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J.J. Benitez. Operação Cavalo de Tróia. Resumo.

por Mauro Amaral

Rápido resumo da série de livros de ficção histórica


Alguns livros chegam as nossas mãos de formas tão insuspeitas que, tempos depois, nem sequer lembramos de como foi.A série Operação Cavalo de Tróia, de J. J.Benitez, contudo, é um caso a parte. Pois eu lembro exatamente a hora, o dia e quem me apresentou.

Assim como lembro como foi difícil achar o primeiro volume, num sebo na Rua Sete de Setembro, por apenas R$ 10. Conhecedor que sou de quase todos os sebos do centro do Rio, me vi em maus lençóis para achar o Operação Cavalo de Tróia I – Jerusalém.

A cada vendedor, já conhecidos de tantas compras, ouvia sempre um: “Ih meu filho, esse vai ser difícil, está esgotado há muito tempo.” Mas ali por 1998 eu consegui e comecei a ler. E oito volumes depois ainda não terminei.

Parêntesis

Não questiono aqui valor literário ou conceitual dos livros. Para mim são como DVD´s de papel, assim como O Código Da Vinci e a Linha do Tempo.

Não há como não ler qualquer um dos volumes e não imaginar uma boa mini-série de várias temporadas. Ou ainda um blockbuster com um orçamento considerável. Tanto, que na comunidade dedicada aos livros no Orkut já tem até uma prévia da escalação de atores da montagem. Vale lembrar que, neste caso, falamos de um projeto de difícil realização, principalmente porque a obra não foi publicada nos EUA e segue proibida em vários países pelo mundo. Fim do Parêntesis.

Operação Cavalo de Tróia. J. J. Benitez

Para quem ainda não esbarrou com eles pela internet vai aí o conceito da história toda.

Os livrinhos falam de uma operação secreta da força aérea americana que, ao descobrir um modelo seguro de viagem no tempo, cria, em 1973, uma operação para acompanhar os últimos dias de Jesus Cristo na Terra.

A partir daí um major que adota o codinome de Jasão e um piloto, chamado no diário de Elizeu voltam no tempo até a época de Jesus Cristo e presenciam os fatos mais marcantes da Sua vida. Fornecem, também, dados da sociedade da época: costumes, leis (principalmente as leis do judaismo), crenças (judaicas e pagãs, geografia, ambiente, etc). Um dos grandes baratos dos livros são as notas de rodapé (mais de 14mil segundo os fãs mais dedicados).

Jasão é escolhido para a operação pelo seu ceticismo e imparcialidade, mas quando encontra Jesus– o Mestre – é tocado profundamente por sua mensagem e a narrativa ganha um tom delicado e humano. A diferença entre os acontecimentos presenciados pelo Major e os narrados nos textos sagrados é enorme, mas compreensível.

Segundo as próprias observações da personagem, os evangelistas nem sempre estavam presentes aos acontecimentos que narraram anos depois e, mesmo quando estiveram, sua formação cultural não permitia que compreendessem totalmente os acontecimentos.

Segundo esta obra, a mensagem de Jesus fala de um Deus-pai – sempre bom e generoso. Um Deus que não exige templos nem rituais. Algo que precisa ser vivenciado para ser compreendido, e que não pode ser comprovado, como desejavam os militares (e a ciência).

Mas a pitada final vem na voz do próprio autor. Ele jura de pés juntos que o diário das memórias do Major acabaram em suas mãos através de uma amiga e são reais e estão bem guardados. Narra, inclusive, no primeiro volume seu encontro com Jasão e a luta que foi conseguir os originais do Diário em suas viagens por México e EUA.

(fontes: Wikipedia e Site do Autor)

E tem gente que acredita.

Não foram poucas as pessoas que já debateram o assunto comigo. Mesmo na minha família, gente esclarecida e informada se viu em dúvidas. “Poxa, eu acho que aconteceu sim…”

Jesus Cristo, Mestre e Senhor de muita luz, inspira fé nas pessoas, não tem jeito. É falar nele e em seu feitos, acreditamos. Ou nos esforçamos em acreditar. Se for para reforçar o bem e boa-vontade inerentes ao Pai Azul, sem problemas, não é?

Mas aconselho moderação na leitura. É apaixonante, empolgante e tão minuciosamente pesquisada que você pode sair por aí acreditando mesmo que em 1973 dois americanos entraram numa cápsula e saíram do outro lado do Universo, a acompanhar os passos do Rabi da Galiléia.

Pra você, amigo, um lembrete: a mensagem Dele é atemporal. Você pode se decidir a segui-la agora mesmo. E Ele estará esperando por você.

Operação Cavalo de Tróia. Resumo do Publicado até aqui.

Se você se interessou em começar a ler dois avisos: 1) Vale a pena. 2) Dê uma olhada no publicado até aqui, mas comece pelo volume 1 e vá na seqüência, pois a série foi escrita com grande índice de conteúdo remissivo, ou seja, faz menção aos volumes anteriores sempre.


Operação Cavalo de Tróia 1 – Jerusalém


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Existirão fronteiras intransponíveis entre o passado, o presente e o futuro? Não será o passado mais do que uma memória? O presente se extinguirá como o passado? E o futuro, já existirá nesse momento?

Em seu refúgio no México, no fim da vida, um militar e cientista da Força Aérea norte-americana confia ao autor deste livro documentos que, surpreendentemente, revelam a execução de uma experiência que lhe permitiu voltar no tempo quase dois mil anos e ser testemunha ocular e participante dos últimos dias de Jesus Cristo na Terra, desde sua entrada em Jerusalém até sua prisão, julgamento, crucificação e ressurreição.

Esta prodigiosa experiência, batizada pela NASA de “Operação Cavalo de Tróia”, teria sido realizada sigilosamente em 1973, em pleno coração de Israel. O que se segue é um relato, no mínimo impressionante pelos detalhes e minúcias, dos acontecimentos daqueles dias. Testemunha ocular? Imaginação ou realidade? Usando as palavras do próprio autor: “… só o futuro poderá dizer se este relato foi ou não verídico”.


Operação Cavalo de Tróia 2 – Massada


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Quem se deixou envolver pela magia da Operação Cavalo de Troia, certamente se verá atraído pela continuação do diário do major norte-americano. Ao descrever fatos surpreendentes da intriga internacional, J.J. Benítez prepara o espírito do leitor para as mais emocionantes etapas que sucederão ao lançamento do módulo americano, em sua segunda grande viagem no tempo.

Desta vez, o “berço” parte de Massada, ao sul de Israel, levando Jasão e Eliseu novamente de volta ao ano 30, ao encontro de Jesus de Nazaré. Nesta segunda exploração, o diário do Major registra fatos acontecidos após a Ressurreição do Mestre e revela o conteúdo da “gravação” realizada durante a Última Ceia com os apóstolos. Quantas surpresas e quantos fatos não revelados pelos quatro evangelistas! Aqueles que se interessam pelo que existe de mais transcendental no tema e abrirem seu coração para sentir, serão inevitavelmente tocados por um sentimento de profunda reverência e uma emoção indescritível.


Operação Cavalo de Tróia 3 – Saidan


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Em Operação Cavalo de Tróia 3, o cenário é a Galiléia, região de pescadores, onde o Nazareno acolheu seus apóstolos e onde pregou e viveu por muitos anos.

Jamais foi feita uma narração com tanta riqueza de detalhes sobre suas aparições às margens do Tiberíades, o Kennereth.

Sobre a infância de Jesus – uma época totalmente omitida pelos evangelistas – ficamos sabendo como era sua vida em Nazaré com os pais, irmãos, quem eram seus amigos, sua sensibilidade para as artes e como se passou o episódio de sua discussão com os doutores do Templo. A minuciosa descrição do “Corpo Glorioso”, ou seja, a constituição do corpo ressuscitando de Jesus, segundo a análise feita por cientista, é outra instigante surpresa.

Operação Cavalo de Tróia 4 – Nazaré


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Operação Cavalo de Troia 4 é o livro decisivo para saber como foi a vida de Jesus Cristo dos quatorze aos vinte e seis anos.
Até agora, nenhum outro autor atreveu-se a descobrir passo a passo, e com um rigor histórico-científico mais próprio de uma tese de doutoramento, a vida de Jesus. Operação Cavalo de Troia 4 abrange os chamados “anos ocultos” do Mestre. Até o presente momento, nenhuma outra obra descreve a aldeia de Nazaré e seus habitantes como este documento.

Neste livro, o Major da USAF investiga a Encarnação de Cristo na Terra e reconstrói uma das etapas mais ocultas e fascinantes de Sua passagem. Foi carpinteiro, chefe de um armazém que abastecia caravanas, trabalhou na forja e foi viajante. Um período – dos quatorze aos vinte e seis anos – decisivo para compreender em sua justa medida a experiência humana do Filho de Deus. Um capítulo transcendental, que foi ignorado pelos evangelistas, que não deixará ninguém indiferente.


Operação Cavalo de Tróia 5 – Cesaréia


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Depois de um silêncio de seis anos – justificado no prefácio -, J.J. Benítez retoma a saga dos Cavalos. Jasão, preso num subterrâneo, sem a “vara de Moisés”, estava enterrado vivo. Teria encontrado seu fim? Durante seis anos o leitor ficou imaginando o que lhe aconteceria. Não só escapa, mas segue com sua missão, na Palestina do ano 30, nas pegadas de Jesus de Nazaré.

Operação Cavalo de Tróia 5 é um relato vibrante, cheio de surpresas e emoções – não recomendado aos cardíacos, no dizer do autor-, onde nos é aberta à porta do mundo silenciado pelos evangelistas. Por exemplo, quem poderia ter imaginado que Pôncio Pilatos era, na verdade, um louco?

Como nos anteriores, este livro ficará na memória de todos, baseado que está em meticulosas pesquisas de várias fontes. Como J.J. mesmo nos diz, os Cavalos constituem uma obra mágica, e documentos estão sempre lhe chagando às mãos.

E, quando chegar ao final, um conselho: não se assuste nem se zangue, porque J.J. Benítez é assim mesmo…

Operação Cavalo de Tróia 6 – Hermon


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Este sexto volume da série Cavalo de Tróia, continuando o diário do major norte-americano, traz, entre milhares de dados técnicos e históricos rigorosamente comprovados, novos capítulos que foram ocultados pelos evangelistas.

• Aparições de Jesus de Nazaré depois de sua Ressurreição: você sabia que foram muitas mais do que as relatadas nos Evangelhos?
• O primeiro cisma entre aos discípulos: por quem ninguém falou disso?
• Análise do DNA: outra demolidora “surpresa”…
• O reencontro com o Mestre, no terceiro “salto” no tempo.

Um livro duro, valente e terno, no qual o Filho do Homem aparece de novo, fascinando com suas palavras e sua irresistível humanidade.
“Se algum dia contar a verdade sobre Cavalo de Tróia, ninguém acreditará em mim: sou um transmissor”, adverte o escritor.


Operação Cavalo de Tróia 7 – Nahum


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O sétimo volume narra os preparativos da vida pública de Jesus de Nazaré e desmistifica personagens fundamentais como Virgem Maria e Judas, que não entendiam a missão de Jesus e esperavam dele um homem revolucionário, o Messias que iria libertar o povo judeu dos Romanos.
Descreve quem foi de fato o revolucionário João Batista, pregador de um deus vingativo e cruel, tão diferente do Deus Pai de Jesus.
Revela ainda para quem foi feito o anúncio de seu nascimento, se operava milagres, se realmente foi o Anunciador de Jesus e se era um louco


Operação Cavalo de Tróia 8 – Jordão


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Dando continuidade à coleção Operação Cavalo de Tróia, sucesso entre os amantes de aventura, a Planeta lança Cavalo de Tróia 8, novo volume da série e no qual J. J. Benítez consegue se superar a cada página. Ninguém, até hoje, narrou com tantos detalhes o suposto batismo de Jesus de Nazaré. Assim como ninguém havia se atrevido a relatar, com semelhante crueza, o que aconteceu naquela histórica jornada em um dos afluentes do rio Jordão. Você sabia que o Mestre nunca se retirou para o deserto e nem foi tentado pelo diabo?

Operação Cavalo de Troia 9 – Caná


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O último capítulo da saga, tão solicitada nos mais de 250 comentários abaixo acabou de sair (dezembro de 2011). Clique na capa ao lado, ou nesse link para descobrir como adquirir o seu.

Pois é, já li tudo isso aí. Um pouco de fantasia, alguma coisa de história, pílulas de conhecimento sobre gnose e cristianismo primitivo não fazem mal a ninguém. Mas, segundo inspirações cabalísticas do próprio autor, a série só termina no número 9. Ah, você não sabia que o número 9 é o que presenta a perfeição e está intimamente ligado a acada passo da vida (e vinda) de Jesus na terra? Clica lá no volume 1 peregrino. E boa viagem!

Venha para a turma do @falafreela

Antes de ir, queria fazer um convite: ouça o nosso podcast. Respondemos dúvidas e debatemos assuntos bem legais, todas as segundas-feiras. É só dar um PLAY aí embaixo e ouvir!

Mauro Amaral

Mauro Amaral

Editor-chefe

É editor, publicitário e conta histórias que o seu público vai gostar. Casado, pai de três filhos e mora no Rio de Janeiro. É o Diretor de Criação da Contém Conteúdo.

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375 Responses to “J.J. Benitez. Operação Cavalo de Tróia. Resumo.”

  1. abrao nascimento de souza says:

    de navo nao gostei,ja li outros mitos que penso a historia de jesus foi copiada, ex.. (HORUS.MITHRA.KRISHNA

  2. lenah says:

    adorei do primeiro ao oitavo livro!!! Tenho o maior ciumes dos meus livros! para mim será uma reliquia qu guardarei com carinho………..Os outros livros q eu tenho de outros autores, eu dou, empresto….rsrsrsrs…

  3. Cristh says:

    Este livro nao é pra qualquer pessoa ler, so as pessoas que tem amor no coração e esperança,
    Se todo ser humano tivesse acesso a estes livros, garanto que a vida seria bem melhor.
    É impossivel para uma pessoa que tenha lido até o 9 nao acreditar na historia.
    parabens a voce que leu todos os livros pois vc é humilde, tem esperança e amor no coração.
    Agradeço a meus amigos Leandro e Helio por ter me apresentado a série Operação Cavalo de Troia.

  4. F.A.P. says:

    amar,servir e perdoar, simples porém difícil para muitos…Ficção ou não a mensagem é clara, aliás muitos dos livros atualmente referem-se a mesma coisa…….AMAR-SERVIR-PERDOAR.

  5. Marcelo says:

    Estou no terceiro (29 de maio de 2013) e se fosse para resumir o que lí até agora em uma palavra, diria que é maravilhoso. Indico a todos!

  6. André says:

    Bem,estou lendo o 1º e como ficção é excelente.Tenho lido inúmeros posts em fóruns e a discussão é sempre a mesma:verdade ou mentira.Eu,particularmente não acredito (isso não quer dizer que não estou gostando,pelo contrário,pretendo seguir adiante na série) e gostaria apenas de colocar uma observação que não vi ngm falar.Alguém parou pra pensar na seguinte contradição:JJ Benitz ao receber o diário descreve que ele é um manuscrito com 500 folhas.Sendo assim,supõem-se 1000 páginas,certo?Pois é…somando os 9 livros,ultrapassam 5000 páginas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Pode haver uma distorção no número de páginas em função do tamanho da folha,mas é muita diferença.

  7. Peter Cullen says:

    Há 10 anos que participo de um grupo de pesquisa. Nossos trabalhos estão particularmente centrados na ufologia e na espiritualidade. Não estou comparando uma coisa à outra, pois, falo puramente de nossos trabalhos tanto na área ufológica como na de manifestações espirituais.
    No inicio de meu trabalho – como pesquisador e curioso – eu não tinha a mínima ideia sobre os livros Operação Cavalo de Troia e, muito menos interesse no assunto que interligasse a Cristo. Não que eu não o buscava ou tinha interesse nesse homem que hoje estimo, amo e busco segui-lo, mas, simplesmente porque minha ideia inicial como integrante de tal grupo era a busca por relatos ou qualquer indício físico de seres extraterrenos e seus veículos. Já viajei uma boa parte do Brasil colhendo depoimentos, vídeos, fotos e toda a sorte de documentos sobre tais fenômenos, mas, tudo para mim, na época, tinha que ser muito físico, ou nada era de valia.
    Foi com o passar dos anos que fui aceitando o não físico, o inacessível às mãos físicas e o sutil da questão. Aprendi a ser sensível em momentos que minha mente insistia em bloquear informações que eu não entendia e que, logicamente, descartava. A mediunidade, em seus diversos aspectos, com base na observação e na pesquisa foi um dos pontos onde me abriu a mente, revelando-me uma gama de informações, até então por mim, desconhecidas. Passei a estudar e ler obras de escritores espíritas e por em pratica não só teorias, mas, também por observações de campo, incluindo nós, pesquisadores, e que não éramos espíritas. E eu, assim como os demais, ainda hoje não somos, apenas adotamos a doutrina por puro estudo.
    Em nosso grupo – que mantemos estritamente fechado -, existem algumas pessoas sensitivas, assim como videntes, médiuns, telepáticos e uns de efeitos físicos. Obtivemos ao longo destes anos resultados excepcionais, intrigantes e, por vezes, explicito. Não estenderei, por lógica, essa postagem para não desvirtuar o verdadeiro sentido destas palavras. Mas, o que aqui exponho é com a simples intenção de demonstrar que meus trabalhos – trabalhos do grupo, diga-se de passagem – foram sendo desvirtuados ao passar dos anos. Esse desvio, por Deus, não foi negativo, mostrando que por outros meios poderíamos chegar a um denominador comum.

  8. Peter Cullen says:

    Enfim… Depois de 2 a 3 anos, engajado em tal equipe, passei constantemente a ouvir comentários sobre os livros Cavalo de Troia. “Eram comentários vagos, como esses: “Em cavalo de troia, Jesus sempre demonstrou isso”. “Será mesmo verdade esse livro?”. “Não li, você poderia me emprestar os volumes?”Ah, cavalo de troia isso, Cavalo de troia aquilo… E assim, sempre eu ouvia algo, quer fosse em nossas reuniões, palestras ou em conversar descontraídas.
    Nota: Nasci em berço católico, mas nunca fui praticante. Ia sim, frequentemente a igreja, mas, nada por interesse próprio, mas sim por familiar.
    Voltando a equipe… Um dos integrantes, meu amigo Major Wellinston de Paiva (Piloto de helicópteros do CIOPAER), praticante de projeção astral ou projeção da mente, e também palestrante, sempre receptivo e aberto a perguntas, foi me ensinando técnicas para se alcançar tais experiências, indicando-me até boas obras literárias, de autores já bem conhecidos e criveis nessas técnicas. O certo é que, ao passar dos tempos, não nego que consegui alguns resultados, uns ínfimos, mas outros de tamanho valor pessoal. E é um destes, que mais me tocou, e certamente me mostrou minhas falhas e limitações como ser humano e que, narro agora:
    Nota: É nas palavras de uma estimada amiga que sustenta esta minha experiência como real, verídica, visto que tudo foi claro, conciso, categórico, assim como um fechar e abrir de olhos para uma outra vivencia. Não foi sonho, insisto, e muito menos delírio, mas sim, uma clara experiência fora do corpo onde me transportei até os dias do Senhor. Aqueles que conhecem estas técnicas iram entender do que falo, da clareza dos detalhes e da vivencia, como a que sinto agora… Palpável, mas, em outro tempo. Quem quiser constar o que falo, por favor, busquem obras e inteirem-se do que digo.
    Em uma confusa e atropelada correria, vi homens de tamanha estatura, creio que 1,60m mais ou menos, baixos e, todos vestiam mantos ou roupões de cores escuras, quando não, cores que não pude distinguir por ser já peças velhas, surradas pelo constante uso.
    A feição de um dos homens, o que mais me chamou a atenção – nesses de baixa estatura -, não sei bem porque, foi de um homem de rosto magro, uma pele marcada por cima de uma face ossuda, preenchida por uma barba espessa, muito negra e mal aparada. O homem aparentava, ao menos pelo o que puder observar uma pele que, em termos, podemos classifica-la como parda. Seu manto era de um cinza escuro, completada por uma peça de pano, tipo xale, que descia da parte de seu ombro direito, passando e caindo por seu ventre e dando volta por detrás das costas e indo parar novamente em seu ombro direito, deixando uma ponta saliente e pendurada até o abdômen. Sua feição, – uma das coisas que mais observei – demonstrava um áspero nervosismo, com olheiras que faziam ainda mais seus grandes olhos escuros ficarem marcados, fundos e bem abertos quase que demonstrando espanto. O homem, que possuía cabelos curtos, mal penteados e negros como cilício, padecia de uma progressiva perda de cabelos ou calvície, acentuando ainda mais seu nariz que possuía uma ponta caída e um volume excessivo da cartilagem dando a seu nariz uma forma de bico de papagaio.

  9. Peter Cullen says:

    Estes homens, assim como eu, dividíamos uma paisagem esplêndida, e espessa em vegetação. Não sei bem defini-la, mas a primeira vista, lembrava um quadro todo adornado por arvores de baixos e pequenos tamanhos, plantas e flores de diversas cores onde reinava uma atmosfera de paz e um clima ameno.
    Estávamos como instalados em uma casa, mas, naquele momento nos encontrávamos do lado de fora em pleno céu aberto, como em um pátio de um chão pisado, claramente cinza e bem trabalhado. Eu, assim como o homem citado a cima e mais alguns, nos encontrávamos nessa parte da residência e, outros, fora, sentados no jardim ou em pé perto de algumas plantas. Não dei demasiada atenção e não consegui obter maiores detalhes físicos – a não ser por vezes onde observei que muitos dos que se encontravam ali possuíam cabelos longos – e de vestimentas dos demais.
    E eis que o vi. Era um homem com certeza de uma considerável estatura. Não pude precisar, até porque o mesmo estava como recostado, descansando, em uma espécie de cama improvisada de cor clara que mais lembrava uma rede. Jesus, pois era quem estava ali, sorria-me por meu desconcerto ao nota-lo. Fiquei tão confuso e impaciente que arranquei do senhor um sorriso largo, aberto, de orelha a orelha, caracterizando uma cumplicidade e assegurando-me, com aquele gesto, que ele estava muito feliz por minha presença. Esse sorriso mostrando-me explicitamente uns dentes perfeitamente brancos, fez com que eu, em meu intimo, sentisse e compartilhasse deste mesmo sentimento de alegria e satisfação que ele, naquele instante, sentia por todos ali reunidos.
    Não era um sorriso normal, algo como dos que estamos acostumados a receber de pessoas em nosso dia a dia. Não tenho definições para expor a limpidez de tal sorriso onde, Cristo, em sua doçura, fitava-me com um olhar como um dos mais ávidos falcões.
    O homem a quem ali todos lutavam por agradar e servir era definitivamente branco, caucasiano, e que puxava, mas bem levemente, para um tom de pele avermelhado, quase como um… rosado/queimado, e isso, pelos intermináveis e sucessivos castigos diários do sol. Difícil encontrar a definição certa…
    Notei um detalhe nos cabelos de Jesus que ate então não tinha visto em representação artística alguma. Com os cabelos cor de caramelo e caídos suavemente até a altura dos ombros (as pontas levemente onduladas dos cabelos de Cristo tocavam-lhe os ombros), era como se seus cabelos tivessem sido suavemente penteados para traz, – talvez com as mãos – com uma boa parte dos cabelos ocultando-lhe metade das orelhas e a outra “porção” por cima.
    Como disse, a tonalidade de seu cabelo – esta definição é a única que se aproxima – era de um caramelo dourado bem vivo, dando uma estranha peculiaridade a aquele ser de cabelos finos, suavemente ondulados e repartidos ao meio. Nenhum fio ou mecha caia-lhe sobre a fronte, deixando-a limpa. Não tenho muito a falar de sua rala barba, – também da mesma cor dos cabelos – onde de forma alguma ocultava-lhe os lábios. Não possuía um bigode propriamente dito, mas sim, uma rala penugem – não sei se esse é o termo – que interligava-se com a rala barba. Era tamanho o contraste físico daquele homem perante os demais ali reunidos.

  10. Peter Cullen says:

    O rosto… Essa é a parte onde até agora estava evitando comentar. Quem lê agora esse texto, nem imagina o quanto fiz rodeios para não por os pormenores daquela bela face. Não porque eu não queira, mas, simplesmente por esse ter sido o calo de muitas das pessoas que o tem visto. Cheguei até a terminar todo esse texto e, por ultimo, foi que escrevi esta parte. Mas, como a luz é para todos, quem sou eu para dirimi-la?
    A face do senhor, sem mais preâmbulos, nem de longe, muito menos de perto, podia ser dada como estranha ou desprovida de beleza, como reza Isaias (53:2). Diante a sagrada face do Senhor, nada eu poderia acrescentar a não ser um lacônico: exótico. Claramente seu rosto era reto, alongado, com as maçãs do rosto suavemente delineadas. Um queixo forte colocava fim a um rosto claramente másculo. Lábios finos e pouco desenhado. As sobrancelhas eram retas, pouco finas e sem arqueamento, dando aos olhos um complemento incomum. Pouco ou nada posso comentar sobre a cor dos olhos de Jesus, salvo a força e uma energia que estes exercem sobre nosso ser. A certa distancia, creio que a uns 2 metros, e pela dificuldade da cor, foi impossível – por razão de eu não encontrar uma cor compatível – defini-la precisamente… Mas, não. Não eram escuros e, lamentando eu não citar a cor correta, citarei a cor de mel claro puxando quase para um esverdeado. E sim, eram grandes.
    O único e real “ponto zero” e de que nada posso falar, até porque não vi algo que sobressaltasse a vista, era o seu nariz, que para mim, condizia normalmente ao formato de seu rosto. Um nariz ideal, formando um perfeito conjunto de suas feições. Se ali existia alguma imperfeição ou má formação, não deu para constar, até porque como citei, eu estava a uma certa distancia do Senhor ignorando estes pormenores.
    Nota: E digo com total convicção que, quem o buscasse, – fosse por qualquer motivo – de forma alguma, encontraria dificuldades em encontra-lo, visto que era um homem, insisto, de um porte físico descomunal.
    Continuando… Com relação a seu corpo, não pude identificar maiores detalhes, a não ser por sua túnica ou manto que, na parte superior do vestuário, a abertura ou Gola ficava em estreito contato com o pescoço de Cristo dando um curioso acabamento quase que… Elástico. Seu pescoço, não indiferente das pessoas de alta estatura, demonstrava ser alto, dando uma aparência suave e quase contraditória a uns ombros realmente largos, onde, pela curiosa gola elástica, as clavículas, marcadas pelo tecido – que aparentava ser muito suave -, ficavam em total evidencia.
    Em vista ao tecido daquela veste ou túnica, eu não sei precisar a que tipo de pano seria. Cobria todos os membros apenas deixando as mãos e os pés em descoberto. Nada o cingia pela cintura ou peito; laço, corda, cinto ou manto… nada. Era uma túnica limpa e seca como uma única peça. O que dela se destacou e que, deixaria qualquer cor clara em total vergonha, foi sua cor de um branco impecável, imaculada, quase que, – sem exageros – resplandecestes ou fosforescentes. Não sei se esse efeito era devido à luz que nos banhava pegando desprevenida aquela cor formidável ou se, Cristo, em sua infinita candura emitisse sua própria luz.

  11. Peter Cullen says:

    Pelo o que pude observar e muito rapidamente a uns movimentos de mãos de Jesus, eram que elas aparentavam serem finas, suaves, mas compridas. Os dedos eram grandes e a palma de sua mão ligeiramente rosada ou avermelhada – não sei se isso fosse devido a alguma pressão ou força repentina empregada em algum momento que eu não tenha visto. O certo é que suas mãos, facilmente poderiam – em um termo bem pobre e como medida – abarcar a cabeça de uma criança de cinco anos ocultando-lhe o coro cabeludo. As palmas de suas mãos, por mais estreitas que aparentassem, na realidade, transmitiam força e segurança. Cristo, por sua compleição, com certeza, não era um homem de pouca força.
    Por seus pés estarem quase ocultos entre essa espécie de rede/cama, não consegui distinguir nada mais alem de que: eram tão grandes quando suas mãos.
    Em momento algum o vi sentar-se ou levantar, sorrindo e olhando a todos nós com curiosidade e se divertindo, alegre como criança com as idas e vindas de seus apóstolos. Apóstolos! Pois era isso que aqueles homens eram. Aqueles homens que ali se amontoavam, uns pacientemente e outros atropeladamente, serviam ao senhor, limitadamente às suas maneiras. Então, em meio a essas curiosas cenas e eu absorto em sua bela e atraente figura, Jesus então por fim, fitou-me uma outra vez e perguntou entre, divertido mas, conciso:
    - E tu? O que tens a me oferecer?
    Deus meu! Juro que naquele instante um sentimento de vazio me pegou, e eu, ignorante ao que oferecer a Ele, indeciso e desencantado comigo mesmo, envergonhei-me… Disse a ele então:
    -Senhor, me perdoe por estar em duvida, mas não sei ao certo o que fazer pra te agradar. Não tenho nada a te oferecer… Estou confuso. Senhor, nem ao menos sei cozinhar, mas, tem um pouco de peixe aqui e farei pra ti e humildemente a meu modo.
    Nota: Esta experiência já faz algum tempo e, hoje, lamento por não ter escrito, logo depois do ocorrido, minhas impressões com mais clareza desta minha conversa com o Senhor.
    Jesus apenas sorriu e eu entrei logo em seguida na casa para prepara-lo o peixe. A casa, de um total rústico e de grosseiros acabamentos, com paredes de uma cor indecifrável – creio que eram de um amarelo meio claro e desbotado -, não era ampla. Pequena e não possuía janelas e também não observei demais cômodos atentando-me unicamente a uma espécie de fogão de pedra, como se essa placa grosseira que se estendia de uma ponta a outra da diminuta cozinha fosse sobreposta sobre duas pequenas armações de tijolos. Contei dois ou três buracos – esses buracos seriam como as bocas de nossos fogões de hoje – por onde o fogo, ao aviva-lo, se estendia queimando as panelas e fazendo fritar meu peixe. Na parede a minha frente, pendurados ou postos em cima de pequenas madeiras servindo como estantes, muitos utensílios de cozinha como, colheres, vasilhas, pequenas jarras, pratos, facas, alguns panos, etc.
    Ao meu modo, havia terminado de fritar e preparar o peixe para Jesus. Respirei fundo e levei o prato e permaneci a uma certa distancio Dele, ficando eu poucos passos depois do portal da porta e a uns 3 metros de Jesus. Cristo, a olhar-me com uma doçura que ainda sinto ao recordar, disse-me:
    -Filho, porque te afliges? Não vê que tu tens muito mais a me oferecer do que todos eles aqui?

  12. Peter Cullen says:

    Depois destas palavras, voltei a mim e, ao levantar-me e ir à cozinha, fisgado por um atraente cheiro de peixe cozido, vi que realmente minha mãe preparava o almoço e que, depois daquele dia, nunca mais, eu havia experimentado um peixe tão saboroso. Brindei aquele momento, emocionado comendo aquele peixe quase como em oração, dividindo em meu intimo aquele peixe com Jesus a quem há poucos minutos antes eu havia conversado.
    Durante o resto daquele dia, lembro-me que era como se uma presença estivesse ali, comigo, constate, e durante todo aquele dia uma paz reinou onde até as imediações de meu prédio achava-se silenciosa, como se uma calmaria, em forma de oração, falasse por todos.
    Bem, foi depois deste ocorrido que, em uma reunião do grupo no qual falei no início desta postagem que me interessei pelos livros de J.J. Benitez (Cavalo de Troia) e por outros documentos e cartas sobre Jesus. Muitos, ao lerem o que escrevi, talvez vão fazer comparações com a obra de Benitez ou a carta de Pôncio Pilatos para Tibério César que descreve a aparência física de Jesus no qual as cópias estão na Biblioteca Congressional em Washington, D.C., expondo meu texto ao ridículo ou me acusando por plágio, ou meu interesse pelos 15 minutos de fama. A estes só posso dizer: Talvez seja porque a verdade é UNA.
    “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.”
    Duvidas, ficarei grato em responder: viajantezero2010@hotmail.com

  13. viajante do tempo says:

    Acho que é um Diario verdadeiro. Viagem no Tempo é possivel veja este video:
    http://www.youtube.com/results?search_query=cabo+….

    e muitos outros que pesquisei e postei no meu orkut.

    orkut: ndbrj@hotmail.com

  14. viajante do tempo says:

    o video correto esta aqui
    http://www.youtube.com/watch?v=p9ICJ7UHxZM

  15. viajante do tempo says:

    bom andei lendo alguns comentarios, e prefiro nao comentar nada porque tambem tem uns que já tem bastante tempo postado e esse site nao organiza direito na ordem de postagem. o que posso dizer é que os eua tem toda tecnologia de viagem no tempo graças as inumeras naves alienigenas que capturaram… tenho pena dos ets que cairam nas maos deles.. devem ter sido obrigados a contar tudo como funcionava! rsrsrs

  16. tertus says:

    O ser humano tem uma irresistivel vontade de experimentar coisas do tipo trans sabe la Deus o que.

  17. terthus says:

    Senhores,está tudo acabado. Só resta nós mesmos. Benites já era…levando em consideração o Tempo,há uma vaga de quem de nós vai trazer a parte que falta…?

  18. terthus says:

    Senhores,está tudo acabado. Só resta nós mesmos. Benitez já era…levando em consideração o Tempo,há uma vaga de quem de nós vai trazer a parte que falta…?

  19. Paulo Henriq Paiva says:

    o interessante e que antes do primeiro volume ; jamais alguem tinha me apresentado um jesus tao humano tao proximo ,em fim de carne e osso . que a vida nos seja leve e breve!

  20. terthus says:

    Tenho pra mim que Jasao morre na queda da nave é resgatado depois de constatada a sua morte e enterrado em harlington somente para soldado morto em missao. Eliseu tem contato com benitez na condiçao de major(jasao seria tenente coronel). Tudo passou pela mao do general kurtiss(marechal em 80+-). Com certeza pra dar um ferrada no Herry Kisinger e Nixon. Entao benitez presta homenagem a kurtiss em Mirlo rojo com ruinas na lua. Mirlo rojo é o "general" que quer dizer Melro vermelho. Investiguei e soube que tem familia americana com esse sobrenome. Vamos saber mais…ajuda. tchao

  21. terthus says:

    Eliseu morre de complicaçoes no cerebro por conta da viagem(a volta ocorre depois da cura milagrosa), mas que ainda assim ganha uma sobrevida. Se arrepende do canalha que foi(por ter pegado a irmâ do mestre.rsrsrs). Kurtiss ta vivo e protege o benitez que do contrario tava morto ha tempos.

  22. terthus says:

    Temos que presta uma baita homenagem ao major(lagrimas), morreu ao cabo de uma missao. Deu sua vida ser ter visto o seu legado no mundo…sem ter visto a sua familia sua terra os seus amigos.

  23. Interesante, me ha costado un poco para poder traduccion el texto pero gracias a Google , bien.
    Voy a ver si hay libros en castellano, seguro que si.
    Gracias

  24. tertus says:

    O Dia do relãmpago.continua.

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