De um lado a ambição eterna do homem de transcender a sua limitação física e transitar no mundo das ideias absolutas. De outro, a capacidade da cultura pop de se adaptar às demandas da sociedade. Em um mundo em que ela dominou a forma como os conceitos são passados, a School of Life defende que filósofos deveriam ouvir mais Katy Perry e, assim, aprender com as suas lições.

E quais seriam as lições que filosofia e cultura pop deveriam aprender uma com a outra?

O Pop transmite suas mensagens com charme e mesmeriza suas audiência. Assim, consegue atingir exatamente seus objetivos, sendo imbatível ao passar suas mensagens. Em função disso é capaz de reunir multidões ao redor de suas mensagens, mais até mesmo do que muitas religiões com milhares de anos de existência .

Outra: é também a reunião de talentos – e que não tem vergonha de utilizar os atores sociais de seu tempo – , para um bem comum. Com isso, vai de encontro ao ideal romântico, daquele criador solitário. O Pop abraçou a coletividade e soube retirar dela todo o seu poder.

Para concluir, foi uma forma de arte que soube como nenhuma outra entender o nosso tempo, corrido e inundado de desvios de atenção. Por isso, passa suas mensagens de forma visual e em poucos minutos. Que, claro, são repetidos à exaustão.

O vídeo da School of Life segue exemplificando o que  cultura pop e filosofia têm em comum. Claro, podemos entender que o vídeo em si é uma peça de cultura pop e que, desta forma, sequestra os conceitos de filosofia e de outras práticas de pensamento.

Mas aí, cabe a você decidir. Confira aí, comente e compartilhe!