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Dicas de Arake #4 – “Tenho Direito!” E, daí?

Henrique Arake

Advogado

Prezados leitores: como vão? Mais um post do combo de mini-dicas especialmente cunhadas para os leitores do Carreira Solo! Tema de hoje é: “Tenho direito!”, e daí?

Esse é um tema engraçado sobre o qual se escrever, porque a maioria das pessoas que nunca parou para pensar que ter um direito não significa que é interessante exercê-lo. Não estou me referindo às situações em que os custos de litigar são superiores aos benefícios. Já tratamos isso em outro post. Existem situações, e elas são muitas, em que, simplesmente, ter um direito bem estabelecido é indiferente.

Day 6
Creative Commons License photo credit: Belviso Photography

 

Vou ilustrar com um exemplo.

Você, Profissional Freelancer bem de vida, desenvolvedor de aplicativos de mão cheia, está dirigindo o seu (insira o carro de sua preferência) pela Av. Paulista, em São Paulo.

De repente, BLAM! Seu carro é atingido por trás, num semáforo vermelho, por um motorista meio-bêbado que estava distraído com duas (insira aqui sua distração, a que te colocar um sorriso no rosto… essa mesma, agora pense nela multiplicado por duas). Para completar o cenário, uma famosa rede de TV passava por ali naquele momento e filmou TUDO!

Em suma, não há a menor DÚVIDA que você tem direito a ser indenizado.

Vamos pro pau? A propósito, quem bateu no seu carro foi o Eduardo Saverin, saindo de uma festa de lançamento de um projeto espetacular e DOIDO pra arrumar gente que trabalhe para ele. E aí? Ainda processa até o talo?

Até o próximo post!


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Publicado em 19/05/2011 às 10:01 na categoria Legalize. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Dicas de Arake #1 – Contratos à distância

Henrique Arake

Advogado

E aí tuma, como estão? Nessa série de pequenas dicas, exclusiva para o CarreiraSolo, irei, brevemente, apresentar temas simples e diretos que possam ser úteis para a carreira de vocês, ok?

A de hoje é a sempre recorrente questão da contratação à distância. Já conversamos a esse respeito diversas vezes, basta procurar meu nome aqui no portal ou mesmo dar um pulo no meu blog.

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Creative Commons License photo credit: marko8904

Pessoal, de uma vez por todas, vocês são livres para contratar o que quiserem e da forma que quiserem! Obviamente estou considerando contratos lícitos e possíveis, né? Ah, sim, e também não estou considerando os contratos excessivamente formais (casamento, compra de imóvel, compra de carro). Vocês são freelas e, portanto, “vendem” serviços.

Dentro desse universo, vocês SEQUER precisam de um contrato daqueles que existem aos montes na internet: “Modelo de contrato de prestação de serviços de lero-lero lero”, “Cláusula primeira, do objeto e afins”. Um e-mailzão basta.

- Sério?

Claro, quando foi que menti para vocês?

Um e-mail simples, que deixe claro para ambas as partes e, principalmente, para um juiz o que foi contratado, quando, onde, porque e por quanto, e, claro, que demonstre a concordância de AMBAS as partes sobre aquele conteúdo, está mais que bom.

Está mais que bom para a VALIDADE do contrato, não significa que é o ideal.

Próxima dica, vamos falar sobre as vantagens de um contrato mais “arrumado”.


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Publicado em 16/05/2011 às 4:10 na categoria Legalize. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Termômetro de prospecções

Mauro Amaral

Editor Chefe

Outro dia falei sobre como 2011 promete ser intenso em termos de…propostas. O profissional que está de olho em seu empreendimento erra ao se empolgar com esta quantidade, isso porque, sabemos, nem todas retornam.

Relógio de Rua
Creative Commons License photo credit: Milton Jung CBNSP

Para medir o quanto pode estar dando certa a minha abordagem a clientes, criei uma planilha simples onde vou registrando as prospecções em circulação. Para estabelecer um parâmetro, criei uma escala de cores que vai do primeiro contato até o aceite. Quanto mais “quente” estiver a cor da planilha, mas as coisas estão dando certo.

O funcionamento, e leitura, são muito simples: cadastrado o job é só ir marcando um “X” em cada fase. A medida que o projeto avança a “temperatura” aumenta. Eu trabalho com a planilha aberta em uma aba do navegador o dia inteiro.

Claro, publiquei para compartilhar com vocês e espero sugestões e críticas!


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Publicado em 11/04/2011 às 9:33 na categoria Ferramentas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Apenas 9% dos brasileiros gostariam de ser freelancers

Mauro Amaral

Editor Chefe



Em recente pesquisa realizada pelo site trabalhando.com, a grande conclusão foi a de que brasileiro gosta mesmo é da segurança (?) da carteira assinada, a boa e velha CLT. Ao ouvir 450 pessoas constatou que a grande maioria (84%) prefere este regime de trabalho. Deste total apenas 9% gostariam de investir no modo de vida freelancer.

Where the magic happens
Creative Commons License photo credit: Michael C. Rael

O dado que nos chama atenção é que daqueles que já são freelancers apenas 7% estariam satisfeitos com o seu modelo atual de trabalho. What? Das duas uma: ou não são leitores, ou não entenderam do que se trata este estilo de trabalho ou o universo desta pesquisa não foi bem delineado.

Tudo bem que, em determinadas fases da vida a CLT é necessária. Em vários episódios do FalaFreela deixamos claro que uma boa estratégia para o futuro freelancer full time é começar em uma empresa, entender bem o seu negócio, investir em networking para SÓ ASSIM, depois de alguns contratos já assinados, dar o salto de fé.

Outro dado interessante foram as áreas apontadas como as que mais atraem freelas. Além das já manjadas jornalismo, design (web e gráfico) e tecnologia, o direito é apontado como uma das linhas de trabalho promissoras. Bom, nem tão surpresa…estão Henrique e seus posts que não me deixa mentir…

Agora, jogando a bola para os leitores: alguém concorda com este índice todo de insatisfação?


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Publicado em 08/04/2011 às 6:23 na categoria Novas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Como fidelizar clientes de marketing digital?

Mauro Amaral

Editor Chefe

Esta é, sem dúvida alguma, uma pergunta que vale alguns milhões de dólares. Agências de todos os portes, profissionais freelancers em diversas fases de desenvolvimento pessoal, têm nesta resposta a possível solução de todos os seus problemas. E como por aqui não somos de enrolar muito, ei-la: uma das melhores técnicas para se fidelizar um cliente é antes que ele se transforme em seu cliente.

Two clones playing in just one game
Creative Commons License photo credit: madnzany

2011: um ano de propostas?

O carnaval[bb] tardio fez dos três primeiros meses de 2011, um trimestre de propostas. Gente de todas as atividades e direcionamentos, passou boa parte do seu retorno de férias (aqueles que ousaram e conseguiram tirá-las, obviamente) indo em reuniões, ouvindo, sendo brifado (e brifando) para, então, jogar no mercado sua interpretação comercial[bb] das necessidades de seus clientes e futuros clientes.

Lado bom é que proposta é o alimento da esperança do Profissional Freelancer. Aqueles mais otimistas chegam a contar com o milho no papo da galinha assim que clicam no “Enviar” e catapultam seu PDF com preços e condições. E é aí que, na pressa de atender a uma RFP, muitas vezes, deixamos de marcar um golaço.

Sim, é na proposta que se começa a fidelizar seu cliente.

Eu consideraria até mesmo um erro comum, ou pressa, ou avaliação apressada, enviar uma proposta somente com o que o cliente solicitou.

A primeira razão para afirmar isso é que, em alguns casos, ele nem mesmo sabe o que contratar. Ouviu falar em redes sociais, pede um perfil no twitter; ou então conferiu com o filho a lista dos vídeos mais assistidos do Youtube, sapeca um pedido de “um viralzinho”. Enfim, o pedido do job pode esconder desconhecimento sobre as possibilidades em questão.

A segunda é que, furtando o cliente da possibilidade de outros serviços, você perde chance de mostra-se proativo e, assim, diferenciar-se da manada…digo, maioria.

1. Tente entender a maturidade do cliente: pedidos pontuais podem esconder “inocência”. Ou seja, seu cliente pode estar contratando o que “ouviu tocar no rádio”. Em seu primeiro contato tente, de forma bem sutil, descobrir o quão conhecedor é seu cliente. Se muito, seja parceiro. Se pouco, seja didático;

2. Quando solicitarem determinada atividade, pergunte por quê: sem essa de, “Sim senhor, estaremos enviando o orçamento em alguns minutos”. Seja um perguntador, e tente levantar as razões daquele job e o porque da solicitação pontual.

3. Pense de forma reversa: se o objetivo é levantar assinantes, por exemplo, será que só o hotsite solicitado é suficiente? Demonstre que tendo um objetivo em mente, sua participação pode ser inclusive a de oferecer as ferramentas para se chegar lá

4. Quando for montar a proposta, faça-a modular. Se é inteligente oferecer mais do que foi pedido, não é de bom tom encapsular suas condições comerciais. Nada de venda casada, viu? É feio. A ideia é, então, montar uma proposta modular que tenha como centro o pedido inicial e ao redor, outras possibilidades de contratação

Para fechar: seja flexível nas entregas

Fidelizar, muitas vezes quer dizer, facilitar. Se você vai oferecer mais do que foi pedido, não espere que tudo seja contratado de uma vez só. Muitas vezes, o cliente é maduro (1), sabe porque está contrando (2), gostou dos serviços extras (4) mas não tem como contratar tudo de uma vez!

É aí que pode residir o pulo do gato: monte uma proposta faseada, mostrando “Tempos e Movimentos” para sair do Ponto A (onde você está prospectando um novo trabalho) para o Ponto B (onde você assina um contrato).

Sim? Não? Comentários?


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Publicado em 01/04/2011 às 4:09 na categoria Finanças, Respostas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Modelo de Contrato para Prestadores de Serviços

Mauro Amaral

Editor Chefe

A melhor maneira de estabelecer uma relação clara e transparente entre CONTRATANTE e PRESTADOR DE SERVIÇO é registrar num contrato claro e simples e em poucas linhas basicamente quem contratou quem, por quanto, por quanto tempo e que obrigações pesam sobre um ou outro.


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Publicado em 03/04/2008 às 3:00 na categoria Ferramentas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.