O programa Shark Tank Brasil, chamado também de Negociando com Tubarões, estreou em nosso país no dia 13 de outubro de 2016 pela Sony Entertainment Television.

Com a presença de 5 dos maiores investidores brasileiros, a atração abre espaço para que empreendedores façam as suas apresentações e tentem junto a um dos “tubarões” ao menos uma proposta de colaboração em suas empresas.

Mas quem são esses investidores? Os nomes presentes na segunda e última temporada foram Cristiana Arcangeli (empresária do ramo de moda, beleza, bem estar e cosméticos), João Appolinário (fundador da Polishop), Robinson Shiba (criador da China in Box), Camila Farani (uma das maiores investidoras do Brasil) e Caito Maia (da Chilli Beans).

Os investimentos feitos em diversas empresas somam mais de R$ 10 milhões ao longo dos 13 episódios. E pode aguardar que logo chega ao canal Sony a terceira temporada!

Enquanto esses negócios estão caminhando para colher os frutos do investimento com o apoio dos nossos tubarões, o programa americano, que está no ar desde 2009, já mostra diversas melhorias na vida dos empresários que deram as caras por lá.

Quer conhecer quais são elas? Então confira nesse artigo!

Os empresários devem aceitar uma contraproposta de um investidor do Shark Tank Brasil?

Nem todos os empresários que apresentam os seus projetos no programa Shark Tank Brasil conseguem o tão esperado investimento para dar mais corpo aos seus negócios e fazê-los crescer ainda mais. E nem sempre os que conseguem garantem o sucesso esperado.

Mas não pense que o “culpado” (se é que existe algum) é o investidor.

Na verdade existem diversas variáreis. Algumas vezes o empresário quer crescer, mas tem uma certa resistência em fazer mudanças, em especial quando ele deixa de ser 100% dono do seu negócio e passa a “dividi-lo” com alguém.

Alguns possuem projetos bastante promissores, mas colocam o valor de investimento lá em cima ou o percentual de participação do investidor lá embaixo.

É claro que isso dificilmente é aceito por um dos tubarões. Lembre-se de que eles estão ali para fazer a empresa crescer e assim garantir um bom lucro. Se sentirem que isso pode não vai acontecer, provavelmente não vão colocar dinheiro nela.

A consequência para esses empreendedores é sair do programa desanimados e sem os tão esperados investimentos.

De qualquer forma, nomes como Cristiana Arcangeli, João Appolinário, Robinson Shiba, Camila Farani e Caito Maia não são meros nomes.

Esses caras sabem muito bem o que estão fazendo. Na hora que oferecem uma proposta diferente daquela feita pelo empresário, a ideia é que exista uma certa flexibilização da outra parte.

Afinal, não é todo mundo que tem a chance de estar cara a cara com um desses tubarões e receber uma proposta de investimento que levará um negócio crescer ao ponto de se tornar extremamente valioso lá na frente!

Abrir mão do conforto de ter o total controle do próprio negócio e deixar parte dele com um tubarão realmente não é pra qualquer um.

Você se sente assim? Então vale a reflexão…

Quais negócios deram certo depois da participação dos empresários no Shark Tank dos EUA?

Você vai conhecer agora alguns empreendimentos que aumentaram os seus faturamentos e se tornaram mais valiosos depois que os empresários participaram do Shark Tank. Confira!

Chordbuddy

Esse dispositivo foi projetado por um empreendedor que o desenvolveu depois de perceber a dificuldade da filha pequena em aprender a tocar violão.

Basicamente ele é acoplado às cordas do instrumento, o que facilita o aprendizado de iniciantes que não conseguem movimentar os dedos com muita agilidade, como as crianças.

Foi o tubarão Robert Herjavec que fez o investimento. Foram US$ 150 mil em troca de uma participação de 20% na empresa.

Lollacup

 

Esses empreendedores mostraram uma ideia que prometia aliviar a preocupação dos pais com a saúde dos bebês: um copo feito de materiais sem ftalatos e bisfenol-A, substâncias muito nocivas à saúde.

A empresa recebeu US$ 100 mil em investimento e chegou a faturar mais de US$ 1 milhão depois da participação no programa.

Groovebook

Esse aplicativo oferece um registro concreto de todas as memórias armazenadas no smartphone e entrega um livro encadernado com as fotos escolhidas no final de cada mês por apenas US$ 2,99.

A empresa conquistou simplesmente 50 mil assinantes logo após a participação no Shark Tank e alguns anos depois foi comprada por US$ 14,5 milhões pela gráfica Shutterfly.

BuggyBeds

Essa ideia atraiu a atenção dos cinco jurados (isso mesmo, todos eles!) do programa.

É um inteligente sistema capaz de detectar e prevenir percevejos em móveis, camas e sofás.

A BuggyBeds faturou mais de US$ 1 milhão e expandiu para 23 países depois do investimento inicial que conseguiu no Shark Tank.

Scrub Daddy

O produto, uma esponja de limpeza que fica rígida quando usada com água fria e macia ao ser utilizada com água morna, não acumula cheiros e resíduos por até dois meses.

O investidor foi Lori Greiner, que colocou US$ 200 mil na ideia.

Depois do Shark Tank, a empresa vendeu mais de 10 milhões de unidades e faturou mais de US$ 50 milhões.

Wicked Good Cupcakes

Os cupcakes dessa empresa, que são servidos em uma jarra e embalados a mão, duram até 10 dias sem a necessidade de refrigeração e podem ser congelados por até seis meses.

Quem fez a negociação foi Kevin O’Leary, que ofereceu US$ 75 mil para a empresa em troca de US$ 0,50 por cupcake vendido.

Que tal saber quais são as empresas que lucraram depois da participação no Shark Tank?

Vamos ver qual será o desenrolar dos negócios que já conquistaram um investimento dos nossos tubarões brasileiros!

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