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	<title>Comments on: Chaplin, Marx e Katilce. Quatro mil e trezentas pageviews depois.</title>
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	<description>Respostas para o Profissional Freelancer</description>
	<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 14:24:18 +0000</pubDate>
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		<title>By: Jeferson</title>
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		<dc:creator>Jeferson</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Jun 2006 01:59:06 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Mauro! Antes de tudo, parabéns pelo blog. Caí aqui algumas vezes, vindo daqui e dali.

Confesso que neste post iniciei a leitura esperando mesmo uma resposta profética-revolucionária para a "questão acadêmica".

Mas, como vocês bem demonstraram, ela não existe. Não enquanto revolucionária. É um sim e não ao mesmo tempo. E a sua avaliação me faz traçar um paralelo com algo que penso sobre outra discussão, menos viceral, que também vi por aqui, a respeito da "monetização da expertise".

Acho que no geral, as "idéias geniais" da Era-da-Informação-Catapultada-pela-Internet guardam seu lastro nas bem sucedidas e solidificadas experiências extraídas de seus igualmente "revolucionários" (em épocas passadas) pares, como o rádio ou a TV; mas como adaptações da forma, apenas.

E estamos nos acostumando a nos maravilhamos - quase sempre inutilmente - com novas as possibilidades de democratização e inclusão que criam, pela própria essência interativa da Internet. Esse talvez seu maior diferencial em relação aos seus pais e avós (não enquanto tecnologias, mas potenciais difusores de conhecimento). E digo quase sempre inutilmente porque, repetindo o exemplo histórico de seus pares "revolucionários", a consciência mesmo (ainda que parcial ou tendenciosa, em muitos casos) ou o domínio prático, novamente são luxos restritos às minorias.

Ainda assim, na média, e no longo prazo, as minorias é que fazem a verdadeira revolução. E geralmente, ela não é brusca, nem violenta, quando vem para ficar e ser de fato incorporada ao dia-a-dia.

Por isso, neste aspecto, sou um otimista. Graças ao esforço gestáltico dessas minorias, na média (sempre na média), acredito que nossos descendentes, e provavelmente os descendentes destes, usufruam proporcionalmente de mais qualidade de vida que nós hoje...

Abração!
Jeff
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Mauro! Antes de tudo, parabéns pelo blog. Caí aqui algumas vezes, vindo daqui e dali.</p>
<p>Confesso que neste post iniciei a leitura esperando mesmo uma resposta profética-revolucionária para a &#8220;questão acadêmica&#8221;.</p>
<p>Mas, como vocês bem demonstraram, ela não existe. Não enquanto revolucionária. É um sim e não ao mesmo tempo. E a sua avaliação me faz traçar um paralelo com algo que penso sobre outra discussão, menos viceral, que também vi por aqui, a respeito da &#8220;monetização da expertise&#8221;.</p>
<p>Acho que no geral, as &#8220;idéias geniais&#8221; da Era-da-Informação-Catapultada-pela-Internet guardam seu lastro nas bem sucedidas e solidificadas experiências extraídas de seus igualmente &#8220;revolucionários&#8221; (em épocas passadas) pares, como o rádio ou a TV; mas como adaptações da forma, apenas.</p>
<p>E estamos nos acostumando a nos maravilhamos - quase sempre inutilmente - com novas as possibilidades de democratização e inclusão que criam, pela própria essência interativa da Internet. Esse talvez seu maior diferencial em relação aos seus pais e avós (não enquanto tecnologias, mas potenciais difusores de conhecimento). E digo quase sempre inutilmente porque, repetindo o exemplo histórico de seus pares &#8220;revolucionários&#8221;, a consciência mesmo (ainda que parcial ou tendenciosa, em muitos casos) ou o domínio prático, novamente são luxos restritos às minorias.</p>
<p>Ainda assim, na média, e no longo prazo, as minorias é que fazem a verdadeira revolução. E geralmente, ela não é brusca, nem violenta, quando vem para ficar e ser de fato incorporada ao dia-a-dia.</p>
<p>Por isso, neste aspecto, sou um otimista. Graças ao esforço gestáltico dessas minorias, na média (sempre na média), acredito que nossos descendentes, e provavelmente os descendentes destes, usufruam proporcionalmente de mais qualidade de vida que nós hoje&#8230;</p>
<p>Abração!<br />
Jeff</p>
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		<title>By: Mauro Amaral</title>
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		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2006 11:22:28 +0000</pubDate>
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		<description>E não só isso. Usando a mentalidade SITH...é uma seleção natural que acontece. Ou você bóia no fluxo de informações ou enxerga a onda boa e fica de pé na prancha. O Humberto Eco nos diz que muita informação é informação nenhuma. Concordo em parte. PAra o "equipamento" do século XX, um cérebro mais monofuncional, a quantidade de informação é avassaladora sim. Mas outros não. Para outros é 

DNA Informacional. Não se é nada sem uma presença digital. Só um exemplo: meu filho de 13 anos ficou tenso no dia do aniversário para acessar seu Orkut e ver quantos scraps tinha.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E não só isso. Usando a mentalidade SITH&#8230;é uma seleção natural que acontece. Ou você bóia no fluxo de informações ou enxerga a onda boa e fica de pé na prancha. O Humberto Eco nos diz que muita informação é informação nenhuma. Concordo em parte. PAra o &#8220;equipamento&#8221; do século XX, um cérebro mais monofuncional, a quantidade de informação é avassaladora sim. Mas outros não. Para outros é </p>
<p>DNA Informacional. Não se é nada sem uma presença digital. Só um exemplo: meu filho de 13 anos ficou tenso no dia do aniversário para acessar seu Orkut e ver quantos scraps tinha.</p>
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		<title>By: Pierre Dechery</title>
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		<dc:creator>Pierre Dechery</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2006 11:17:15 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Mauro,

Vou pela primeira vez me atrever a comentar aqui um post aqui, porque é um assunto que me toca também. Antes de mais nada parabéns, porque esse blog com certeza merece. Tenho vindo muito aqui ultimamente e a qualidade está me supreendendo. 

Bom, acho que você acertou no ponto desta vez. Desde seu último post sobre o show do U2 tive a impressão que para você se tratava de festejar o fenômeno da tecnologia acessível e democrática, nos dando a todos o direito de ser "mídia", e tudo bem. Arrumamos um jeito de traduzir isso como um estímulo para vender publicidade, e melhor ainda.  

Realmente, como você mostra agora, o buraco é mais embaixo. Tecnologia barata não resolve a tendências das pessoas a ser alienadas, e consumirem sem se perguntar porquê. Muito oportuno  você citar a música do U2 (still haven´t found), porque ela tem uma letra muito forte e atual. Fala do sentimento da perda da fé, e da vontade de continuar procurando (Deus) mesmo assim. Isso deveria ter ressonância na juventude de hoje (a moçada na casa dos 20), mas, como você notou, a galera não demonstrou estar captando a mensagem do Bono, e tudo continou aquele Carnaval de ilusão, do jeito que a Globo e cia. tanto gostam. Pra vender refrigerante é uma beleza.

Sem querer ser panfletário e chato, penso que todos que lidam com essa cadeia da informação de massa têm que alimentar muito o senso crítico nos dias de hoje, pois junto com a maravilha do mundo informatizado, vem o perigo da barbárie e da boçalidade tomarem a voz do discurso, como já aconteçe, e transformarem o sonho num pesadelo. 

Valeu,

Pierre</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Mauro,</p>
<p>Vou pela primeira vez me atrever a comentar aqui um post aqui, porque é um assunto que me toca também. Antes de mais nada parabéns, porque esse blog com certeza merece. Tenho vindo muito aqui ultimamente e a qualidade está me supreendendo. </p>
<p>Bom, acho que você acertou no ponto desta vez. Desde seu último post sobre o show do U2 tive a impressão que para você se tratava de festejar o fenômeno da tecnologia acessível e democrática, nos dando a todos o direito de ser &#8220;mídia&#8221;, e tudo bem. Arrumamos um jeito de traduzir isso como um estímulo para vender publicidade, e melhor ainda.  </p>
<p>Realmente, como você mostra agora, o buraco é mais embaixo. Tecnologia barata não resolve a tendências das pessoas a ser alienadas, e consumirem sem se perguntar porquê. Muito oportuno  você citar a música do U2 (still haven´t found), porque ela tem uma letra muito forte e atual. Fala do sentimento da perda da fé, e da vontade de continuar procurando (Deus) mesmo assim. Isso deveria ter ressonância na juventude de hoje (a moçada na casa dos 20), mas, como você notou, a galera não demonstrou estar captando a mensagem do Bono, e tudo continou aquele Carnaval de ilusão, do jeito que a Globo e cia. tanto gostam. Pra vender refrigerante é uma beleza.</p>
<p>Sem querer ser panfletário e chato, penso que todos que lidam com essa cadeia da informação de massa têm que alimentar muito o senso crítico nos dias de hoje, pois junto com a maravilha do mundo informatizado, vem o perigo da barbárie e da boçalidade tomarem a voz do discurso, como já aconteçe, e transformarem o sonho num pesadelo. </p>
<p>Valeu,</p>
<p>Pierre</p>
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		<title>By: Mauro Amaral</title>
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		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2006 15:24:23 +0000</pubDate>
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		<description>E ainda me perguntam porque nos Bloglines, cada vez que pinta um comentário, o post é reboninado como novo. A opinião do guilherme é ou não é um complemento que, por si só, valeria um outro post pessoal? E vocês, o que acham?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E ainda me perguntam porque nos Bloglines, cada vez que pinta um comentário, o post é reboninado como novo. A opinião do guilherme é ou não é um complemento que, por si só, valeria um outro post pessoal? E vocês, o que acham?</p>
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		<title>By: Guilherme Fassy</title>
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		<dc:creator>Guilherme Fassy</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2006 15:21:51 +0000</pubDate>
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		<description>Esse negócio de avaliar a história na medida em que ela acontece, principalmente essa truncada de informações que é a que vivemos, é deveras complicado. Eu tento buscar paralelos na história da revolução industrial, entender até onde De Masi e Popcorn estão se saindo bem no serviço de oráculos mas não deixo de me perder por aí, como um mutante que não tem gurus pra se guiar. O pensamento não superficial ficou pra trás, nos clássicos de sempre,  a quem recorremos ainda e hoje se dividem entre os que se encontram atuais e os que não. E depois, vem o quê? Será que o sistema em transição se regula sozinho, power to the people, mídia das massas, feita pela própria? E a reflexão, onde fica mesmo? Ainda prefiro acreditar naquela máxima de que todo movimento, estético, artístico, musical, enfim, uma hora cansa e gera outro inverso. É quando o escambo volta a estar em voga como Naomi Klein cantou a pedra no SEM LOGO, é nos movimentos de no stress e desconexão consciente como o Mauro abordou aqui, hoje pequenos focos, amanhã parte de uma engrenagem quem sabe mais democrática e menos controlável. Desacelerar o futuro, descomplicar o presente. Mas eu no meio disso tudo estou pra Paulinho Moska, o móbile solto no furacão. Mas louco por uma calmaria, verdade seja dita...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esse negócio de avaliar a história na medida em que ela acontece, principalmente essa truncada de informações que é a que vivemos, é deveras complicado. Eu tento buscar paralelos na história da revolução industrial, entender até onde De Masi e Popcorn estão se saindo bem no serviço de oráculos mas não deixo de me perder por aí, como um mutante que não tem gurus pra se guiar. O pensamento não superficial ficou pra trás, nos clássicos de sempre,  a quem recorremos ainda e hoje se dividem entre os que se encontram atuais e os que não. E depois, vem o quê? Será que o sistema em transição se regula sozinho, power to the people, mídia das massas, feita pela própria? E a reflexão, onde fica mesmo? Ainda prefiro acreditar naquela máxima de que todo movimento, estético, artístico, musical, enfim, uma hora cansa e gera outro inverso. É quando o escambo volta a estar em voga como Naomi Klein cantou a pedra no SEM LOGO, é nos movimentos de no stress e desconexão consciente como o Mauro abordou aqui, hoje pequenos focos, amanhã parte de uma engrenagem quem sabe mais democrática e menos controlável. Desacelerar o futuro, descomplicar o presente. Mas eu no meio disso tudo estou pra Paulinho Moska, o móbile solto no furacão. Mas louco por uma calmaria, verdade seja dita&#8230;</p>
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