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Como montar um vlog de sucesso na internet?

Post do Leitor

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Não é novidade que o entretenimento audiovisual tem mudado de formato no Brasil (e no mundo). Projetos de leis, equipamentos, portais e novos planos de internet banda largar velozes são os grandes porta-bandeiras desse movimento que gradualmente pretende deixar a televisão obsoleta.

Porém, os empreendedores continuam não dando tanta atenção as oportunidades de negócios que esse novo formato pode oferecer. Poucas empresas tem se aventurado pelo mercado, mas isso não chega nem perto do investimento que deveria estar sendo feito nessa área. É aí que o freelancer pode ver uma oportunidade de ouro.


Creative Commons License photo credit: tian2992

Obviamente, é impossível para um profissional sozinho, levantar uma plataforma de conteúdo web em vídeo, mas uma parceria pode mudar tudo. E é exatamente este o caminho necessário para lucrar com conteúdo online. As formas de rentabilização estão ai e todos nós conhecemos. Links patrocinados, vendas casadas com conteúdos tratados, merchandising e etc.

A grande dificuldade é, e sempre vai ser, o investimento, que para um projeto sério, gira em torno dezenas de milhares de reais, levando em conta que todo o aparato vai ser comprado em estado de novo.

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Publicado em 10/11/2011 às 8:12 na categoria Respostas, Vídeo. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

E quando o cliente questiona o valor da sua hora-técnica?

Cristiano Santos

Designer

Quem é freelancer sabe como é difícil precificar os nossos serviços. Quem nunca ficou numa encruzilhada quando tinha que enviar uma proposta de trabalho? Nós ficamos horas olhando para a planilha tentando achar um preço justo que nos remunere bem e que não seja alto o suficiente para espantar o cliente, não é mesmo!?

Li muita coisa na web sobre o assunto e um artigo do Sean Canha me deu uma luz sobre precificação. Pra quem ainda não sabe, a hora-técnica é a base do cálculo de nossa proposta. No artigo, o Canha explica a relação entre o preço-base, o lucro e quantidade de horas envolvidas no projeto que nos levam ao preço final da proposta. Há até uma fórmula para isso e recomendo que vocês leiam abaixo e implementem no seu cotidiano.

Preço ideal:
(Preço base + Lucro) x Tempo de duração

Muito legal, né? Eu mesmo levei muito tempo para criar a minha planilha e chegar na minha hora-técnica. Hoje em dia eu tenho uma noção bem acertada do tempo que eu levo para finalizar cada projeto e estimo um preço justo para mim e comercialmente viável no mercado.

Mas e quando o cliente questiona o valor da hora-técnica? O que fazer? Eis algumas dicas que eu reuni com as minhas experiências e de outros amigos do mercado:
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Publicado em 03/11/2011 às 2:30 na categoria Respostas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Posso fotografar profissionalmente com meu iPhone?

Maria Claudia Ferrini

Fotógrafa

Poder você pode tudo, só resta saber se o cliente vai gostar de ver o fotógrafo profissional cobrar por um serviço imaginando que ele fará o trabalho com uma câmera profissional, e ele chegar com um “telefone celular”.

Na minha opinião é inviável fotografar profissionalmente com um celular, por melhor que ele seja jamais chegará ao nível e qualidade de uma câmera profissional.

Four Yesss
Creative Commons License photo credit: Robert S. Donovan

A câmera acoplada no iPhone 4s tem apenas 8 MP, que já é um grande avanço para uma câmera de um celular, porém ainda não chega a altura das profissionais que já tem 21MP de resolução. Apesar de ter alguns comandos iguais como: foco automático, lente de grande abertura f/2.4 e balanço de branco, não dá para confiar em fazer um trabalho com tão poucos recursos.

As câmeras profissionais existem para que sejam usadas profissionalmente, é justamente pensando nisso que as empresas lançam a cada 6 meses um modelo novo de câmera com mais mega pixels, para aprimorar cada vez mais o trabalho do fotógrafo profissional.

Se você parar pra pensar no custo benefício não vale a pena, pois esse celular custará mais ou menos o valor de uma câmera semi-profissional que é em média 1.500 reais.

Pense bem, se você deseja trabalhar com fotografia profissionalmente, à princípio é melhor esperar mais um pouco até juntar mais “din din” e comprar uma câmera que atinja e supra suas necessidades sem surpresas!

 


Publicado em 27/10/2011 às 6:51 na categoria Fotografia, Respostas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Quem trabalha em casa tem direito a hora extra?

Henrique Arake

Advogado

Prezados leitores: como vão? Vamos sair um pouco do mundo freela e conversar sobre uma dúvida mais afeita aos empregados celetistas: a hora-extra.

Sem entrar em pormenores jurídicos mas chatos, a hora extra é devida ao empregado que é contratado por meio da CLT (13º, férias remuneradas, FGTS e tudo o mais) quando é obrigado a trabalhar além de seu horário usual.

Se você trabalha quatro horas por dia, a quinta é extra. Se trabalha seis, a sétima é extra e assim por diante, lembrando que nenhuma jornada pode ser estabelecida além de oito diárias.

Work-alcoholic
Creative Commons License photo credit: Daquella manera

A ideia é, ao mesmo tempo, desestimular o empregador a “exagerar” na dose e “indenizar” o empregado por ter de trabalhar além de suas forças.

Ok, e no caso do tele-trabalhador? O trabalhador que labora de sua casa?

Então, em tese, a regra não deveria mudar, concordam? O fato de o trabalhador estar em sua residência não significa que ele possua aptidões super-humanas que implicam em um aumento de sua capacidade laboral.

A bem da verdade, quem trabalha de casa bem sabe que a realidade é outra: filho querendo atenção, televisão no outro recinto e o sem-número de distrações que existem podem torná-lo, inclusive, menos produtivo.

O problema aqui é outro: fiscalização.
Enquanto que o trabalhador “cara-crachá” está sendo fiscalizado pelo “olho que tudo vê”, o tele-trabalhador, em regra, possui ampla liberdade de horário. O empregador não pode fiscalizar o seu horário e, portanto, monitorar se este está, ou não, laborando em expediente extraordinário.

Colocando sob outra perspectiva, imaginem se houver, no mundo, alguns trabalhadores que… tragédia das tragédias… mentisse em juízo dizendo que trabalhou 3 horas extras por dia, todos os dias em que laborou de sua casa? Como o empregador se defenderia na remotíssima probabilidade de esses trabalhadores estivessem faltando com a verdade?

Em tempo, o mesmo raciocínio se aplica para os casos em que o empregador consegue monitorar os horários de seus tele-trabalhadores, só que diferente (/gilbertogil).

Se o empregador exige que o tele-trabalhador bata ponto à distância, toda essa problemática cai por terra e voltamos à regra inicial: trabalhou além da jornada? Tem direito à hora-extra.

Espero que isso seja útil para os senhores! 


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Publicado em 26/10/2011 às 2:00 na categoria Legalize, Respostas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Freelancer se aposenta? Parte II: os planos de previdência patrocinados

Rafael Amaral

Atuário

Voltamos com a série de posts que vai dar as dicas para você, profissional freelancer, conseguir montar seu plano de aposentadoria. No artigo anterior, falei um pouco sobre o plano de previdência mais tradicional, o INSS. Lá você descobriu que ele é com uma boia salva-vidas. Não serve para atravessar o atlântico, mas também, não deixa que você morra afogado.

Agora, seguimos com a explicação dos planos patrocinados. Acompanhem!

Empresariais, Fundações e Regimes Próprios. A Previdência Patrocinada

Chamei de plano de previdência patrocinado os planos que são instituídos por pessoas jurídicas para os seus funcionários e que tem contribuições realizadas pela empresa.

A contribuição feita pela empresa para seu funcionário é a principal características desses planos. Outro ponto interessante é que esses planos administram montantes financeiros gigantescos sendo considerados os grandes investidores institucionais do mundo moderno.

No Brasil, podemos estimar, que suas reservas chegam a mais ou menos R$ 1 Trilhão (Fundos Fechados, Fundos Abertos e Regimes próprios), sendo os principais acionistas das empresas listadas na Bolsa.

Vocês podem se perguntar por que escrever sobre esses planos para o público do Carreirasolo? Afinal, não somos todos autônomos?

Ocorre que uma parcela considerável dos profissionais autônomos já trabalhou em grandes e médias empresas, e durante esse período é provável que vocês tenham contribuído para um desses planos. Durante esse período foram formadas reservas que são suas por direito mas que só podem ser recebidas futuramente, na data prevista para a aposentadoria.

Não esqueçam desse dinheiro. Isso pode significar muito no futuro, esse dinheiro continua rendendo esse tempo todo, e o que era ninharia na sua juventude pode virar uma bolada graças aos juros compostos.

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Publicado em 20/10/2011 às 10:30 na categoria Finanças, Respostas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Quanto custa um site simples? Desconstruindo o conceito!

Cristiano Santos

Designer

Com certeza essa é a pergunta que eu mais recebo na minha inbox! Toda semana surge alguém por aqui que trás consigo um conceito distorcido sobre simplicidade na hora de contratar os meus serviços. A grande maioria não é por maldade, e sim, por puro desconhecimento mesmo.

Em geral a distorção se baseia na ideia de que algo simples, custa menos, porque normalmente deve ser mais fácil, mais rápido e nós damos conta sozinhos, certo?!

Errado!

Na prática, algo simples é bem difícil, aliás, muito difícil! Buscar uma solução de uma interface baseada num conjunto de informações, levando em considerações os inúmeros comportamentos dos usuários é algo bem complexo. Isso pra não falar nas limitações técnicas, como versões mais antigas de browsers e sistemas operacionais, velocidade de banda, entre outras.

Steve Jobs dizia que “design é função, não forma“.

Poucos são os profissionais que “realmente” consegue fazer alguma solução usando o mínimo de elementos possíveis num prazo curto. Isso pra não falar quando o projeto necessita de mais profissionais envolvidos, o que faz com que o mesmo posso não ficar tão simples assim!

O fato é que a minha resposta padrão também é sempre a mesma:

Depende!

E em seguida eu argumento fazendo perguntas usando a metáfora do mercado imobiliário. (Eu não sei qual foi o autor dessa metáfora e nem sei onde achei na web. Se você estiver lendo esse artigo, manifeste-se que eu coloco os créditos!!).

  • Quantos quartos necessita?
  • Em que bairro?
  • Tem vaga na garagem? Quantas?
  • Necessita de um suite?
  • Quarto reversível?
  • Dormitório para empregada?
  • Se pudesse escolher uma construtora, qual seria?
  • Quais serviços no condomínio deseja?

Percebem que ao responder cada uma dessas perguntas, você já imagina o quanto esse imóvel será caro? Com design para projetos web é a mesma coisa. Então a minha resposta será sempre a mesma:

Depende! ;-)

  • Depende de quantos profissionais serão alocados no projeto.
  • Do grau de dificuldade da sua execução.
  • De quanto tempo trabalharemos nele.
  • De quantos telas teremos que desenhar.

E aí, vai continuar perguntando quanto custa um “site simples”?



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Publicado em 14/10/2011 às 2:48 na categoria Respostas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Como o profissional freelancer se aposenta? Parte I: o INSS

Rafael Amaral

Atuário

Nota do editor: na série de artigos que vai explicar como um profissional freelancer pode pensar em sua aposentadoria, falamos primeiro sobre como os planos de previdência tradicionais enfrentam dificuldades para funcionar no século XXI. Mas não se assustem! Agora, vamos entender em detalhes todos os tipos de plano que vocês podem contratar. Leiam com atenção e, caso tenham dúvidas, mandem um e-mail para nós!

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Existem várias formas de explicar os tipos de plano de previdência, desde as mais técnicas separando os planos em Benefício Definido, Contribuição Definida, Contribuição Variável, Contribuição Definida Puro, às mais comerciais separando em planos PGBL, VGBL, Tradicional, Empresariais, Fechados, Abertos, Corporativos,etc.

O INSS não vai falir pois é do governo.

Mas infelizmente essas formas de explicar atendem as necessidades de que explica os planos e não de quem esta em dúvida. Se quem explica é um técnico ele quer agrupar os planos pelas suas características técnicas, já se for um vendedor, quer separar-los pelas suas características comerciais e, no meio disso tudo, você fica perdido achando que esse é um assunto muito complexo e desiste de comprar um plano de previdência ou deixa que outros tomem essas decisões por você.

O objetivo dessa série de artigos é explicar os planos de previdência, focando nos aspectos mais importantes para a decisão de compra desse produto, expondo suas principais vantagens e desvantagens e ao final dando dicas e sugestões sobre a melhor forma de se beneficias de suas vantagens e minimizar o efeito das desvantagens.

Os planos foram divididos em:

  • INSS – Previdência Social
  • Empresariais, Fundações e Regimes Próprios – Previdência Patrocinada
  • Individuais e Associativos – Previdência Individual
  • FGTS e investimentos – Previdência Pessoal

Nesta primeira parte vamos abordar as características, vantagens e desvantagens do mais tradicionais deles, o INSS

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Publicado em 14/10/2011 às 11:10 na categoria Finanças. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Marcio Silveira – Designer e Desenvolvedor Web

Post do Leitor

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Meu nome é Marcio Silveira dos Santos, sou designer e programador Actionscript 3 (experiência em animação via programação e integração com XML e banco de dados), HTML, CSS e PHP. 

Moro em Indaiatuba-SP e trabalho com design e desenvolvimento para a web a mais de 4 anos. Realizando projetos de design e desenvolvimento de websites, desenvolvimento de aplicações interativas, modulos para e-learning e desenvolvimento de Blogs WordPress.

A pouco mais de 1 ano decidi trabalhar somente como freelancer, pois comecei a ter muito trabalho além do meu emprego e vi isso como uma oportunidade de crescer como pessoa e profissional.

Site: www.marciossantos.com.br

Blog: www.marciossantos.com.br/blog

Canal no Youtube: MarcioSSantosDDI

Email: marcio@marciossantos.com.br

MSN: marcio.3design@hotmail.com

Skype: marcio.action

Por: Marcio S. Santos

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Publicado em 11/10/2011 às 3:30 na categoria Galerasolo, TI. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Como montar minha tabela de preços de fotografia?

Maria Claudia Ferrini

Fotógrafa

Para montar sua tabela de preços é preciso separar os custos fixos dos outros custos que seriam adicionais a cada trabalho produzido.
Para cada trabalho existe um tipo de custo e é muito importante antes de fazer um orçamento, que você entenda muito bem o que o cliente deseja para não “comer bola” e depois ter que tirar do seu lucro para cobrir eventuais prejuízos.

Os custos fixos são aqueles que independente do trabalho você terá todo mês: manutenção e desgaste da câmera fotográfica, equipamentos de iluminação, flash, pilhas, baterias, computador e etc.

Os custos adicionais entram na planilha de acordo com o tipo de trabalho. Vamos supor que você faça um orçamento para uma festa de aniversário ou um casamento, o que é preciso saber: o local da festa, quantidade de horas trabalhadas (produção e pós produção), se o trabalho vai ser entregue em CD ou álbum e a quantidade de fotos etc. Esses ítens deverão estar especificados no orçamento para o entendimento do cliente e do valor que ele estará pagando. Normalmente, esse tipo de evento é cobrado por horas trabalhadas, mas isso não impede que se feche um pacote e cobre um valor pelo evento todo e não por horas.

Mod Holga 3
Creative Commons License photo credit: angelo.goldthin

Não existe uma tabela de preços que esteja pronta para cada orçamento e é difícil colocar um preço final apesar de todos os ítens estarem descritos, pois sempre terá alguém que fará por um valor mais barato ou mais caro. Mas é muito importante que o fotógrafo tenha em mente que é preciso separar os custos fixos e adicionais além do seu lucro, pois só quem trabalha com fotografia sabe o quanto é caro comprar e manter seus equipamentos.

Valorize-se sempre e faça um preço justo. Trate o seu trabalho com seriedade e responsabilidade para sempre ter bons e fiéis clientes!



Publicado em 11/10/2011 às 3:00 na categoria Fotografia, Respostas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Por que o sistema de previdência tradicional não funciona para os profissionais do século XXI?

Rafael Amaral

Atuário

O conceito de previdência vigente hoje começou a ser implantado no período pós 2ª Guerra Mundial. Ele foi ancorado em um tripé composto pelo governo, empresas e trabalhador. Nesse tripé cada um tinha sua responsabilidade.

Para o governo coube criar um sistema de previdência universal que visa fornecer ao aposentado uma renda suficiente apenas para manter o nível de subsistência do individuo.

Para a empresa coube a responsabilidade de criar um sistema que complementasse a previdência governamental, com objetivo de preservar o nível de vida que o trabalhador tinha na empresa.

Já ao trabalhador cabia fazer uma poupança individual caso quizesse possuir uma renda igual aquela de quando trabalhava.

Linha de montagem da FORD, em 1913

 

Porém esse sistema tem prerrogativas não escritas que refletem as características da sociedade que o criou. Uma delas é a existência de megaempregadores, empresas com 1.000, 10.000 ou até 100.000 funcionários. Empresas extremamente verticalizadas, onde um fabricante de automóveis era dono de toda a cadeia de produção do seu produto, desde a mina de ferro até a concessionária.

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Publicado em 10/10/2011 às 11:30 na categoria Finanças, Respostas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.