Este cara do vídeo é o Bill Rancic, o primeiro vendedor do programa “The Aprentice”, aqui rebatizado como “O Aprendiz”. Lá Donald Trump, aqui Roberto Justus e, também, uma sensação de que parecem o mesmo cabelo…digo, pessoa.
As dicas foram endereçadas aos leitores do Mashable – um daqueles blogs gigantes lá de fora. Basicamente, são três: basear-se em tecnologia de ponta, utilizar social media e falar para seu nicho, sua comunidade.
Nada muito novo, mas fica aí o registro. Ele não foi “fired”, afinal.
Para você que, mesmo no feriado, deu um passada para ver como andavam as coisas entre “jobs e clientes”, dicas rápidas de ergonomia neste vídeo auto-explicativo. A mensagem mais importante é reservar alguns minutos para o lazer em família!
Jason Fried, um dos cabeças da 37Signals, nos explica no vídeo como e por quê os atuais ambientes de trabalho são feitos para o “não-trabalho”. Interrupções desnecessárias, reuniões fora de hora, conversas paralelas estão entre os vilões do nosso precioso tempo. É um vídeo que atua em favor do livro recentemente lançado por eles, o Rework, que recomendo.
Comentem abaixo sobre as opiniões do garoto Jason!
O curta é uma viagem divertida pelo mundo das marcas e me lembrou muito o Toy Story. Foi criado pelo coletivo de animadores franceses H5. Já rodou o Festival de Cannes (2009) e abriu o festival de Sundance em 2010. Coisa fina. Dica do amigo Gustavo Teider.
Procrastinação é tentar encontrar um jeito mais difícil para fazer uma coisa simples, é não terminar algo, ou, antes ter preguiça de começar qualquer coisa. São as pérolas que você vai encontrar nesta animação criada pelo artista londrino Johnny Kelly como peça de conclusão de curso na Royal College of Art em 2007. Para começar esta quarta-feira “da primeira semana útil do ano” tomando vergonha na cara e indo encarar o mundão.
Fonte: A turma sempre animada do blog especializado em animação SmellyCat, que está de design novo, você já conferiu?.
Para alertar a população que o ato de mandar mensagens de SMS enquanto se dirige causa acidentes graves, a polícia de Gwent (País de Gales) criou um vídeo-drama de meia hora, feito com atores locais, para ser exibido em escolas da área. É dramático e violento como os ingleses adoram (têm uma longa estrada de campanhas publicitárias nesse sentido, desde a década de 90) mas é ao mesmo tempo assustadoramente global. Poderia acontecer da Av. das Américas, no Bandeirantes, na Rio-Bahia em algum ponto de Manaus, Minas.
Mario Persona é palestrante, escritor, professor e estrategista de comunicação e marketing. Autor de seis livros de negócios, carreira e marketing pessoal, um deles traduzido para o inglês. Ele tem um canal no Youtube chamado TV Barbante para compartilhar vídeos com dicas de comunicação, marketing, vendas e empreendedorismo, numa produção literalmente “amarrada com barbante”.
Num dos vídeos, advinha? Ele fala sobre nosso espaço de trabalho, o home-office. Muito do que ele comenta, já falamos por aqui, é claro. Inclusive como tema de um dos episódios do FalaFreela. Mas é legal ver e ouvir gente pensando sobre a nova estrutura de trabalho. Fala daí Persona.
Rolou neste final de semana uma “ação” de Michael Moore por alguns cinemas americanos. Para divulgar seu novo filme, ainda sem nome, colocou a turma de latinha na mão, para recolher donativos para os empresários “falidos” pela recente crise americano-mundial.
No filme, Moore pretende mostrar as falcatruas e esquemas que levaram ao que definiu como “o maior roubo da história dos EUA” – quando o governo americano se viu “obrigado” a emprestar dinheiro público para salvar grandes corporações da falência.
O diretor americano é conhecido por provocar o senso comum do american way of life com obras como Tiros em Columbine” (2002) e “Fahrenheit 9/11” (2004), que lhe valeu a Palma de Ouro em Cannes.
Em situações parecidas, costumo utilizar a metáfora do dentista, perguntando, sinceramente, aos meus clientes se eles mesmos pegam a broca para fazer o canal e se questionam quanto o profissional cobra para restituir-lhes o sorriso perfeito. O vídeo acima está repleto de exemplos para aprimorar, ainda mais, essa abordagem. (via @danissebasgtian)
Esse vídeo é para você, cidadão brasileiro, para quem deram uma lata velha, mandaram pintar e nela batucar ritmos pouco criativos com coreografias mal ensaiadas e chamaram de cultura.
Esse vídeo é para você que, acreditando-se parte de algo libertador apenas foi usado como força legitimadora de um ciclo vicioso que vai aprisionar não só você, mas suas gerações numa realidade aculturada e repetidora de fórmulas; em vez de uma aventura libertadora, de um resgate REAL de cidadania e direitos.
Esse vídeo é para você, ser onipresente do curral midiático brasileira, que acredita nessa repetição de fórmulas, como trampolim para audiência e pseudo-colaboração social. Que piada de mal gosto a sua, hein? Esse vídeo é para mim também, que chorei em vários momentos, me perguntando, “Putaquepariu, porque tanta gente se deixa enganar por estes projetos ridículos que se auto denominam culturais num país rico como o nosso?”
Esse vídeo é também para você pai que, uma vez, há muito tempo atrás me chamou em sua sala de trabalho e disse “eu vou fundar uma Orquestra aqui em Campo Grande (subúrbio Rio de Janeiro), você quer participar comigo?” Fomos e quase conseguimos. Ficamos nos 11 iniciais
Ah sim, esse vídeoé para você que também já acordou para esse embuste em que se transformaram 99% dos projetos culturais no Brasil e tenta a seu modo fazer a diferença. Acreditando no hip-hop E na música de câmara; na capoeira E no balet clássico; nos grafiteiros E na pintura acadêmica ( ou moderna, ou contemporânea, ou impressionista ou o que mais inventarem); para quebrar – repito mais uma vez para que fique grafado-, esse ciclo que aprisiona em fórmulas a expressão artística e relega resultados a descontos no imposto a pagar.
Como diz pontualmente Jose Abreu, o pior da pobreza não é a falta de pão ou teto; é a sensação de não ser ninguém. Se você entendeu, enfim, que batucar na lata e pintar o muro do metrô é reforçar a cruel sina de não ser ninguém, se libertará.
E tomará seu lugar nessa Sinfonia.
E se você achar que esse vídeo não é para você, seja maior do que ele: passe-o adiante.