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Cristhian Estanisllau – Sites, Logotipo, Identidade Visual

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Olá, sou Cristhian Estanislau e trabalho como freelancer em direção de arte e design gráfico. Estou há oito anos atuando no mercado publicitário atendendo diversos clientes no Brasil e exterior. Tenho estrutura home-office para atender trabalhos de demanda ou que sejam só uma parcial em projetos.

Visão de Mercado: Vejo o mercado de acordo com a necessidade de cada cliente, priorizo a qualidade e o posicionamento dos mesmos diante de seus concorrentes.

Por que me contratar: Diferenciação é a palavra, me destaco no mercado por atender a clientes com missões que exigem cada vez mais competitividade e quero ter a oportunidade de fazer isso para você e sua empresa.

Aguardo o seu contato!

 


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Publicado em 19/10/2011 às 9:30 na categoria Design, Galerasolo. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

P4B da ESPM-Rio começa em 1º de Junho

Mauro Amaral

Editor Chefe

Se você está à frente de uma agência, do departamento de marketing do cliente ou é fornecedor de comunicação, deve ficar de olho no curso P4B – Planning for Branding que a ESPM-Rio inicia agora no dia 1º de Junho.

O curso tem como direcionamento o planejamento de comunicação focado em branding. Ensina a estratégia que surge de uma idéia de marca. Branding e business, integração de públicos, contatos e interesses, métrica e retorno sobre investimento.

Rápido, prático, muitos cases, insights, discussões sobre temas do momento. Leva o aluno a aprender e usar no dia seguinte, não porque viu uma fórmula pronta mas porque cada aula redireciona o olhar.

A cada edição – esta é a 12ª -, novos temas são acrescentados ao programa que parece estar bem completo este ano. Vão falar sobre marcas sociais, com Fábio Campos (Ensina!Brasil), a visão de programas de incentivo, com Maria Carolina Lustosa (Ipiranga Petróleo) e uma interessante abordagem sobre criatividade em mídia, com Rafael Liporace (Biruta Mídias Mirabolantes).

Confira o programa, neste pdf do curso e acesso o portal da ESPM para fazer a sua inscrição.

Serviço

Curso: P4B – Planning for Branding
Início: 1º de junho de 2011 (segundas e quartas, das 19h às 22h)
Término: 20 de julho de 2011
Duração: 45 h/a
Local: ESPM-RJ – Rua do Rosário, 90 – Centro – Rio de Janeiro
Mais informações pelo telefone (21) 2216-2002


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Publicado em 16/05/2011 às 6:56 na categoria Destaques Novas, Novas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Transforme os atributos da sua marca pessoal em atos perceptíveis

Mauro Amaral

Editor Chefe

Previously on Carreirasolo.org: Vimos como é importante começar a pensar na sua marca pessoal de forma mais abrangente. O que quer dizer, mais ou menos, que você começou a entender que não precisa só de um belo logotipo ou de um portfólio diferenciado, mas também uma lista de atributos que vão pautar suas escolhas, presença e ação no mundo dos projetos, propostas, clientes e, claro, orçamentos aprovados e depositados em sua conta.

No segundo artigo da série de rudimentos de gestão de marcas para Profissionais Freelancers, vamos atravessar a ponte entre a lista de atributos e sua manifestação real em seus atos. Não vou me cansar de dizer que esta série de artigos é um exercício livre, sem qualquer compromisso com teorias do famoso “Brand Management[bb]“. E talvez seja essa sua principal qualidade.

Poppy_in_hands
Creative Commons License photo credit: KITTYkat1235

Trabalhe sua postura

Quando você trabalha sua marca pessoal, é importante ter um coisa em mente: cada ação, ligação, e-mail, frase, job ou a escolha do job, soma pontos (ou subtrai) o valor “de mercado” que ela tem. É um processo contínuo, uma poupança forçada que, querendo você ou não, vai moldar aquilo que você representa para o mercado.

Quando falo em transformar em atos perceptíveis aquilo que você elegeu como seus atributos principais, vale lembrar, que de nada adiantará você investir em atos que não são tão afeitos a sua natureza, com risco de soarem falsos ou até mesmo oportunistas.

Outra: se a escolha de atributos é uma tarefa para ser encarada através de um sentimento de busca interna e não invenção vazia, os atos que você faz ao redor destes atributos devem ser ainda mais autênticos e verdadeiros.

Então de nada adianta você listar um atributo verdadeiro como, por exemplo, “o melhor ilustrador vetorial do mercado” se, em entrevistas para veículos de Design ou numa reunião para captação de um novo trabalho, você jurar de pés juntos que prefere trabalhar com retoque de imagens etc.

Alice ou não, espelho ou não, existe apenas um mundo: aquele onde mora o cliente que quer comprar rápido e ver mais rápido ainda pronto o job que contratou.

Welcome to the real world

Uma das maiores qualidades que uma marca pode possuir é fácil percepção. Lembra quando o Neil H. McElroy, lá da Procter & Gamble criou o tal memorando querendo montar um time para ajudar a criar diferenciação entre os produtos? Então, legal né? Só que, meu amigo, era 1931. Início do século. Século XX!

Deu para sacar a dificuldade que é manter um diferencial hoje em dia, com a quantidade de informação (e ferramentas para criá-la) que seus concorrentes têm?

A palavra de ordem é: consistência. Tenha sempre em mente que, como Profissional Freelancer, você não pára de trabalhar um só minuto. Quando não está realizando, está trabalhando em você mesmo.

Dicas para transformar atributos em atos

Para seguir adiante, vamos relembrar que atributos elegemos no primeiro artigo como fundamentais para nosso fotógrafo fictício. Ele elegeu como atributos principais:

  • A capacidade de olhar o mundo de forma diferente
  • Um senso de estética acima da média
  • Apuro técnico

Uma vez que assumiu estes atributos ele começou a pensar em como transformá-los em ações.

A primeira delas foi uma atitude radical: seu portfólio na internet não tem todas as suas fotos. Apenas uma por dia, a melhor de cada projeto e um link para envio de portfólio físico ou visita pessoal.

Estranho? Retrógrado? Nem tanto. O que nosso fotógrafo fictício pensou foi em uma postura mega-premium, alinhada com o atributo “senso estético acima da média”. Ele colocou na página “Sobre” de seu portfólio que:

Gostaria de mostrar meu trabalho pessoalmente e acredito que a melhor forma para isso é uma entrevista pessoal. Aqui no site você vê, a cada semana, a melhor foto de cada job. Para ver todas, ou ainda, me conhecer pessoalmente, é só agendar uma visita

Ousado ou não. Contra indicado ou não, nosso profissional conseguiu traduzir de maneira única uma postura séria e comprometida com o resultado final. Vai seu chamado para um projeto de fotos para folhetos de supermercado? Não. Registro de Casamentos? Provavelmente não.

Mas não é isso que ele está buscando.

Outra de suas atitudes foi investir em variedade de suportes e formatos, esmerando-se em baixar manuais de câmeras old-style e montar um set-up que conjugasse o melhor da tecnologia digital, com modelos mais antigos, para trabalhos específicos.

Assim, o apuro técnico, manifestou-se numa postura mais evoluída no que se refere à exposição as modas do momento.

Concluindo

Como tudo na vida, os atos que vão dar realidade palpável aos atributos de sua marca pessoal, são um exercício de escolhas. Se, como diz o ditado, “Cada escolha, uma perda”, a opção por materializar este ou aquele atributo, desta ou daquela forma, é, por definição, uma instância de forum íntimo.

Mas você precisa fazê-la.

Leitura sugerida

Antes de nosso próximo artigo, dê uma olhada no site Small Business Branding. Ele sempre tem dicas legais. Para acopanhar nosso texto, escolhi um artigo muito relevante sobre este tema: “5 tips to Brainding a Powerful Presence”

 

Em breve: Falamos de atributos, das manifestações destes atributos no mundo real e, agora, vamos dar uma rápida passada nas ferramentas que podemos escolher para divulgar estes atos. Não percam!


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Publicado em 08/07/2008 às 7:30 na categoria Carreirasolo, Destaques, Inspiração. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Para criar uma marca para você, comece a pensar em seus atributos.

Mauro Amaral

Editor Chefe

Introdução

Engana-se quem pensa que é o preço mais baixo. Ou aqueles que acham que é apenas uma boa apresentação pessoal. Muito errado está, ainda, quem jurar que o Profissional Freelancer de maior sucesso é aquele com a parafernália tecnológica da moda. Não meus caros. O grande diferencial é o de estabelecer uma marca pessoal intransferível, única, de fácil memorização, divulgação e pronúncia.

Não estou falando de um belo logotipo: criar e gerenciar sua marca pessoal transcende formas e formatos que possam ser registrados em qualquer suporte que não seja, em última instância, sua existência num mercado tão competitivo.

O que quis dizer no segundo parágrafo é que a marca pessoal é você. Seu comportamento, sua postura crítica frente aos desafios do seu tempo e, claro, seu talento e habilidade profissionais e o trato financeiro que você tem com tudo isso junto.

Mas vamos por partes

Na verdade cinco partes. Inicio hoje uma série de cinco artigos com a discreta ambição de ajudar a quem está chegando agora a construir esta marca pessoal. Não cometeria a arrogância de dizer que pretendo publicar um manual ou ainda esgotar o assunto.

A idéia aqui é usar exemplos simples e fornecer dicas gerais de como a aventura de construção de uma marca pessoal pode se converter em algo com alguma chance de sucesso.

Não, meu caro, não me considero um case. Pelamordedeus. Muito pelo contrário, sou um eterno potencial num trabalho sempre “in progress”. E talvez seja esta minha marca, certo? E por falar nisso…

O que é uma marca? Rascunhos conceituais

O termo gerenciamento de marca, como conhecemos hoje, e se não me falha a memória e minhas fontes foi cunhado por um executivo da Procter & Gamble chamado Neil H. McElroy, em 1931.

Preocupado com a falta de diferenciação entre os produtos da empresa não só frente aos concorrentes, mas entre eles mesmos; sugeriu, num memorando interno, que fosse criado um time de pessoas devotadas a estabelecer e trabalhar estes diferenciais. Diferenciação, portanto, é onde tudo começa. O trabalho deste pessoal, ainda no início do século XX gerou o que chamamos hoje de “Gerenciamento de Marca”.

Se pudéssemos fazer uma transferência entre estes conceitos e nossa vida no dia a dia, poderíamos dizer que um dos primeiros passos é colocar num papel a lista de atributos através dos quais a entidade você-marca deverá ser reconhecida.

Muita atenção: evite a armadilha fácil de querer criar ou inventar atributos que não estão em você. Ou pior: moldar atributos valiosos que você tenha em função de uma demanda pontual no mercado. Pense neste primeiro momento na consistência, transparência e força que atributos únicos podem representar para a você-marca que está criando.

Sugestão de lista de atributos

Bom, mas já que o primeiro passo é criar a tal lista…vamos lá a uma sugestão básica. Pense em alguns atributos que você considera únicos em sua atividade, mas num âmbito geral. Vamos supor que você é fotógrafo[bb]. Sua lista poderia ser assim:

  • Olhar o mundo de forma diferente
  • Fazer história com um click
  • Curiosidade
  • Senso de estética
  • Poder trabalhar de forma independente
  • Apuro técnico…

Agora, faça uma segunda coluna ao lado dessa com os atributos que VOCÊ tem de mais forte. Preste atenção: antes falamos do mercado e agora estamos falando de você. Vai lá, eu espero. Vou assistir a este vídeo aqui sobre este assunto enquanto você faz a lista, tá?

Comparando sua atividade e você

Estamos muito próximos de completar nosso primeiro passou: a lista de atributos com a qual você começará a trabalhar sua marca. De um lado você tem aqueles atributos de sua atividade, de outro a sua. Agora veja o que existe em comum entre uma e outra. Vamos super que, da lista inicial do exemplo aí de cima, você notou que três são seus também:

  • Olhar o mundo de forma diferente
  • Senso de estética
  • Apuro técnico…

O que eu indicaria para um Fotógrafo Freelancer que tivesse a capacidade de olhar para o mundo de forma diferente, um senso de estética apurado e a técnica em dia? Trabalhar com arte, por exemplo. Ou com uma editoria especializada em fotojornalismo histórico, sabe? Mas, não vamos nos adiantar. Porque, depois da lista de atributos está na hora de nossos…

Próximos passos

Em nosso próximo post vamos atravessar uma ponte que nos leva de uma lista de atributos para o valor percebido que se pode tirar deles. O apuro técnico combina com um logo feito de qualquer maneira? A curiosidade combina com opiniões estagnadas sobre os conflitos no Oriente Mèdio? Não percam…

A imagem que abriu este post é de uma Ânfora Grega. Lembrei que li em algum lugar que para diferenciar a qualidade do vinho que ia acondicionado dentro delas, os produtores moldavam ao fundo marcas características. Pegou? Ahn? Ahn? O que vale é não só o conteúdo mas como você o torna perceptível para seus clientes!


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Publicado em 08/05/2008 às 5:10 na categoria Carreirasolo, Destaques, Inspiração. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Como criar um nome para minha empresa?

Mauro Amaral

Editor Chefe



Atenção: Se você veio a esse post procurando que eu crie um nome para sua loja ou empresa, aconselho a ler este texto aqui

Esta semana, fui sondado para criar um nome de uma nova empresa[bb]. Acho que isso já aconteceu com alguns de vocês não? Um cliente indica a outro, ou até mesmo chega através de prospecção com este primeiro job: preciso de um nome para minha nova empresa, ou, ainda, preciso de um novo nome para a minha antiga empresa. Felizmente, desta vez o que aconteceu foi a primeira alternativa.

Fiz as pesquisas de praxe, cavei um briefing um pouco melhor (o primeiro tinha percebido que estava genérico demais) e comecei lá o famoso processo criativo. E como sempre acontece neste tipo de empreitada a cobrança vem dois segundos após: E aí, já terminou?, perguntava a atendimento, na verdade a amiga do cliente que me indicou. Que isso, ainda estou fazendo umas pesquisas. Pô, mas para fazer um nome?

John the Baptist
Creative Commons License photo credit: lucianvenutian

Não é bem assim, né? O ato de aprovar um nome, não quer dizer que você vai fazer apenas uma versão para este nome. Entreguei três. E, claro, não é APENAS um nome, é O nome de uma nova empresa. Além das questões práticas de pesquisa de domínio, de corelatos, de possíveis significados obscuros[bb] que o nome possa ter para um determinado tipo de público, só para citar as armadilhas mais óbvias; este tipo de criação é uma das quais deposito o maior cuidado. É uma responsabilidade tremenda. E deve ser atendida como tal.

Primeiro. Raramente entrego um nome e suas versões sem a defesa apropriada, que inclui como e porque cheguei àquela solução. Segundo. Raramente entrego um nome sem um tagline…é depositar muita confiança num nome sem seu respectivo tagline. (Já demorei 3 meses para aprovar um…que está até hoje sendo usado pelo cliente). Terceiro Nunca pego um e-mail e mando com os três nomes. Monto uma propostinha, é claro, com uma introdução correta e organizada, sintonizando o cliente com os objetivos deste trabalho.

Por último. É comum clientes dos mais variados portes, ainda sem conhecer todos os meandros deste tipo de produção, pedirem assim como se faz um favor, Ah..faz o nome também. Embora tenha aqui defendido a postura de que não se deve trabalhar de graça, porque nunca mais se consegue cobrar nada, neste caso, com uma conversa bem amarrada, pode ser uma grande oportunidade de ganhar o freguês e transformá-lo em cliente.

Resumindo e pegando carona na imagem deste artigo: uma vez concluída, a idéia batizada segue sua vida própria e encanta por seus próprios méritos. E mais: mesmo sem ser um homem santo[bb], alimentado a gafanhotos, dá para perceber quando o cliente é o escolhido, ou apenas mais um. A pergunta que fica é: vale a pena ser aquele que veio antes para anunciar?


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Publicado em 16/07/2004 às 12:17 na categoria Respostas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Sem comentários ou trackbaks permitidos.