1. Comece fazendo as perguntas certas
Não são poucas as vezes que você ataca um problema pessoal ou profissional começando pelas perguntas erradas. Por exemplo, considere a questão: "Como posso fazer um site em flash ser mais rápido e funcionar em todas as plataformas?". Pergunta difícil, né? Já começou a calcular a quantidade de horas necessárias para resolver o problema? As rotinas de testes em tablets e demais devices que você terá que montar, aplicar e medir? Claro que já, pois você está viciado em fazer as perguntas erradas. Por que não perguntar o seguinte: "E se eu fizesse esse projeto em HTML 5?". Comece a focar na solução e desmontar o problema até achar a sua origem e as perguntas certas vão surgir!2. Descubra a origem do problema
Seguindo na mesma linha, imagine-se finalizando uma proposta comercial para um novo cliente. Você monta todas as horas que vai alocar, o preço de cada uma e chega a um resultado final, considerando um escopo "X". A proposta não é aceita. Depois de enviar mais três iguais a ela, você se sente derrotado: seus preços devem estar altos! Mas, você já parou para pensar que o ESCOPO possa ser a origem do problema? Por que não se concentrar em jobs menores e assim fechar mais deles?3. Aprenda a desistir
Uma vez, um recém-formado em propaganda teve o seu primeiro contratempo pessoal: foi mandado embora exatamente no mês que soube que ia ser pai. A pressão por prover sua família recém-montada fez ele largar tudo e pegar a primeira oportunidade concreta que apareceu: vendedor. Tentou, perseverou mas, não conseguiu. Um belo dia entregou todos os contatos, listas de telefones para os quais tinha que ligar para fechar as vendas para o primeiro colega de trabalho que encontrou no escritório e mandou uma de suas frases preferidas: "É que sou muito vocacionado para o que eu faço". Dois dias depois, seu telefone tocou e a maior agência do país marcou uma reunião para ver a sua pasta. Aprender a desistir do que parece ser sua única salvação é, por vezes, sua única e VERDADEIRA salvação. (Sim, claro, o carinha do ponto 3 sou eu.)