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	<title>Comments on: Fui contratado como ilustrador sem carteria assinada e, um ano depois, vi vários de meus trabalhos publicados pela agência sem crédito para mim. Isso está correto?</title>
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	<description>Respostas para o Profissional Freelancer</description>
	<lastBuildDate>Fri, 25 May 2012 20:05:35 +0000</lastBuildDate>
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		<title>By: Paulo</title>
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		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 May 2010 00:23:51 +0000</pubDate>
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		<description>Gostaria de saber como faço para calcular o valor do direito autoral de uma obra de 54 páginas não publicada. Escrevi um livro de suspense e gostaria de vender os direitos autorais;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de saber como faço para calcular o valor do direito autoral de uma obra de 54 páginas não publicada. Escrevi um livro de suspense e gostaria de vender os direitos autorais;</p>
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		<title>By: Roberto Lopes Ferigato</title>
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		<dc:creator>Roberto Lopes Ferigato</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Mar 2007 13:23:07 +0000</pubDate>
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		<description>Com a extinção do CNDA no governo Collor, o escritório de arrecadação e distribuição ECAD vem fazendo o que bem entende com os valores recolhidos em direito autoral de execução publica, pois atualmente não há um órgão fiscalizador de suas contas. com dados do próprio (Ecad), o ministro da cultura Gilberto Gil explicou que a indústria fonográfica estabelecida no Brasil movimentou R$ 650 milhões em 2005 e exportou outros R$ 70 milhões em discos. A arrecadação de direitos autorais sobre execução pública foi de R$ 275 milhões em 2006.
Convenhamos que é muito poder para uma instituição que responde a inúmeros processos como por exemplo uma CPI que constatou crimes como,Falsidade Ideológica,Sonegação Fiscal,Apropriação Indébita, Enriquecimento Ilícito,Formação de Quadrilha, Formação de Cartel e Abuso do Poder Econômico,entre outros,com indigitamento dos seus autores e farta documentação.
E os autores desses crimes ainda hoje estão administrando os valores relativos ao direito dos autores no Brasil.      (e ninguém foi punido)
A música brasileira é uma das maiores forças da música mundial e a maior força da Economia da Cultura no Brasil.
Imaginem então se os compositores fossem remunerados a cada execução publica musical como por exemplo, nas casas noturnas pianos-bar teatros, musica ao vivo, parece impossível mais não é, é só cumprir a lei 9610/98
§ 6º O empresário entregará ao escritório central, imediatamente após a execução pública ou transmissão, relação completa das obras e fonogramas utilizados, indicando os nomes dos respectivos autores, artistas e produtores.
Sabe o que significa isso ? é que você pode e deve ser remunerado pela execução das suas obras, basta informar ao  empresário o repertório com os respectivos nomes das obras, autores e intérpretes.
Mais não é tão simples assim, o ECAD tomou conta disso a muito tempo, veja como funciona a arrecadação nos referidos estabelecimentos, Depois de definido o valor da retribuição autoral (com um critério no mínimo duvidoso)o empresário recebe um boleto de cobrança que deverá ser pago em qualquer agência bancária,(sem a relação das obras) que após a quitação, autoriza a utilização das músicas. O ECAD controla a emissão dos boletos e pagamentos efetuados através de um sistema informatizado totalmente desenvolvido especificamente para a instituição se apropriar dos valores recolhidos em direito autoral.
É direito moral do autor IV- o de assegurar a integridade da obra, opondo-se a quaisquer modificações ou à prática de atos que, de qualquer forma, possam prejudicá-la ou atingi-lo, como autor, em sua reputação ou honra;             
Se fizéssemos valer a lei os números seriam bem diferentes.
Com a evolução tecnológica dos computadores e softwares cada vez mais poderosos, o monopólio do mercado fonográfico no que se refere às grandes gravadoras perdeu a força, pois qualquer pessoa que tem um computador em casa hoje, e talento é claro, pode compor e produzir seu próprio CD ou DVD.
E como deter os MP3, os CDs e DVDs piratas, e inúmeras maneiras de baixar musicas na internet?
As grandes gravadoras e multinacionais investiram verdadeiras fortunas em equipamentos e estúdios sofisticados nas custas do talento dos artistas por muitos anos pois eles obtinham o poder exclusivo de produzir, até mesmo impor musicas que as pessoas não queriam ouvir,e agora se encontram na decadência.
Infelizmente ainda temos na direção da arrecadação e distribuição autoral do nosso pais, pessoas que estão desviando criminosamente os nossos direitos para sustentar esse mercado defasado, que não tem mais por onde se sustentar a não ser se apropriando do nosso legitimo direito autoral.   
Por isso a necessidade de cada vez mais nos atualizar e reclamar os nossos direitos, fazer cumprir a lei.
Sou otimista em relação aos artistas, acho que o Brasil respira a arte mas ainda não tomou consciência do seu valor e potencial, vejo um futuro em que no lugar de entrar para criminalidade, o cidadão vai optar pela arte, pela criação, e consequentemente vai ter seu devido valor e respeito, se sentindo útil na sociedade, e daí então promovendo a verdadeira cultura do nosso pais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Com a extinção do CNDA no governo Collor, o escritório de arrecadação e distribuição ECAD vem fazendo o que bem entende com os valores recolhidos em direito autoral de execução publica, pois atualmente não há um órgão fiscalizador de suas contas. com dados do próprio (Ecad), o ministro da cultura Gilberto Gil explicou que a indústria fonográfica estabelecida no Brasil movimentou R$ 650 milhões em 2005 e exportou outros R$ 70 milhões em discos. A arrecadação de direitos autorais sobre execução pública foi de R$ 275 milhões em 2006.<br />
Convenhamos que é muito poder para uma instituição que responde a inúmeros processos como por exemplo uma CPI que constatou crimes como,Falsidade Ideológica,Sonegação Fiscal,Apropriação Indébita, Enriquecimento Ilícito,Formação de Quadrilha, Formação de Cartel e Abuso do Poder Econômico,entre outros,com indigitamento dos seus autores e farta documentação.<br />
E os autores desses crimes ainda hoje estão administrando os valores relativos ao direito dos autores no Brasil.      (e ninguém foi punido)<br />
A música brasileira é uma das maiores forças da música mundial e a maior força da Economia da Cultura no Brasil.<br />
Imaginem então se os compositores fossem remunerados a cada execução publica musical como por exemplo, nas casas noturnas pianos-bar teatros, musica ao vivo, parece impossível mais não é, é só cumprir a lei 9610/98<br />
§ 6º O empresário entregará ao escritório central, imediatamente após a execução pública ou transmissão, relação completa das obras e fonogramas utilizados, indicando os nomes dos respectivos autores, artistas e produtores.<br />
Sabe o que significa isso ? é que você pode e deve ser remunerado pela execução das suas obras, basta informar ao  empresário o repertório com os respectivos nomes das obras, autores e intérpretes.<br />
Mais não é tão simples assim, o ECAD tomou conta disso a muito tempo, veja como funciona a arrecadação nos referidos estabelecimentos, Depois de definido o valor da retribuição autoral (com um critério no mínimo duvidoso)o empresário recebe um boleto de cobrança que deverá ser pago em qualquer agência bancária,(sem a relação das obras) que após a quitação, autoriza a utilização das músicas. O ECAD controla a emissão dos boletos e pagamentos efetuados através de um sistema informatizado totalmente desenvolvido especificamente para a instituição se apropriar dos valores recolhidos em direito autoral.<br />
É direito moral do autor IV- o de assegurar a integridade da obra, opondo-se a quaisquer modificações ou à prática de atos que, de qualquer forma, possam prejudicá-la ou atingi-lo, como autor, em sua reputação ou honra;<br />
Se fizéssemos valer a lei os números seriam bem diferentes.<br />
Com a evolução tecnológica dos computadores e softwares cada vez mais poderosos, o monopólio do mercado fonográfico no que se refere às grandes gravadoras perdeu a força, pois qualquer pessoa que tem um computador em casa hoje, e talento é claro, pode compor e produzir seu próprio CD ou DVD.<br />
E como deter os MP3, os CDs e DVDs piratas, e inúmeras maneiras de baixar musicas na internet?<br />
As grandes gravadoras e multinacionais investiram verdadeiras fortunas em equipamentos e estúdios sofisticados nas custas do talento dos artistas por muitos anos pois eles obtinham o poder exclusivo de produzir, até mesmo impor musicas que as pessoas não queriam ouvir,e agora se encontram na decadência.<br />
Infelizmente ainda temos na direção da arrecadação e distribuição autoral do nosso pais, pessoas que estão desviando criminosamente os nossos direitos para sustentar esse mercado defasado, que não tem mais por onde se sustentar a não ser se apropriando do nosso legitimo direito autoral.<br />
Por isso a necessidade de cada vez mais nos atualizar e reclamar os nossos direitos, fazer cumprir a lei.<br />
Sou otimista em relação aos artistas, acho que o Brasil respira a arte mas ainda não tomou consciência do seu valor e potencial, vejo um futuro em que no lugar de entrar para criminalidade, o cidadão vai optar pela arte, pela criação, e consequentemente vai ter seu devido valor e respeito, se sentindo útil na sociedade, e daí então promovendo a verdadeira cultura do nosso pais.</p>
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		<title>By: Mauricio Domene</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/fui-contratado-como-ilustrador-sem-carteria-assinada-e-um-ano-depois-vi-varios-de-meus-trabalhos-publicados-pela-agencia-sem-credito-para-mim-isso-esta-correto/comment-page-1#comment-3312</link>
		<dc:creator>Mauricio Domene</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Nov 2005 14:15:40 +0000</pubDate>
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		<description>Publicidade (e outras atividades) envole criação intelectual, e para regulamentar essa criação (seja uma música, um texto, uma arte) existem leis.

A grande confusão acontece quando tenta-se enquadrar esse trabalho na categoria de obra por encomenda, ou seja, quem encomendou passa a deter os diretios sobre essa obra.

Eu sugiro que todo mundo que tem atividade ligada a criação que procure ler e aprender sobre leis de direito autoral.

Recomendo o livro:

Direito Autoral no BRasil
José Carlos Costa Netto
Editora FTD

Só a partir do conhecimento dos direitos que a gente tem é que poderemos avançar para exigi-los.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Publicidade (e outras atividades) envole criação intelectual, e para regulamentar essa criação (seja uma música, um texto, uma arte) existem leis.</p>
<p>A grande confusão acontece quando tenta-se enquadrar esse trabalho na categoria de obra por encomenda, ou seja, quem encomendou passa a deter os diretios sobre essa obra.</p>
<p>Eu sugiro que todo mundo que tem atividade ligada a criação que procure ler e aprender sobre leis de direito autoral.</p>
<p>Recomendo o livro:</p>
<p>Direito Autoral no BRasil<br />
José Carlos Costa Netto<br />
Editora FTD</p>
<p>Só a partir do conhecimento dos direitos que a gente tem é que poderemos avançar para exigi-los.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Manager</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/fui-contratado-como-ilustrador-sem-carteria-assinada-e-um-ano-depois-vi-varios-de-meus-trabalhos-publicados-pela-agencia-sem-credito-para-mim-isso-esta-correto/comment-page-1#comment-3311</link>
		<dc:creator>Manager</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Nov 2005 11:04:24 +0000</pubDate>
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		<description>Lembrem-se crianças: Publicitário não é artista.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lembrem-se crianças: Publicitário não é artista.</p>
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	<item>
		<title>By: Jr Guimarães</title>
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		<dc:creator>Jr Guimarães</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Nov 2005 19:46:44 +0000</pubDate>
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		<description>Por estas e outras que abri minha empresa, cansei de   ralar em 200 projetos por mês e receber só um salário, fora a falta de crédito e de reconhecimento pelo esforço e trabalho.

Continuo ralando(até mais do que antes) só que agora ganho uma porcentagem de cada projeto, quanto aos créditos por ser parceiro e não mais funcionário das empresas apareço mais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por estas e outras que abri minha empresa, cansei de   ralar em 200 projetos por mês e receber só um salário, fora a falta de crédito e de reconhecimento pelo esforço e trabalho.</p>
<p>Continuo ralando(até mais do que antes) só que agora ganho uma porcentagem de cada projeto, quanto aos créditos por ser parceiro e não mais funcionário das empresas apareço mais.</p>
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	<item>
		<title>By: Mauricio Domene</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/fui-contratado-como-ilustrador-sem-carteria-assinada-e-um-ano-depois-vi-varios-de-meus-trabalhos-publicados-pela-agencia-sem-credito-para-mim-isso-esta-correto/comment-page-1#comment-3309</link>
		<dc:creator>Mauricio Domene</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2005 17:24:43 +0000</pubDate>
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		<description>Opa... invocaram meu nome em vão?  :-)

No meio dos músicos profissionais já há um grande entendimento sobre autoria, direitos autorais, etc.

Quando eu faço um orçamento para uma trilha ou jingle, o aspecto mais importante pra determinar o preço não é a duração da música (tamanho) ou o estilo. O mais importante é onde será veiculado e por quanto tempo será essa veiculação.

Não cobramos pelo trabalho de criar, mas sim pela cessão dos direitos de uso, restrita a um meio e por tempo determinado.
Passado esse tempo ou ampliada midia existe uma nova cobrança de reutilização, normalmente de 50% do valor original.

As agências são bem educadas nesse sentido, e sabem muito bem como funciona. Já do lado dos clientes ainda existe muita confusão. E se a agência não passa essa cultura para eles, ou se são clientes diretos, as vezes dá mais trabalho ensinar tudo isso e faze-los entender do que a execução do trabalho propriamente dito.

A coisa fica mais simples com relação a música porque já existe uma história longa de direitos autorais, leis e jurisprudencia.
Entrar na justiça por alguém usar indevidamente seu jingle é ganho certo. 

Já tive que enfrentar essa situação uma vez, e bastou um telefonema do meu advogado para que tudo fosse acertado imediatamente.

Agora, com relação a ilustrações, sites, etc... me parece que a coisa é bem mais nebulosa, não é?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Opa&#8230; invocaram meu nome em vão?  <img src='http://carreirasolo.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>No meio dos músicos profissionais já há um grande entendimento sobre autoria, direitos autorais, etc.</p>
<p>Quando eu faço um orçamento para uma trilha ou jingle, o aspecto mais importante pra determinar o preço não é a duração da música (tamanho) ou o estilo. O mais importante é onde será veiculado e por quanto tempo será essa veiculação.</p>
<p>Não cobramos pelo trabalho de criar, mas sim pela cessão dos direitos de uso, restrita a um meio e por tempo determinado.<br />
Passado esse tempo ou ampliada midia existe uma nova cobrança de reutilização, normalmente de 50% do valor original.</p>
<p>As agências são bem educadas nesse sentido, e sabem muito bem como funciona. Já do lado dos clientes ainda existe muita confusão. E se a agência não passa essa cultura para eles, ou se são clientes diretos, as vezes dá mais trabalho ensinar tudo isso e faze-los entender do que a execução do trabalho propriamente dito.</p>
<p>A coisa fica mais simples com relação a música porque já existe uma história longa de direitos autorais, leis e jurisprudencia.<br />
Entrar na justiça por alguém usar indevidamente seu jingle é ganho certo. </p>
<p>Já tive que enfrentar essa situação uma vez, e bastou um telefonema do meu advogado para que tudo fosse acertado imediatamente.</p>
<p>Agora, com relação a ilustrações, sites, etc&#8230; me parece que a coisa é bem mais nebulosa, não é?</p>
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