Percebam que a permanência em sua atividade e até mesmo nesse planeta, dependia menos da qualidade do seu trabalho e mais da força e coordenação de seus braços. A máquina, pouco confiável. A qualidade do trabalho, invisível, já que estávamos falando de uma parede de costas para a rua que, muito dificilmente, um “encarregado” checaria. Nada mais valia (assim como nada tão mais-valia), apenas a força das mãos e músculos para fazer subir ou, ao final, descer.
A vida de quem decide criar a própria marca do nada, sem verba ou investidor, que encara qualquer pedreira que venha pela frente, que prospecta ao mesmo tempo que atende é assim. Assim como a de quem se desentende ao mesmo tempo em que elucida ou que vence na mesma intensidade que perde. Dia após dia. Centímetro após centímetro, como a velha fábula da minhoquinha que subia um metro e descia dois.
A grande conexão que conseguimos fazer em um momento como esse tem estreita relação com a forma pela qual guiamos nossos esforços. Ou você é reconhecido como um excelente pintor de paredes, ou pelo louco que topa se equilibrar em uma cadeirinha.
Qual dois dois você prefere ser? Equilibrado em uma cadeirinha no ar
Percebam que a permanência em sua atividade e até mesmo nesse planeta, dependia menos da qualidade do seu trabalho e mais da força e coordenação de seus braços. A máquina, pouco confiável. A qualidade do trabalho, invisível, já que estávamos falando de uma parede de costas para a rua que, muito dificilmente, um “encarregado” checaria. Nada mais valia (assim como nada tão mais-valia), apenas a força das mãos e músculos para fazer subir ou, ao final, descer.
A vida de quem decide criar a própria marca do nada, sem verba ou investidor, que encara qualquer pedreira que venha pela frente, que prospecta ao mesmo tempo que atende é assim. Assim como a de quem se desentende ao mesmo tempo em que elucida ou que vence na mesma intensidade que perde. Dia após dia. Centímetro após centímetro, como a velha fábula da minhoquinha que subia um metro e descia dois.
A grande conexão que conseguimos fazer em um momento como esse tem estreita relação com a forma pela qual guiamos nossos esforços. Ou você é reconhecido como um excelente pintor de paredes, ou pelo louco que topa se equilibrar em uma cadeirinha.
Qual dois dois você prefere ser?