Submarino.com.br

Resultados para a tag

Yul Barbosa – Fotógrafo

Post do Leitor

Publique você também

Me formei em publicidade em 2003. De lá pra cá já são quase 10 anos atuando no mercado, nas mais diversas áreas, desde criação até produção e edição de videos.

Mas a atividade que sempre me acompanhou foi a fotografia. Minha primeira câmera foi aos 15, e a minha primeira digital foi 10 anos depois.

Atualmente meu foco de trabalho são os ensaios. Fotografar pessoas, captar sua essência, a beleza externa, e principalmente a interna, é algo que me facina. Entender um pouco sobre a pessoa, conhece-la, e, no fim, acabar me tornando amigo dela.

Fotografia, para mim é isso: relacionamentos e pessoas.

Decidi que era a hora de largar emprego fixo em 2010. Atualmente trabalho em casa, ainda sem um lugar específico reservado. Mas, a idéia é criar um espaço que comporte tanto um estúdio quanto o escritório/edição.

Meu portfolio está no site www.yulbarbosa.com

Quer manter contato comigo, trocar uma idéia sobre fotografia, publicidade, cultura inutil ou debater qualquer coisa?

contato@yulbarbosa.com ou o meu twitter @yulbarbosa.

Por: Yul Barbosa

Tags: , ,

Publicado em 11/10/2011 às 2:30 na categoria Fotógrafos, Galerasolo. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Assistente de fotografia tem portfólio?

Maria Claudia Ferrini

Fotógrafa

A maioria das pessoas que estão começando no ramo fotográfico são assistentes de fotógrafos mais renomados e com mais experiência. Sendo assim, os trabalhos produzidos também levam o nome do assistente nos créditos como colaborador. Essa é uma boa maneira para começar a montar seu portfólio.

ProFocus
Creative Commons License photo credit: ignat.gorazd

Sim você pode divulgar as fotos nas quais fez assistência, contanto que o fotógrafo esteja ciente de que vc estará usando as imagens como portfólio e não irá vendê-las ou ceder à terceiros. Além de sempre comunicar ao cliente e/ou se for postar em sites, deixar claro que as fotografias foram produzidas pelo fotógrafo “X” e que a assistência foi feita por você (descrita sempre nos créditos).

Boa sorte a todos iniciantes e lembrem-se sempre que um bom portfólio faz toda a diferença!



Tags: ,

Publicado em 06/10/2011 às 2:30 na categoria Fotografia, Respostas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Como montar um portfólio de fotografia?

Maria Claudia Ferrini

Fotógrafa

Primeiramente, para montar um portfólio é preciso que o fotógrafo escolha sua área de atuação e saiba exatamente para quem vai enviá-lo.

Um exemplo disso para facilitar o entendimento, vamos supor que o fotógrafo faça trabalhos de Moda. Ele vai selecionar todas e as melhores fotografias já produzidas, montá-las na ordem de produção seja impressa ou digital e vai apresentá-las para os Diretores de Arte das revistas ou agências. São os Diretores de Arte que analisam os portfólios, portanto o fotógrafo tem que estar ciente de que eles não tem muito tempo para ficar “namorando” seu trabalho, sendo assim o número de imagens para um bom portfólio tem que ser em média entre 15 a 20 imagens.

Não importa se suas fotografias são conceituais ou comerciais, o importante é focar no tema e não fugir dele de jeito nenhum. Vc não vai apresentar fotos de Paisagens para alguém que trabalha com Moda, não haveria sentido algum.

Todos os fotógrafos fazem traballhos de diversos temas, a minha sugestão é separar esses materiais por pastas e deixá-las sempre organizadas, pois assim ficará mais fácil de apresentar seus trabalhos de acordo com cada cliente.

Outra dica interessante e muito importante é o fotógrafo não apresentar ou enviar links dos famosos “flickr” e “carbonmade” para seus clientes apesar de ser uma forma simples, rápida e barata de apresentação de portfólios, porém esses sites não são profissionais e não tem uma apresentação adequada para mostrar seu trabalho.

A dica é montar um site, nem que seja simples mas que tenha uma ótima apresentação para impactar suas fotografias. Sim, as fotografias são mais valorizadas quando são apresentadas em um formato mais adequado. 50% das suas chances estão na apresentação seja ela impressa ou digital.

Para fotografias impressas, o ideal é que estejam em caixas revestidas de couro ou veludo envoltas em paspartur com o mesmo número de imagens citadas acima, entre 15 e 20. As primeiras imagens devem ser em ordem de importância ou produção e acima de tudo as melhores, as do meio poderão ser medianas e as últimas voltam as ser a melhores novamente, para que o impacto seja do começo ao fim para quem está analisando e assim conseguir uma boa colocação entre os concorrentes.

Outra forma mais tecnológica para apresentação, dessa vez digital são os famosos Tablets. Eles são perfeitos para apresentações rápidas e seguras, lembrando que os Diretores de Arte não tem muito tempo para analisar seu trabalho e tampouco esperar vc ligar o notebook.
Seja breve e objetivo, as pessoas gostam de agilidade e competência!

Mãos à obra e boa sorte a todos, espero ter ajudado!!

 



Tags: , , ,

Publicado em 05/10/2011 às 2:30 na categoria Fotografia, Respostas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Como faço para trabalhar de fotógrafo freelancer numa revista internacional?

Carolina Vigna-Marú

Editora

Você tem uma câmera. Você tem um estúdio. Você tem até talento e um belo portfólio. Mas isso não é tudo quando se trata da vida de fotógrafos freelancers e mercado editorial.

Sempre dá para chegar melhor e mais rápido onde se quer acumulando conhecimento e experiência de outros trabalhos e desafios parecidos.

Reuni aqui algumas dicas baseadas em minha experiência que, claro, estão abertas a sugestões e adendos. Este post começou como um comentário na minha primeira participação aqui no Carreirasolo.org e, portanto, é um “work in progress”.

Awkward Cameraman
Creative Commons License photo credit: garryknight

Regra Geral

Para começar, revistas como a National Geographic, acredito, costumam trabalhar de duas maneiras:

1 – convite (eles entram em contato com o fotógrafo para um determinado projeto) ou,
2 – projeto (você envia um projeto, normalmente já meio encaminhado, e eles aprovam).

Até onde eu saiba os fotógrafos do staff deste tipo de publicação são headhunted, ou seja, escolhidos por eles e não selecionados por contato direto.

A maioria das publicações possui regras muito definidas e claras sobre colaborações e possíveis contratações. A National Geographic, só para citar nosso exemplo, não é exceção e tem até um Faq sobre o assunto.

E de nada adianta você tentar vender algo para alguém que não quer comprar. Sempre haverá alguma publicação procurando o material que você tem, é só uma questão de procurar e se adequar.

Dicas

  • Você tem portfolio online? Pode ser uma boa forma – mesmo que em um Flickr ou um Carbonmade da vida – de ser visto, conhecido e chamado para os assignments.
  • Outra forma bastante eficaz de ser contratado é pertencer a uma agência de imagens. A própria Corbis, por exemplo, avalia portfolios para inclusão em seu banco de dados de fotógrafos. Isso vale para qualquer tipo de publicação.
  • Vale a pena, mesmo que talvez não financeiramente no início, entrar para organizações grandes como essa por que são eles que os editores procuram quando querem alguém novo.
  • Outro caminho, mas isso é apenas para poucos felizardos, é conseguir um agente, ou um “art dealer” para continuar nos jargões (e facilitar a sua busca no Google). Conselho: quando você conseguir um agente lembre-se sempre de enviar o contrato para algum advogado da sua confiança. Não assine nada antes de entender completamente as consequências do que você está assinando, ok? A grande maioria dos agentes de fotografia é correta e profissional mas infelizmente ética não é uma lei da física.

Enquando isso…na terra dos papagaios…

Isso tudo que falei acima é em termos de mundo. Quando falamos de Brasil isso é verdadeiro também mas o poder do boca-a-boca ainda é muito grande e um contato com editores diretamente pode ser um bom caminho.

  • É legal também acompanhar algumas revistas do meio, para começar a saber quem é quem na indústria. Recomento da Editor & Publisher, a Publishing News inglês e o Publish News brasileiro (tem até uma newsletter).
  • Estas revistas falam muito do mainstream, e muitas excelentes publicações e/ou editoras ficam de fora, mas ainda assim vale acompanhar como termômetro do que está em moda e, conseqüentemente, de que tipo de trabalho estão “comprando”. Por falar em “comprar”, é bom sempre dar uma espiada na Media Job Market também.
  • Importante: lá fora existe a distinção entre o “editor” e o “publisher”. Normalmente quem bate o martelo final sobre imagens é o publisher, não o editor. São poucos os lugares como o Brasil, onde o editor e o publisher são uma pessoa só.
  • Ah sim: aconselho a primeiro fazer um portfolio online e depois enviar cartas curtas e simpáticas – (curtas, já falei curtas? curtas é importante!) – para os editores se apresentando e dando o endereço do seu portfolio.
  • Não esqueça de fazer o famoso fup (follow-up), ou seja, ligue e pergunte se recebeu, se viu, se gostou, essas coisas. E claro, não esqueça de fornecer formas diferentes de contato (email, tel, celular, sinal de fumaça, qualquer coisa que você atenda sempre).
  • Os periódicos de natureza documental e/ou científica costumam funcionar muito mais por projeto. Vamos documentar as antas no cerrado! Aí você vai, escreve o projeto, apresenta e manda. Depois de você já ter feito um projeto desses, passa a ser conhecido e considerado por aquele periódico no quadro fixo.

Para fechar

Eu estou preparando um artigo com o perfil das editoras brasileiras, o que cada uma prefere publicar, endereço de contato, etc. Tá dando um trabalhão mas vai valer a pena. Será uma fonte de consulta valiosa para todos que quiserem enveredar por esta aventura que é publicar e…enfim…ser lido.


Tags: , , , , , ,

Publicado em 10/04/2008 às 7:12 na categoria Fotografia, Respostas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.