Vídeos simples, com conceitos cristalinos para exemplificar e tentar entender assuntos complexos. E complexidade me lembrou uma maneira de batizar esta tendência: complexo de criança curiosa. Não à toa o vídeo acima é ilustrado por um pai e um filho. Isso pode até soar mal, se a audiência for só de pais (i.e. experts). Mas é bem interessante e confortável quando seu público é formado por crianças curiosas (i.e. clientes)

Temos exemplos já consolidados como a turma do Common Craft, que montou um negócio ao redor da capacidade de simplificar conceitos. Outra: lembram a fase em que todos os vídeos eram um kinect types?

Letras para lá e para cá formavam conceitos e até mesmo deram origem a um serviço interessante, chamado PREZI, utilizado para montar apresentações tipológicas em uma simpáticas ferramenta online. Nuvem de serviços para montar nuvem de tags.

Fato: a quantidade e oportunidade de criação de informação é tamanha, que precisamos de esforços simplificadores para aqueles que não embarcam no mesmo ritmo que nós mesmos – produtores. Como dizia o tio Ari(stóteles):

Mauro, não há nada tão complexo que você não possa explicar por palavras simples.

Vale como referência para quem vive de explicar complicadas artimanhas técnicas e criativas a seus clientes. Trate-os como crianças curiosas. Com respeito e informação verdadeira.

Fonte: CrisDias