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Fundamentalmente o que esta nova categoria de produto faz é colocar o usuário definitivamente no controle, sem objetos (mouse, teclado) entre ele e o conteúdo, que passa a ser um item lúdico em sua relação com o mundo da informação digital.
O Surface faz um pouco mais, reconhece objetos (câmeras, celulares, ipods...tá, tá...zunes), possibilita que várias pessoas interajam com a mesma informação e é lindo demais.
Uma boa jogada foi, no momento, não lançar "home editions" do produto, focando em espaços públicos como lobbys de hotel, restaurantes, cassinos e lojas de celulares. Quer atalho mais rápido para gerar escala do que inocular o vírus do "quero isso em minha casa"? O preço sugerido é de US$ 10 mil em até cinco anos. (Relaxa brazuca, por aqui a coisa demora)
Desafios
Aqui do lado de criadores de produtos, serviços e idéias, acredito, temos uma oportunidade e tanto de gerar conteúdo para este tipo de plataforma. Tecnicamente a coisa toda roda num pentium duo, com 2 gigões de ram e um windows vista. E mais: como lê os objetos que sobre ele são depositados, todo e qualquer tipo de interação pode acontecer. Isso sem falar na indústria de games, de relacionamento, nos médicos que podem dar aulas, nas palestras, na edição de vídeo, na montagem de revistas (papel) e todo material gráfico, a coisa vai longe.
Alguém arrisca em quanto tempo?
Informação adicional
- Matéria na Popular Mechanics
- Microsoft Surface Confirmed: Touch-Sensitive, $10k, Minority Report Table
- Microsoft hopes 'Milan' table PC has magic touch
- Microsoft Surface Virtual Pressroom
- Microsoft surface: interactive multi touch tabletop computer revealed
- Perceptive Pixel, outro player deste futuro mercado