Olá, meu nome é Clara Zamith, designer gráfica de São Paulo. Sou formada pela ETEC Carlos de Campos em Design Gráfico (2009) e atualmente faço Bacharelado em Audiovisual no Senac.
Da mesma forma que as mídias de comunicação de hoje entrelaçam entre si, meu trabalho flui da identidade visual à ilustração e fotografia. Tenho experiência em agência de publicidade (Andreucci Comunicação) e tratamento de imagem profissional (Studio AW).
Concluí o curso de Capacitação Profissional em Fotografia (Instituto Internacional de Fotografia, Danilo Russo) em agosto de 2011, mas desde 2007 cultivo meu interesse e paixão por fotografia, mantendo meu processo e identidade na galeria do Flickr.
Atualmente procuro um aproveitamento maior de tempo e por isso investi em estrutura para me tornar freelancer neste ano.
Acredito em sensibilidade cuidadosa, exigente e essencialmente bela, tanto na maneira de ver o mundo como no momento de expressá-la. Com esse olhar, apresento meu portfolio:
A maioria das pessoas que estão começando no ramo fotográfico são assistentes de fotógrafos mais renomados e com mais experiência. Sendo assim, os trabalhos produzidos também levam o nome do assistente nos créditos como colaborador. Essa é uma boa maneira para começar a montar seu portfólio.
Sim você pode divulgar as fotos nas quais fez assistência, contanto que o fotógrafo esteja ciente de que vc estará usando as imagens como portfólio e não irá vendê-las ou ceder à terceiros. Além de sempre comunicar ao cliente e/ou se for postar em sites, deixar claro que as fotografias foram produzidas pelo fotógrafo “X” e que a assistência foi feita por você (descrita sempre nos créditos).
Boa sorte a todos iniciantes e lembrem-se sempre que um bom portfólio faz toda a diferença!
Primeiramente, para montar um portfólio é preciso que o fotógrafo escolha sua área de atuação e saiba exatamente para quem vai enviá-lo.
Um exemplo disso para facilitar o entendimento, vamos supor que o fotógrafo faça trabalhos de Moda. Ele vai selecionar todas e as melhores fotografias já produzidas, montá-las na ordem de produção seja impressa ou digital e vai apresentá-las para os Diretores de Arte das revistas ou agências. São os Diretores de Arte que analisam os portfólios, portanto o fotógrafo tem que estar ciente de que eles não tem muito tempo para ficar “namorando” seu trabalho, sendo assim o número de imagens para um bom portfólio tem que ser em média entre 15 a 20 imagens.
Não importa se suas fotografias são conceituais ou comerciais, o importante é focar no tema e não fugir dele de jeito nenhum. Vc não vai apresentar fotos de Paisagens para alguém que trabalha com Moda, não haveria sentido algum.
Todos os fotógrafos fazem traballhos de diversos temas, a minha sugestão é separar esses materiais por pastas e deixá-las sempre organizadas, pois assim ficará mais fácil de apresentar seus trabalhos de acordo com cada cliente.
Outra dica interessante e muito importante é o fotógrafo não apresentar ou enviar links dos famosos “flickr” e “carbonmade” para seus clientes apesar de ser uma forma simples, rápida e barata de apresentação de portfólios, porém esses sites não são profissionais e não tem uma apresentação adequada para mostrar seu trabalho.
A dica é montar um site, nem que seja simples mas que tenha uma ótima apresentação para impactar suas fotografias. Sim, as fotografias são mais valorizadas quando são apresentadas em um formato mais adequado. 50% das suas chances estão na apresentação seja ela impressa ou digital.
Para fotografias impressas, o ideal é que estejam em caixas revestidas de couro ou veludo envoltas em paspartur com o mesmo número de imagens citadas acima, entre 15 e 20. As primeiras imagens devem ser em ordem de importância ou produção e acima de tudo as melhores, as do meio poderão ser medianas e as últimas voltam as ser a melhores novamente, para que o impacto seja do começo ao fim para quem está analisando e assim conseguir uma boa colocação entre os concorrentes.
Outra forma mais tecnológica para apresentação, dessa vez digital são os famosos Tablets. Eles são perfeitos para apresentações rápidas e seguras, lembrando que os Diretores de Arte não tem muito tempo para analisar seu trabalho e tampouco esperar vc ligar o notebook.
Seja breve e objetivo, as pessoas gostam de agilidade e competência!
Mãos à obra e boa sorte a todos, espero ter ajudado!!
Prezados leitores: Como vão? Dizem que não se nega desejo de grávida pro neném não nascer com a cara da comida, certo? Bom, o Lúcio Luiz, sex symbol da equipe fixa do Papo de Gordo, PARECE uma mulher grávida, então não vou lhe negar um post, certo?
Ele me pediu, na verdade, me desafiou a resolver o perrengue autoral sobre a tal foto do macaco de David Slater, mas eu tive uma idéia melhor…
O macaco tá certo? Ou seria o fotógrafo? Opine!
Conta a história que o macaco surrupiou a câmera do fotógrafo e tirou algumas fotos de si mesmo enquanto símio, homem primata, capitalismo selvagem (neste momento, você cantou “ôÔôô” em sua mente).
O fotógrafo percebeu só depois que o macaco havia tirado as fotos, mas publicou-as como de sua autoria no jornal Daily Mall.
Daí vem a pergunta: de quem é o direito autoral? Do macaco ou do fotógrafo? Dito de outra forma, o fotógrafo usurpou o direito autoral do macaco?
E pra deixar a coisa interessante, FICA VAI TER PRÊMIO!
Tentei pensar em algo interessante que envolvesse macaco e foto, mas, se eu fosse criativo, não teria virado advogado. Como dinheiro agrada todo mundo, quem for sorteado vai ganhar R$ 100,00 (cem reais). Simples assim!
Regras do concurso:
1- Seguir publicamente o blog “Henrique Arake – Quem disse que o Direito não é Legal?” no Twitter (@henriquearake);
2- Deixar uma resposta INÉDITA e, se possível, que nos faça rir, nos comentários do post original (lá no blog) às perguntas: “De quem é o direito autoral da foto: do macaco ou do fotógrafo? Por quê?”;
3- Twittar a frase: “Quem disse que o Direito não pode dar prêmios? Participe da brincadeira e concorra a R$ 100,00!!! http://kingo.to/JFX @henriquearake” (sem as aspas);
4- Possuir conta-corrente em banco nacional;
5- Preencher corretamente o FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO (link no post original).
E pronto!!!
O sorteio será feito pelo sorteie.me no dia 1º de Agosto de 2011, às 18:00, que é quando eu comemoro 2 anos de casado com a minha bizuzunga! <3
Então é isso, dúvidas, mandem um e-mail para henrique@arake.com.br!
Sugestão de temas para as respostas:
a) É do macaco e, portanto, o fotógrafo violou seus direitos autorais;
b) É do fotógrafo, porque a câmera era dele;
c) Não é de ninguém, portanto, qualquer um pode usar à vontade;
d) Não sei de quem é, mas o Estado vai dar um jeito de tributar;
Nesta semana temos gente nova no pedaço. Depois de participações rápidas como colaborador e entrevistado em outras temporadas, Alexandre Alvarez veio contar como anda o mercado de audiovisual, como é a geração de profissionais que está chegando e, claro, como os Profissionais Freelancers podem se beneficiar dos bons ventos da indústria audiovisual no Brasil. Com uma diferença: agora ele é do elenco fixo, colaborando sempre que formos conversar sobre sua área de atuação!
Neste primeiro episódio, Mauro Amaral e Alexandre Alvarez vão ajudar você a descobrir que tipo de formação procurar, quais são as funções mais procuradas no momento e, sobretudo, como se comportar em redes sociais profissionais como o grupo que o Alexandre Alvares administrar o Profissionais de Vídeo.
Douglas Asarian, 32 anos, fotógrafo, curso técnico e livres no Senac São Paulo, finalização dos trabalhos em Lightroom e Photoshop, residente em São Paulo, equipamento próprio, disponibilidade de viagens.
Atuando como fotógrafo no mercado de eventos corporativos e sociais, desde 1998, na empresa Antranik Photos, venho fotografando diversos eventos, shows, comemorações de final de ano, viagens de navio, palestras, reuniões, feiras, congressos, casamentos e aniversários. Como freelancer atuo no mercado com diversos fotógrafos.
Freelancer apareceu como forma de ganhar dinheiro. Na adolescência, comecei fazendo a segunda luz “foto célula” nos eventos com meu pai que é um grande fotografo, depois já como fotógrafo foram aparecendo os freelas, assim é até hoje.
Formado em Publicidade e Propaganda, trabalhei com web designer, 3d. Sempre tive vontade de trabalhar com animais. Acabei juntando o útil ao agradável. Trabalho com Fotografia e Produtos Personalizados para o segmento Pet.
Porque faz freelas
Passei a fazer freelas, pois assim consigo trabalhar com o que eu gosto. Fotografar e criar produtos com animais de estimaçõão
Venda seu peixe
Desenvolvo projetos especiais em pequena quantidade. Fotografia em domicílio e petshop. Para conhecer mais, acesse: www.fotografiadepets.com
Engana-se quem pensa que é o preço mais baixo. Ou aqueles que acham que é apenas uma boa apresentação pessoal. Muito errado está, ainda, quem jurar que o Profissional Freelancer de maior sucesso é aquele com a parafernália tecnológica da moda. Não meus caros. O grande diferencial é o de estabelecer uma marca pessoal intransferível, única, de fácil memorização, divulgação e pronúncia.
Não estou falando de um belo logotipo: criar e gerenciar sua marca pessoal transcende formas e formatos que possam ser registrados em qualquer suporte que não seja, em última instância, sua existência num mercado tão competitivo.
O que quis dizer no segundo parágrafo é que a marca pessoal é você. Seu comportamento, sua postura crítica frente aos desafios do seu tempo e, claro, seu talento e habilidade profissionais e o trato financeiro que você tem com tudo isso junto.
Mas vamos por partes
Na verdade cinco partes. Inicio hoje uma série de cinco artigos com a discreta ambição de ajudar a quem está chegando agora a construir esta marca pessoal. Não cometeria a arrogância de dizer que pretendo publicar um manual ou ainda esgotar o assunto.
A idéia aqui é usar exemplos simples e fornecer dicas gerais de como a aventura de construção de uma marca pessoal pode se converter em algo com alguma chance de sucesso.
Não, meu caro, não me considero um case. Pelamordedeus. Muito pelo contrário, sou um eterno potencial num trabalho sempre “in progress”. E talvez seja esta minha marca, certo? E por falar nisso…
O que é uma marca? Rascunhos conceituais
O termo gerenciamento de marca, como conhecemos hoje, e se não me falha a memória e minhas fontes foi cunhado por um executivo da Procter & Gamble chamado Neil H. McElroy, em 1931.
Preocupado com a falta de diferenciação entre os produtos da empresa não só frente aos concorrentes, mas entre eles mesmos; sugeriu, num memorando interno, que fosse criado um time de pessoas devotadas a estabelecer e trabalhar estes diferenciais. Diferenciação, portanto, é onde tudo começa. O trabalho deste pessoal, ainda no início do século XX gerou o que chamamos hoje de “Gerenciamento de Marca”.
Se pudéssemos fazer uma transferência entre estes conceitos e nossa vida no dia a dia, poderíamos dizer que um dos primeiros passos é colocar num papel a lista de atributos através dos quais a entidade você-marca deverá ser reconhecida.
Muita atenção: evite a armadilha fácil de querer criar ou inventar atributos que não estão em você. Ou pior: moldar atributos valiosos que você tenha em função de uma demanda pontual no mercado. Pense neste primeiro momento na consistência, transparência e força que atributos únicos podem representar para a você-marca que está criando.
Sugestão de lista de atributos
Bom, mas já que o primeiro passo é criar a tal lista…vamos lá a uma sugestão básica. Pense em alguns atributos que você considera únicos em sua atividade, mas num âmbito geral. Vamos supor que você é fotógrafo. Sua lista poderia ser assim:
Olhar o mundo de forma diferente
Fazer história com um click
Curiosidade
Senso de estética
Poder trabalhar de forma independente
Apuro técnico…
Agora, faça uma segunda coluna ao lado dessa com os atributos que VOCÊ tem de mais forte. Preste atenção: antes falamos do mercado e agora estamos falando de você. Vai lá, eu espero. Vou assistir a este vídeo aqui sobre este assunto enquanto você faz a lista, tá?
Comparando sua atividade e você
Estamos muito próximos de completar nosso primeiro passou: a lista de atributos com a qual você começará a trabalhar sua marca. De um lado você tem aqueles atributos de sua atividade, de outro a sua. Agora veja o que existe em comum entre uma e outra. Vamos super que, da lista inicial do exemplo aí de cima, você notou que três são seus também:
Olhar o mundo de forma diferente
Senso de estética
Apuro técnico…
O que eu indicaria para um Fotógrafo Freelancer que tivesse a capacidade de olhar para o mundo de forma diferente, um senso de estética apurado e a técnica em dia? Trabalhar com arte, por exemplo. Ou com uma editoria especializada em fotojornalismo histórico, sabe? Mas, não vamos nos adiantar. Porque, depois da lista de atributos está na hora de nossos…
Próximos passos
Em nosso próximo post vamos atravessar uma ponte que nos leva de uma lista de atributos para o valor percebido que se pode tirar deles. O apuro técnico combina com um logo feito de qualquer maneira? A curiosidade combina com opiniões estagnadas sobre os conflitos no Oriente Mèdio? Não percam…
A imagem que abriu este post é de uma Ânfora Grega. Lembrei que li em algum lugar que para diferenciar a qualidade do vinho que ia acondicionado dentro delas, os produtores moldavam ao fundo marcas características. Pegou? Ahn? Ahn? O que vale é não só o conteúdo mas como você o torna perceptível para seus clientes!
Concursos fotográficos podem ser um bom início. Em um mundo ideal, assessoria de imprensa seria bom, mas nem sempre isso é po$$ível. Então, encarne você mesmo seu lado divulgador e se inscreva em concursos para fazer seu nome aparecer.
Muitos destes concursos estão com inscrições abertas, é bom ficar atento!
Dicas rápidas
Mesmo com tantas “janelas” possíveis, existem boas práticas para se sair bem em concursos de fotografia. Separei algumas delas e se alguém tiver mais, é só comentar.
Leia com atenção as regras
Pesquise sobre vencedores de anos anteriores
Envie o máximo de fotografias permitido
Quando for enviar um resumo biográfico seu em outro idioma, peça para um professor ou tradutor revisar para você. Os idiomas são vivos e, mesmo você se considerando fluente no idioma, um profissional da área saberá melhor adequar e modernizar o seu texto.
Se você tiver cartão de visitas, é de bom tom enviá-lo junto com o material, mesmo que em português e com um telefone que a organização do concurso jamais utilizará.
Depois de muito trabalho você conseguiu juntar um bom material e está na hora de montar um portfólio online. E agora? Junta tudo e manda? Usa flash, faz na unha ou em um CMS? Domínio próprio ou Flickr? Nem sempre começar é fácil.
Escolhas e mais escolhas. Algumas delas, no entanto precisam ser tomadas antes do processo de criação do seu porfólio para que você não caia em erros comuns de quem está começando. Outras têm a ver com o processo de criação do material em si. E tem até aquelas que só lembra quem está pensando em divulgar seu trabalho em escala planetária, o que é o mínimo em tratando-se do mundo de hoje.
Normalmente eu recomendo a todos que escutem outras pessoas, que peçam opiniões, até por um vício da profissão. Mas esta é a hora de ser egoísta, egocêntrico, arrogante e fechado. E meter a mão na massa!
O seu portfólio precisa conter apenas o que você acha que tem de melhor. Dane-se o que o cliente achou. Compre um bom livropara a sua (seu) namorada(o) ficar ocupada(o) enquanto você escolhe as suas fotos ou ilustrações. Tranque a porta do seu escritório/quarto. Feche-se ao mundo. Essa é e precisa ser uma escolha absolutamente pessoal. Escolher o nosso melhor material exige um esforço, tempo, distanciamento e desprendimento que a gente só consegue com muita paz. Não faça isso correndo. Coloque suas músicas favoritas. Faça tudo com calma e privacidade.
Tenha critério. Não tenha dó de descartar aquela ilustração que você sabe que poderia ter ficado melhor mas que custou dias de trabalho. Jogue para escanteio sem piedade aquela foto que todos gostam menos você. Um portfólio pequeno e bem selecionado é infinitamente melhor que um portfólio enorme onde qualquer coisa vale.
Segundo passo: hora de organizar o trigo
Depois dessa etapa “ostra”, vem a hora de organizar o material. É aí que a maioria dos profissionais se perde.
Lembre-se que o seu futuro cliente não está nem um pouco interessado em saber com quem a Maria se casou ou como é o nome do cachorro do vizinho. Ele quer saber se você sabe fazer portraits bem, por exemplo. Ele quer saber se a sua ilustração vetorial tem qualidade ou o estilo que ele precisa. Então, organize o seu portfólio de forma que faça sentido para quem está comprando. Pode ser por técnica (ilustração vetorial x lápis), por cor (fotografia PB x cor), por tema (natureza, portraits, natureza morta), linha narrativa (ex: fotógrafo português Bruno Espadana), etc. Qualquer coisa menos “viagem a Itaboraí”.
O estilo do portfólio também é muito pessoal e qualquer um vale. Pessoalmente, não gosto de flash porque dificulta a mídia espontânea gerada pelos FFFound da vida. E, bem, mídia espontânea é algo que nós sempre queremos.
Terceiro passo: Domínio próprio ou plataforma livre?
Os dois! Se você puder ter um domínio só seu, ótimo! Mesmo com um endereço só seu, não é bom desprezar os mais conhecidos.
Sites como o Flickr, o CarbonMade e o Picasaweb são instrumentos de divulgação importantes e não podem ser desprezados. Use-os a seu favor. Eles tem ferramentas de busca interessantes, mais acessos do que você e eu juntos jamais teremos, e são referência para quem não sabe onde começar a procurar.
Hoje em dia o editor não vai mais ao Google procurar fotógrafos ou ilustradores, vai direto a catálogos, sites especializados, Flickr, FFFound. Ninguém tem mais paciência nem tempo para ficar garimpando nos sei-lá-quantos milhões de resultados dos buscadores. Seu cliente vai direto em sites com rankings, comentários, etc. E, uma vez vendo algo que agrade, entra no site pessoal do artista para ver e saber mais, entrar em contato, etc.
Não cometa o erro que eu fiz com toooodo o meu portfólio: coloque seu nome e/ou url em cada jpg que publicar. Vocês não acreditariam se eu contasse em quantos lugares já vi meu trabalho reproduzido sem qualquer tipo de crédito ou link. Uma boa forma de diminuir esse problema é “assinando” as imagens.
Dependendo to tipo de trabalho que você desenvolve, as galerias de arte online podem ser uma boa opção também, mas a maioria depende da aprovação de um curador, não são registrar-login-upload.
Quarto passo: se colocou o ovo é hora de cantar!
Saia por aí divulgando o seu trabalho! Comece com blogsde amigos, essas coisas. É bom fazer um test-drive do seu material antes de enviá-lo a possíveis clientes para evitar constrangimento como uma url quebrada ou outra besteira do gênero.
Um bom início é enviar o link do portfólio com uma minúscula apresentação (coisa de 2 frases, sério) para agências de publicidade. Na Fenapro (Federação Nacional das Agências de Propaganda) tem listas e mais listas das agências, organizadas por sindicatos estaduais e por cidade.
Como você vai fazer o fup depois, comece pela sua cidade, para evitar os horríveis interurbanos. Não se esqueça de fornecer uma forma de contato viável e ativa.