmente havia chegado em casa, e daria ênfase á nova velha rotina de minha vida sedentária, porém harmoniosa e constituída de condições íntimas e peculiares, pertencentes ao meu raio de alcance e consciência, lugar esse que transborda harmonia e intensamente propício para uma longa e prazerosa noite de sono, á que no mínimo teria direito segundo pensava eu, porém outra vez estaria redondamente enganado, pois passaria a noite mais turbulenta de minha vida, em que acordei todo molhado de suor e assustado comigo mesmo e de meus novos poderes telepáticos, para só após esse choque de identidade, refletindo comigo mesmo em frente o espelho me fora possível fazer uma compreensão ao todo, quanto ao que me estaria acontecendo, e o que ele queria dizer quando me havia dito que daquele momento em diante não mais teríamos que encontrar-se, á menos que desejássemos, devido a absoluta desnecessidade disso e para que não me preocupasse com isso, aquilo que no começo seria ocasional esses nossos encontros eventuais, seria para que eu nunca pudesse expor ao sensacionalismo as profecias que me eram ditas, através de ensinamentos que me eram dados nesses nossos encontros imprevisíveis, agora seria necessário apenas focar-lhe o pensamento que se comunicaríamos através da telepatia, mas… se falando intelectualmente, eu aprenderia á usar o poder da própria mente e lhe intercederia no meu subconsciente através de sonhos, que de tão reais que me eram chegavam á iluminar os horizontes e clarear todo o quarto, mesmo estando com os olhos fechados, e me faziam sentir estar nos caminhos da luz, e por fim as minhas noites voltariam á ganhar novas emoções! Isso tudo no próximo fascículo, aguarde!

  50. Marco -

    Boa noite, Carolina.

    Obrigado pelo blog e pelas opiniões profissionais. No geral, minha tendëncia é concordar com suas assertivas, até por quë vëm de alguém experiente do mercado. Devo, no entanto, fazer algumas ressalvas que julgo importantes para toda esta gente interessada em escrever e ilustrar seus próprios trabalhos. Algumas vezes a ilustração é continente à obra e o texto e os desenhos são um só corpo, são criados através de processos associados. Isto quer dizer que há muitas obras – principalmente no mercado editorial infantil e juvenil estrangeiro – em que o projeto gráfico é, tambem, um discurso literário. Este tipo de apropriação do espaço gráfico como pertinente à grafia tem mais de 100 anos, pelo menos como um artifício regularmente usado por escritores, grandes ou não tão importantes. (continua…)

  51. Marco -

    (… continuação) Appolinaire, meu querido Mallarmé, os Dadás, os concretistas, neo-concretistas, os praxis etc sempre apoiaram suas obras no papel não apenas como suporte, mas como um vocabulário escondido, secreto, às vezes. Hoje há centenas de livros infantis cujos suportes gráficos são tão importantes (ou mais, até) que a grafia. Naturalmente eu tenho que convir de que falo em excessões à regra, porém,ainda que excessões, não são tão raras assim. Não tenho intenção nenhuma em tentar desautorizá-la, ao contrário, falo como colaborador, gostaria que meu depoimento enriquecesse seu blog. Crianças, sabemos, são seres muito visuais e deliciosamente impertinentes em método de cognição; não fosse assim e os desenhos animados que eles mais amam não seriam tão caóticos e, por vezes, incompreensíveis para adultos mais rígidos. Portanto, àqueles que tëm talento ou uma boa dose de autocrítica, sugiro que váo me frente com seu trabalho. Se for bom, rola. É o que tenho a dizer…ou pelo menos um pouco daquilo que gostaria.
    Byes,
    Marco

  52. Marco -

    EXCEÇÕES, EU QUIS DIZER EXCEÇÕES….!!!!!!!!!!!!! AAAAAAAAAAAAI! Estou com um dedo quebrado e ditei para minha tia ( que adoro, mas tropeça no portuguës) e só vi depois que o ato havia sido consumado!
    Ai, meu Deus!
    EXCEÇÕES,EXCEÇÕES,EXCEÇÕES,EXCEÇÕES,EXCEÇÕES,EXCEÇÕES,
    EXCEÇÕES,EXCEÇÕES,EXCEÇÕES,EXCEÇÕES,……………………………….ciao

  53. Patrick Aguera -

    O cara publicou um livro ali encima, rsrs.
    Bom, vou divulgar o site colaborativo de notícias e entretenimento http://www.olhonofoco.com

  54. mariana s lopes -

    Oi! Gostaria de publicar um livro mas estou sem ilustrador, conhece alguém que esteja interessado em ilustrar? São 150 ilustrações artísticas(interpretação, gostaria de fazer uma parceria mas não sei bem como funciona, estou muito perdida, fico muito agradecida se puder dar um toque.rs

    Abraço

  55. Karin Flores -

    Olá, Carolina.

    Gostaria de agradecer todo o carinho que você tem voltado aos leitores do seu blog. Além das dicas prá lá de úteis, você também se preocupa em responder a todos, cada qual com sua devida atenção. E isso, faz toda a diferença!

    Muito obrigada!

    Karin Flores

  56. Carolina Vigna-Marú -

    Júlia,
    Artes visuais.
    Publicidade não é bem isso, não.

    Boa sorte!

    PS: Perdoe-me pela demora em responder. Este semestre foi muito complicado e só estou colocando em dia as respostas pendentes agora.

  57. Carolina Vigna-Marú -

    Michel,
    Conheço muito pouco o mercado religioso, mas até onde me parece, vc leva o maior jeito, boa sorte!!!

    PS: Perdoe-me pela demora em responder. Este semestre foi muito complicado e só estou colocando em dia as respostas pendentes agora.

  58. Carolina Vigna-Marú -

    M. W.
    No seu lugar, eu dividiria. Mandaria cada página em uma página separadamente mesmo…

    PS: Perdoe-me pela demora em responder. Este semestre foi muito complicado e só estou colocando em dia as respostas pendentes agora.

  59. Carolina Vigna-Marú -

    Não tenho a menor idéia de como responder a isso, desculpe.

  60. Carolina Vigna-Marú -

    Marco,
    Sim, é óbvio que o discurso gráfico também é um discurso.
    Os artigos do Carreira Solo procuram ser voltados para o mercado e não para linguística. E, falando de mercado, existem MUITOS profissionais competentes capazes de ilustrar um mesmo texto dignamente, não apenas o autor. E muitas editoras preferem trabalhar com determinados profissionais.
    Abs

    PS: Perdoe-me pela demora em responder. Este semestre foi muito complicado e só estou colocando em dia as respostas pendentes agora.

  61. Carolina Vigna-Marú -

    150?
    Hmm… A média de ilustrações em um livro infantil é de 20 ou 30. Parece-me um pouco fora, não?
    Vá na seção Galera Solo aqui do site e procure profissionais que vc julga terem um traço condizente com o seu texto, entre em contato e peça um orçamento.

    Boa sorte!

    PS: Perdoe-me pela demora em responder. Este semestre foi muito complicado e só estou colocando em dia as respostas pendentes agora.

  62. Carolina Vigna-Marú -

    Karin,
    Obrigada!
    Gostaria mesmo de estar mais em dia com os comentários. Este semestre acabou comigo. Estou com tudo atrasado: comentários, artigos…
    Abração.

  63. Horácio Medeiros -

    Olá Carolina
    Sou Médico cirurgião, ensino Medicina e Arte no curso médico e estou no doutorado defendendo tese em Educação. Está é uma disciplina bastante nova nas grades curriculares. Sempre desenhei e sempre registrei minhas idéias no papel. Publiquei um livro em uma editora local, durante a feira do livro da minha cidade. Gostaria de levar adiante e publicar outros textos que tenho guardados. ( literatura infantil)
    Estou investindo em concursos como o João de Barro. O que você acha destes concursos?

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