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Temática adulta: publicar ou não no seu portfólio?

Post do Leitor

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Tempos atrás li uma postagem do Mauro Amaral no Google+ perguntando aos leitores sobre aceitar ou não um job “adulto”. Na ocasião, o artigo gerou um buzz muito interessante e me fez pensar bastante no assunto. E se fosse comigo? Pois é. Aconteceu.

Topei desenvolver um site de teor adulto e o resultado foi um dos meus melhores trabalhos desenvolvidos até hoje. Projeto desenvolvido em wordpress, visual bacana, código limpo, funcionalidades que eu sempre me desafiei a fazer, mas ninguém nunca quis pagar. Gostei muito do resultado. Mas com a felicidade de ver um projeto bem feito, veio também uma frustração: será que vou poder mostrar ao público?

Antigamente, o mundo era mais farto.

Ainda penso na possibilidade de poder publicá-lo em meu portfólio ou em meu álbum de trabalhos no Facebook, aplicando os devidos filtros de desfoque, é claro. Mas será que um cliente interpretaria bem o nível técnico do trabalho? Ou levaria por outro caminho? Talvez mostrar como referência a clientes selecionados em reunião presencial? Uhmm… sei não.

E no fim das contas…

No fim das contas, equilibrando a balança, valeu a pena trabalhar no projeto. Aprendi muito sobre wordpress, aliás, contribuiu muito nos meus estudos sobre essa ferramenta, o cliente já me chamou para outros projetos – que poderão ser publicados no meu portfólio – e claro, fui bem remunerado pela empreitada =D.

E vocês, o que acham? Publicar o projeto com os devidos cuidados ou só a experiência adquirida e a fidelização do cliente já valem a pena?

Por: Diego Fernandes


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Publicado em 24/01/2012 às 10:57 na categoria Inspiração. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Como montar um portfólio de fotografia?

Maria Claudia Ferrini

Fotógrafa

Primeiramente, para montar um portfólio é preciso que o fotógrafo escolha sua área de atuação e saiba exatamente para quem vai enviá-lo.

Um exemplo disso para facilitar o entendimento, vamos supor que o fotógrafo faça trabalhos de Moda. Ele vai selecionar todas e as melhores fotografias já produzidas, montá-las na ordem de produção seja impressa ou digital e vai apresentá-las para os Diretores de Arte das revistas ou agências. São os Diretores de Arte que analisam os portfólios, portanto o fotógrafo tem que estar ciente de que eles não tem muito tempo para ficar “namorando” seu trabalho, sendo assim o número de imagens para um bom portfólio tem que ser em média entre 15 a 20 imagens.

Não importa se suas fotografias são conceituais ou comerciais, o importante é focar no tema e não fugir dele de jeito nenhum. Vc não vai apresentar fotos de Paisagens para alguém que trabalha com Moda, não haveria sentido algum.

Todos os fotógrafos fazem traballhos de diversos temas, a minha sugestão é separar esses materiais por pastas e deixá-las sempre organizadas, pois assim ficará mais fácil de apresentar seus trabalhos de acordo com cada cliente.

Outra dica interessante e muito importante é o fotógrafo não apresentar ou enviar links dos famosos “flickr” e “carbonmade” para seus clientes apesar de ser uma forma simples, rápida e barata de apresentação de portfólios, porém esses sites não são profissionais e não tem uma apresentação adequada para mostrar seu trabalho.

A dica é montar um site, nem que seja simples mas que tenha uma ótima apresentação para impactar suas fotografias. Sim, as fotografias são mais valorizadas quando são apresentadas em um formato mais adequado. 50% das suas chances estão na apresentação seja ela impressa ou digital.

Para fotografias impressas, o ideal é que estejam em caixas revestidas de couro ou veludo envoltas em paspartur com o mesmo número de imagens citadas acima, entre 15 e 20. As primeiras imagens devem ser em ordem de importância ou produção e acima de tudo as melhores, as do meio poderão ser medianas e as últimas voltam as ser a melhores novamente, para que o impacto seja do começo ao fim para quem está analisando e assim conseguir uma boa colocação entre os concorrentes.

Outra forma mais tecnológica para apresentação, dessa vez digital são os famosos Tablets. Eles são perfeitos para apresentações rápidas e seguras, lembrando que os Diretores de Arte não tem muito tempo para analisar seu trabalho e tampouco esperar vc ligar o notebook.
Seja breve e objetivo, as pessoas gostam de agilidade e competência!

Mãos à obra e boa sorte a todos, espero ter ajudado!!

 



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Publicado em 05/10/2011 às 2:30 na categoria Fotografia, Respostas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Igo Rodrigues – Web Designer

Post do Leitor

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Igo Rodrigues - Web Designer

Tecnólogo em Web Design e especialista em interfaces web, Igo Rodrigues gerencia o setor de criação de uma agência, além de atuar como freelancer.

Segundo ele, para ser um bom designer é essencialmanter-se atualizado e procurar inovar sempre: “Nessa área é preciso estar por dentro das tendências e acompanhar as novidades na medida em que vão sendo lançadas. Não há limites para quem tem conhecimento, criatividade e uma esposa inspiradora”, afirma.

Visite meu portfólio: www.igorodrigues.com.br

Por: Igo Rodrigues


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Publicado em 20/06/2011 às 4:55 na categoria Design, Galerasolo. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Ederson Rodrigues -Webdesigner

Post do Leitor

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Atuo na área de desenvolvimento e criação web há cinco anos com experiência em empresas significantes no mercado.

Tenho uma quase formação em #designgráfico pela Mauricio de Nassau no estado de #al (já que tranquei a matricula rsrsrs). Já atendi clientes em diversos lugares do Brasil, desde São Paulo até Teresina no Piuaí, passando por BH, Rio de Janeiro, Aracaju, Maceió (atualmente), Recife, Campina Grande(PB) e espero ampliar essa perspectiva de mercado digital.

Tenho paixão pelo que faço e por minha familia: Camila e Millah Eduarda, duas princesas maravilhosas na minha vida.

Atualmente desenvolvo layouts personalzados na @softwanstore (#al) com grandes amigos e faço alguns trabalhos como freelancer quando meus amiguinhos @joaokepler e @diogoassis me deixam em paz …

Tenho projetos assinados em diversos clientes de potencial como Abril Digital [Grupo Abril S/A], Hoken, Show de Ingressos, Gazeta de Alagoas e muitos outros que você pode conferir no meu portfólio. É isso.

Espero você em uma sala de reunião para fecharmos o seu projeto!
Até lá ;)

Veja mais sobre mim:

Contatos:

Por: Ederson Rodrigues


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Publicado em 21/05/2011 às 1:09 na categoria Design, Galerasolo. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Como avaliar o portfólio de um webdesigner?

Mauro Amaral

Editor Chefe



O título da dúvida não deixa espaço para interpretações: sim, foi enviada por um cliente que já anunciou em nossa seção de Vagas. Que grande oportunidade, não?

Primeiro podemos enxergar além da fronteira do blog e imaginar como um cliente nosso vai avaliar os trabalhos que levamos a uma reunião ou, até mesmo, um e-mail nosso enviado a partir de uma oportunidade postada por aqui.

Segundo é um momento interessante para darmos dicas de como profissionais de outras áreas podem avaliar um trabalho criativo. Sim, porque a leitora em questão é do departamento de Recursos Humanos da empresa que anunciou. Ou você acha que só diretor de criação vai olhar seu portfólio?

Speak no evil.  See no evil.  Hear no evil.
Creative Commons License photo credit: KaiChanVong|Seu cérebro já levou um susto hoje?

Dicas básicas para avaliar o trabalho criativo, quando você não é da área criativa.

A primeira coisa que você ser estranho ao mundo das cores e fontes deve saber é que todo trabalho criativo deve ter um propósito, ser a resposta a uma necessidade de marca. Esta necessidade por ser vender mais produtos, fazer com que mais e mais pessoas assinem seu serviço ou até mesmo divulgar sua candidatura ao Senado de alguma república perdida no mapa.

Ao avaliar um conjunto de links procure saber (se isso já não estiver discriminado na ficha técnica de cada projeto) qual foi a missão daquela empreitada. E pense, com os olhos de consumidor final, se você seria impactado por aquela solução.

Outra dica é avaliar o quão variado é o conjunto de ideias e soluções do candidato. Digo isso porque é comum no mercado encontrarmos “profissionais de template”, ou seja, a turminha que só repete a mesma fórmula, projeto após projeto, num troca-troca de cores que mesmeriza os mais desatentos. Não seja um deles, caso note uma repetição de estruturas e soluções, pergunte sobre o por quê disso.

Não substitua a sua sensibilidade por perfumarias como jeito estiloso de se vestir e gadgets de última geração. O talento genuíno transparece em qualquer ambiente. Treine o faro para esta originalidade. Não se iluda, qualquer ser humano é capaz de identificar (em diferentes graus, é claro) criatividade genuína. É aquela de dá “um susto no cérebro”.

Você sente isso quando uma Escola de Samba entra na Avenida e apresenta um carnaval que faz história, quando uma banda de Rock cria aquela canção que vai acompanhar você por toda a vida, quando lê um livro que faz você viajar. Sim, o trabalho do webdesigner, mesmo tendo um quê de técnico e sendo resposta a uma necessidade comercial, pode (e deve) provocar isso em você.

Vale lembrar que o “você” citado no parágrafo anterior pode ser, como no caso da leitora que nos enviou a dúvida, uma pessoa jurídica. Neste caso, o foco de sua avaliação deve estar consoante aos objetivos de marca e de marketing daquela instituição. Quando for avaliar este tipo de profissional sob os olhos de uma cultura empresarial, portanto, é importante que o crivo seja esse. Você pode até gostar, mas se sentir que a “empresa” não vai gostar daquela maneira de resolver um problema de comunicação, não insista.

Para iniciar

Este é um tipo de post que gostaria de ver iniciar uma discussão trazendo pontos distintos e opiniões variadas. A pluralidade vence. E você, como avaliaria o portfólio de um webdesigner?


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Publicado em 22/02/2010 às 10:00 na categoria Respostas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Bruno Neves – Designer Gráfico & Web Designer

Mauro Amaral

Editor Chefe

Dias após publicarmos por aqui o post Como montar seu portfólio online, recebo via e-mail o aviso de que Bruno Neves havia colocado no ar a versão 5.0 do seu. Acompanho o trabalho do Bruno há um tempinho e não poderia deixar de prestigiar esse que considero ser o Mestre dos Portfolios.

Muito mais do que uma lista de trabalhos, prêmios e um lugar para você publicar seu CV, no entendimento de Bruno, o portfólio é uma experiência. Não vou estragar a surpresa. Aconselho antes da leitura da entrevista na Galerasolo, clicar e entrar para o time de quem já viu este belo trabalho:

Leia mais »


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Publicado em 17/04/2008 às 2:16 na categoria Design, Galerasolo. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Como faço para trabalhar de fotógrafo freelancer numa revista internacional?

Carolina Vigna-Marú

Editora

Você tem uma câmera. Você tem um estúdio. Você tem até talento e um belo portfólio. Mas isso não é tudo quando se trata da vida de fotógrafos freelancers e mercado editorial.

Sempre dá para chegar melhor e mais rápido onde se quer acumulando conhecimento e experiência de outros trabalhos e desafios parecidos.

Reuni aqui algumas dicas baseadas em minha experiência que, claro, estão abertas a sugestões e adendos. Este post começou como um comentário na minha primeira participação aqui no Carreirasolo.org e, portanto, é um “work in progress”.

Awkward Cameraman
Creative Commons License photo credit: garryknight

Regra Geral

Para começar, revistas como a National Geographic, acredito, costumam trabalhar de duas maneiras:

1 – convite (eles entram em contato com o fotógrafo para um determinado projeto) ou,
2 – projeto (você envia um projeto, normalmente já meio encaminhado, e eles aprovam).

Até onde eu saiba os fotógrafos do staff deste tipo de publicação são headhunted, ou seja, escolhidos por eles e não selecionados por contato direto.

A maioria das publicações possui regras muito definidas e claras sobre colaborações e possíveis contratações. A National Geographic, só para citar nosso exemplo, não é exceção e tem até um Faq sobre o assunto.

E de nada adianta você tentar vender algo para alguém que não quer comprar. Sempre haverá alguma publicação procurando o material que você tem, é só uma questão de procurar e se adequar.

Dicas

  • Você tem portfolio online? Pode ser uma boa forma – mesmo que em um Flickr ou um Carbonmade da vida – de ser visto, conhecido e chamado para os assignments.
  • Outra forma bastante eficaz de ser contratado é pertencer a uma agência de imagens. A própria Corbis, por exemplo, avalia portfolios para inclusão em seu banco de dados de fotógrafos. Isso vale para qualquer tipo de publicação.
  • Vale a pena, mesmo que talvez não financeiramente no início, entrar para organizações grandes como essa por que são eles que os editores procuram quando querem alguém novo.
  • Outro caminho, mas isso é apenas para poucos felizardos, é conseguir um agente, ou um “art dealer” para continuar nos jargões (e facilitar a sua busca no Google). Conselho: quando você conseguir um agente lembre-se sempre de enviar o contrato para algum advogado da sua confiança. Não assine nada antes de entender completamente as consequências do que você está assinando, ok? A grande maioria dos agentes de fotografia é correta e profissional mas infelizmente ética não é uma lei da física.

Enquando isso…na terra dos papagaios…

Isso tudo que falei acima é em termos de mundo. Quando falamos de Brasil isso é verdadeiro também mas o poder do boca-a-boca ainda é muito grande e um contato com editores diretamente pode ser um bom caminho.

  • É legal também acompanhar algumas revistas do meio, para começar a saber quem é quem na indústria. Recomento da Editor & Publisher, a Publishing News inglês e o Publish News brasileiro (tem até uma newsletter).
  • Estas revistas falam muito do mainstream, e muitas excelentes publicações e/ou editoras ficam de fora, mas ainda assim vale acompanhar como termômetro do que está em moda e, conseqüentemente, de que tipo de trabalho estão “comprando”. Por falar em “comprar”, é bom sempre dar uma espiada na Media Job Market também.
  • Importante: lá fora existe a distinção entre o “editor” e o “publisher”. Normalmente quem bate o martelo final sobre imagens é o publisher, não o editor. São poucos os lugares como o Brasil, onde o editor e o publisher são uma pessoa só.
  • Ah sim: aconselho a primeiro fazer um portfolio online e depois enviar cartas curtas e simpáticas – (curtas, já falei curtas? curtas é importante!) – para os editores se apresentando e dando o endereço do seu portfolio.
  • Não esqueça de fazer o famoso fup (follow-up), ou seja, ligue e pergunte se recebeu, se viu, se gostou, essas coisas. E claro, não esqueça de fornecer formas diferentes de contato (email, tel, celular, sinal de fumaça, qualquer coisa que você atenda sempre).
  • Os periódicos de natureza documental e/ou científica costumam funcionar muito mais por projeto. Vamos documentar as antas no cerrado! Aí você vai, escreve o projeto, apresenta e manda. Depois de você já ter feito um projeto desses, passa a ser conhecido e considerado por aquele periódico no quadro fixo.

Para fechar

Eu estou preparando um artigo com o perfil das editoras brasileiras, o que cada uma prefere publicar, endereço de contato, etc. Tá dando um trabalhão mas vai valer a pena. Será uma fonte de consulta valiosa para todos que quiserem enveredar por esta aventura que é publicar e…enfim…ser lido.


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Publicado em 10/04/2008 às 7:12 na categoria Fotografia, Respostas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Como montar um portfólio?

Mauro Amaral

Editor Chefe



Para aqueles que querem montar um portfólio hoje em dia, um aviso. Um portfólio pode precisar dizer mais coisas do que a tradicional pasta preta com divisórias de plástico conseguirá. Isso só para citar o exemplo de diretores de arte e redatores publicitários. Saber se seu portfólio é bem montado é fácil (dou algumas dicas a seguir). Comprar uma pasta portfólio transada e cheia do diferencial, é ainda mais simples (e mais caro). Comportar-se bem na apresentação (outro post que prometo fazer em seguida), com algumas horas na frente do espelho, você aprende.

Mas saber se ele vai funcionar…
A resposta pode variar de acordo com sua especialidade nesta selva da comunicação. O importante é lembrar que o material tem dois grandes objetivos: oferecer sua competência profissional como “A” solução para aquele cliente e, claro, colar “colar” na memória de quem o entrevista/avalia.

A Regra Geral
Separar 10 peças, numera-las, pela qualidade, de 1 a 10 e distribuir na seguinte seqüência: 9, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 10. Sacou? Você abre com sua segunda melhor peça e vai num crescendo até chegar aquela que você (e sua mãe…) acham seu melhor anúncio. (Se você não conhece de onde veio esta regra, leia agora o Manual do Estagiário, de Eugênio Mohalem

Variações sob o mesmo tema

  • Jornalistas
    Para não esquecer: soluções de texto
    Separar matérias em que você teve apenas participação crucial ou assinou. Se você ainda está no começo, que tal reescrever matérias nas quais você, acredita, poderia ter feito um trabalho melhor e fazer um antes e depois? Evite colar poesias que você fez na 8ª série, contos que você ainda não concluiu e outras aventuras. Para isso, crie um blog e dê apenas o link, certo?
  • Webdesiners
    Para não esquecer: conhecimento sobre design
    Pulando o óbvio do site, um grande diferencial para um Webdesigner, em minha concepção de mercado é mostrar que sabe Design. Os sites estarão lá, os flashs todo mundo faz…mas mostrar que sabe sobre cor, tipografia, história da arte e tendências atuais, meu amigo, é o caminho. Ah sim, isso envolve uma formação séria, estudo constante e talento. A grande dica é ao lado de excelentes peças saber como você chegou até aquela solução, contanto para isso, uma história com início, meio e final. Feliz.
  • Programadores
    Para não esquecer: linguagens, certificações e equipes
    Pelo pouco que entendo da área as soluções devem ser apresentadas na forma de programas escritos, o tipo e porte da equipe com que trabalhou/liderou, incluindo, claro, as linguagens que domina e suas certificações.
  • Profissionais de Marketing
    Para não esquecer: cases
    Marketing é toda aquela ciência de reunir desejos de consumidores com necessidades de mercado. Não conheço nada melhor para isso do que o formato tradicional de cases: problema, solução, resultados. Claro, aqui isso funciona para profissionais com projetos reais em seu histórico. Não tem como inventar.
  • Arquitetos e profissionais de usabilidade
    Para não esquecer: cases
    Acho que o exemplo que pode guiar a todos é a simplicidade, eloqüência e fluidez do site do Felipe Memória. Veja lá.

Peças diferenciadas?
Já vi em agência portfólio dentro de caixa de brinde surpresa (sabe aquelas em que um palhaço pula quanto você abre?), em formato de paleta de pintor, em lâminas independentes, com brindes estranhos…e garanto que amigos aqui podem relatar casos e mais casos. Em sua maioria foram enviados ou deixados nas recepções e, por isso, careciam do principal diferencial: seu dono. Não vou entrar no mérito se são funcionais ou não, se garantem o efeito desejado ou não; mas recomendaria paciência e prudência em sua utilização.

Referências interessantes
Links e idéias para vocês ficarem de olho:

Outras dúvidas? Mande um e-mail para mim.

Ah, antes que você faça isso, gostaria de lembrar o seguinte
O carreirasolo.org pode fazer muito mais pra você. O que seriam das respostas sem, vamos dizer, o profissional com as dúvidas, por trás delas?

  • Pensando nisso, desenvolvi o Minicurso, onde passo os conceitos iniciais da Vida do Profissional Freelancer. Acompanhe os capítulos.
  • Se após a leitura pintar alguma dúvida, não se desespere. Temos uma seção de respostas para a qual, quando necessário, convido especialistas de várias áreas para ajudar a responder aos leitores no entendimento de suas questões. Então faça assim: pintou uma dúvida, manda um e-mail, ok?
  • Trabalhar em casa e por conta própria pode mudar sua vida. Mas você tem que estar preparado para as mudanças. Que tal conhecer a vida de quem começou devagarinho e hoje tem vários clientes? A Galerasolo está cheia destes casos. Conheça cada um de seus novos amigos na Galerasolo
  • E por falar em amigos, dê sempre uma olhada em nossa coluna lateral, onde indicamos livros nas áreas de Design, Marketing, TI e, claro, de literatura universal. Se você quiser ver tudo o que já indicamos até agora acesse uma das seguintes seções: a seção Livros, onde você lê as resenhas e seção Vitrine, onde você tem acesso rápido a vários lançamentos.
  • Ufa..como vocês perceberam, dá trabalho. E pode gerar projetos bem interessantes também. Quem está por trás disso tudo? Clique e descubra.

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Publicado em 21/10/2007 às 12:06 na categoria Respostas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.