Meu nome é Bianca Cristaldi e sou ilustradora. Isso significa que, ao contrário das outras crianças, quando cresci eu continuei desenhando. E adoro o que faço!
Minha trajetória começou no Rio de Janeiro, onde nasci e vivi com meus pais somente até os cinco anos. Depois disso, nós nos mudamos para Curitiba, que afinal acabou sendo a minha cidade.
Em 2005 eu iniciei minha graduação em Artes Gráficas, no antigo CEFET e atualmente Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Assim que me formei, em 2009, entrei na Universidade Federal do Paraná para cursar Letras.
Trabalhei com Design Gráfico desde a faculdade, mas foi somente em 2010 que iniciei minha carreira como ilustradora. Hoje, felizmente, vivo do desenho.
Apaixonada por quadrinhos que sou, eu ainda possuo uma veia voltada para a arte sequencial e pretendo ainda publicar algo meu. E para dar continuidade ao sonho, comecei em 2011 a Pós-Graduação em Histórias em Quadrinhos, Ilustração e Publicidade, na Organização Paranaense de Ensino Técnico – OPET.
O meu estilo varia – e varia bastante! -, mas no geral, fico mais no cartum e nas ilustrações infanto-juvenis.
Dê uma olhada no meu portfólio, veja o que acha.
Vai que você gosta e a gente se entende?
Sou Daniel Romanenco, ilustrador. Sou formado em Publicidade e Propaganda pela ESPM. Fiz alguns trabalhos para agências de propaganda em Porto Alegre e outros para intervenções urbanas nas ruas da cidade, no qual fizeram bastante sucesso.
Domino diversas técnicas: ilustração digital com photoshop e ilustrator; e ilustração tradicional com aquarela, nanquim, tinta acrílica, pastel a óleo, 6b.
Nascido em Niterói, Rio de Janeiro, Manuel Izidro Dos Santos desenha desde a infância, criando personagens e caricaturas entre os amigos. Em 1998, ingressou na carreira profissional, desenhando para jornais como o Correio do Norte de Rondônia, Folha de Itaquera, Jornal Hoshi fazendo charges e tiras diárias. Trabalha como ilustrador e animador da Voxcards, UOL e atualmente é ilustrador da Luxmundi.
Porque faz freelas
Eu faço freelas pra pagara as contas! Hehehehe
Venda seu peixe
Caricaturista/cartunista selecionado entre os melhores trabalhos enviados para o Salão Caragoler (Espanha), selecionado entre as 20 melhores tiras no Salão de Humor de Paraguassu e recentemente selecionado em Caricatura e Cartum no Salão Carioca de Humor 2008 e no Salão de Humor de Volta Redonda nas categorias caricatura e quadrinhos.
Loading ... Homem de Ferro (EUA – Marvel Studios – 2008 – Jon Favreau) é, sem sombra de dúvida, a melhor adaptação do universo de HQ até agora. É ágil, enxuto, engraçado, violento, bonito. Tony-DowneyJr-Stark nasceu para o papel e Gwyneth Paltrow me faz pensar como é feliz Chris Martin que depois de fazer um show a encontra em casa, enfim, dizendo “Calm Down, baby…I´ll Fix You”. ;D
Antes de começar a escrever esta rápida resenha, dei uma volta pelos blogs e sites especializados e posso garantir que assino embaixo de tudo o que está publicado por lá, com destaque para o Especial Homem de Ferro do Omelete, que tem se firmado como a referência em termos de cultura pop no cenário da internet brasileira.
Digo isso porque sendo o Subsolo esta seção de referências que é, vez por outra precisamos sair do formato tradicional e apontar algo que some a voz corrente. Neste caso, sobre o Homem de Ferro, gostaria de falar sobre…
…o show do lado de cá
Um dentre os muitos méritos da versão cinematográfica de Homem de Ferro está do lado de cá da tela. Na sala onde estava pude contar pelo menos dez casos como o meu: pais trintões levando suas famílias para ver o “gibi que o pai lia quando era criança”. As mães reclamando “ai, quanta violência”, os pais, adorando: “Noosssaaaaa” ou “Olha lá o Stan Lee, ele sempre dá um jeito de aparecer”. E os filhos…
…bem, a moleacada desta vez tomou conhecimento do que vem a ser um alter ego bem interpretado. Sim, porque em adaptações anteriores, seja o emo-Peter Parker, o pastelão-Reed Richard ou o Shrek-Hulk; autores e diretores miraram num público neo-adolescente que quase ou nada teve de contato com os dilemas sessentistas-setentistas, fonte de grande parte dos roteiros dos gênios Lee, Jack Kirby e sua turma.
Homem de Ferro, não à toa a primeira produção assinada integralmente pela Marvel Studios, parece ser a versão turbinada de um bom gibi dos que se lia depois da escola. Ou tudo o que passava na cabeça da gente quando tentávamos imprimir movimento aos quadrinhos.
Especifique, construa, pinte!
Mais uma: ao lado de Minority Report (EUA – 2002 – Steven Spilberg) Homem de Ferro é um dos raros filmes onde se tem uma preocupação genuína com a direção de arte do “maquinário” e sua tecnologia.
A armadura, que o mestre Maron batizou de o cavaleiro definitivo, é de uma precisão assombrosa me fazendo lembrar várias vezes os circuitos desenhado por John Byrne nos anos 80-90 para o laboratório do Sr.Fantástico.
A estação de trabalho de Tony Stark, garanto, é sonho de consumo agora de metade da nerdolândia que assistiu ao filme. Incluindo este editor. Inteligência artificial, mesa de simulação 3-D em tempo real, sistemas pervasivos…tá tudo lá. E o que é o “construa, pinte”, que Tony Stark manda para seu assistente Jarvis, um mordomo-robô movido a inteligência artificial, que monta a armadura enquanto ele vai tomar uns drinques em alguma festa pela cidade?
Filme de menino
Mas não posso discordar das mães presentes: Homem de Ferro é, por fim, um filme de meninos, com brinquedos que gostamos. E que usa isso para product-placements bem inteligentes. Quer mostrar telefonia 3G? LG. Computadores robustos o suficiente para acompanhar o intelecto do bad-boy bilhonário? Dell. Correr pela cidade como um bom playboy? Audi. Acabou de chegar do cativeiro e não se segura de vontade de comer um junk-food? Burger King neles! E por aí vai.
O maior deles, contudo, é subliminar e vai direto, novamente, ao público de trintões que encantou. Que diga o Ballantines lá de casa que sofreu um baque considerável. ;D