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Como distribuir meu livro?

por Carolina Vigna

Um leitor aqui do Carreirasolo.org pediu um artigo sobre distribuição no mercado editorial e esta é a minha tentativa de expor o pouco que conheço. Sempre contratei profissionais ou empresas para isso e portanto é importante deixar claro que este artigo não se propõe, de forma alguma, a ser completo ou muito menos a resposta […]



Um leitor aqui do Carreirasolo.org pediu um artigo sobre distribuição no mercado editorial e esta é a minha tentativa de expor o pouco que conheço. Sempre contratei profissionais ou empresas para isso e portanto é importante deixar claro que este artigo não se propõe, de forma alguma, a ser completo ou muito menos a resposta para tudo.


Books REDUX


Creative Commons License
photo credit: Ian Muttoo

Primeiro contato com livrarias

Se você estiver pensando em fazer a distribuição você mesmo – o que eu não aconselho –, o contato com as livrarias é na base do uma por uma. Claro que existem grandes redes, com muitas lojas, onde o acordo é centralizado mas elas costumam ser mais difíceis de entrar com poucos títulos.

É bastante comum as grandes livrarias só aceitarem acordos a partir de um determinado número mínimo de títulos a serem comercializados. Quanto mais títulos, melhor o acordo normalmente. E aqui temos o primeiro grande dilema do micro-editor: para conseguir um distribuidor, ou seja, alguém que faça isso para você, muitas vezes também é necessário uma quantidade mínima de títulos.

Não desista. É difícil mas é possível. Existem distribuidores de menor porte que fazem este trabalho para você e também nada te impede de começar a distribuição em livrarias selecionadas e, aos poucos, conseguir colocação em todas (ou quase todas).

Colocação de publicações à venda

Uma vez que o acordo com aquela livraria já foi estabelecido, você precisa entrar em contato para oferecer o título. Isso vale tanto para títulos novos quanto para reposições de títulos já vendidos. Fazer uma pequena apresentação do produto não é nada mal mas nem sempre o livreiro tem tempo para ouvir, mas deixa preparada. Neste contato você pergunta quantos exemplares o livreiro quer.

O livreiro normalmente não compra o seu livro ou revista, ele coloca em consignação para venda. Quando o livreiro perguntar “qual o meu desconto?” o que ele quer saber é quanto você vai dar pra ele em cima do preço de capa. O normal para editores iniciantes é 50%. Com o tempo, com mais títulos e mais força de mercado, você vai conseguir negociar valores melhores do que esse mas no começo a facada costuma ser de metade mesmo.

Por isso é importante calcular o seu preço de forma que 40% (100% – 50% livraria – 10% autor) cubram todos os seus custos, inclusive gráfica, papel, ilustrador/fotógrafo, diagramador, infra-estrutura, revisores, salários e demais serviços.

Os dados necessários para o faturamento, que você precisa perguntar no primeiro contato com o ponto de venda são:

  • Razão social
  • CNPJ
  • Endereço completo (rua, nº, complemento, bairro, cidade, estado e cep)
  • Telefone
  • Inscrição Estadual

Acertos

O “acerto” é quando você descobre o que vendeu e portanto o que você vai receber. Ou seja, a verificação de quantos exemplares foram vendidos para que então a nota fiscal de venda seja emitida. As livrarias podem levar até 90 dias para pagar. Neste momento você também pergunta se a livraria quer reposição, ou seja, se quer mais exemplares daquele título que vendeu. Nem sempre a livraria repõe tudo que foi vendido.

Então, por exemplo, supondo que você colocou 10 exemplares na livraria para vender; vendeu 8; a livraria pode pedir só 2 ou 3 de reposição, não necessariamente, ao querer uma reposição, o livreiro vai querer voltar ao número inicial da primeira colocação.

Este acerto raramente é mensal. Pergunte ao livreiro a data de sua preferência para o próximo acerto. Evite fazer acertos em dezembro. Os pontos de venda estão atolados com Natal e normalmente não fazem acertos e nem reposições nesta época.

Depois de feito o acerto, você precisa emitir a nota fiscal de venda daqueles exemplares vendidos e em seguida um boleto bancário de cobrança. A maioria dos bancos tem este serviço para as contas empresariais.

Nota Fiscal

Os pontos de venda só podem ter exemplares expostos se tiverem uma nota fiscal. Ou seja, qualquer produto que você coloque à venda em uma livraria ou outro ponto de venda precisa ser acompanhado de uma nota fiscal, que por sua vez pode ser de consignação ou de venda.

Consignação

Quando as revistas são entregues a uma livraria para posterior venda, é considerada nota fiscal de consignação. Toda nota tem um código específico, o CFOP (Código Fiscal de Operações e Prestações), que muda quando você emite nota para outro estado. Existe ainda um terceiro número, que é para quem emite para o exterior mas este eu nunca usei e não sei direito como funciona.

Quando é para o mesmo estado, o código CFOP para consignação é 5917 e quando for para outros é 6917. Isto é levando em consideração o endereço da sua empresa e o da empresa do ponto de venda, informação que você perguntou para poder emitir a nota; não no endereço de entrega dos exemplares, que muitas vezes é só uma central de distribuição/recebimento. A tabela completa encontra-se online neste endereço.

Venda

Depois do acerto, quando a venda já foi realizada, é necessário emitir uma nota fiscal da venda daqueles exemplares. O CFOP para isso no mesmo estado é 5113 e para outras unidades da federação é o 6113.

Depois de tudo isso, ainda tem a emissão do boleto bancário. No felizmente curto período em que eu precisei fazer isso, usei o serviço do Unibanco para as contas empresariais e nunca tive problemas. Consulte o gerente do seu banco a respeito, ele com certeza terá soluções para isso. E, se tudo mais falhar, use um dos vários serviços de emissão de boleto online que existem por aí.

As datas dos acertos e dos pagamentos são determinadas pelo ponto de venda.

Normalmente quem paga o transporte é o editor. E é o editor, inclusive, que precisa retirar o encalhe do ponto de venda.

Promoções, brindes e afins precisam ser negociados caso a caso com cada ponto de venda.

É comum o editor não ter muito tempo entre o recebimento do acerto do ponto de venda e a sua prestação de contas com o autor, então é importantíssimo que você seja extremamente organizado.

Incompleto, é verdade

Como disse no início, não sei muito a respeito de distribuição porque sempre contei com profissionais para isso, mas espero que este artigo já dê alguma luz sobre a questão. Quero também agradecer à Cláudia Mello Belhassof, tradutora e administradora de empresas, que foi quem me ensinou o pouquinho que eu sei e quem fez todo o posicionamento da revista Next Brasil, dirigida pelo sociólogo Domenico De Masi
[bb]
tanto aqui como na Itália e editada por mim aqui no Brasil até 2006.

Contribuições são bem-vindas nos comentários!

Carolina Vigna

Carolina Vigna

Editora, designer e ilustradora. É também amante de animação e fotografia.

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34 Responses to “Como distribuir meu livro?”

  1. Mauro Amaral says:

    Carol,
    Como sempre ótimo. Mas, como fica isso tudo com a chegada de traquitanas como o iPad?

  2. Mauro,

    Continua igual.

    A distribuição dos e-coisas é diferente e não foi abordada aqui até pque ninguém sabe ao certo ainda as normas e cada canto segue um padrão. A Amazon é diferente da Apple e assim por diante.

    Livro físico, de vc ir a uma livraria e comprar, ainda é assim e assim deve continuar por um bom tempo, até que o modelo de negócios como um todo mude, o que inclui talvez não existir mais livrarias at all. Ninguém sabe ao certo e qualquer previsão será, necessariamente, falha.

    Bjs

  3. [...] publicado no Carreira Solo em 25/05/2010 [...]

  4. [...] os posts indicados na seção de e-mails: Como distribuir meu livro e Como cobrar de meu [...]

  5. Anderson Jacob's says:

    Olá,Carolina.

    Primeiro queria dizer que você está de parabéns pelos esclarecimento aqui postados. E me desculpe se essa dúvida estiver em um lugar inapropiado.

    Criei uma história infanto-juvenil de 6 livros no total. Isso mesmo! É uma saga (como Harry Potter. Obviamente o bruxinho é só um exemplo, tá. Mas é só para você ter uma idéia)O primeiro já está pronto, e o segundo já pela metade. A dúvida cruel é a seguinte:

    Quando eu for mandar o original para a editora, eu mando somente o do primeiro, ou também mando o do segundo para eles terem uma idéia melhor da história? E outra: Uma saga com tantos livros (6),faz diferença na resposta da editora?

    Por exemplo:

    Um simples “sim” normal ou um “Não, uma saga com tantos livros dá muito trabalho”?

    Última dúvida: Em questões de contrato, seria um por livro ou um cantrato valeria para todos os 6 no caso?

    Muito obrigado! Fico, ansiosamente, à espera da resposta. Fica com Deus!

  6. Anderson Jacob,
    Olha, de uma forma geral as editoras gostam de projetos maiores, com continuidade, especialmente na área infanto-juvenil. É claro que isso vai variar de editora para editora, mas é uma generalização bastante segura afirmar que é bom mandar os textos todos juntos ou pelo menos uma cartinha explicando o projeto todo anexado ao primeiro.
    O contrato, entretanto, normalmente é feito livro a livro. É muito comum, inclusive, a editora gostar do projeto todo mas rodar só o primeiro livro para ver a aceitação e só então publicar os demais. Lá fora (EUA, Europa, etc) os contratos para mais de um título são comuns; aqui no Brasil o mais normal é título a título mesmo.
    Boa sorte!

  7. Anderson Jacob's says:

    Carolina, muito obrigado pela resposta. E se não for abuso, aí vai outra perguntinha:

    Precisa-se vender TODA a primeira tiragem de um livro para ser ter uma segunda tiragem, ou isso depende?

    Muito obrigado!!

    • Não conheço nenhum caso de segunda tiragem sem que a primeira esteja próxima do fim.
      A única possibilidade que me ocorre de algo assim é se a editora consegue entrar em um edital grande (de governo ou não) e precisa de mais exemplares do que tem em estoque, mas isso é meio que tirar a mega-sena. :)

  8. Anderson Jacob's says:

    Olá, Carolina.
    Será que você poderia me tirar um dúvida…

    Quantos exemplares um livro precisa vender para se tornar Best-Seller? E particulamente, o que você acha que um livro deve ter para se tornar um?

    Muito obrigado!!

    • Anderson,

      Algo na ordem de grandeza de 50 mil exemplares vendidos, mas isso varia um pouco de país para país, em função do mercado total, mas é um número bem significativo, pode ter certeza.

      Agora, o que um livro deve ter para se tornar um é o grande mistério da humanidade. Ninguém sabe direito. Harry Potter foi recusado por várias editoras e tenho certeza de que todas amargam a sua decisão neste momento. Por outro lado, já vi livros e mais livros em que a editora aposta e são um fracasso de venda. Os fatores são tantos e tão complexos que é praticamente impossível chegar a uma fórmula. O que se sabe é que linguagem simples é um destes fatores. E, claro, sempre lembrando que quantidade e qualidade não necessariamente andam de mãos dadas.

      []s

  9. Anderson Jacob's says:

    Com certeza até hoje as editoras que recusaram o bruxinho ainda devem estar sentido um gosto amargo na boca; mas acho que isso talvez sirva para as próprias pensarem duas vezes antes de recusar um original, ou talvez, não. Mas Carolina, mais uma vez agradeço pelos esclarecimentos. E parabéns pelo site.

  10. Anderson Jacob's says:

    Pois é! Pena que qualidade nem sempre quer dizer primeiro lugar na lista The New York Times, porque senão (modéstia parte) o meu futuro livro venderia que nem água no deserto (risos). Abraço!

  11. Anderson Jacob's says:

    Olá Carolina, tenho duas perguntas para você, bom, mais duas, né.
    Eu sei que a resposta dessa pergunta pode ser relativa; mas em média, quanto é o custo de capa de um livro de 350 a 400 páginas no mercado?
    Outra:
    Uma vez li algum lugar que certas editoras só aceitavam originais com uma cópia do certificado que o mesmo fora registrado na BN(Biblioteca Nacional) No meu caso (um livro com mais cinco continuações) eu teria que registrar todos, ou somente o primeiro?

    • Anderson,

      Como vc já deve ter notado, é sempre um prazer responder o que posso. Infelizmente, esta é uma pergunta impossível de responder assim. Qualquer coisa que eu diga será um chute, nada mais do que isso. As variáveis são tantas, mas tantas, que é realmente impossível te dar um valor, mesmo que médio ou aproximado. O que você pode fazer é ir a uma livraria, selecionar livros com o mesmo tratamento gráfico, número de páginas e tema do que você está fazendo e ver a média. Vai ser mais próximo do que qualquer chute meu, juro.

      Sobre o registro, é assim… Tem editor que não gosta. Então, certifique-se que a(s) editora(s) para onde você vai enviar o livro realmente exige(m) o registro. Se não exigir, não registre. Envie para você mesmo, em um envelope lacrado pelos Correios (tipo um sedex) o seu texto e não abra. Em caso de litígio, deixe o juiz abrir o envelope. A data do selo dos Correios vale como prova. Isso evita a necessidade de registrar novas edições antes mesmo de ter saído a primeira, por conta de revisões, por exemplo.

      Se você precisar registrar, sim, você terá de registrar os 6 títulos. O ISBN é dado por edição para cada título. Uma nova edição do mesmo título gera um novo ISBN, por exemplo.

      Só lembrando que edição é diferente de reimpressão, ok? Uma reimpressão não gera novo ISBN, mas uma nova edição sim.

      Abração grande,
      Carolina

  12. Anderson Jacob's says:

    Carolina, como sempre, muito obrigado pelos esclarecimentos. E desculpa caso já tenha lotado os comentários com perguntas.(risos)É que não há nada melhor do que perguntar para aprender, não é. Muito obrigado! Fica com Deus.

    • Anderson,
      Não tem do que se desculpar. Mesmo.
      Adoro bater papo sobre o assunto.
      Estou na torcida aqui pelos seus livros. Não deixe de convidar o pessoal do Carreira Solo pro lançamento!
      Bjão

  13. Anderson Jacob's says:

    Ah, não tenha dúvida sobre isso; vai haver até uma dedicatória para vocês no primeiro título pela sólida ajuda. E é sério,viu?
    Mas por enquanto, é só esperar para que aceitem, né.
    GRANDE abraço!!!

  14. Felipe says:

    Nossa carolina, muito obrigado por esse post. Ajudou muito.
    Já que você recomenda que a editora não distribua, como funciona a negociação com uma distribuidora? qual escolher?

    • Felipe says:

      ampliando a pergunta. vi que algumas distribuidoras, como a superpedido/tecmedd, fecham com editoras como "distribuidora exclusiva". qual o melhor: buscar uma só distribuidora ou trabalhar com várias? trabalhar com várias não acaba levando ao mesmo problema de negociar direto com as livrarias? como escolher a melhor editora: o que avaliar nessa decisão?

      • Carolina Vigna-Marú says:

        Luis Antonio,
        Antes de mais nada, perdoe-me pela demora em responder. Este semestre foi muito muito complicado e só estou colocando em dia as respostas pendentes agora.
        Olha, na época em que eu ainda tinha editora, eu preferia distribuição exclusiva. Acho que tem vantagens para os dois lados e é MUITO menos dor de cabeça pra gente. Agora, por outro lado, minha editora era de nicho e só fazia um tipo de publicação, então não sei dizer se isso vale para editoras grandes, com vários selos editoriais por ex.
        Abs!

  15. Conceição Aparecida Castilho says:

    Sou escritora e preciso saber como devo fazer para eu conseguir um distribuibor para meus livros. Obrigada

    • Carolina Vigna-Marú says:

      Conceição,
      Antes de mais nada, perdoe-me pela demora em responder. Este semestre foi muito muito complicado e só estou colocando em dia as respostas pendentes agora.
      Vc precisa antes ter uma editora.
      Autor -> Editora -> Distribuidor -> Ponto de venda :)

  16. Almir Wagner says:

    Olá
    Eu tive uma experiência razoável neste mercado posso dizer o seguinte. Independentemente da forma como você irá atuar, é de extrema importância conhcer um profissional de vendas na área de livros. Este cara deve conhecer e ter penetração em grandes redes como Submarino, Saraiva, Cultura etc.
    Se alguém tiver interesse, entre em contato que podemos trocar idéias.
    almir@tecknoware.com.br

    • Clóvis Cardoso says:

      Olá amigo:
      Sou escritor de produção independente. Tenho alguns livros que publiquei e como estão sobrando gostaria de deixá-los em consignação em alguma livraria. Como pode ser feito esse processo? Aguardo seu retorno e o meu e-mail é:
      clovisescritor@hotmail.com

    • Carolina Vigna-Marú says:

      Almir,
      Cria um perfil seu aqui no Galera Solo! Tem mais visibilidade do que em comentário.
      E sim, você tem TODA RAZÃO.
      Abs

      PS: Perdoe-me pela demora em responder. Este semestre foi muito muito complicado e só estou colocando em dia as respostas pendentes agora.

  17. [...] os posts indicados na seção de e-mails: Como distribuir meu livro e Como cobrar de meu [...]

  18. jorge lemos says:

    Olá,
    O artigo é uma fresta numa janela fechada, logo, trata de uma luz clareando as trevas.
    Fiz um livro com título vinculado a uma cidade — não foi de propósito — deu certo! Todos meses sou chamado para repor…
    Para ficar claro e soando verdade, o título é "São Tomé das Letras e o Pacifista" – romance místico sobre a cidade de São Thomé das Letras – Sul de Minas
    Acredito que podemos vincular o título ou enredo do romance à área de venda: futebol etc.
    abraços e boa sorte

  19. Alexandre says:

    Boa tarde.
    Tenho alguns poemas prontos e resolvi fazer um livro.
    Também passei por um diagnóstico de cancer. Resolvi também escrever essa experiência.
    Procurei uma gráfica onde me deu a idéia de fazer um livro 2 em 1. Uma parte os poemas e a outra a experiência com o cancer.
    Achei diferente e desafiador.Nunca ví nada similar. Dois assuntos diferentes em um exemplar.
    Possivelmente as redes sociais sejam meu primeiro caminho.
    Qualquer sugestão é bem vinda.
    Obrigado.
    Alexandre

  20. Tarcisio says:

    Olá Carolina! No seu artigo, você menciona profissionais e empresas que fazem esta distribuição. Gostaria de saber se você tem alguma que possa me indicar. Um abraço

  21. Achei ótimo este post. Depois de o ler, acabei por fazer uma pesquisa prórpria sobre se vale a pena auto-publicar (http://psicofrenia.com/pt/escrita-criativa/auto-publicar-papel-vale-a-pena.html). A conclusão a que cheguei é que o risco é muito grande e depende do dinheiro que se tem para investir. Claro que, auto-publicar pode servir de porta de entrada para uma grande editora em futuros livros já que é uma forma de expor o manuscrito e chamar a atenção. Pelo menos isto é o que penso, mas não sei se o estudo que fez está correto.

  22. Luiz says:

    Olá Carolina,

    Gostaria de saber como uma editora brasileira negocia a compra de direito autoral de um livro estrangeiro. A editora que vende cobra um valor x, fixo, ou os repasses (ou acertos) são feitos trimestralmente ou semestralmente, conforme a venda do livro?

    Um abraço e obrigado.

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Direto do @falafreela

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