Arquivo para o mês de April, 2008

Como fazer freelas para clientes fora do país?

Auf nach China
Creative Commons License photo credit: mackz

O mundo é do tamanho de sua ambição, talento e disposição.

Quando o assunto é trabalhar com clientes fora de seu país de origem, não existe limite. Mas não deixe de começar pelo começo. Seguem algumas dicas:

Inicialmente é necessário ter um portfolio online com no mínimo dois idiomas (Inglês e português, no meu caso) . É interessante que no seu portfolio já conte com alguns trabalhos internacionais, assim fica mais fácil expor seus jobs, que é o próximo passo.

Então, com o portfolio em N idiomas e com trabalhos internacionais, é hora de divulgar o que você faz… uma espécie de promoção pessoal/profissional, mas nada de “faço sites” … é importante ter um foco, um objetivo, e deixar isso claro.. deixar claro onde quer chegar fazendo o que faz.

E por que está oferecendo o que sabe fazer.

Divulgação!

Nesta hora vale tudo: blogs, myspace, facebook, orkut e especialmente sites voltados para freelancers… mas é claro que procurar sempre canalizar os contatos e a forma de abordagem para não parecer spam. Ou seja, ir pelo caminho certo, o caminho onde estão as empresas/clientes que quer comunicar da sua existência.

Amigos, ex-colegas de trabalhos, amigos que moram fora… como já disse, tudo vale. Sempre tem alguém que conhece alguém, que conhece alguém, que conhece outro alguém… Networking é tudo!

Pense em clientes em vez de jobs

Uma vez estabelecido os contatos, é hora de mostrar trabalho e mostrar por que veio… É bom ter um plano de fidelização coerente com os objetivos que quer alcançar.

A idéia é sempre fazer o cliente voltar, e no caso de outsourcing é fazer com que te chamem para muitos trabalhos, e assim tornar-se o “Number #1 Guy” daquilo que você está oferecendo.

Americanos, por exemplo, gostam de especialistas… pois como tudo que fazem por lá, a tendência é industrializar qualquer processo… e ter alguém que sabe fazer muito bem uma determinada parte de algum processo é muito interessante para eles.

É bem provável que você tenha o contato como outsource de uma empresa, ou, de algum agente que faça o meio de campo entre o cliente e você… seriam os requesters

Acredito que se o contato for diretamente com o cliente final exista a possibilidade de lucrar mais.

Calma, vem mais por aí

E aí? O que acharam? Este é o artigo inicial de uma série de três. Vem muito mais por aí. No segundo artigo vamos dar algumas dicas de como receber freelas em moeda estrangeira e no terceiro chamar nossa comunidade para uma discussão importante: é verdade que lá fora pagam mais aos freelas?

Fiquem aí. Voltamos já, já!

Workshop. Pesquisas com Usuário: Técnicas Qualitativas para Levantamento de Dados

O Mestre Robson Santos entre 5 e 7 de maio próximos um Workshop centrado em técnicas qualitativas de trabalho com usuários. Os objetivos são promover o valor da ergonomia e do projeto centrado no usuário e oferecer ferramental para levantamento de dados de usuários.

É uma excelente oportunidade para iniciar seu contato com este tipo de trabalho que, em épocas de Usabilidade a flor da pele é fundamental, ou, se você já é do ramo, atualizar seus conhecimentos com o Robson, que tem dedicado sua vida acadêmica a entender este indivíduo ímpar chamado usuário.

Inscreva-se aqui.

Programa

  • Conceitos: ergonomia, ergodesign e usabilidade
  • Definição de usuários, contextos e tarefas;
  • O que é experiência do usuário?
  • Pesquisa quali e pesquisa quanti: quando usar
  • Observações
  • Inquirições e entrevistas
  • Grupos de foco
  • Outras técnicas

Onde, quando e quanto

  • Unidade Metrô-Carioca da UniverCidade
  • Período: 5 a 7 de maio de 2008, das 13h às 18h
  • Carga Horária: 15 h/a
  • Valor do invenstimento: R$ 150,00

Sobre Robson Santos

Doutor em Design, PUC-Rio, 2006
Mestre em Design, PUC-Rio, 2000
Bacharel em Desenho Industrial, Esdi/Uerj, 1995
Professor Nível Sênior 3 da Escola Superior de Propaganda e Marketing
Professor Adjunto do Centro Universitário da Cidade
Coordenador do Labortatório de Ergodesign e Usabildade para Interfaces
Humano-Tecnologia (LabERGUS)
Consultor e pesquisador em ergodesign e usabilidade de interfaces

Se tudo é ação, nada é ação. Filosofia espontânea em ônibus no Rio.

Outro dia li no twitter que estamos nos transformando em reféns das ações de marketing, seja ela viral, de guerrilha, espontâneo, gerado pelo consumidor ou o que mais inventarem os papas da atividade.

Tudo é ação. E quando tudo é ação…ipso facto…nada é ação. Tudo vira uma grande massa morna e sem forma…chamada barro fundamental, esperando que alguém sopre vida e dite lá os mandamentos.

E, claro, esqueça de contar sobre livre arbítrio.

Sol, suor e cerveja

E hoje, vindo para o trabalho, sol, Rio de Janeiro…ou melhor: lado do sol num a linha comum de ônibus quando, de repente, ouvi o som característico de fita adesiva sendo cortada com o dente…uma, duas, três, quatro vezes… e:


Um acontecimento espontâneo, criado por um representante de venda de uma marca de cerveja, num dia de sol, perto da praia. Enquanto dormia, gerava ele mesmo uma ação quase que genial principalmente por sequer saber o que é uma ação.

Evitei a foto mais detalhada para não delatar o camarada, haja visto que estava usando material da empresa (era um promotor uniformizado) em benefício próprio. E, claro, não o abordei para gravarmos um depoimento porque o cara estava dormindo!

O ponto aqui parece ser a dúvida de um profissional em identificar se estava no meio de uma ação de guerrilha ou de uma simples necessidade pessoal que, por acaso, acometeu um promotor de vendas, mas poderia ter sido comigo (que desligou o mp3 porque o mesmo estava pegando sol e não conseguiu ler o livro que levou), com a madame ao lado, ou com o próprio motorista do coletivo.

Posso quase ouvir a correria pelos corredores das neo-agências de guerrilheiros e viróticos: tendo mil idéias, querendo achar o cadastro de todos os motoristas de linhas que passam no litoral do Brasil, chamar os promotores de vendas para um workshop de como “como colar cartazes” sem serem notados…

Mas ó…

O consumidor, aquele lembra? Um pessoal que compra os produtos…já ouviu falar? Nem se boliu. Olhou, uns mexeram a cabeça em desagrado, outros acharam graça e logo esqueceram e só o maluco aqui levantou tirou a foto e veio caminhando tendo essas idéias.

Como? Era tudo um ação e centenas de promotores estão andando de ônibus o dia inteiro por cidades litorâneas? Bah…

;D

Fonte: Eu mesmo no meu blog sobre produção e consumo de conteúdo que, não por acaso, se chama Contém Conteúdo.

Devo mandar o registro autoral junto com os originais?

Pedro Cruz trouxe a dúvida, eu comentei lá no post, mas como aquilo que serve a um, muito mais intensamente serve a muitos, transformei o comentário em post.

Ele nos pergunta se, ao enviar nossos originais para análise é aconselhável enviar o registro autoral da obra em questão.

Olha, regra geral, fazer isso é bobagem e dá um recado ao editor que você não confia nele, além de parecer um início ruim de relacionamento. Para ajudar a clarear a idéia dos demais leitores aqui do Carreirasolo.org separei alguma dicas bem iniciais que, espero, sejam complementadas por vocês, leitores.

Segurança, confiança e envelopes para todos

  • Para editoras grandes e conhecidas, como Cia das Letras[bb], Rocco[bb], etc, eu nem me daria ao trabalho de registrar a obra antes, a editora mesmo faz isso.
  • É muito comum que a versão a ser impressa fique muito diferente do que o autor considerou na hora de registrar a obra. E aí isso pode ser uma dificuldade para você e para a editora, na hora de registrar a obra como foi publicada (mesmo nome/autor com a mesma sinopse, a BN não vai aceitar).
  • O mais importante é que você se sinta seguro e confiante na hora de enviar o seu original e se registrar antes é importante, registre. Mas guarde com você o registro até o “ok” do editor, aí você apenas o informa. Eu não aconselho a fazer nem isso, entretanto. Existem outras soluções possíveis. Por este motivo, o das inúmeras revisões, edições, copy-desk, etc, normalmente a gente deixa para registrar o livro pouco antes de ir pra gráfica.
  • As editoras não tem nenhum interesse em roubar o seu original e muito menos estão dispostas a jogar a sua imagem no lixo por causa de um livro, mas eu entendo a insegurança de enviar o seu “filho” sem conhecer quem vai recebê-lo.
  • Então, para que você se sinta seguro em enviar o seu original para análise e, ao mesmo tempo, não caia nesse problema das revisões, te aconselho a fazer o que o Sid Field contou[bb] que faz em uma entrevista: envie para você mesmo, em um envelope lacrado, em carta registrada, o seu original. Não abra quando receber. Guarde este envelope. Se precisar, só o abra em frente a um juiz. A data dos Correios vale como prova jurídica. Desta forma, você se protege e ao mesmo tempo não entra em conflito com a editora e/ou com a Biblioteca Nacional.

Resumo da Ópera

Você é um autor seguro, sabe o valor de sua obra e, em uma editora decente, não será roubado. Mas como o seguro morreu de velho, e com alguma poupança na Suíça, custa nada se auto presentear com uma carta semi-anônima, certo?

Estacionamento subterrâneo para bicicletas no japão. Videoteca Carreirasolo#53

Incentivar o uso de biciletas em áreas urbanas não é uma idéia nova, achar locais para que elas fiquem estacionadas, também não. Portanto, a idéia abaixo teria tudo para ser APENAS conectada a estes tempos em que precisamos pensar em emitir menos gases tóxicos.

Contudo, o tamanho da construção e, claro, pela rapidez do robozinho que pega as bikes (em 23 segundos a “magrela” está em sua frente!) surpreendem.

wE4fvwTBtno

Fonte: Blue Bus

O que são Meta tags e como utilizá-las em meus projetos?


Creative Commons License photo credit: hoyasmeg

Depois de nosso primeiro artigo, e em meio a muitos projetos em andamento, chegou a hora de voltar ao mundo do SEO[bb] para falar de uma personagem muito importante: as meta tags. Com a ajuda delas saímos da tempestade que é ser enxergado pelos buscadores, para a bonança do aumento de vendas e audiências.

Mas vamos por partes. Primeiro, às apresentações:

Muito prazer, meu nome é Tag, Meta Tag

Meta Tags são linhas de código HTML, também conhecidas como “etiquetas” e sua função é falar para os robôs buscadores do que se trata o conteúdo do seu site. Nelas você vai inserir as palavras que facilitarão o entendimento dos usuários que estiverem à sua procura, além de informar a qualquer um que veja seu código-fonte que você é o autor do mesmo.

Exemplo básico de Meta Tag:

<HTML>
<HEAD>
<TITLE>aqui vai o Título da página do site <TITLE>
<META NAME=”author” CONTENT=”Nome do autor do site”>
<meta name=”description” content=”Aqui dentro vai a descrição da página ou do site.”>
<META NAME=”keywords” CONTENT=”tecnologia, internet, web, desenvolvimento, seo”>
<meta name=”URL” content=”http://www.seusite.com.br” />
<meta name=”language” content=”portuguese” />
</HEAD>

Vamos detalhar cada item para facilitar

<TITLE > Conhecendo as Meta Tags </TITLE >
Title é onde definimos o título da página do site. Porém, não podemos escrever o que quisermos, temos um limite de 70 caracteres nos resultados de busca para o título de uma página. Ou seja, qualquer coisa além disso ninguém irá ver.

<META NAME=”author” CONTENT=”Nome do autor do site” >
Serve para definir o autor da página. Alguns buscadores têm a opção de busca por autor, por isto esta meta é importante. Não deixe de utilizá-la sempre.

<meta name=”description” content=”descrição da página” / >
Define a descrição da página no buscador. É através dessa meta que você vai falar ao buscador do que se trata seu site. Utiliza no máximo 255 caracteres, além disso não servirá para nada.

<meta name=”keywords” content=”tecnologia, internet, web, desenvolvimento, seo” / >
Inclua nesta tag o maior número possível de palavras que tenham a ver com seu site. Não repita palavras e tente utilizar sinônimos, além de nunca quebrar uma linha de palavras-chave, pois o código será considerado um erro e será ignorado pelos robôs. Utilize quantas meta tags keywords você precisar, o ideal seriam de 20 a 60 palavras, mas fique à vontade para colocar as todas necessárias.

Sempre separe as palavras com vírgula e declare todas elas em letras minúsculas - alguns buscadores têm problemas com letras maiúsculas e podem ignorar seu site. Você pode incluir os termos no singular e no plural (palavra, palavras). No caso de acentuação, ignore-as ou utilize os caracteres acentuados em HTML (”manutenção” fica “manutencao” ou “manutenção”).

Cada buscador trabalha de forma única, é preciso estudar e entender a forma que cada um trabalha a fim de obter um melhor resultado em todos eles.

<meta name=”URL” content=”http://www.seusite.com” / >
Mostra aos buscadores qual a url principal do seu site.

<meta name=”language” content=”portuguese” / >
Define a linguagem da página do seu site. Esta meta é muito importante para que seu site apareça na busca pela linguagem correspondente, caso contrário, sua página só terá chances de aparecer na busca geral.

<meta name=”copyright” content=”seus direitos autorais” />
Se você é um desenvolvedor web, não pode esquecer essa tag: ela define o nome do desenvolvedor e seus direitos sobre ela.

<meta name=”robots” content=”INDEX, FOLLOW” / >
Esta meta é muito importante para qualquer site, pois define se o buscador pode indexar sua página, clicar nos links e catalogar as imagens que existem em seu site. Por isso é importante o ALT nas imagens. Esse código pode ter diversas variações, veja:

* INDEX = informa ao robô que a página pode ser catalogada
* FOLLOW = informa ao robô que ele pode explorar a página
* NODINDEX = informa ao robô que ele não pode catalogar a página
* NOFOLLOW = informa ao robô que ele não pode explorar a pagina
* NOIMAGEINDEX = informa ao robô que ele não pode catalogar as imagens da página
* NOIMAGECLICK = informa ao robô que ele não pode explorar os links nas imagens
* ALL = informa ao robô que ele tem todas permissões na página
* NONE = informa ao robô que ele não tem permissões na página

Importante: A indexação das páginas ou seguimento de link são feitas automaticamente pelos buscadores sem você precisar usar as opções index e follow, mas nada impede que você coloque isso para reforçar essa opções.

<meta name=”revisit-after” content=”5 days” / >
Informa ao robô de quanto em quanto tempo a página é atualizada. Quanto menor o tempo de atualização maior o page-rank da página.

Caso você não atualize a página dentro do período pré-determinado, o buscador “exclui” a página do banco de dados. Devo dizer que isto é a teoria, mas felizmente isso não tem ocorrido. Fiz alguns testes e na prática isso não ocorreu. Lembrando que atualização dinâmica não vale para o robô.

<meta name=”reply-to” content=”seu@email.com.com” / >
Serve para informar ao robô para qual e-mail devem ser enviadas perguntas, respostas e comentários sobre a página/site.

<meta name=”document-class” content=”Completed” / >
Serve para informar ao robô a classe do documento.

<meta name=”document-classification” content=”Internet Services” / >
Serve para informar ao robô a categoria do documento.

<meta name=”document-rights” content=”Public” / >
Informa ao robô os direitos do documento (se é public, private, internal…)

Ex. Se você quer deixar uma seção privada e não quer que o robô a exiba nas buscas, coloque essa tag na página.

<meta name=”document-rating” content=”General” / >
Serve para informar ao robô a classificação da página quanto a idade. Confira o exemplo abaixo:

* General = padrão para todas as idades
* Mature = somente para adultos
* Old 14 years = para maiores de 14 anos (este atributo é devido a lei americana de proteção online para criança menor de 13 anos)
* Safe for kids = para crianças

No Brasil não costuma-se utilizar esse tipo de classificação, mas o correto seria. Então seja legal e use isso para facilitar as ferramentas de proteção a classificarem seu site.

<meta name=”document-state” content=”Dynamic” / >
Serve para informar ao robô se a pagina é dinâmica (jsp, aspx, asp, php,) ou até mesmo estática. Nesse caso as páginas html também podem ser dinâmicas, se tiverem a interferência de scripts baseados em tecnologia server-side.

<meta name=”document-distribution” content=”Global” / >
Serve para informar ao robô a distribuição do documento (global, regional, internal).

<meta name=”cache-control” content=”Public” / >
Serve para informar ao buscador se a página pode ser armazenada em cache. Se sua página sofre constante atualização evite usar essa tag, já que o cache pode ficar desatualizado no buscador.

<meta http-equiv=”Expires” content=”Thu, 01 Jan 2009 00:20:00 GMT” / >
Serve para informar ao sistema que dia a página deve expirar, se não for deletada antes.

<meta name=”Target” content=”_self” / >
Serve para informar ao navegador qual deve ser o destino padrão para os links da página. Isso vale para quando você não coloca o destino em seus links. Por padrão o navegador vai adotar o que estiver dentro desta tag, mas ela não inibe a ação de link que você tenha colocado.

Ex. Se você colocou em um link outrapagina, mesmo que o parâmetro de meta tenha sido definido como “_self”, o link o qual você fez abrirá como _blank. Nesse caso assume a sua definição de link e não a padrão de página.

<meta http-equiv=”Content-Language” content=”PT-BR” / >
Serve para informar ao navegador em qual idioma está o conteúdo atual da página. Se seu site tiver 2 ou 3 idiomas, separe cada idioma em htmls diferentes e classifique a tag dessa forma, pois caso contrário o google somente edificará o idioma principal.

<meta name=”Publisher-Email” content=”seu@email.com.com” / >
Serve para informar o e-mail de quem publicou a página. Nesse caso se você é o desenvolvedor coloque seu e-mail.

<meta name=”Contributors” content=”Robson Marquesin e Equipe” / >
Serve para informar quem são os publicadores da página, em geral, a equipe que está batalhando no dia-a-dia.

<meta name=”Page-Topic” content=”seo” / >
Serve para informar o tópico principal da página.

Ainda vem mais coisa por aí!

É pessoal, por hoje é só. Na próxima parte falaremos sobre a Semântica no Código HTML, o que é fundamental também para a indexação do site nos buscadores. Até a próxima.

Ah, sim: mandem suas dúvidas por e-mail e ou comentários à vontade.

Bruno Neves - Designer Gráfico & Web Designer

Dias após publicarmos por aqui o post Como montar seu portfólio online, recebo via e-mail o aviso de que Bruno Neves havia colocado no ar a versão 5.0 do seu. Acompanho o trabalho do Bruno há um tempinho e não poderia deixar de prestigiar esse que considero ser o Mestre dos Portfolios.

Muito mais do que uma lista de trabalhos, prêmios e um lugar para você publicar seu CV, no entendimento de Bruno, o portfólio é uma experiência. Não vou estragar a surpresa. Aconselho antes da leitura da entrevista na Galerasolo, clicar e entrar para o time de quem já viu este belo trabalho:

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Como montar meu portfólio online?

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Como faço para trabalhar de fotógrafo freelancer numa revista internacional?

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Onmashups publica pesquisa de opinião

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