O amigo e co-podcaster Fabio Seixas (Camiseteria e VersãoTXT)me surpreendeu com uma ótima notícia hoje pela manhã ao me mandar um e-mail sobre sua nova empreitada: o WeShow.
O WeShow é uma plataforma criada para agregar os vídeos mais bacanas da internet (oriundos do YouTube, Metacafe, Google Vídeo, Dailymotion etc) e ainda de lambuja apresenta um prêmio mensal - Prêmio WeShow(escolhido por usuários) e um programa diário, o WeShowTV que fala, claro, sobre os vídeos em destaque. Uma idéia bacana sem dúvida, iniciativa brasileira não se pode deixar de sinalizar e que aproveita muito bem a grande mania do momento que é criar e publicar vídeos (caseiros ou não) para efeitos de compartilhamento e viralização.
Foi idealizado por gente da pesada: Marcos Wettreich, criador do iBest e pelo Bruno Parodi (idealizador do G1), ex-Globo.com, e conta ainda com o Fábio Seixas como diretor de marketing mundial do projeto que roda também para os públicos os EUA e Reino Unido. A iniciativa já consumiu investimentos de U$S 2 milhões e prevê a inversão adicional de mais US$ 6 milhões até o final de 2007.
WeShow. Vídeos agregados para seu entretenimento.
O amigo e co-podcaster Fabio Seixas (Camiseteria e VersãoTXT)me surpreendeu com uma ótima notícia hoje pela manhã ao me mandar um e-mail sobre sua nova empreitada: o WeShow.
O WeShow é uma plataforma criada para agregar os vídeos mais bacanas da internet (oriundos do YouTube, Metacafe, Google Vídeo, Dailymotion etc) e ainda de lambuja apresenta um prêmio mensal - Prêmio WeShow(escolhido por usuários) e um programa diário, o WeShowTV que fala, claro, sobre os vídeos em destaque. Uma idéia bacana sem dúvida, iniciativa brasileira não se pode deixar de sinalizar e que aproveita muito bem a grande mania do momento que é criar e publicar vídeos (caseiros ou não) para efeitos de compartilhamento e viralização.
Foi idealizado por gente da pesada: Marcos Wettreich, criador do iBest e pelo Bruno Parodi (idealizador do G1), ex-Globo.com, e conta ainda com o Fábio Seixas como diretor de marketing mundial do projeto que roda também para os públicos os EUA e Reino Unido. A iniciativa já consumiu investimentos de U$S 2 milhões e prevê a inversão adicional de mais US$ 6 milhões até o final de 2007.