Como ganhar concursos de fotografia?

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Creative Commons License photo credit: tombothetominator

Sou fotógrafo mas (ainda) não sou conhecido

Concursos fotográficos podem ser um bom início. Em um mundo ideal, assessoria de imprensa seria bom, mas nem sempre isso é po$$ível. Então, encarne você mesmo seu lado divulgador e se inscreva em concursos para fazer seu nome aparecer.

Existem alguns concursos tradicionais, como o da National Geographic, da Nikon ou o Pilsner Urquell.

Nestes casos, ficar entre os 3 primeiros colocados é garantia de boas matérias na mídia especializada e de bons clientes no futuro.

Outros concursos que merecem sua atenção

Muitos destes concursos estão com inscrições abertas, é bom ficar atento!

Dicas rápidas

Mesmo com tantas “janelas” possíveis, existem boas práticas para se sair bem em concursos de fotografia. Separei algumas delas e se alguém tiver mais, é só comentar.

  • Leia com atenção as regras
  • Pesquise sobre vencedores de anos anteriores
  • Envie o máximo de fotografias permitido
  • Quando for enviar um resumo biográfico seu em outro idioma, peça para um professor ou tradutor revisar para você. Os idiomas são vivos e, mesmo você se considerando fluente no idioma, um profissional da área saberá melhor adequar e modernizar o seu texto.
  • Se você tiver cartão de visitas, é de bom tom enviá-lo junto com o material, mesmo que em português e com um telefone que a organização do concurso jamais utilizará.

Boa sorte!

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Publicado em 07/05/2008 às 8:00 na categoria Fotografia, Respostas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.


13 Comentários para “Como ganhar concursos de fotografia?”

  1. Carolina Vigna-Maru » Como me sair bem em concursos de fotografia? -

    [...] publicado no Carreira Solo [...]

  2. mauricio planel -

    Olá,

    Demita o revisor :o )

    “Como me sair bem em concursos de fotografia?” Errado ortograficamente.

    “como sair bem em concursos de fotografia?”
    Erro no envio da mensagem. (dá margem à interpretação que você vai sair do concurso de uma maneira elegante!!!)

    “Como ter bons resultados em concursos de fotografia?)
    melhorzinho.. Você explica o caminho das pedras e se entende que o bom resultado pode não ser ganhar o primeiro prêmio, senão participar e ser conhecido no meio.

    Um grande abraço :o )

  3. Meu Google Reader (01/05- 12/05) | 30 & Alguns -

    [...] furacão, tornado e ciclone? – SETE Notícias Os melhores tutorias de Adobe Ilustrator – Favoritos Como me sair bem em concursos de fotografia? – carreirasolo Cinema virou a maior furada – Alexandre Maron Revelar ou nao uma imagem? – Login [...]

  4. Mauro Amaral -

    Maurício,

    Gosto da idéia de simplificar o título a tal ponto que fique óbvio até mesmo para quem nunca passou da caixa de busca do Google.

    Assim este texto chega a mais pessoas, certo?

    Valeu pela dica, alterei lá.

    Stay Tunned

  5. Lucia Malla -

    Mauro, só um alerta, que vc já enfatizou em seu texto. Muita atenção ao ler as regras de qqer concurso. Há muitos concursos menores que obrigam que, ao enviar as fotos, você ceda o direito autoral sobre elas ao “dono” do concurso. Parece bizarro, eu sei, mas já vi alguns casos assim – and it’s not a pretty picture for the photographer.

    Os bons concursos deixam claro que você é sempre o dono do direito autoral da foto, no máximo permitindo que eles (os donos do concurso) usem a foto para publicidade deles, para divulgação, etc. o que na realidade é publicidade pra vc, então é bem-vindo.

  6. Edson Ribeiro -

    Como mostrar a foto sem tê-la surrupiado?Eh! Isso mesmo. Vc mostra sua foto a uma pessoa que dirá ser dono dela e fim, vc a perdeu. Edson

  7. Carolina Vigna-Marú -

    Edson,

    Que horror! 18 de maio e eu só vi o seu comentário agora. Por favor me perdoe. Estive (estou) em um período profissional de muita correria.

    Olha, isso é um problema novo. Digo novo no sentido de que as mídias analógicas (filme, negativo, desenho, pintura, etc) são mais fáceis de comprovar a autoria: quem possui o original é o autor, simples assim.

    A fotografia (e a ilustração, a pintura, etc) digital veio bagunçar um pouco esse coreto. Com ela, surgiram as watermarks, ou marcas d’água, que você pode aplicar sobre a sua imagem tanto na internet quanto quando for apresentá-la em um portfolio mais tradicional ou em CD.

    Quando eu comecei, em 1983, o meu então chefe me aconselhou a enviar apenas xerox dos meus trabalhos para análise, nunca os originais ou algo possível de ser reproduzido com qualidade. 25 anos de passaram (credo, como eu estou velha!) e, atualizando um pouco, o conselho é o mesmo: não confie, envie imagens em baixa resolução ou cópias coloridas em papel, assine as imagens (fotografia inclusive), enfim, faça tudo que estiver ao seu alcance para dificultar a fraude.

    Eu tive, inclusive, uma situação desagradável semana passada. Um blog português colocou dois desenhos meus em um post que começa algo mais ou menos assim: “saí para desenhar e então percebi que…” e não tinha crédito em lugar algum. Enviei um email (gentil, juro, o primeiro é sempre gentil) para o dono do blog que sequer se deu ao trabalho de me responder mas pelo menos tirou o post inteiro do ar, quando a única coisa que eu pedia era crédito de forma clara. Ou seja, a intenção era mesmo de se apropriar da imagem, já que a simples menção de crédito fez com que o gajo tirasse o post inteiro do ar (não era mais simples editá-lo colocando o meu nome?). Enfim, aborrecimentos existem sim e ultimamente eu ando muito pouco crédula na ética humana, mas, tirando o meu pessismo pessoal, você pode sim se proteger.

    Assine todo seu trabalho. Coloque marcas d’água. Envie em baixa resolução ou uma cópia. Se for mostrar o original, faça-o pessoalmente, na sua mão (terminou de ver, guarda na sua pasta, sem essa de deixa aqui pra fulaninho ver, você mostra).

    A única forma certa de se proteger é a publicação. Ou seja, se a sua imagem saiu em um livro ou em um periódico, por exemplo, você pode tranquilamente colocá-la até mesmo sem proteção alguma porque a publicação é prova de autoria.

    Existem artistas que só colocam online, por exemplo, fotos dos seus trabalhos nas publicações, de forma a não deixar dúvidas de que aquele trabalho já foi publicado.

    Considerando que eu tive meu trabalho surrupiado seis vezes só em 2008, ando pensando seriamente em adotar esta estratégia.

    Bom, enfim, Edson, me desculpe tanto pela demora quanto pelo tom meio dramático, mas não posso negar que isso é um problema sim.

  8. Carolina Vigna-Marú -

    pessismo pessoal = pessimismo pessoal

    deve ter mais um monte de erro.

    sorry

  9. Martha Dias -

    Pois é… o cuidado tem que ser grande ao ler as letrinhas pequenas da inscrição. Existem concursos impostores que querem fazer um belo banco de imagens, e, sem perceber você acaba autorizando o uso irrestrito da foto. Como a Lucia escreveu ali em cima, bons concursos são claros!

  10. Carolina Vigna-Marú -

    Martha,
    É verdade, mas não era sobre isso que o Edson estava falando (acho). De toda forma, os concursos citados neste artigo fazem parte dos “bons”.
    :)

  11. Oziel Reichelt -

    Não entendi a frase: “Se você tiver cartão de visitas, é de bom tom enviá-lo… com um telefone que a organização do concurso jamais utilizará.” Se a organização jamais utilizará então para que mandar o cartão? Essa atitude não é de bom tom, pode passar a idéia de interesse em negócios ao invés de simplesmente participar de um concurso. A matéria está muito simples, tinham que aprofundar mais o assunto e dar dicas melhores, sobre técnicas, por exemplo.

  12. Carolina Vigna-Marú -

    Caro Oziel Reichelt,

    Antes de mais nada, vale a lembrança da frase inteira: “Se você tiver cartão de visitas, é de bom tom enviá-lo junto com o material, mesmo que em português e com um telefone que a organização do concurso jamais utilizará.”

    Este “mesmo que” faz diferença.

    O cartão de visitas pode informar, por exemplo, o endereço de um portfolio online como o seu, onde o concurso pode – se houver dúvida ou interesse – conhecer o seu trabalho além da fotografia enviada. Além disso, demonstra sim um profissionalismo e uma gentileza, a de se colocar à disposição. Portanto, é de bom tom sim. E, até onde eu saiba, todo fotógrafo tem interesse comercial em fotografia. O envio do cartão de visitas pode, inclusive, abrir portas para que uma pessoa interessada o contrate para outros jobs, fora do concurso, depois do término deste. Normalmente a banca de análise de qualquer concurso (não apenas de fotografia) é formada por profissionais do meio, incluindo contratantes, editores, publishers, diretores de arte, publicitários, etc. Já estive inclusive em uma banca de concurso e vi um publicitário puxar um cartãozinho de visita de um formulário e guardar no bolso (de onde, aliás, eu tirei a idéia para essa dica). Acabou contratando o fotógrafo, que mostrou um trabalho exatamente no estilo que ele precisava – obs: o fotógrafo não ganhou o concurso, mas ganhou o cliente.

    Você pode até não enviar o seu cartão, se preferir. A escolha é sempre sua e apenas sua.

    Agora, realmente a matéria está muito simples sob o ponto de vista da fotografia. Acredito, entretanto, que está de acordo com o perfil do Carreira Solo, que trata da vida do freelancer e não é um site dedicado à fotografia. Técnicas, por exemplo, é assunto para publicações especializadas (que não é o caso aqui).

    De toda forma, deixo aqui alguns links que podem interessar aos leitores:

    Forum Phototakers

    Digital Photographer

    Better Photo

    Tips and Advice About Entering Creative Contests

    Photography Tips, Tricks & Techniques

    Photo Techniques Magazine

  13. Patrícia -

    Muito Obrigada!!!!

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Carolina Vigna-Marú

Editora

Editora, designer e ilustradora. É também amante de animação e fotografia. Bio | Mande sua dúvida

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