A notícia não tão boa é que escolher a história da qual você quer participar é bem mais difícil do que parece viver assim. Vou ponto a ponto.
Para início de conversa, escolher a história da qual se quer participar envolve interromper histórias que já estejam em curso. É, portanto, um exercício de ruptura. E seres humanos não curtem muito rupturas. Não à toa, somos seres apegados a um contínuo espaço temporal e iludidos com a direção única do tempo. Trabalhar rupturas é, portanto, ir de encontro a essa ilusão de continuidade, e, por isso, dói aqui e ali.
Mesmo para aqueles que figuram como tábulas rasas no enredo da existência, escolher a história da qual se quer participar é ainda mais difícil. Seres necessitados de atenção, multi-tudo e sem foco; não conseguem sequer separar por prioridade tudo o que o mundo oferece. Ficam, assim, flutuando na indecisão, tentando de tudo superficialmente.
Pare para pensar e escolha a história da qual quer fazer parte
A notícia não tão boa é que escolher a história da qual você quer participar é bem mais difícil do que parece viver assim. Vou ponto a ponto.
Para início de conversa, escolher a história da qual se quer participar envolve interromper histórias que já estejam em curso. É, portanto, um exercício de ruptura. E seres humanos não curtem muito rupturas. Não à toa, somos seres apegados a um contínuo espaço temporal e iludidos com a direção única do tempo. Trabalhar rupturas é, portanto, ir de encontro a essa ilusão de continuidade, e, por isso, dói aqui e ali.
Mesmo para aqueles que figuram como tábulas rasas no enredo da existência, escolher a história da qual se quer participar é ainda mais difícil. Seres necessitados de atenção, multi-tudo e sem foco; não conseguem sequer separar por prioridade tudo o que o mundo oferece. Ficam, assim, flutuando na indecisão, tentando de tudo superficialmente.