A D´lemos Comunicação Integrada com escritório em São Paulo procura por pessoas dinâmicas com domínio em impresso e web, para ambas as vagas (pleno e júnior), que não estejam cursando a noite. Conhecimentos obrigatórios além da criatividade: Pacote Adobe, Flash, Dreamweaver. Enviar CV + Portfólio + Pretensão Salarial. Os currículos só serão analisados se tiverem pretensão salarial. Email para arte@dlemos.com.br
Publicado
em 27/02/2009 às 5:25 na categoria Vagas.
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Sou jornalista formada há seis anos e também tenho graduação em Letras. Atuei como repórter de diversas editorias (economia, política, sindical, educação, saúde, comportamento, esporte, educação, cidades, geral etc) em jornal impresso, rádio e revista.
Também tenho experiência como colunista, produtora de programas de rádio e TV, revisora de material jornalístico e acadêmico, e em Assessoria de Imprensa (elaboração de jornal interno, newsletter, releases etc). Atualmente trabalho como jornalista freelancer.
Fui colaboradora da Revista Estadão Investimentos, agora AE Investimentos; trabalhei como repórter e produtora na Rádio CBN-filial Volta Redonda durante um ano; fui repórter e editora de Economia no Jornal A Voz da Cidade durante 4 anos (BM-RJ); atuei como revisora de livros da editora Threec Comunicação e de trabalhos acadêmicos (UFRJ, FGV, FAAP, UNIBAN, Universidade São Camilo etc); elaborei roteiros para o programa Clube 700 (www.clube700.com.br); fui assessora de imprensa da ONG Frutificando (VR-RJ), entre outros trabalhos desenvolvidos como freelancer.
Por que faz freelas ?
Encontrei no trabalho freelancer mais independência e a oportunidade de participar de vários projetos interessantes. Sou freela e amo o que faço.
Venda seu peixe
Jornalista (Com MTB). Graduada em Jornalismo e Letras pelo Centro Universitário de Barra Mansa, RJ. Inglês avançado e Espanhol intermediário. Domínio dos aplicativos: Office, Internet, Page Maker, InDesign, Photoshop. Atuação como repórter de rádio, jornal impresso, site e revista.
Experiências em apresentação de noticiários de rádio; produção de programas de rádio e TV; como colunista social; revisora, editora de Economia e assessora de imprensa. Colaboração recente para Revista Estadão Investimentos, agora AE Investimentos, Revista Carta do Líbano e Revista são Paulo Bairros.
Publicado
em 27/02/2009 às 5:18 na categoria Conteúdo.
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Loading ... Imagine que, num belo dia Stephen King acordou e não curtiu sua vida. Ele queria ser um dos Irmãos Grim.
Escrever histórias ao mesmo tempo assustadoras e que pudessem trazer algo de bucólico e imemorial, sabe? Que misturassem crianças e monstros reais, o lado mais soturno dos desejos a mais cruel das vilanias.
Você sabe quem seria o Stephen King se materializasse do outro lado do espelho como um dos irmãos Grim?
Neil Gaiman escrevendo Coraline.
O filme por si só traz muito da esfera do livro, esses que só Gaiman sabe tornar (ir)reais. É infância e crise de meia idade ao mesmo tempo, é Alice no Pais das…Desventuras em série. E é, claro, IT em sua melhor essência. (It e Mulholand Drive me deixaram sem dormir, já adulto).
Mas tem mais: a realização em si é fantástica. Um filme em stop motion gravado em 3D, o primeiro da Laika Enterteinment House, dirigido por Henry Selick e que nos conta a história da pequena Coraline que, ao descobrir uma porta para um “outro mundo” dentro do quarto de sua casa nova, abre possibilidade infinitas de questionamentos nela e na platéia. De que lado da Matrix você quer ficar? O que mais vale ajudar: a si mesmo ou aos outros? A presença é substituível pela providência?
“Não é um filme para crianças, é um conto de terror, o que elas fazem por aqui? Só quero ver no que isso vai dar”. Ouvi essa frase por um casal de góticos tatuados que, com certo descaso, fazia pouco da platéia infantil.
Coraline e Neil Gaiman têm esse poder: levantar fãs ardorosos por onde passam. Mesmo os mais amedrontados com a possibilidade de todos gostarem daquilo que consideravam só seu.
A Divex, agência digital gaúcha com 13 anos de mercado, está em busca de profissional talentoso e criativo para expandir equipe. A preferência será por profissional com experiência comprovada e portfólio variado com domínio de: Dreamweaver; Flash; Photoshop/Fireworks. Para se candidatar basta enviar portfólio e currículo para: rh@divex.com.br
Publicado
em 25/02/2009 às 7:59 na categoria Vagas.
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Sou jornalista e publicitária, com pós-graduação em Responsabilidade Social e me especializando em Comunicação Empresarial, webwriting e arquitetura da informação. Sou responsável pela Comunicação e Conteúdo do site SaborearBh. Colaboro com o blog Tecnologia e Mobilização Social.
Por que faz freelas ?
Para atender cada cliente com uma atenção ampla sem formalidades de horários. O trabalho independente me possibilita ampliar áreas de atendimento.
Venda seu peixe
Planejamento de Comunicação: Participar de projetos que fazem com que a empresa dialogue com a sociedade, em ações que demonstram interesse e preocupação seja em questões socioambientais, comerciais ou culturais.
Estratégia e Marca: Posicionamento e Mensagem, Metas e Ações, Responsabilidade Social
Coordenação e Produção de Conteúdo para internet: A internet é um meio de comunicação com custo benefício mais justo. Não há empresa grande ou pequena na internet, há sites bem desenvolvidos e conteúdo correto e adequado para cada público.
Publicado
em 25/02/2009 às 12:39 na categoria Conteúdo.
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João Brinhosa é nascido e criado em Florianópolis e trabalha com fotografia há cerca de um ano. Desdo começo focou em esportes e agora, prestes a servir o exército, aprendeu a curtir fotos de guerra. Participou de várias palestras e oficinas de fotografia e procura manter-se atualizando sobre o tema. Começa em julho sua faculdade de fotografia pela universidade UNIVALI em Florianopolis.
Por que faz freelas ?
Ache um trabalho que ame e nunca mais precisará trabalhar pelo resto de sua vida…É isso!
Venda seu peixe
Como já disse amo meu trabalho e me dedico ao máximo. Trabalho o mais rápido possível para agradar meu clientes e não os fazendo esperar muito pela suas fotos.
Meu nome é Carla, moro em Florianópolis onde nasci e fui criada. Meu interesse pela fotografia é recente, fotografo há mais ou menos dois anos. Não faço fotos de assuntos específicos, mas de tudo que considero interessante, legal. De flores à shows. Hoje estou com 18. Escrevo desde muito cedo, mas ultimamente a vida agitada não deixa tempo para que eu ponha as minhas idéias no papel. Leio bastante e de tudo. Faço faculdade de Letras e Direito simultaneamente.
Por que faz freelas?
Principalmente por me agradar a idéia de ganhar fazendo o que eu gosto. De tornar um hobby algo mais do que isso. Me inserir no mercado. Pelo comprometimento comigo mesma, levando a sério tudo o que eu fizer para que seja bem feito. Independente de empresas, contratos, etc..
Loading ... Surpresa, espanto, dúvida, assombro. Emoções que percorreram a última entrega do Oscar, que aqui caiu num domingo de carnaval, quando o bicho-papão da noite foi o bollywood movie Slumdog Millionaire.
A possibilidade de leituras que esse momento nos traz, vão além do cinema. Tomemos, por exemplo, a produção da festa, notadamente menos dispendiosa que em anos anteriores.
Teriam os produtores da academia sido pegos pela crise? Claro que não. O fato é que, com alguns descontos, a indústria do cinema, que tradicionalmente nos vende ilusões paleativas há mais de 100 anos, tem seu pezinho ali na realidade.
E se a realidade da vez é uma crise (real, sem dúvida), porque não embarcar no tema? Podemos dizer: o tema da entrega do Oscar esse ano foi a crise. E isso acabou se refletindo na premiação de Slumdog Millionaire.
Uma cidade de milhares de deuses
Que aliás tem um roteiro que você já viu: menino de favela se vira aqui e ali e tem um grande amor e um irmão que por sua vez escolheu o lado mais rápido para alcançar alguma posição na vida, o crime. Mas nosso herói é batalhador e tem lá seus talentos.
O máximo que se permite é ser um “malandro do bem” enganando aqui e ali turistas que visitam sua cidade natal. Tudo isso filmado e mini flash backs indo e vindo entre o momento de ruptura do roteiro, uma espécie de “Show do Milhão” e a infância pobre.
Troque Jacarepaguá por Bombaim e você tem, em vez de Cidade de Deus, o ganhador do Oscar de melhor filme.
E é aí que a vitória de Slumdog Millionaire traz sua leitura mais interessante. É para mim o sussurro de uma indústria: “Nós tememos os seus call centers que tentam nos enganar que nos atendem do bairro ao lado; tememos sua capacidade de remexer e reiventar nossos programas de TV e nosso estilo de vida; tememos até nos tornarmos no futuro o que vocês são hoje, numa insuspeita – mas não impossível-, troca de papéis entre nossas nações”.
Em outras épocas bastaria fagocitar essa avalanche de avanços na Índia, Brasil, China e Russia para, através dessa própria indústria cultural, perpetuar ciclos de dominação.
Designer interativo, 23 anos, experiência de 5 anos com design de interação. Trabalhei em diversas agências de internet de Curitiba, atualmente diretor de arte de uma agência de comunicação integrada.
Por que faz freelas ?
Muitas vezes se mostra um ambiente mais flexível com relação ao caminho criativo da peça, seja ela qual for. Ideal para por em prática experimentações positivas e tendências.
Venda seu peixe
Estou a procura de freela. Meu trabalho permite uma certa flexibilidade entre o Promo (hotsites, identidades promocionais) e o Corporativo/Commerce (Portais, institucionais e etc…). Confira meu portfólio e entre em contato
Publicado
em 19/02/2009 às 3:00 na categoria Design.
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Esse vídeo é para você, cidadão brasileiro, para quem deram uma lata velha, mandaram pintar e nela batucar ritmos pouco criativos com coreografias mal ensaiadas e chamaram de cultura.
Esse vídeo é para você que, acreditando-se parte de algo libertador apenas foi usado como força legitimadora de um ciclo vicioso que vai aprisionar não só você, mas suas gerações numa realidade aculturada e repetidora de fórmulas; em vez de uma aventura libertadora, de um resgate REAL de cidadania e direitos.
Esse vídeo é para você, ser onipresente do curral midiático brasileira, que acredita nessa repetição de fórmulas, como trampolim para audiência e pseudo-colaboração social. Que piada de mal gosto a sua, hein? Esse vídeo é para mim também, que chorei em vários momentos, me perguntando, “Putaquepariu, porque tanta gente se deixa enganar por estes projetos ridículos que se auto denominam culturais num país rico como o nosso?”
Esse vídeo é também para você pai que, uma vez, há muito tempo atrás me chamou em sua sala de trabalho e disse “eu vou fundar uma Orquestra aqui em Campo Grande (subúrbio Rio de Janeiro), você quer participar comigo?” Fomos e quase conseguimos. Ficamos nos 11 iniciais
Ah sim, esse vídeoé para você que também já acordou para esse embuste em que se transformaram 99% dos projetos culturais no Brasil e tenta a seu modo fazer a diferença. Acreditando no hip-hop E na música de câmara; na capoeira E no balet clássico; nos grafiteiros E na pintura acadêmica ( ou moderna, ou contemporânea, ou impressionista ou o que mais inventarem); para quebrar – repito mais uma vez para que fique grafado-, esse ciclo que aprisiona em fórmulas a expressão artística e relega resultados a descontos no imposto a pagar.
Como diz pontualmente Jose Abreu, o pior da pobreza não é a falta de pão ou teto; é a sensação de não ser ninguém. Se você entendeu, enfim, que batucar na lata e pintar o muro do metrô é reforçar a cruel sina de não ser ninguém, se libertará.
E tomará seu lugar nessa Sinfonia.
E se você achar que esse vídeo não é para você, seja maior do que ele: passe-o adiante.