Testemunhamos na gravação deste programa um daqueles momentos nos quais o assunto se impõe. Nossa pauta era simples, indicada por um de nossos leitores no grupo do Carreirasolo no Facebook: c

omo trabalhar a realocação profissional, aquele momento no qual você percebe (ou deveria perceber) que as coisas não vão tão bem.

Estávamos nós começando a oferecer algumas dicas quando uma bola foi levantada na frente dos três podcasters. Ela ficou lá parada, como se um Maracanazinho inteiro tivesse prendido a respiração, à espera de uma cortada definitiva. E… foi o que aconteceu. O alvo? A Geração Y.

 

Como muito bem vai dizer Cristiano Santos nos minutos a seguir, “Não adianta, a sociedade nos levou a isso, cabe a nós também aprendermos a lidar com esta questão”. Mas não teve jeito, mesmo sabendo disso, resolvemos contar o que não acreditamos e o que achamos exagero na super valorização de uma turma criada sem dificuldade e que não respeita hierarquias.

Até que ponto este comportamento seria apenas fruto de uma falta crônica de experiência de vida? Até que nível a super proteção mimou demais a turma do #mimimi? E, o que isso os está prejudicando na vida profissional e pessoal?

Se você reclama, existe. E quem existe, dará o play ou fará o DOWNLOAD mais sábio de sua semana.

Acerte o curso e não perca mais um episódio:

O que você vai saber após ouvir o #falafreela72:

  • Saia de casa, seu mané. Não é dentro de um laboratório que você vai aprender a viver;
  • É muito fácil falar de não respeito à hierarquia com o tanque cheio ( e não pago por você) para sair no final de semana;
  • Existe um plano enclausurador disfarçado de programa socialmente engajado. Tome cuidado;

Participaram deste episódio

Ficha técnica do #falafreela72

Gravado em abril de 2012, com muitas ideias na cabeça.

Você ouviu ao fundo: A abertura da trilha sonora e a faixa “Augustus Gloop” da versão Tim Burtoniana de “Charlie and The Chocolate Factory”, de 2005. Para azedar de vez com a turma da geração Y, trouxe à vida um clássico que conhecia na voz do “Carequinha”, chamado “O Bom menino” (que aliás já rendeu um post legal) e, para levantar as questões sobre a antropofagia real, a abertura da ópera “O Guarani”, de Carlos Gomes.

Agora é com vocês. Libertem-se! Experimentem a vida! Le Haim!