Com evolução da web, a Application Programming Interface (API) virou, em primeira instância, instrumento facilitador na vida dos desenvolvedores. Indo mais a fundo, a API permite estender e potencializar o uso de determinados serviços, associando-os a outras plataformas, sem que seja preciso uma integração profunda - tudo pode ser feito através de códigos simples.
Para negócios que estão começando (startups) ou mesmo para profissionais freelancer, onde verba e recursos são controlados, a API pode ser uma grande aliada, pois além de ser um mecanismo mais simples, contribui para o crescimento do seu negócio, tornando-o mais completo.
É possível incorporar o Twitter Cards no seu e-commerce, por exemplo, incorporando em suas publicações detalhes de determinado produto da sua loja, através da API do Twitter. Ou mesmo, obter mais informações a respeito do seu público, proporcionando maiores ações de divulgação do seu produto ou serviço a partir de mecanismos de geolocalização com a API do Foursquare.
O interessante é compreender que a aquisição de novos hábitos não implica no detrimento dos velhos. Na verdade, a API permite que eles trabalhem juntos. A integração acontece quando se insere funcionalidades e recursos novos em um cenário que já é conhecido, eliminando o tempo de adaptação. E, quanto mais intuitiva e limpa (características que justificam o sucesso de softwares de gestão como o Runrun.it, por exemplo) a aquisição, melhor!
- O que você pode fazer com uma API?
- Criar tarefas específicas, com prazo determinado e contagem de tempo automática ao invés da antiquada OS (ordem de serviço)?
- Enviar para o sistema de controle financeiro ou de ponto quantas horas o colaborador trabalhou no dia em cada projeto e tarefa?
- Permitir que clientes montem relatórios customizados a partir de dados do sistema?