Quanto tempo devo dedicar à minha vida de freelancer?
Esta pergunta assume diversas faces, tal e qual ao Dr.Lao, daquele filme de sessão da tarde, quem não lembra? Umas acolhedoras, outras más, outras que vão te cobrar até o último segundo e até algumas que vão deixar você ir ao cinema numa quarta-feira às 13h.
Acho que já falei aqui várias vezes: não existe fórmula mágica Se quando sai alguma matéria sobre freelancer o mantra “a possibilidade de fazer seu próprio horário” é citado aos quatro ventos, esquecem de lembrar que, muitas vezes, este horário que a gente mesmo criou não nos agrada, a quem está ao seu redor muito menos e até mesmo sua saúde, ali por uma gastrite ou rinite, costuma reclamar.
Se pudesse responder esta pergunta com a firmeza que ainda estamos construindo, todo dia por aqui, eu diria o seguinte.

Outro dia estava tomando um café-pós-almoço e me deparei com esse livro de Carl Honoré. Ele nos conta como é esta onda de Slow movement, um movimento (sacaram? Movement=movimento), bom na verdade, um não-movimento, rumo a almoços mais demorados, leituras mais prazeirosas, amor feito com vagar essas coisas. Tudo a ver como clima urbano-melancólico que vivemos. Vale a leitura.
Publicado em 16/09/2005 às 7:00 na categoria Respostas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.














