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	<title>Carreirasolo.org &#187; Vídeo</title>
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	<description>Respostas para o Profissional Freelancer</description>
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	<copyright>Copyright © Carreirasolo.org 2011 </copyright>
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	<itunes:author>Mauro Amaral e Carolina Vigna-Maru</itunes:author>
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		<title>Qual é seu perfil digigráfico?</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 14:22:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques Novas]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Em um trabalho absolutamente criterioso e bem montado, a <strong>DM9DDB</strong> lançou semana passada o resultado de sua pesquisa <em>&#8220;Perfis Digigráficos&#8221;</em> que consolida os levantamentos feitos em parceira com a <strong>Vox Pesquisas</strong> sobre como interagimos com as <strong>mídias digitais</strong>.</p>
<p>Como muito&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um trabalho absolutamente criterioso e bem montado, a <strong>DM9DDB</strong> lançou semana passada o resultado de sua pesquisa <em>&#8220;Perfis Digigráficos&#8221;</em> que consolida os levantamentos feitos em parceira com a <strong>Vox Pesquisas</strong> sobre como interagimos com as <strong>mídias digitais</strong>.</p>
<p>Como muito bem falado no vídeo de introdução que você pode assistir logo abaixo, o mundo digital não é mais fronteira de poucos, de desbravadores ou geeks sem alma. É, antes disso, o lugar comum, a praça pública.</p>
<p>É onde aprendemos, interagimos e damos voz a nós mesmos, àquilo que achamos que somos; é a fronteira do eu, do outro, das instituições que nos rodeiam e do mundo em que vivemos. A partir dessas instâncias e da constatação que <strong>variáveis como idade, sexo e domicílio</strong> fazem tanto sentido como vender passagens de avião em <strong>mundos virtuais onde podemos voar</strong>, foi cunhado o termo que batiza a pesquisa.</p>
<p>Ao entrevistar diversas pessoas, consultar especialistas (antropólogos, psicólogos e educadores) e pensar um pouco, a pesquisa propõe reclassificar o mundo digital em cinco grandes grupos: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=mfgkhgLiEno&amp;list=UUMUBi0R4bh4E7mrZFK7J26A&amp;index=4&amp;feature=plcp" target="_blank">imersos</a>, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=rfYDJWfvvQw&amp;list=UUMUBi0R4bh4E7mrZFK7J26A&amp;index=5&amp;feature=plcp" target="_blank">ferramentados</a>, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=W8t-2V7i3Wg&amp;list=UUMUBi0R4bh4E7mrZFK7J26A&amp;index=3&amp;feature=plcp" target="_blank">fascinados</a>, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=sZY2-Fd2eaY&amp;list=UUMUBi0R4bh4E7mrZFK7J26A&amp;index=1&amp;feature=plcp" target="_blank">emparelhados</a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=fpE-K8rvj-I&amp;list=UUMUBi0R4bh4E7mrZFK7J26A&amp;index=6&amp;feature=plcp" target="_blank">evoluídos</a>.</p>
<p>Segundo <em>Cynthia Horowicz</em>, vp de planejamentoda DM9DDB:</p>
<blockquote><p>&#8230;o estudo reforça o posicionamento que escolhemos para a DM9DDB como uma agência convergente. Geramos ideias e construímos marcas independentemente da plataforma.</p></blockquote>
<p>Vale dar uma olhada no &#8220;<a href="http://www.dm9ddb.com.br/?p=1982">memorial</a>&#8221; da pesquisa, disponível no Blog da agência.</p>
<p><object width="480" height="274" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/BIvkAtr1k2U?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="480" height="274" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/BIvkAtr1k2U?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p><a href="http://contemconteudo.com/videos/video-perfis-digigraficos-apresentam-nova-maneira-de-encarar-publico-na-web/" target="_blank"><em>Originalmente publicado no RTRBlog.</em></a></p>
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		<title>Quais são as diferenças entre editar vídeos para TV e para a Internet?</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/quais-sao-as-diferencas-entre-editar-videos-para-tv-e-para-a-internet</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 11:14:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo H M Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Respostas]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Muita gente edita seus vídeos para gravar em DVDs ou para um programa de televisão e tem sérios problemas ao portabilizar esse conteúdo para Internet. Nesse artigo eu vou passar algumas diferenças básicas entre trabalhar com estes dois formatos e como você pode se poupar de dores de cabeças durante o trabalho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muita gente <strong>edita seus vídeos</strong> para gravar em <strong>DVDs</strong> ou para um <strong>programa de televisão</strong> e tem sérios problemas ao <strong>portabilizar esse conteúdo para Internet.</strong> Nesse artigo eu vou passar algumas diferenças básicas entre trabalhar com estes dois formatos e como você pode se poupar de dores de cabeças durante o trabalho.</p>
<p><a title="WHOS" href="http://www.flickr.com/photos/73344134@N00/4345237604/" target="_blank"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2767/4345237604_c04d4fd67b.jpg" alt="WHOS" border="0" /></a><br />
<small><a title="Attribution-ShareAlike License" href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" width="16" height="16" align="absmiddle" border="0" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a title="Symic" href="http://www.flickr.com/photos/73344134@N00/4345237604/" target="_blank">Symic</a></small></p>
<h3>Primeira parte: Entendendo o I e o P</h3>
<p>Existem uma quantidade incontável de formatos de áudio/vídeo no mercado (tanto com respeito ao encapsulamento, quanto com respeito a CODEC’s). Os grandes sites de vídeo como <strong>Vimeo</strong>, <strong>Youtube</strong>, <strong>Metacafe</strong> e <strong>Videolog.tv</strong> aceitam praticamente todos os formatos, mas se tem algo com que eles não sabem como trabalhar é com a questão <em>interpolação X progressão.</em></p>
<p>O formato de TV é um formato interpolado devido a limitações quanto ao nosso padrão elétrico e as tecnologias das televisões no mercado. Algumas novas já suportam progressivo, mas seu formato nativo ainda é o interpolado.</p>
<p>Neste formato,  cada frame recebido pela televisão via cabo ou antena é um composto de linhas, numeradas como ímpares e pares, que chegam e se juntam como um quebra cabeça de linhas ao serem exibidas. O sinal lembra muito uma folha de papel que passou por um triturador de escritório, reduzido a linhas de papel&#8230; só uma referência.</p>
<p><span id="more-8627"></span>Esse formato é perfeito para produções de DVD’s por exemplo. Mas, para Internet apresenta um grande problema, pois ao serem convertidos pelos sites para progressivo, normalmente não existe um processo de “desinterpolação”. Em função disso, é possível ver linhas finas sendo exibidas durante todo o filme. <strong>Esse efeito é muito feio e extremamente incômodo aos olhos.</strong></p>
<p><strong>O formato utilizado para web e também da maioria dos gadgets de mercado é progressivo</strong>. Um formato mais elegante, mas que depende de uma alimentação contínua para funcionar bem. (ligado em uma bateria ou em um aparelho com transformador de ac/dc interno). Seu uso tem sido cada vez maior pois a qualidade entre um mesmo sinal via I e P difere, sempre melhor em qualidade para o P.</p>
<p>A regra primária então é sempre a mesma, trabalhe com vídeos interpolados somente se sua saída for a TV, ou DVD&#8230; Para Blu-Ray, Computadores e Internet, trabalhe com progressivo, sempre.</p>
<h3>Segunda parte: Tamanho do vídeo</h3>
<p>O tamanho do vídeo (dimensão em pixels) é um termo importante para os diversos formatos de destino de uma edição. É necessário entender ao menos os formatos mais comuns do mercado para evitar dores de cabeças. Perdi a conta de quantos vídeos eu ví finalizados erroneamente (e quantos também errei eu mesmo até aprender) enquanto cursava a escola de cinema pela simples falta de conhecimento em formatos, proporções e etc.</p>
<p>Sobre esse tema, <strong>decidi postar uma lista. </strong>Creio ser a forma mais fácil de relacionar os formatos mais comuns e exemplificar com vídeos. Vamos a ela:</p>
<p><strong>SD</strong> (standard): é o formato utilizado em DVDs. Possui a resolução de <strong>720&#215;480 pixels </strong>e é quase sempre interpolado (devido ao seu uso final, o DVD e televisões). Esse formato tem suas variantes, que se chamam SD square e SD Widescreen. O que ocorre nada mais é do que o formato dos pixels. Os pixels square, como o próprio nome diz, são quadrados e os pixels widescreen são levemente retangulares. Quando montados, diferem entre uma imagem de proporção 4&#215;3 (Square) para 16&#215;9 (widescreen).</p>
<p>Este é um exemplo clássico de vídeo SD interpolado para Web, e o problema que isso acarreta:</p>
<p><object width="480" height="318" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=26724972&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed width="480" height="318" type="application/x-shockwave-flash" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=26724972&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /></object></p>
<p><strong>HD 720</strong>: este formato tem sido mais utilizado para a Internet, pois antes mesmo das TVs de alta resolução chegarem ao Brasil, a dimensão das telas do computador já estavam chegando a 1024&#215;768 pixels de resolução. Com isso, quando se jogava em tela cheia um filme tocando de um DVD, se notava que a qualidade era menor do que se reproduzido nas televisões.</p>
<p>Isso acontecia porque as televisões, apesar de terem as telas maiores que os monitores, continham menos pixels. Logo, a imagem não se distorcia. Já nos monitores, cada pixel do monitor mostra uma parte de um pixel do DVD, e isso distorcia/diminuia a reprodução.</p>
<p>O formato <strong>HD 720</strong> é progressivo e por esse motivo também é mais prático para computadores e outros aplicativos, e ao mesmo tempo é mais leve que os formatos mais pesados de vídeo, fazendo comque seja uma opção muito relevante para sites de streaming da internet.</p>
<p>Este é um exemplo de vídeo <strong>HD 720</strong> (1280&#215;720 pixels em formato progressivo) retirado do videolog do novo álbum do <strong>Chico Buarque</strong>. É possível notar que o erro apresentado no exemplo anterior não existe mais (por ser um vídeo progressivo). Caso a função HD não esteja ativada, clique no ícone cinza escrito HD no canto inferior direito. A diferença é notada muito facilmente:</p>
<p><object width="480" height="270" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=26338365&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed width="480" height="270" type="application/x-shockwave-flash" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=26338365&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /></object></p>
<p><strong>Full HD Progressivo:</strong> quando a internet começou a se tornar comum e mais rápida e as televisões compatíveis com vídeos de alta resolução e progressivos começaram a aparecer no mercado, o vídeo em <strong>Full HD surgiu</strong>. Com resolução de 1920&#215;1080 pixels e em formato progressivo, ela era perfeita para ver filmes com alto nível de detalhes. Tornou-se o padrão para equipamentos de filmagem para cineastas independentes e estudantes de cinema, com o advento das câmeras <strong>HD-DSLR</strong>.</p>
<p>Neste vídeo do Youtube, é possível ver um a cidade do Rio de Janeiro em uma linda imagem aérea, em formato Full HD. A diferença do vídeo HD 720 é invisível se reproduzido em uma tela de computador normal, mas em computadores com grande potência de vídeo, ou TVs fullHD, é facilmente notada. O grande problema é que o carregamento é bem mais lento que o HD 720:</p>
<p><object width="480" height="274" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Ni5YL4p-sA4?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="480" height="274" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/Ni5YL4p-sA4?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p><strong>Full HD Interpolado:</strong> Esse formato é totalmente forçado (pode parecer brincadeira, mas é). Diversos fabricantes (como a Sony, por exemplo) teimam em manter esse formato nas filmadoras, usando como água divisora de tecnologias. Câmeras que filmam <strong>Full HD</strong> mas interpolado, são para Home Vídeo, casamentos, aniversários etc. E as que filmam em progressivo (tópico acima) são para cineastas independentes, estudantes de cinema (enfim, gente que pode pagar mais). Um forte exemplo disso foi discutido anteriormente por aqui, <a title="Qual câmera de vídeo escolher para começar como freelancer ?" href="http://carreirasolo.org/respostas/qual-camera-de-video-escolher-para-comecar-como-freelancer">onde recomendei a camera Sony NEX VG20</a>, mas não a Sony NEX VG10, que só trabalhava em interpolado.</p>
<p>Infelizmente, não consegui achar um vídeo de exemplo para <strong>Full HD interpolado</strong>, mas consegui uma imagem para vocês de como um vídeo Full HD interpolado é exibido quando pausado. As linhas do interpolamento de frames é bem visível, como podem ver:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-8630" title="interlaced_still" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/12/interlaced_still.jpg" alt="" width="480" height="270" /></p>
<p><strong>Anamórfico panavision (4:1, 2.35:1, 1.85:1 etc):</strong> Estes são outros formatos, com sua história própria e seus próprios incômodos. Em geral, eles são bem funcionais para Web. Para TV, eles ficam bem limitados (principalmente TVs SD antigas) e quase 50% da tela é desperdiçada em barras pretas (conhecidos no mercado profissional como Letterbox).</p>
<p>O material sobre estes formatos pode ser encontrado em qualquer livro sobre a história do cinema ou na internet e é muito vasto para ser discutido agora, porém eu separei para vocês uns vídeos em formato desse tipo (abaixo), assim vocês podem visualizar as diferenças entre eles:</p>
<p>2.35:1</p>
<p><object width="480" height="192" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=16144453&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=cccccc&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed width="480" height="192" type="application/x-shockwave-flash" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=16144453&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=cccccc&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /></object></p>
<p>1.85:1</p>
<p><object width="480" height="270" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=4666709&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed width="480" height="270" type="application/x-shockwave-flash" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=4666709&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /></object></p>
<p>Segue também um vídeo em um formato que se popularizou com as cameras de celular (principalmente do iPhone), o verticalVID:</p>
<p><object width="240" height="426" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10453905&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed width="240" height="426" type="application/x-shockwave-flash" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10453905&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /></object></p>
<p><strong>Espero que vocês tenham gostado. Qualquer dúvida, é só comentar logo abaixo!</strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Como fazer um portfólio de edição de vídeo?</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/como-fazer-um-portfolio-de-edicao-de-video</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 16:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo H M Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Respostas]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Sendo assim, na área audiovisual, dois tipos de exibições servem para substituir o <strong>Portfólio: </strong>o <strong>Demo Reel </strong>e o<strong> Promo. </strong>Vamos entender neste post como cada um deles deve ser montado e quando utilizar um ou outro.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de tudo, vamos esquecer o termo <strong>Portfólio</strong>. Isso porque em sua melhor tradução ele representa os trabalhos na íntegra, ou seja,  uma lista de trabalhos de um profissional. Para um editor de vídeo pode se mostrar impossível! Pense que, mesmo que você selecione três trabalhos para apresentar, isso deve totalizar aproximadamente uma hora e meia. <strong>Nenhum cliente vai assistir isso tudo.</strong></p>
<p>Sendo assim, na área audiovisual, dois tipos de exibições servem para substituir o <strong>Portfólio: </strong>o <strong>Demo Reel </strong>e o<strong> Promo. </strong>Vamos entender neste post como cada um deles deve ser montado e quando utilizar um ou outro.</p>
<p><span id="more-8511"></span></p>
<h3>O Demo Reel</h3>
<p>Pode ser considerada sua peça de divulgação principal, o totem de todos os seus trabalhos. É recomendável que seja atualizado (no máximo) semestralmente conforme suas capacidades como editor de vídeo vão melhorando.</p>
<p>O <strong>Demo Reel</strong> deve contar com as melhores cenas dos seus melhores trabalhos em um pequeno vídeo de 30 segundos à 1 minuto (intervalo de tempo ideal). Não tente fazer um <strong>Demo Reel</strong> com cinco minutos, isso é cansativo e seu cliente irá perder a atenção.</p>
<p>A ideia é conseguir capturar a total e completa atenção do cliente para que ele possa procurar nas plataformas digitais relacionadas ao profissional as obras que aparecem na apresentação.</p>
<p>Conforme você for se tornando um profissional com mais e mais trabalhos concluídos, o seu <strong>Demo Reel</strong> vão começar a ficar entre um minuto e dois minutos, isso deve ser uma espécie de linha limite. Segue o exemplo de um Demo Reel muito interessante:</p>
<p><a href="http://reels.creativecow.net/film/2088" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-8512" title="demoreel_1" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/11/demoreel_1.png" alt="" width="480" height="298" /></a></p>
<p>Para pode criar um bom Demo Reel, três itens são indispensáveis:</p>
<p><strong>1 &#8211; Movimento: </strong>tudo se move, seja em <strong>tilt</strong>, em <strong>pan</strong> ou em <strong>traveling/dolly</strong>. Certifique-se de usar sempre cenas em que a câmera não esteja parada, use cenas de câmera em tripé somente se realmente a cena for MUITO boa. A sensação de movimento é um dos componentes mais importantes para chamar atenção</p>
<p><strong>2 &#8211; Música:</strong> a música marca, cria uma identifcação com o tipo de material com o qual você normalmente trabalha e dita a velocidade da edição, escolha bem a música que vai servir de trilha sonora para o seu Demo Reel</p>
<p><strong>3 &#8211; Sincronia:</strong> componente fundamental, ele depende entrissicamente dos dois componentes anteriores. Com boas cenas e uma boa trilha, a única coisa que falta é a sincronia. As mudanças das cenas devem ser levadas pelas batidas da música e a tensão pelo rítmo da música.</p>
<h3>Promo Videos</h3>
<p>Se o <strong>Demo Reel</strong> representa um desafio à edição, transformando-se em uma peça centro das suas qualidades como editor, o <strong>Promo</strong> é o seu pesadelo comercial. A dificuldade está não na execução, mas na viabilização deste material. Explicando: você precisa pedir autorização prévia à seus clientes para poder disponibilizar trechos de material produzido. Você precisa se precaver e manter uma cláusula no contrato com os clientes, da utilização de até 10 minutos do vídeo gravado para criação de um vídeo comercial próprio que será veiculado como sua apresentação profissional.</p>
<p>O problema é que muitos clientes não gostam nem um pouco de ter sua intimidade (digamos um casamento, por exemplo) disponibilizadas online. Por isso é essencial uma boa comunicação na ocasião dos trabalhos. <strong>Caso não tenha pensado nisso nos seus primeiros serviços</strong>, entre em contato com o antigo cliente e ofereça um desconto para o próximo serviço em troca desse aditivo contratual, e lembre-se, tenha todos os acordos sempre POR ESCRITO.</p>
<p>Após conseguir selecionar as obras que mais lhe agradam e obter a autorização de uso, é necessário fazer a edição deste material de forma que, como sempre, as cenas mais lindas apareçam, sempre em ordem sequencial do evento editado. Não digo para maquiar um trabalho ruim mostrando as partes boas, mas para aproveitar o que você tem de melhor dentre o material disponível.</p>
<p>Os vídeos devem ter em média 10 minutos de duração. Abuse de closes e cenas onde o cliente participa como elemento dramático e complemente tal cenas com uma boa trilha sonora. Para ilustrar este trabalho, creio que não existe uma pessoa melhor para apresentar do que o cinegrafista e editor <a href="http://www.edufederice.com/" target="_blank">Edu Frederice</a> .</p>
<p>O cara é um fera em promover seus trabalhos por meio de vídeos estonteantes dos eventos sociais que filma. Seus promos são um cartão de visita tão bonito que já solicitaram o trabalho dele até mesmo no exterior. Segue alguns dos melhores vídeos dele, publicado no canal do próprio no Vimeo.</p>
<p><object width="480" height="243"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=30376517&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=30376517&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="480" height="243"></embed></object></p>
<p><object width="480" height="243"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=30415612&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=30415612&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="480" height="243"></embed></object></p>
<p>Uma ótima jogada de marketing do <strong>Edu Frederice</strong> é disponibilizar os Promos <strong>ANTES</strong> da entrega do trabalho concluído para o cliente. Isso além de deixar os clientes animados e contentes com o visual do trabalho, ainda serve como uma forma de mostrar que ele está sempre em atividade e tem sempre clientes. <strong>Bons profissionais sempre têm trabalho, e ele trabalha isso com a expressão “Comming soon” nos vídeos.</strong></p>
<p>Espero que estas dicas tenham ajudado vocês, porém lembrem, regras são feitas para ser quebradas. Desde que com bom senso é possível contornar essas limitações impostas pela mídia e criar algo criativo. </p>
<p><strong>Qualquer dúvida, <a href="mailto:gustavohmsilva@live.com">entrem em contato comigo</a>! A casa está sempre de portas abertas.</strong></p>
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		<title>Qual é o melhor software para edição de vídeo?</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 13:25:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo H M Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Respostas]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Selecionar o melhor software para edição de vídeo é uma tarefa complexa. Em geral, editores de vídeo sempre selecionam seus softwares preferidos por um motivo próprio, seja por ter iniciado com um curso em uma produtora em que se utiliza determinada plataforma, por limitações de sistema operacional ou até mesmo por preguiça de aprender uma nova linguagem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Selecionar <strong>o melhor software para edição de vídeo</strong> é uma tarefa complexa. Em geral, editores de vídeo sempre selecionam seus softwares preferidos por um motivo próprio, seja por ter iniciado com um curso em uma produtora em que se utiliza determinada plataforma, por limitações de sistema operacional ou até mesmo por preguiça de aprender uma nova linguagem.</p>
<p><a title="Early morning FCP edit" href="http://www.flickr.com/photos/26880458@N08/6331931716/" target="_blank"><img src="http://farm7.static.flickr.com/6098/6331931716_3749cb8201.jpg" alt="Early morning FCP edit" border="0" /></a><br />
<small><a title="Attribution License" href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" width="16" height="16" align="absmiddle" border="0" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a title="ColumbusCameraOp" href="http://www.flickr.com/photos/26880458@N08/6331931716/" target="_blank">ColumbusCameraOp</a></small></p>
<p>Eu conheci uma vez um editor de vídeo (por motivos óbvios, não vou revelar seu nome) que por anos trabalhou fazendo edições profissionais para <strong>vídeos de casamentos</strong> e <strong>showreels corporativos</strong> utilizando o software <strong>iMovie</strong>, da suíte <strong>Apple iLife</strong>. Hoje, com o lançamento do <strong>Final Cut Pro X</strong>, ele finalmente mudou para essa nova plataforma, pois as duas ficaram muito parecidas, facilitando sua familiarização.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o lançamento do novo <strong>Final Cut X</strong> tem sido fortemente criticado por editores de vídeo em todo o mundo, tendo sido chamado de <strong>iMovie</strong> melhorado, ao invés de um software profissional de edição. Até canais de televisão lançaram campanhas cômicas sobre a nova plataforma:</p>
<p><object width="480" height="274" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/LxKYuF9pENQ?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="480" height="274" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/LxKYuF9pENQ?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Nesta guerra de softwares de edição, só existe uma opção para que editores de vídeo selecionem sua plataforma preferida, e a única opção realmente funcional e lógica é: ESCOLHA VOCÊ MESMO!<span id="more-8345"></span></p>
<p>Isso pode soar ridículo ou até mesmo infantil, mas a verdade é que não existe uma forma de cotar o melhor software de edição. Muitas pessoas (como eu) simplesmente não conseguem entender o funcionamento da <strong>plataforma Avid</strong>, usada pesadamente pela Globo. Enquanto outros não suportam <strong>a nova plataforma da Apple</strong> e permanecem com versões antigas como o <strong>Final Cut Pro 7</strong>.</p>
<p>Existem pessoas que abominam a plataforma da Adobe, o <strong>Premiere</strong>, e outros (como eu) que após não se dar bem na migração para o <strong>Final Cut Pro X</strong> decidiu migrar para a o <strong>Premiere</strong> e acabou se encantando pela interação entre os multiplos softwares da suite Adobe.</p>
<p>Caso você seja freelancer (o caso da maioria dos leitores creio eu), minha sugestão é que <strong>não tenha medo de experimentar</strong>. Pegue um projeto pessoal de edição e tente fazê-lo nas cinco principais plataformas disponíveis no mercado. A que você melhor se adaptar com certeza se tornará sua parceira fiel por um longo tempo. Abaixo nós listamos as melhores plataformas do mercado, cada uma com seu principal ponto positivo e negativo.</p>
<p><a href="http://www.avid.com/"><img class="alignnone size-full wp-image-8348" title="video_avid" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/11/video_avid.jpg" alt="" width="200" height="126" align="right" />Avid</a>:<br />
<strong>Principal ponto positivo:</strong> Não só é uma plataforma de edição, como é uma fabricante de equipamentos (hardware). Alguns vêem isso como uma vantagem.<br />
<strong>Principal ponto negativo:</strong> Sua compatibilidade com equipamentos genéricos do mercado é quase que nula.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-8353" title="video_premiere" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/11/video_premiere.jpg" alt="" width="141" height="180" align="right" /><a href="http://www.adobe.com/">Adobe Premiere CS5.5</a><br />
<strong>Principal ponto positivo:</strong> Compatível com PC e MAC, é uma ótima opção, principalmente se estiver instalado junto com toda a suite de aplicativos da Adobe.<br />
<strong>Principal ponto negativo:</strong> Sem os softwares da suite, muitas de suas funções são castradas.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-8356" title="video_sonynegas" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/11/video_sonynegas.jpg" alt="" width="150" height="180" align="left" /><a href="http://www.sonycreativesoftware.com/moviestudiope ">Sony Vegas Movie Studio HD Platinum 10</a><br />
<strong>Principal ponto positivo:</strong> Este software, apesar de não ser o mais profissional das opções da Sony, tem ótimas funções e vem gratis com a câmera <em>Sony NEX VG20</em> (sugerida no artigo: <a title="Qual câmera de vídeo escolher para começar como freelancer ?" href="http://carreirasolo.org/respostas/qual-camera-de-video-escolher-para-comecar-como-freelancer" target="_blank">Qual Câmera de vídeo escolher para começar como freelancer</a> )<br />
<strong>Principal ponto negativo:</strong> Não funciona em plataforma Apple, somente PC.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-8358" title="video_finalcut" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/11/video_finalcut.png" alt="" width="200" height="106" align="right" /><a href=" http://www.apple.com/br/finalcutpro/">Final Cut Pro X</a><br />
<strong>Principal ponto positivo:</strong> Totalmente reformado, ele é mais fácil para usuários acostumados com o iMovie.<br />
<strong>Principal ponto negativo:</strong> Só é compatível com plataforma Apple, não roda em computadores PC com Windows Instalado.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-8361" title="video_lightworks" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/11/video_lightworks.png" alt="" width="180" height="140" align="right" /><a href="http://www.lightworksbeta.com/">Lightworks Public Beta</a><br />
<strong>Principal ponto positivo:</strong> Um software de edição de vídeo profissional feito para plataforma Windows que se tornou Open Source, ou seja, é gratuito.<br />
<strong>Principal ponto negativo:</strong> Sua tabela de compatibilidade com formatos de áudio e vídeo é bem escassa, assim como sua compatibilidade com hardwares de captura.</p>
<p>Existem ainda no mercado inúmeras outras opções, inclusive, para usuários de linux, uma delas é o <a href=" http://ubuntustudio.org/">Ubuntu Studio</a>. Uma distribuição linux focada totalmente em trabalhos gráficos, seja edição de vídeo, áudio ou imagens. Embora os softwares listados acima sejam principais no mercado, essas outras opções também merecem uma chance de teste se você tiver eventualmente um tempo livre.</p>
<p><strong>Espero que estas dicas tenham esclarecido um pouco sobre esse tópico bem complicado, qualquer dúvida, podem entrar em contato.</strong></p>
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		<title>Existe bibliografia relacionada à edição de vídeo? Algumas indicações!</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/existe-bibliografia-relacionada-a-edicao-de-video-algumas-indicacoes</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 18:04:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo H M Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Respostas]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Algumas pessoas encontram muita dificuldade em encontrar material em português e atualizado em livrarias online e físicas sobre edição de vídeo. Eu gostaria de ser a pessoa responsável por dizer que livros comprar, porém também sofro do mesmo problema.

A verdade é que não há (ou há, porém pouco) interesse das editoras nacionais em trabalhar literatura para o mercado de vídeo, pois em geral editores de vídeo ou cursaram alguma instituição (mais tarde irei citar algumas muito boas para os interessados), e com isso ganharam suas apostilas, ou são fluentes (alguns só tem domínio técnico) na língua inglesa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas pessoas encontram muita dificuldade em <strong>encontrar material em português</strong> e atualizado em <strong>livrarias online e físicas</strong> sobre <strong>edição de vídeo</strong>. Eu gostaria de ser a pessoa responsável por dizer que livros comprar, porém também sofro do mesmo problema.</p>
<p>A verdade é que não há (ou há, porém pouco) interesse das editoras nacionais em trabalhar literatura para o mercado de vídeo, pois em geral editores de vídeo ou cursaram alguma instituição (mais tarde irei citar algumas muito boas para os interessados), e com isso ganharam suas apostilas, ou são fluentes (alguns só tem domínio técnico) na língua inglesa.</p>
<p><a title="Film Department" href="http://www.flickr.com/photos/47529200@N08/6344577549/" target="_blank"><img src="http://farm7.static.flickr.com/6227/6344577549_e53965349f.jpg" alt="Film Department" border="0" /></a><br />
<small><a title="Attribution-ShareAlike License" href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" width="16" height="16" align="absmiddle" border="0" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a title="D Services" href="http://www.flickr.com/photos/47529200@N08/6344577549/" target="_blank">D Services</a></small></p>
<p>O que é mais fácil de encontrar no Brasil são os video-treinamentos, via streaming online ou via DVD comprado e, diga-se de passagem, eles são muito bons. Abaixo segue uma lista (ordenada por qualidade superior &gt; inferior) dos sites onde é possivel encontrar tal conteúdo.<span id="more-8304"></span></p>
<h3>Studio Motion<br />
<a style="font-size: 13px; font-weight: normal;" href="http://www.studiomotion.com.br ">http://www.studiomotion.com.br</a></h3>
<p>Essa é a principal instituição de ensino em vídeo (no aspecto técnico) que existe. Para quem mora em São Paulo ou tem possibilidade de viajar para treinamento, é minha maior recomendação. Para quem não pode viajar para fazer o curso, segue os principais DVD’s</p>
<h3>Render<br />
<a style="font-size: 13px; font-weight: normal;" href="http://www.render.com.br">http://www.render.com.br</a><span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; font-weight: normal;"> </span></h3>
<p>No melhor estilo <a href="http://www.lynda.com/">Lynda</a>, esse site nacional não tem medo do plágio e trabalha exatamente com o mesmo formato, oferecendo duas modalidades, uma com plano de tempo de acesso para o curso em formato On-demand, outro para compra do DVD. A vantagem dele é que ele possuí treinamentos em plataforma Adobe, que não é abordado na Studio Motion</p>
<h3>Para quem não tem medo de Inglês:</h3>
<ul>
<li><a href="http://www.amazon.com ">Amazon.com</a>: Se você precisa de livros sobre edição, seja em plataforma Apple, Adobe ou Avid, Amazon é o local! Os livros estão quase sempre atualizados com as últimas versões, e o melhor, pelas leis brasileiras, livros não podem ser taxados na alfândega. Só preocupe-se com taxas de importação se o Livro acompanhar um DVD, Se ele for somente o livro, não há problemas.</li>
<li><a href=" http://www.barnesandnoble.com">Barnes &amp; Noble</a>: Outro ótimo website internacional com literatura para edição de vídeo em todas as plataformas e também nas versões antigas, caso você seja obrigado a usar aquela licença original antiga que você tem em casa, ao invés de fazer um upgrade para a versão mais recente.</li>
<li><a href="http://www.macprovideo.com/finalcut/">Mac Pro Video</a>: Recomendado pela própria Apple em seu website, a Mac Pro Video é focada principalmente em vídeo aulas e possuí conteúdo em todos os níveis, do básico ao avançado. O Conteúdo é pago, mas de qualidade</li>
</ul>
<h3>Existem escritores/autores mais interessantes que outros?</h3>
<p>Na verdade não. Livros sobre softwares são em geral muito parecidos, alterando apenas no quesito de profundidade técnica. Existem livros desde a famos série “For Dummies“ até os mais complexos e avançados, mas no que diz respeito a didática, eles são muito semelhantes.</p>
<p><strong>Uma dica esperta:</strong></p>
<p>Algum dos leitores já ouviu falar no termo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/RTFM">RTFM</a>? Pode parecer bobeira, mas o fato é que a maioria dos softwares de edição possuem seus próprios glossários de funções e acesso. Le-los é muito mais útil do que parece. Se você está aconstumado com a lingua inglesa, seguem dois links interessantes (infelizmente não achei nada até o momento da postagem para os fãs da AVID, porém se achar, prometo que faço uma adição posterior)</p>
<ul>
<li><a href="http://help.apple.com/finalcutpro/mac/10.0.1/">Final Cut Pro X Help files</a>: Sua grande vantagem (assim como o da adobe) é a função de busca, que facilita você procurar exatamente sua dúvida.</li>
<li><a href="http://help.adobe.com/en_US/premierepro/cs/using ">Adobe Premiere CS5.5 Manual</a>: Ao contrário do Help da Apple para o Final Cut, o help da Adobe possibilita o download do manual. Para quem gosta de papel ou de ter o conteúdo offline no seu e-book reader, <a href="http://help.adobe.com/en_US/premierepro/cs/using/premierepro_cs5_help.pdf">faça download aqui</a></li>
<li><a href="http://tv.adobe.com/show/learn-premiere-pro-cs5/">Adobe TV</a>: Ótima fonte para os que gostam de vídeo aulas. Organizado em parceria com o <a href="http://www.lynda.com">Lynda.com</a>. Não precisa de cadastro e ainda conta com um sistema de classificação dos usuários por estrelas. Os melhores vídeos estão lá com todas (ou quase todas) as estrelas preenchidas.</li>
</ul>
<p><strong>Aguardo comentários e novas indicações!</strong></p>
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		<title>Qual câmera de vídeo escolher para começar como freelancer ?</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 18:31:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo H M Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Respostas]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[A primeria observação quanto a este conturbado tópico não começa em qual modelo é melhor, mas sim qual é o foco dos seus clientes. Hoje o mercado está inundado de empresas e modelos de filmadoras para os mais diferentes objetivos, desde filmagens caseiras até produções de curta, média e longa-metranges.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A primeria observação quanto a este conturbado tópico não começa em qual modelo é melhor, mas sim <strong>qual é o foco dos seus clientes</strong>. Hoje o mercado está inundado de <strong>empresas e modelos de filmadoras</strong> para os mais diferentes objetivos, desde filmagens caseiras até produções de curta, média e longa-metranges.</p>
<p>Essa variedade de tecnologias deixa a <strong>maioria dos profissionais confusos</strong> e exige uma constante monitoria de sites de tecnologia para ficar “afiado” nos lançamentos, e para saber quando é de fato necessário renovar seu material (ou, no caso deste tópico, qual o melhor para sua primeira compra).</p>
<p>Comerciais para TV e para transmedia demandam câmeras diferentes das necessárias para filmagens de documentários ou casamentos por exemplo. <strong>Por isso, sempre decida seu foco de atividade principal antes de quais equipamentos comprar.</strong></p>
<p><strong>Diferentes ramos também significam diferentes valores de investimento. </strong>Logo, tudo está entrelaçado e deve ser pensado com muita calma. Após uma longa deliberação eu decidi começar <strong>esquematizando fluxogramas básicos</strong> para auxiliar a compra de novos equipamentos, tendo em vista os modelos mais recentes lançados, e separando de diversas formas.</p>
<p>Outra forma de seleção também pode ser por <em>Downsides</em> e <em>Upsides</em> (pontos fortes e fracos). Para tal, eu <strong>elaborei uma tabela. </strong>Como sempre, tendo em vista os modelos mais utilizados no mercado atualmente). Os dois documentos estão disponíveis logo abaixo:</p>
<p><a style="font-size: 15px; font-weight: bold;" href="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/11/fluxogramas.pptx" target="_blank">Fluxograma básico de escolha</a> | <a style="font-size: 15px; font-weight: bold;" href="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/11/link-tabela-updow.xlsx" target="_blank">Tabela comparativa de modelos</a></p>
<p><a title="IMGA0899" href="http://www.flickr.com/photos/48076587@N00/539093257/" target="_blank"><img src="http://farm2.static.flickr.com/1108/539093257_6662797d92.jpg" alt="IMGA0899" border="0" /></a><br />
<small><a title="Attribution-ShareAlike License" href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" width="16" height="16" align="absmiddle" border="0" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a title="eddypedro" href="http://www.flickr.com/photos/48076587@N00/539093257/" target="_blank">eddypedro</a></small></p>
<h3><span id="more-8274"></span>Entendendo as limitações das principais câmeras</h3>
<p><strong>Quanto ao tempo de filmagem contínua:</strong> diversos fabricantes impõem limitações de tempo de filmagem contínua. Tal limitação não incomoda a construção de vídeos onde haverão diversos cortes, e nenhum plano irá permanecer durante muito tempo no mesmo lugar. Por isso, automaticamente descartamos essas câmeras para trabalhos como documentários por exemplo, em que eventualmente é necessário gravar depoimentos longos.</p>
<p><strong>Precisa de muita luz:</strong> filmadoras diferentes interpretam a luz de forma diferente. Quanto maior o sensor, melhor será a identificação das nuances na escuridão, e menor será a granulação no vídeo. Filmadoras que não trabalham bem no escuro podem criar grandes dificuldades para certos trabalhos, mas em geral, elas são mais compactas, por isso elas são ótimas para esportes e situações onde o set prejudica o uso de equipamentos de porte maior.</p>
<p><strong>Estabilidade de imagem: </strong>filmagens em tripés são fáceis de serem feitas, pois não há movimentação. Porem o movimento de câmera sempre trás dores de cabeça. Certas câmeras são tão leves, que pioram a estabilização ainda mais, pois o peso não atua como estabilizador quando ela está em nossas mãos. Filmadoras pesadas em geral oferecem uma filmagem com movimentação mais suave. O recurso que as pequenas e leves filmadoras usam para tentar compensar isso, é dar um pequeno zoom digital na imagem, e move-la sempre contra a direção em que tremeu. Não precisamos pensar muito para entender as desvantagens deste processo. Zoom digital sempre cria perda de resolução, e o processamento de câmeras não chega nem perto do necessário para fazer uma estabilização de qualidade.</p>
<p><strong>Alto Custo: </strong>nenhuma câmera trabalha “Crua”. São sempre necessários cartões de memória, lentes, tripés, monopés, steadicam’s e outros acessórios. Câmeras como a Sony NEX FS100 e a RED Scarlet precisam de acessórios muito caros, e isso é um dos maiores agravantes no seu uso. Se você é um iniciante na área, irá precisar, acima de tudo, manter um olho na carteira;</p>
<h3>Minha sugestão: Sony NEX VG20</h3>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-8277" title="Sony-Handycam-NEX-VG20-Details" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/11/Sony-Handycam-NEX-VG20-Details.jpeg" alt="" width="480" height="277" /></p>
<p>A filmadora <strong>Sony NEX VG20</strong> foi lançada no mercado graças as críticas recebidas no seu modelo anterior, a <strong>NEX VG10</strong>. Quando a Sony finalmente liberou o modelo <strong>VG20</strong>, ela talvez tenha lançado uma segunda<strong> Canon XL1</strong> no mercado. (a Canon XL1 é uma das câmeras filmadoras mais vendidas da Canon antes do advento da tecnologia FullHD).</p>
<p>Ela contém tudo que é mais necessário para um iniciante no mercado. Seu custo é reduzido, ela se comporta extremamente bem em baixa luz, seus acessórios são todos baratos, existem adaptadores para uma série de equipamentos de outros fabricantes, sua tecnologia de armazenamento é a mais barata do mercado (cartões SD e SDHC).</p>
<p>Sua pegada (a forma com que ela se comporta na mão) é muito mais confortável que sua adversária (a HDSLR Canon 5D) por ter o formato tradicional de uma filmadora, ao invés de o corpo de uma câmera fotográfica, ela tem entrada para microfones externos e a função matadora, a filmagem em fullHD à 24 quadros progressivo, que é o padrão utilizado para cinema.</p>
<p>A sua irmã VG10 apenas filmava em 30 quadros interpolados, um formato que aumenta o tempo na edição e é focado principalmente para televisão e não para outros meios como internet e conversão para película (as vezes pode ser pedido que as filmagens digitais sejam transformadas em película para poder concorrer em diversos festivais, ou para reproduzir em cinemas que não aceitam material digital. O formato Interpolado dificulta em muito este trabalho)</p>
<p><strong>É isso, pessoal. Curtiram? Comentem! Acrescentem suas sugestões de modelos e técnicas!</strong></p>
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		<title>Como montar um vlog de sucesso na internet?</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 22:12:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Post do Leitor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Respostas]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
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		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[entretenimento]]></category>
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		<category><![CDATA[Projeto]]></category>
		<category><![CDATA[transmedia]]></category>
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		<description><![CDATA[Montar um projeto audiovisual é possível, desde que as funções e o fluxo de tarefas seja bem definido. Confira:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é novidade que o <strong>entretenimento audiovisual</strong> tem mudado de formato no Brasil (e no mundo). Projetos de leis, equipamentos, portais e novos planos de internet banda largar velozes são os grandes porta-bandeiras desse movimento que gradualmente pretende deixar a <strong>televisão obsoleta.</strong></p>
<p>Porém, os empreendedores continuam não dando tanta atenção as oportunidades de negócios que esse novo formato pode oferecer. Poucas empresas tem se aventurado pelo mercado, mas isso não chega nem perto do investimento que deveria estar sendo feito nessa área. É aí que o <strong>freelancer</strong> pode ver uma oportunidade de ouro.</p>
<p><a title="" href="http://www.flickr.com/photos/12983620@N00/6287465241/" target="_blank"><img src="http://farm7.static.flickr.com/6120/6287465241_accb8a6f15.jpg" alt="" border="0" /></a><br />
<small><a title="Attribution-ShareAlike License" href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" width="16" height="16" align="absmiddle" border="0" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a title="tian2992" href="http://www.flickr.com/photos/12983620@N00/6287465241/" target="_blank">tian2992</a></small></p>
<p>Obviamente, <strong>é impossível para um profissional sozinho</strong>, levantar uma plataforma de conteúdo web em vídeo, mas uma parceria pode mudar tudo. E é exatamente este o caminho necessário para lucrar com conteúdo online. As formas de rentabilização estão ai e todos nós conhecemos. Links patrocinados, vendas casadas com conteúdos tratados, merchandising e etc.</p>
<p>A grande dificuldade é, e sempre vai ser, o investimento, que para um projeto sério, gira em torno dezenas de milhares de reais, levando em conta que todo o aparato vai ser comprado em estado de novo.</p>
<p><span id="more-8163"></span></p>
<p>Entre as necessidades, estão servidores de <strong>armazenamento de arquivo, ilhas de edição, filmadoras, tripés</strong> e outros materiais. Tudo tem um gasto, compreendemos isto. Mas considerando que você precisa de ao menos 10 pessoas trabalhando em parceria para tocar um projeto como este, seu investimento inicial é reduzido. Na hora do retorno de lucro, o calculo é feito da mesma forma que o investimento, o lucro líquido é dividido de acordo com a porcentagem inicial investida por cada <em>“sócio”</em>.</p>
<p>Quanto as leis, este é um território nebuloso (o que é bom!). Nosso imposto de renda obviamente exige que declaremos rendimentos vindos de meios digitais como <strong>programas de afiliados e links patrocinados</strong>, mas a <strong><a href="http://www.ancine.gov.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?tpl=home" target="_blank">Ancine</a></strong> (<em>Agência nacional de Cinema</em>) não possui uma legislação específica para <strong>conteúdo transmedia</strong> (<em>web, celulares, tablets, TV’s conectadas e Set Top Boxs</em>). Isso nos poupa uma séria dor de cabeça com impostos e registros.</p>
<p>Todo o processo é simplificado. A única exigência é <strong><a href="http://www.ancine.gov.br/media/passoapasso/RegistroObraCPB.pdf" target="_blank">registrar o CPB das obras</a></strong> (gratuito) para podermos comprovar que ela é material nacional (vamos levantar um pouco a bandeira nacional e mostrar o orgulho de ser brasileiro não é?).</p>
<h3>A equipe</h3>
<p>No que diz respeito aos parceiros de negócio, a seleção é bem diversificada. Uma equipe básica é composta por, no mínimo, dez pessoas de conhecimentos diversos. Cada uma delas, além de investir sua parcela de dinheiro, também irá investir mão-de-obra. Para levantar um projeto como este, é necessário (no que diz respeito ao recurso humano) de:</p>
<ul>
<li>Desenvolvedor Web</li>
<li>Designer Gráfico (se possível também motion designer e/ou ilustrador)</li>
<li>Editor de vídeo (se possível também colorista e Autorador)</li>
<li>Fotógrafo/cinegrafista</li>
<li>Operador de áudio (se possível, também músico ou DJ)</li>
<li>Publicitário (com experiência em otimização de SEO)</li>
<li>Roteirista/Diretor</li>
<li>Produtor</li>
<li>Contador (Me diz quem não precisa de um?)</li>
<li>Redator/Revisor</li>
</ul>
<p>Para concluir este pequeno e humilde <em>How-to</em>, vale falar sobre a duração de retorno do investimento. Esta área é baseada completamente na especulação. O tempo de retorno do investimento depende da comunicação entre os “sócios” do projeto, em especial, entre o <strong>Produtor</strong>, o <strong>Roteirista/Diretor</strong> e o <strong>Publicitário</strong>.</p>
<p>É uma receita simples, porém que demanda cuidado. A troca de informações vai criar um fluxograma, começando pelo Publicitário e terminando pelo Produtor.</p>
<h3>Dividindo as funções</h3>
<p>O <strong>Publicitário</strong> vai fazer um estudo de melhores conceitos para gerar renda, para isso, ele vai estudar o comportamento de ferramentas como <em>Google Adsense</em> por exemplo. Ele vai precisar saber o que está dando mais dinheiro em campanhas CPA (custo por ação), CPS (custo por venda), CPL (custo por indicação) e CPC (custo por Clique). Essa lista de <em>“melhores investimentos”</em> deve ser entregue ao <strong>Roteirista/Diretor.</strong></p>
<p>O <strong>Roteirista/Diretor</strong> irá verificar a lista de <em>“melhores investimentos”</em> e separar os tópicos que ele pode trabalhar para produzir alguma obra, em seguida, irá criar um esboço de uma sugestão de projeto, que será dada ao <strong>Produtor.</strong></p>
<p>O P<strong>rodutor</strong> irá pegar as sugestões do projeto e vetar ou aprovar, de acordo com a dificuldade de realização, o custo e tempo de produção e a capacidade profissional dos <em>“sócios”</em> (não adianta nada o Roteirista/Diretor sugerir algo em computação gráfica se o designer gráfico não puder criar o produto final, ou tiver que chamar gente para ajudar que irá gerar um custo que irá tornar tudo inviável).</p>
<p>Esse formato pode sofrer alterações constantes de acordo com o conteúdo publicado. Se o portal também ira trabalhar com matérias em texto, o <strong>Roteirista/Diretor</strong> será substituido pelo <strong>Redator/Revisor</strong>. Para tirinhas e ilustrações, o <strong>Produtor</strong> será substituido pelo <strong>Designer Gráfico</strong>.</p>
<p>Obviamente que os outros <em>“sócios”</em> terão suas obrigações, assim como deverão ter chance de ter voz ativa, afinal de contas ninguém quer largar um emprego regular para ir para algo com tão poucas asas para criatividade como o job anterior.</p>
<p>Esse formato já funciona no exterior, porém no <strong>Brasil</strong> pode se contar nos dedos as iniciativas que fazem isto. E esta é a melhor forma de lucrar com o conteúdo transmedia neste novo formato. Existem outras etapas, obviamente, como a portabilização para celulares e tablets <strong>Android</strong> e <strong>iOS</strong>, para TVs interativas (como a Samsung Smart TV por exemplo) e para Set Top Boxs (como o Boxee por exemplo), mas estes são processos secundários, a serem levantados e desenvolvidos apenas após o principal ter sido posto em produção.</p>
<p>É isso pessoal, espero que gostem desta minha contribuição. Caso alguém queira começar um projeto como este, não esqueçam de falar comigo para participar <img src='http://carreirasolo.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><em>Por: <a href="http://carreirasolo.org/galerasolo/gustavo-henrique-machado-filmmaker-editor-e-autorador-de-dvdblu-ray">Gustavo Henrique Machado da Silva</a></em></p>
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		<title>Os elementos da criatividade. Vídeo</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jul 2011 20:33:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[vimeo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p></p>
<p>Veja também as partes <a href="http://vimeo.com/14912890">I</a> e <a href="http://vimeo.com/19447662">II</a> da série.</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="480" height="270"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=25380454&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=25380454&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="480" height="270"></embed></object></p>
<p>Veja também as partes <a href="http://vimeo.com/14912890">I</a> e <a href="http://vimeo.com/19447662">II</a> da série.</p>
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		<title>Como começar a trabalhar com edição de vídeo?</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/video/como-comecar-a-trabalhar-com-edicao-de-video</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 12:20:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bia Mansur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Dicas para começar a editar seus próprios filmetes. [Saiba sempre mais seguindo o @falafreela]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de escolher um programa de edição não-linear, de comprar uma máquina parruda; enfim, antes de colocar a mão na massa, é preciso aprender a observar. Um bom editor de vídeo é aquele que enxerga e percebe detalhes à sua volta. É um profissional com percepção além da maioria dos mortais. E esta característica é adquirida, conquistada através de estudo, pesquisa, interesse pelo comum e pelo raro. É esta bagagem, misturada com criatividade, que fará você dar o primeiro passo em direção ao trabalho com edição de vídeo.</p>
<p>Vamos a três lições rápidas:</p>
<h3>Contexto e continuidade, sempre existe um por quê</h3>
<p>Em edição de vídeo, nada é feito por acaso. Não adianta querer colocar um trecho acelerado, uma transição com formas mirabolantes ou um zoom in/out repetidas vezes sem um propósito. Estética é fundamental, mas contexto e continuidade são os pilares de todas as regras.</p>
<p><strong>Festim Diabólico (Alfred Hitchcock)</strong></p>
<p><object width="480" height="385" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ABK_F2noItw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="480" height="385" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/ABK_F2noItw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Em <strong>Festim Diabólico</strong>, de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0000033/">Alfred Hitchcok</a>, são usadas apenas 10 tomadas de plano-sequência. A câmera passeia pelos cenários, sem cortes. Estes somente acontecem quando o rolo de filme termina. O motivo é não tirar os olhos do espectador da cena de um crime que ele próprio testemunha no início do filme.</p>
<h3>O cinegrafista é o melhor amigo do editor de vídeo</h3>
<p>A câmera produz a matéria-prima que será moldada pelo editor de vídeo. Nada mais pertinente do que contar com um profissional que saiba manejar a máquina e extrair o melhor ângulo de cada cena. Sem sombra de dúvida, é essencial discutir em dupla para que o resultado seja positivo.</p>
<p><strong>Kill Bill vol.1 (Quentin Tarantino)</strong></p>
<p><object width="480" height="385" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/HptmZa2rYq8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="480" height="385" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/HptmZa2rYq8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Impossível imaginar uma das cenas mais marcantes de <strong>Kill Bill</strong> , de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0000233/">Quentin Tarantino</a>, sem esta parceria. Aliás, ele é conhecido pela agressividade e pelo ritmo frenético de suas produções. Neste caso, o trabalho em equipe é ainda mais importante porque existe a figura do diretor e de muitos cinegrafistas numa tomada de ação extremamente complexa.</p>
<h3>Em vídeo, áudio é tão importante quanto imagem</h3>
<p>Na maioria das vezes, imagem e áudio estão tão unidos que esquecemos que ambos têm identidade própria. Apesar de um não existir sem o outro no que se refere a vídeo, podem sim ser editados em separado. Aliás, a graça de algumas edições está justamente num sobe som aqui, num background ali, ou até mesmo numa imagem sem som ou com um áudio que não pertence originalmente àquele trecho, como acontece em notas cobertas do telejornalismo.</p>
<p><strong>A Bruxa de Blair (Daniel Myrick e Eduardo Sánchez)</strong></p>
<p>[youtube width="480" height="344"]http://www.youtube.com/watch?v=qzyMQEtIpGA[/youtube]</p>
<p>Na última cena de<strong> A Bruxa de Blair</strong>, de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0617130/">Daniel Myrick</a> e <a href="http://www.imdb.com/name/nm0844896/">Eduardo Sánchez</a>, o áudio é fundamental. As imagens sem som nos passariam a sensação de confusão, de trechos sem sentido e mal cuidados. Quando aumentamos o volume, escutamos gritos e respiração ofegante. O que faz toda a diferença num filme de terror: o pânico.</p>
<p><strong>Dica</strong>: Crie o hábito de assistir muitos vídeos, o tempo todo. Isso fará com que aumente suas opções na hora de editar qualquer material. Vale cinema, TV, clipes. Deixe o preconceito de lado e invista tanto nos antigos quanto nos novos.</p>
<p>Um bom exercício é contar o número de cortes dado em cada sequência. Você vai começar a perceber que existem certos padrões bem distintos, e que os vídeos inovadores geralmente fogem desta receita de bolo. No entanto, correm o risco de ser geniais ou verdadeiras catástrofes.</p>
<p><strong>Por hoje é só pessoal. Comentem!</strong></p>
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