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FalaFreela#53: Como ilustradores podem arrumar mais clientes?

Mauro Amaral

Editor Chefe





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Voltamos! Aeeeeee! Depois de muitos meses planejando, recriando a equipe, criando pautas e gravando episódios…fomos surpreendidos por atropelos pessoais e enlouquecimento das agendas de todos novamente. Resultado: a nova temporada do FalaFreela continua em standby até que consigamos reunir a turma novamente.

Contudo, o FalaFreela continua. Contraditório? Inesperado? O mundo é assim, crianças.

Por isso, Mauro Amaral e Carolina Vigna-Maru iniciaram a midseason, uma espécie de pré-anti-temporada. Neste primeiro momento, os episódios serão um pouco mais focados no mundo do mercado editorial e da ilustração, o que não impede que todos os empreendedores de suas próprias carreiras tirem algum proveito.

Neste episódio de volta vamos conversar sobre técnicas que ajudam aos ilustradores a arrumar mais clientes. O que acontece é que muita gente fica presa em um nicho só, depois reclama que os clientes não chegam. Vale a máxima do Clube da Esquina (referência de véio?): “O artista tem que ir aonde o povo está”. Faça como a cirurgiã que virou ilustradora científica!

Confira as dicas e comente com outras. Aqui os microfones estão sempre abertos!

Voltamos, é isso aí!

Toda segunda você volta a ter um encontro marcado com a meia hora mais valiosa do seu dia. Espalhe a boa nova, divulgue nossos perfis no twitter e no facebook, envie sua dúvida em arquivo mp3 para este e-mail e seja respondido no ar e, claro, comentem no post!


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Publicado em 02/05/2011 às 9:00 na categoria Destaques, Novas, Podcasts. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Como ganhar mais do que gasto?

Mauro Amaral

Editor Chefe



Como falamos no episódio do FalaFreela! sobre controle financeiro, o planejamento e consciência dos custos na vida do Profissional Freelacer é a chave de seu sucesso enquanto empreendedor. As dicas estão lá e recomendo que você dê uma ouvida com cuidado.

Fresh Roasted Coffee
Creative Commons License photo credit: tramod

Alguma dicas complementares para você continuar sempre em espiral ascendente quando o assunto for contar os feijões que você tem dentro de casa:

  • Saiba quanto você gasta:Faça aquela listinha dolorosa de todos os itens fixos que você tem durante o mês para saber quanto custa a sua vida profissional. Saber quanto são seus custos ajuda inclusive, na hora da negociação de um novo projeto. Não se esqueça: é imperativo ter em mente o preço ideal de seu serviço, o custo do que você oferta e a margem de lucro que isso representa para sua operação. Assim, você verá se está perdendo grana!
  • Crie sempre novos serviços: Se o que você está oferecendo não está sendo comprado pelo mercado, encontre formas alternativas de realizar o seu trabalho. Dê preferência para arroubos de inovação que garantam produtos de maior valor agregado.
  • Invista em clientes fiéis: falei aqui neste post e insisto que fidelizar cliente é a resposta que vale alguns milhões de dólares. Como já abordamos isso começa na proposta comercial, onde você deve oferecer serviços extras e focados em médio e longo prazo.
  • Faça prospeção ativa: em muitos segmentos basta sentar e esperar os trabalhos. Acontece, é verdade. Mas, em outros, é preciso colocar a cara para fora da toca e ir pegar chuva e sol no lombo. Bata nas portas certas, tenha sempre uma apresentação pronta em um pendrive colado em seu chaveiro. Esteja pronto 120% do tempo.

É isso pessoal. Aqui não estão todos os segredos e muita coisa vai variar de mercado para mercado. O que me lembra do seguinte: quem tem algo a acrescentar?


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Publicado em 15/04/2011 às 10:30 na categoria Finanças, Respostas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Modelo de Proposta Web. Versão atualizada

Mauro Amaral

Editor Chefe



FAÇA O DOWNLOAD DO MODELO AQUI.

Você já deve ter parado para pensar naquela hora crítica onde o projeto parece que vai entrar: como deve ser o modelo de proposta? Em caso de concorrência para empresas estatais, ainda existe o tal modelo de carta proposta, modelo de proposta comercial, proposta de serviço. Difícil? Nada. O que você não poder ter é a dúvida de não mandar um documento completo.

Por isso preparamos um modelo simples e de fácil preenchimento para você utilizar em seus projetos. Só pedimos alguns cuidados:

  • Customize: o modelo é bem básico e cobre as funções fundamentais de uma proposta comercial padrão. Utilize como base para alterar itens que você sentir falta, ok?
  • Pense antes de enviar: ao terminar o preenchimento, faça perguntas básicas como: meu cliente vai entender, o chefe do meu cliente achará clara a minha explicação?
  • Acompanhe o envio: Utilize nosso “Termômetro de Prospecções” para listar as propostas que você já enviou!

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Publicado em 12/04/2011 às 5:00 na categoria Ferramentas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Como fidelizar clientes de marketing digital?

Mauro Amaral

Editor Chefe

Esta é, sem dúvida alguma, uma pergunta que vale alguns milhões de dólares. Agências de todos os portes, profissionais freelancers em diversas fases de desenvolvimento pessoal, têm nesta resposta a possível solução de todos os seus problemas. E como por aqui não somos de enrolar muito, ei-la: uma das melhores técnicas para se fidelizar um cliente é antes que ele se transforme em seu cliente.

Two clones playing in just one game
Creative Commons License photo credit: madnzany

2011: um ano de propostas?

O carnaval[bb] tardio fez dos três primeiros meses de 2011, um trimestre de propostas. Gente de todas as atividades e direcionamentos, passou boa parte do seu retorno de férias (aqueles que ousaram e conseguiram tirá-las, obviamente) indo em reuniões, ouvindo, sendo brifado (e brifando) para, então, jogar no mercado sua interpretação comercial[bb] das necessidades de seus clientes e futuros clientes.

Lado bom é que proposta é o alimento da esperança do Profissional Freelancer. Aqueles mais otimistas chegam a contar com o milho no papo da galinha assim que clicam no “Enviar” e catapultam seu PDF com preços e condições. E é aí que, na pressa de atender a uma RFP, muitas vezes, deixamos de marcar um golaço.

Sim, é na proposta que se começa a fidelizar seu cliente.

Eu consideraria até mesmo um erro comum, ou pressa, ou avaliação apressada, enviar uma proposta somente com o que o cliente solicitou.

A primeira razão para afirmar isso é que, em alguns casos, ele nem mesmo sabe o que contratar. Ouviu falar em redes sociais, pede um perfil no twitter; ou então conferiu com o filho a lista dos vídeos mais assistidos do Youtube, sapeca um pedido de “um viralzinho”. Enfim, o pedido do job pode esconder desconhecimento sobre as possibilidades em questão.

A segunda é que, furtando o cliente da possibilidade de outros serviços, você perde chance de mostra-se proativo e, assim, diferenciar-se da manada…digo, maioria.

1. Tente entender a maturidade do cliente: pedidos pontuais podem esconder “inocência”. Ou seja, seu cliente pode estar contratando o que “ouviu tocar no rádio”. Em seu primeiro contato tente, de forma bem sutil, descobrir o quão conhecedor é seu cliente. Se muito, seja parceiro. Se pouco, seja didático;

2. Quando solicitarem determinada atividade, pergunte por quê: sem essa de, “Sim senhor, estaremos enviando o orçamento em alguns minutos”. Seja um perguntador, e tente levantar as razões daquele job e o porque da solicitação pontual.

3. Pense de forma reversa: se o objetivo é levantar assinantes, por exemplo, será que só o hotsite solicitado é suficiente? Demonstre que tendo um objetivo em mente, sua participação pode ser inclusive a de oferecer as ferramentas para se chegar lá

4. Quando for montar a proposta, faça-a modular. Se é inteligente oferecer mais do que foi pedido, não é de bom tom encapsular suas condições comerciais. Nada de venda casada, viu? É feio. A ideia é, então, montar uma proposta modular que tenha como centro o pedido inicial e ao redor, outras possibilidades de contratação

Para fechar: seja flexível nas entregas

Fidelizar, muitas vezes quer dizer, facilitar. Se você vai oferecer mais do que foi pedido, não espere que tudo seja contratado de uma vez só. Muitas vezes, o cliente é maduro (1), sabe porque está contrando (2), gostou dos serviços extras (4) mas não tem como contratar tudo de uma vez!

É aí que pode residir o pulo do gato: monte uma proposta faseada, mostrando “Tempos e Movimentos” para sair do Ponto A (onde você está prospectando um novo trabalho) para o Ponto B (onde você assina um contrato).

Sim? Não? Comentários?


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Publicado em 01/04/2011 às 4:09 na categoria Finanças, Respostas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

O Projeto encolheu. O que faço?

Mauro Amaral

Editor Chefe

dwarf decor
Creative Commons License photo credit: specialkrb

O cenário não é novo e se repete, provavelmente, desde que Moisés subiu no monte. Devem ter prometido algo do tipo: “Olha serão 35 leis revolucionárias, impressas em papiro e bordados a ouro”.

Chegando lá, a voz nem tão tonitroante como no começo do processo, admite que, “sabe como é, o orçamento do reino celestial é mais curto do que os mortais imaginam, os anjos me custam os tubos com aquela mania de cítaras de ouro e as pesquisa indicam que precisamos ser mais conservadores no tom da mensagem”

Para encurtar a história e entregar o projeto, haja visto que o público estava se matando no vale abaixo, o patriarca teve que se contentar com duas placas de pedra e o redator só teve o orçamento aprovado para 10 leis. Enfim, coisas da vida.

Ele nunca mais me ligou

E na sua vida de Profissional Freelancer não será diferente. Poucos não serão os clientes que chegarão prometendo mundo e fundos, uma casa decorada e escola para os filhos que vocês terão juntos e, no final, você vai entregar apenas aquele site com cinco seções, o mais institucional possível. Mas até aí, vida que segue.

A questão que motiva este post é aquela que surge quando você acredita num cenário que não existe. Prepara sua agenda e conta bancária para um mega portal e acaba fazendo apenas um banner. E tomando um belo calote ainda. Casos como esses acontecem e, evita-los (o famoso “Como Dizer Não”) é mais do que “o pulo do gato”; é a oitava vida do felino. Mas vamos as dicas:

  • Quando o cliente, que não é da área, chega decupando um escopo completo, tente intuir se ele não está apenas repetindo a fórmula que acabou de ler na revista da moda. Se você está sempre antenado e é leitor das publicações do meio, vai sacar logo. Um projeto imenso pode ser apenas fruto de desconhecimento
  • Treine o olho para sacar se os planos do cliente são enormemente distantes da realidade de seu negócio. Uma pequena padaria criar uma rede social em quatro línguas? Eu sei, é difícil resistir. Mas, respire fundo. Ambição não é defeito. Falta de noção, é.
  • Tem uma pergunta clássica que resolve mais da metade dessas situações que é saber quanto o cliente está disposto a gastar. Com disse recentemente: “…você pode saber sem perguntar qual é a faixa de orçamento do projeto para o qual você está sendo cotado. Saber sem perguntar evita que você pareça desesperado por aquele Freela (mesmo que esteja) ou que quer fazer um preço de ocasião, o que deve ser evitado.” Leia as dicas deste post destacado e treine em avaliar de quanto o cliente REALMENTE está falando. Depois você pensa no escopo.
  • Outra dica que sempre funciona é, mesmo se o cliente insistir no escopo astronômico, você ser sutil o suficiente para concordar discordando. Como você faz isso? Simples: crie um faseamento que, além de representar a evolução natural do projeto; crie uma faixa de segurança – baseada aí na experiência que você tenha de seu mercado -, do que é possível, do que é factível e do que é vendável. Serve de termômetro para os dois, no que se refere ao trabalho de um e de outro.

E existem aqueles momentos…

Em que tudo dá certo. Ou até mesmo que você foi contratado para fazer um pequeno trabalho e viu sua participação aumentar, seu escopo crescer, o orçamento idem e todos foram felizes para sempre. Às vezes dá certo. Por isso estamos aqui.

Comentem!


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Publicado em 04/06/2008 às 11:33 na categoria Respostas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.