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	<title>Carreirasolo.org &#187; Finanças</title>
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	<description>Respostas para o Profissional Freelancer</description>
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		<title>Freelancer se aposenta? Parte II: os planos de previdência patrocinados</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 13:30:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Respostas]]></category>

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		<description><![CDATA[Agora, seguimos com a explicação dos planos patrocinados. Acompanhem!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Voltamos com a série de posts que vai dar as dicas para você, profissional freelancer, conseguir montar seu plano de aposentadoria. <a title="Como o profissional freelancer se aposenta? Parte I: o INSS" href="http://carreirasolo.org/respostas/financas/como-o-profissional-freelancer-se-aposenta-parte-i-o-inss">No artigo anterior</a>, falei um pouco sobre o plano de previdência mais tradicional, o <strong>INSS</strong>. Lá você descobriu que ele é com uma boia salva-vidas. Não serve para atravessar o atlântico, mas também, não deixa que você morra afogado.</em></p>
<p><strong>Agora, seguimos com a explicação dos planos patrocinados. Acompanhem!</strong></p>
<h3>Empresariais, Fundações e Regimes Próprios. A Previdência Patrocinada</h3>
<p style="text-align: justify;">Chamei de <strong>plano de previdência patrocinado</strong> os planos que são instituídos por pessoas jurídicas para os seus funcionários e que tem contribuições realizadas pela empresa.</p>
<p>A contribuição feita pela empresa para seu funcionário é a principal características desses planos. Outro ponto interessante é que <strong>esses planos administram montantes financeiros gigantescos</strong> sendo considerados os grandes investidores institucionais do mundo moderno.</p>
<p>No Brasil, podemos estimar, que suas reservas chegam a mais ou menos R$ 1 Trilhão (Fundos Fechados, Fundos Abertos e Regimes próprios), sendo os principais acionistas das empresas listadas na Bolsa.</p>
<p style="text-align: justify;">Vocês podem se perguntar por que escrever sobre esses planos para o público do <strong>Carreirasolo</strong>? Afinal, não somos todos autônomos?</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-7927" title="simulador-previdencia-privada" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/10/simulador-previdencia-privada.jpg" alt="" width="480" height="360" /></p>
<p>Ocorre que uma parcela considerável dos profissionais autônomos já trabalhou em grandes e médias empresas, e durante esse período é provável que vocês tenham contribuído para um desses planos. Durante esse período foram formadas reservas que são suas por direito mas que só podem ser recebidas futuramente, na data prevista para a aposentadoria.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Não esqueçam desse dinheiro</strong>. Isso pode significar muito no futuro, esse dinheiro continua rendendo esse tempo todo, e o que era ninharia na sua juventude pode virar uma bolada graças aos juros compostos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-7922"></span></p>
<p>Só como exemplo: <strong>R$ 5.000</strong> que você tenha no plano aos 20 anos, podem virar R$220.000 quando você tiver 60 anos. Mas você só terá acesso a ele caso solicite o recebimento do benefício ou resgate. Vale a regra: <strong>se você não procurar seu plano antigo ele é que não vai procurar você.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Guarde a documentação.</strong> Escaneie o regulamento, proposta e saldos do plano e guarde de forma segura. Nesses documentos aparecem as regras e datas em que você terá acesso ao dinheiro, bem como a documentação necessária. É crucial manter a posse desses documentos, sem eles você não conseguira pegar o seu dinheiro.</p>
<p><strong>Agora vamos ver um pouco mais das características desses planos.</strong></p>
<h3>Vantagens dos planos patrocinados</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rentabilidade de 100%</strong>. A contribuição da empresa é um grande incentivo. Via de regra a cada R$1 depositado por você a empresa entra com mais R$1. Isso significa que você ganha 100% de rentabilidade nos seus depósitos no plano. É claro que existem um limite na contrapartida da empresa então vale a pena contribuir até esse limite.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Reservas Individuais</strong>. Outra grande vantagem é que o dinheiro dado por você e pela empresa vão para contas individuais e formam as reservas do plano. Você tem uma parte do fundo em forma das reservas, esse dinheiro é seu e ninguém pode meter a mão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Regulamentação</strong>. A regulamentação do setor é muito boa e da muitas garantias aos participantes. Para os planos administrados por bancos e seguradoras procure a <a href="http://www.susep.gov.br">SUSEP</a>, para os outro planos procure a <a href="http://www. mps.gov.br/previc.php">PREVIC</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Taxas Administrativas</strong>. As taxas de Administração ou carregamento e a de gestão financeira são menores que as praticada no mercado. Atualmente um bom valor gira em torno de 0% a 1% para carregamento e 1% a 2% para a taxa de gestão financeira.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Desvantagens dos planos patrocinados</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>Resgate. </strong>Na maioria dos planos há a possibilidade de resgatar uma parcela ou todo o valor da reserva de forma única, mas cuidado leia com bastante atenção o regulamento do seu plano, pois algumas empresas usam esse dispositivo para diminuir a parcela que lhe deve.</p>
<p>Em geral no momento da saída da empresa o RH lhe explica que você pode resgatar as contribuições feitas por você com quitação do plano. O que fica subentendido é que quando você faz isso <strong>PERDE</strong> a reserva constituída pela empresa. Existe outra opção que é manter a sua reserva no plano, o que lhe dá o direito a manter a reserva da empresa para você.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Extinção do Plano</strong>. O Plano pode ser extinto a qualquer momento. Caso isso ocorra, cada participante terá direito ao valor da sua reserva mais o valor contribuído pela empresa em seu nome e mais qualquer excedente eventual.</p>
<p>Embora você receba todo o dinheiro, isso é uma desvantagem pois o que interessa não é o dinheiro na mão, mas o recebimento do benefício durante toda a vida. <strong>O dinheiro recebido acaba rápido mas as contas do plano de saúde continuam chegando todo mês.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Má Gestão</strong>. O risco de má gestão reflete diretamente nas reservas e benefícios do plano. Existem planos que resolveram aplicar o dinheiro das reservas em hotéis no litoral nordestino, em IPOs de empresas pouco rentáveis, que superestimam ganhos financeiros e subestimam o aumento da expectativa de vida. Nenhuma dessas medidas é ilegal, mas acarretam na diminuição da rentabilidade do plano ou na diminuição do valor das reservas dos participantes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Não há garantia do Governo</strong>. O Governo não dá garantia dos valores e condições de recebimento. Ele regulamenta as regras e fiscaliza seu cumprimento e só. Assemelha-se a uma relação privada como um contrato entre o participante, a empresa e o administrador do plano.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Só Aposentadoria</strong>. Via de regra os planos patrocinados garantem apenas a aposentadoria e em alguns casos a pensão aos dependentes. Os outros benefícios (auxilio doença, invalidez, salário maternidade) <strong><a title="Como o profissional freelancer se aposenta? Parte I: o INSS" href="http://carreirasolo.org/respostas/financas/como-o-profissional-freelancer-se-aposenta-parte-i-o-inss">você só encontra no INSS.</a></strong></p>
<h3 style="text-align: justify;">O que podemos concluir sobre os Planos Patrocinados</h3>
<p style="text-align: justify;">Os planos patrocinados geram as maiores reservas, pois o empregador patrocina metade do valor. Ao ser admitido em uma empresa entre logo no seu plano patrocinado, não perca tempo. Mesmo se pretender ficar pouco tempo na empresa vale a pena participar já que as suas contribuições e as da empresa ficarão guardadas até a data de aposentadoria.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas cuidado, não esqueça que se trata de um contrato e nem sempre seus interesses serão os mesmos da empresa ou do administrador do plano. <strong>Guarde toda a sua documentação e caso fique em dúvida procure a SUSEP ou a PREVIC.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nunca devemos menosprezar os valores acumulados nos planos patrocinados, com o passar do tempo a rentabilidade financeira acumulada por eles podem representar a maior parcela da nossa aposentadoria.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Dicas Planos Patrocinados</h3>
<ul>
<li>Assim que for admitido entre no plano da empresa.</li>
<li>Contribua até o valor que a empresa faz a sua contrapartida.</li>
<li>Escaneie a guarde todos os documentos.</li>
<li>Não confie cegamente nas informações dadas pela empresa e pelo administrador do plano. Na dúvida consulte a SUSEP ou a PREVIC.</li>
<li>Não resgate, opte sempre pelo benefício na aposentadoria.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>No próximo artigo abordarei as características dos planos individuais. Se até alá, pintar alguma dúvida, <a href="maito:ra_gram@hotmail.com ">mande um e-mail para mim.</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
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<!-- END KAPOST ANALYTICS CODE --></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Como o profissional freelancer se aposenta? Parte I: o INSS</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 14:10:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Previdência]]></category>

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		<description><![CDATA[Na série de artigos que vai explicar como um profissional freelancer pode pensar em sua aposentadoria, vamos entender em detalhes todos os tipos de plano que vocês podem contratar. Siga no @falafreela]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Nota do editor:</strong> na série de artigos que vai explicar como um profissional freelancer pode pensar em sua aposentadoria, falamos primeiro sobre <a href="http://carreirasolo.org/respostas/por-que-o-sistema-de-previdencia-social-nao-funciona-para-os-profissionais-do-seculo-xxi">como os planos de previdência tradicionais enfrentam dificuldades para funcionar no século XXI</a>. Mas não se assustem! Agora, vamos entender em detalhes todos os tipos de plano que vocês podem contratar. Leiam com atenção e, caso tenham dúvidas, <a href="mailto:carreirasolo.org@gmail.com">mandem um e-mail para nós!</a></em></p>
<p style="text-align: center;">=======</p>
<p>Existem várias formas de explicar os tipos de plano de previdência, desde as mais técnicas separando os planos em <strong>Benefício Definido, Contribuição Definida, Contribuição Variável, Contribuição Definida Puro</strong>, às mais comerciais separando em planos PGBL, VGBL, Tradicional, Empresariais, Fechados, Abertos, Corporativos,etc.</p>
<div id="attachment_7684" class="wp-caption alignnone" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-7684" title="previdencia-social-inss" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/10/previdencia-social-inss.jpg" alt="" width="480" height="295" /><p class="wp-caption-text">O INSS não vai falir pois é do governo.</p></div>
<p>Mas infelizmente essas formas de explicar atendem as necessidades de que explica os planos e não de <strong>quem esta em dúvida</strong>. Se quem explica é um técnico ele quer agrupar os planos pelas suas características técnicas, já se for um vendedor, quer separar-los pelas suas características comerciais e, no meio disso tudo, <strong>você fica perdido achando que esse é um assunto muito complexo</strong> e desiste de comprar um plano de previdência ou deixa que outros tomem essas decisões por você.</p>
<p>O <strong>objetivo dessa série de artigos é explicar os planos de previdência</strong>, focando nos aspectos mais importantes para a decisão de compra desse produto, expondo suas principais vantagens e desvantagens e ao final dando dicas e sugestões sobre a melhor forma de se beneficias de suas vantagens e minimizar o efeito das desvantagens.</p>
<p><strong>Os planos foram divididos em:</strong></p>
<ul>
<li>INSS – Previdência Social</li>
<li>Empresariais, Fundações e Regimes Próprios – Previdência Patrocinada</li>
<li>Individuais e Associativos – Previdência Individual</li>
<li>FGTS e investimentos – Previdência Pessoal</li>
</ul>
<p>Nesta primeira parte vamos abordar as características, vantagens e desvantagens do mais tradicionais deles, o INSS</p>
<p><span id="more-7678"></span></p>
<h3>INSS &#8211; Previdência Social</h3>
<p><strong>O INSS é a previdência gerida pelo governo. </strong>É paga pelas empresas e empregados, bem como por todo trabalhador que recolhe contribuições como autônomo. Nos últimos 12 meses o INSS pagou 4,5 Bilhões de reais para 456 mil beneficiários. Todo o segurado do INSS tem a sua disposição os benefícios de: <strong>aposentadoria, invalidez, auxílio doença e salário maternidade.</strong></p>
<p><strong>Para aqueles que trabalham por conta própria é uma opção nem sempre lembrada</strong>, mas que deve ser analisada em conjunto com os outros tipos de plano de previdência.</p>
<h3>Seu grande atrativo é a garantia do governo</h3>
<p>Empresas, bancos e seguradoras podem existir por séculos a fio, mas em algum momento elas podem falir, já o governo não. Mesmo quando o Brasil passou pelos seus piores momentos econômicos na década de 80, o INSS nunca deixou de pagar seus benefícios.<strong> Mesmo quando a Alemanha perdeu a 2ª Guerra</strong> o seu sistema de previdência social continuou existindo.</p>
<p>Esse é o grande atrativo do INSS e o que o diferencia dos demais planos de previdência: nunca vai falir, não importa o que seu contador, gerente de banco ou corretor fale, o INSS vai continuar existindo para sempre <em>(ou até o fim de nossa civilização).</em></p>
<h3>Não existe almoço grátis. As desvantagens do INSS</h3>
<p><strong>O plano do INSS é baseado no conceito de pacto entre gerações. </strong>Isso significa que nossa geração paga contribuições para arcar com os benefícios da geração que recebe o benefício hoje. Quando nossa geração se aposentar, quem vai pagar nosso benefícios será a geração que estiver trabalhando nessa época.</p>
<p>Esse é o <strong>calcanhar de Aquiles da previdência social</strong>. Como a taxa de natalidade é baixa e a expectativa de vida esta aumentando, no futuro existirão menos pessoas pagando contribuições e mais pessoas recebendo benefícios. Isso significa que a tendência é que o benefício seja reduzido cada vez mais, isso será feito de varias formas, tais como: corrigindo o benefício abaixo da inflação, ampliando o fator previdenciário, criando uma contribuição dos aposentados, aumentando a idade de aposentadoria, aumento do teto de contribuição, inclusão de mais categorias contributivas (Ex: Aposentadoria da dona de casa), etc.</p>
<p>Outra desvantagem que não pode ser esquecida é que o INSS é um órgão governamental e, por isso, esta sujeito a uma série de burocracias e idiossincrasias típicas das repartições públicas. Quem opta por contribuir ao INSS deve estar preparado para lidar com servidores desmotivados, filas e informações incompletas.</p>
<h3>O que podemos concluir sobre o INSS</h3>
<p>O INSS vai entregar um benefício menor do que aquele que esperamos e também estamos sujeitos a mudanças de regras no meio do caminho, mas pode ter certeza que ele vai entregar alguma coisa, a instituição não vai falir nem ser extinta pelo governo.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-7685" title="salariominimo" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/10/salariominimo.jpg" alt="" width="250" height="251" align="right" />Considerando as características do sistema, matematicamente, a melhor relação <em>custo-benefício</em> se encontra naquelas pessoas que contribuem pelo valor do salário mínimo. <strong>Isso mesmo! Você não leu errado!</strong></p>
<p>O salário mínimo é muito pequeno, pode-se dizer ate irrisório, mas vem ganhando valor ano a ano frente à inflação, pois o <strong>aumento de poder de compra real do salário mínimo é o principal pilar da economia brasileira</strong>. Quem contribui pelo salário mínimo, nunca terá o valor do benefício diluído, pelo contrário, só terá ganhos. Em 1994 o salário mínimo era equivalente a US$ 71, hoje equivale a US$ 350, um aumento de 400%!</p>
<p>Alem disso, contribuir pelo mínimo equivale a um desconto mensal de apenas R$ 36, o que lhe garante o tempo de contribuição para cálculo de aposentadoria, bem como todos os outros benefícios do INSS.</p>
<p>Por isso, <strong>recomendo que todo o trabalhador por conta própria contribua ao INSS</strong> com pelo menos o valor de <em>&#8220;Um Salário Mínimo&#8221;</em> e utilize outros planos para complementar o restante de sua aposentadoria.</p>
<p><strong>Devemos pensar no INSS não como um plano que garanta a nossa subsistência e conforto material, mas como um colete salva vidas para se tudo mais der errado.</strong></p>
<h3>Dicas INSS</h3>
<ul>
<li>Nunca deixe de contribuir.</li>
<li>Contribua pelo salário mínimo.</li>
<li>Se decidir engravidar, aumente temporariamente o valor da sua contribuição para ter direito a um benefício maior quando o Bebe Nascer <em>(1)</em>.</li>
<li>Utilize o site do Ministério da Previdência para esclarecer suas dúvidas WWW.mps.gov.br, só depois vá ao posto do INSS.</li>
<li>Não esqueça dos benefícios de Auxilio Doença e invalidez, o autônomo também tem direito.</li>
</ul>
<p><strong>No próximo artigo abordarei as características dos planos patrocinados.</strong></p>
<p><em>(1) A regra do INSS específica que o benefício de salário maternidade será equivalente a soma de 1/12 dos últimos 12 salários de contribuição e será pago por 4 meses. Vamos supor que você contribua por um salário mínimo (R$540) e decida aumentar para 4 salários (R$ 2.160), isso elevará sua contribuição de R$36 para R$238, gerando um aumento de R$202. Se o beber nascer 9 meses após a mudança o seu benefício será de R$1.755 contra R$540 se não tivesse aumentado, gerando, durante os 4 meses de salário maternidade, um ganho total de R$4.860. Diminuindo o ganho total do valor você contribuiu a mais em 9 meses ( R$1.818) você teria um ganho liquido de R$ 3.042.</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Por que o sistema de previdência tradicional não funciona para os profissionais do século XXI?</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/por-que-o-sistema-de-previdencia-social-nao-funciona-para-os-profissionais-do-seculo-xxi</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 14:30:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Respostas]]></category>

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		<description><![CDATA[O conceito de previdência vigente hoje começou a ser implantado no período pós 2ª Guerra Mundial. Ele foi ancorado em um tripé composto pelo governo, empresas e trabalhador.  Só que muita coisa mudou. Descubra por que o profissional do século XXI precisa repensar sua noção de previdência e aposentadoria.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>conceito de previdência</strong> vigente hoje começou a ser implantado no período <strong>pós 2ª Guerra Mundial</strong>. Ele foi ancorado em um tripé composto pelo <strong>governo, empresas e trabalhador</strong>. Nesse tripé cada um tinha sua responsabilidade.</p>
<p><strong>Para o governo</strong> coube criar um sistema de previdência universal que visa fornecer ao aposentado uma renda suficiente apenas para manter o nível de subsistência do individuo.</p>
<p><strong>Para a empresa</strong> coube a responsabilidade de criar um sistema que complementasse a previdência governamental, com objetivo de preservar o nível de vida que o trabalhador tinha na empresa.</p>
<p><strong>Já ao trabalhador</strong> cabia fazer uma poupança individual caso quizesse possuir uma renda igual aquela de quando trabalhava.</p>
<div id="attachment_7599" class="wp-caption alignnone" style="width: 490px"><a href="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/10/montagemford.jpg"><img class="size-full wp-image-7599" title="montagemford" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/10/montagemford.jpg" alt="" width="480" height="382" /></a><p class="wp-caption-text">Linha de montagem da FORD, em 1913</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Porém esse sistema tem <strong>prerrogativas não escritas</strong> que refletem as características da sociedade que o criou. Uma delas é a existência de megaempregadores, empresas com 1.000, 10.000 ou até 100.000 funcionários. Empresas extremamente verticalizadas, onde um fabricante de automóveis era dono de toda a cadeia de produção do seu produto, desde a mina de ferro até a concessionária.</p>
<p><span id="more-7529"></span></p>
<p><strong>Um dos exemplos</strong> era a empresa Ford. Seu fundador, <strong>Henry Ford</strong> foi um pioneiro do <em>&#8220;capitalismo do bem-estar social&#8221;</em> concebido para melhorar a situação dos seus trabalhadores e especialmente para reduzir a grande rotação de empregados de muitos departamentos, que contratavam 300 homens por ano para preencher 100 vagas. Eficiência significava contratar e manter os melhores trabalhadores.</p>
<p>Em 5 de janeiro de 1914, Ford anunciou seu programa <em>&#8220;cinco dólares por dia&#8221;</em>. O programa revolucionário e sistemático incluía uma redução da duração do dia de trabalho de 9 para 8 horas, 5 dias de trabalho por semana, e um aumento no salário-mínimo diário de US$ 2,34 para US$ 5 para trabalhadores qualificados. Outra inovação para o período foi a repartição com seus empregados de uma parte do controle acionário.</p>
<h3>E hoje?</h3>
<p>Hoje as empresas tem como único objetivo diminuir os custos e maximizar o retorno ao acionista. <strong>Diminuir custo não significa fazer produtos baratos</strong>, em essência quer dizer fazer mais com menos. É obvio ver esse processo refletido em empresas como a <strong>Nike</strong> e <strong>Wal Mart</strong>, mas o mesmo processo acontesse com queridinhas do mercado como a <strong>Apple. </strong>Ou voces acham que é mais barato manter funcionários para desenvolver seus apps ou <strong>deixar que programadores autônomos o façam, cobrando taxas e percentuais nas vendas?</strong></p>
<p><strong>Outro ponto importantíssimo era a estrutura da família.</strong> Na década de 1950 cada família tinha em média 6,2 filhos no Brasil, ou seja, cada casa contava com 8 pessoas, dois adultos e seis crianças. Nesse desenho de sociedade boa parte da renda era destinada ao vestuário, alimentação e moradia da família.</p>
<p>Dessa forma, a parcela da renda que o trabalhador utilizava para ele mesmo era relativamente pequena em relação ao seu ganho total. Quando os filhos saíam de casa e o trabalhador se aposentava ele não precisaria de um valor de aposentadoria igual aquele que recebia enquanto trabalhava pois sua maior despesa, os filhos, havia desaparecido.</p>
<p>Ele precisava receber apenas a renda referente as suas necessidades e as do seu cônjuge. Atualmente cada família tem em média 2 filhos e embora reclamemos das despesas com colégio e escolinha de futebol, acreditem, antigamente era bem pior.</p>
<div id="attachment_7602" class="wp-caption alignnone" style="width: 490px"><a href="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/10/familiamoderna.jpg"><img class="size-full wp-image-7602" title="familiamoderna" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/10/familiamoderna.jpg" alt="" width="480" height="319" /></a><p class="wp-caption-text">A família hoje vive mais.</p></div>
<p>Hoje <strong>uma parcela maior da renda é destinada as necessidade do chefe da família</strong> e a tendência e que essas despesas aumentem na velhice. Um <strong>idoso do Sec XXI</strong>, precisará de um plano de saúde de ponta que será ainda mais caro do que é hoje pois esse plano refletirá os avanços da medicina em diagnóstico, tratamento e equipamentos.</p>
<p>Além disso, precisará morar em um condomínio especial, que esteja adaptado as suas necessidades hospitalares e sociais, garantindo assim sua qualidade de vida.</p>
<h3>E ainda tem outra: hoje vivemos mais</h3>
<p>Por último, deixei a mudança mais esquecida mas que é a principal conquista da humanidade no século XX, e posso dizer que não foi a internet. <strong>Trata-se do avanço avassalador da medicina</strong>. Só para se ter uma idéia em 1950 a expectativa de vida no Brasil era de 47 anos. Isso mesmo! As pessoas viviam em média 47 anos. Então, em média ninguém chegava na idade de aposentadoria. As pessoas que atingiam a idade de aposentadoria eram casos raros e não viviam muitos anos depois disso, pois levavam uma vida de muito esforço físico desgastando o seu corpo.</p>
<p>Hoje a expectativa média de vida no Brasil é de 73 anos a mudança é brutal. Em média as pessoas vão passar 18 anos aposentadas, sabendo-se que muitas vão ultrapassar essa marca, pois a medicina esta se acelerando cada vez mais e os ganhos que isso trás a expectativa de vida vão se refletir nas pessoas que estão vivas hoje.</p>
<p>Mas nós não somos os idosos de hoje, aqueles que vão viver até 73 anos. Nós somos os idosos do amanhã, nós seremos os idosos de 2040, 2050 e 2060. Então se em 60 anos, de 1950 a 2010, a expectativa de vida evoluiu tanto, quanto será que ela terá evoluido quando chegar a nossa vez de receber a aposentadoria?</p>
<p>A verdade é que ninguém sabe, mas com certeza a direção é do aumento, podemos esperar que uma pessoa com 60 anos em 2050, ainda tenha 30 ou mais anos de vida.</p>
<p><strong>Nessa situação podemos deduzir que:</strong></p>
<p>1. A parcela da aposentadoria paga pelo governo será cada vez mais reduzida, pois os recursos serão divididos por uma quantidade cada vez maior de idosos.<br />
2. A parcela paga pela empresa tende a desaparcer por que as empresas tendem a ter o número mínimo de funcionários proprios, sendo todo o resto tercerizado.</p>
<p>Isso significa que aqueles que estão no mercado de trabalho hoje devem se preparar para um cenário em que <strong>as promessas feitas pelo governo e pelas empresas não serão cumpridas</strong>.</p>
<p>A forma como vamos tratar esse assunto tão delicado será crucial para o bem estar futuro de nossa geração, mas uma coisa é certa o sistema previdenciário tradicional não será capaz de atender as necessidade dos profissionais do Sec XXI.</p>
<p><strong>Já, já explicarei como.</strong></p>
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		<title>Posso deduzir despesas domésticas do meu home-office no IRPF?</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/posso-deduzir-despesas-domesticas-do-meu-home-office-no-irpf</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 13:49:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
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		<category><![CDATA[custos]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[home office]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Olha aí, excelente notícia essa: <strong>quem for trabalhador autônomo e trabalhar em casa pode abater suas despesas domésticas em sua próxima declaração de imposto de renda. </strong></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/11121568@N06/2638883650/" title="Piggy savings bank" target="_blank"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3048/2638883650_c81be722ba.jpg" alt="Piggy savings bank" border="0" /></a><br /><a href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" title="Attribution License" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" border="0" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a href="http://www.flickr.com/photos/11121568@N06/2638883650/" title="alancleaver_2000" target="_blank">alancleaver_2000</a></p>
<h3>Como fazer isso?</h3>
<p>Vale&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olha aí, excelente notícia essa: <strong>quem for trabalhador autônomo e trabalhar em casa pode abater suas despesas domésticas em sua próxima declaração de imposto de renda. </strong></p>
<p><center><a href="http://www.flickr.com/photos/11121568@N06/2638883650/" title="Piggy savings bank" target="_blank"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3048/2638883650_c81be722ba.jpg" alt="Piggy savings bank" border="0" /></a><br /><small><a href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" title="Attribution License" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" border="0" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a href="http://www.flickr.com/photos/11121568@N06/2638883650/" title="alancleaver_2000" target="_blank">alancleaver_2000</a></small></center></p>
<h3>Como fazer isso?</h3>
<p>Vale o lembrete: você tem que se programar durante o ano para isso. Você pode deduzir todos os gastos de profissionais autônomos que tiverem relação direta com o trabalho DESDE QUE <strong>informados no Livro Caixa</strong>. Para isso é preciso, além da anotação contábil, reunir os respectivos comprovantes. As despesas dedutíveis são: telefone (se for assinatura comercial), água, luz, material de expediente e consumo. </p>
<p><strong>Atenção:</strong> Quem não tiver um endereço comercial, está autorizado a deduzir um quinto de todos os gastos com a manutenção da residência, exceto com reparos, conservação e recuperação do imóvel.  </p>
<p>Mais alguns lembretes: só vale para o modelo completo da declaração. E uma dica final: para saber se valerá a pena deduzir estes gastor, você deve verificar se <strong>um quinto das suas despesas domésticas</strong> ao longo do ano corresponde a um <strong>valor maior que 20% da sua renda tributável</strong>  </p>
<p><strong>Quem tiver dúvida, manda aí!</strong></p>
<p><em><strong>Fonte</strong>: <a href="http://irpf.estacaobr.net/">http://irpf.estacaobr.net/</a></em></p>
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		<title>Como ganhar mais do que gasto?</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/como-ganhar-mais-do-que-gasto</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 13:30:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><br />
<strong><a href="http://falafreela.com.br/episodios/fala-freela3-antes-durante-e-depois-o-controle-financeiro" target="_blank"> Como falamos no episódio do FalaFreela! sobre controle financeiro</a></strong>, o planejamento e consciência dos custos na vida do <strong>Profissional Freelacer</strong> é a chave de seu sucesso enquanto <strong>empreendedor</strong>. As dicas estão lá e recomendo que você dê uma&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><br/><br />
<strong><a href="http://falafreela.com.br/episodios/fala-freela3-antes-durante-e-depois-o-controle-financeiro" target="_blank"> Como falamos no episódio do FalaFreela! sobre controle financeiro</a></strong>, o planejamento e consciência dos custos na vida do <strong>Profissional Freelacer</strong> é a chave de seu sucesso enquanto <strong>empreendedor</strong>. As dicas estão lá e recomendo que você dê uma ouvida com cuidado.</p>
<p><a title="Fresh Roasted Coffee" href="http://www.flickr.com/photos/80996421@N00/4805624345/" target="_blank"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4080/4805624345_98041068fb.jpg" border="0" alt="Fresh Roasted Coffee" /></a><br />
<small><a title="Attribution License" href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" border="0" alt="Creative Commons License" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a title="tramod" href="http://www.flickr.com/photos/80996421@N00/4805624345/" target="_blank">tramod</a></small></p>
<p>Alguma dicas complementares para você continuar sempre em <strong>espiral ascendente</strong> quando o assunto for contar os feijões que você tem dentro de casa:</p>
<ul>
<li><strong>Saiba quanto você gasta:</strong>Faça aquela listinha dolorosa de todos os itens fixos que você tem durante o mês para saber quanto custa a sua vida profissional. Saber quanto são seus custos ajuda inclusive, na hora da negociação de um novo projeto. Não se esqueça: é imperativo ter em mente o preço ideal de seu serviço, o custo do que você oferta e a margem de lucro que isso representa para sua operação. Assim, você verá se está perdendo grana!</li>
<li><strong>Crie sempre novos serviços:</strong> Se o que você está oferecendo não está sendo comprado pelo mercado, encontre formas alternativas de realizar o seu trabalho. Dê preferência para arroubos de inovação que garantam produtos de maior valor agregado.</li>
<li><strong>Invista em clientes fiéis:</strong> <a href="http://carreirasolo.org/respostas/como-fidelizar-clientes-de-marketing-digital">falei aqui neste post</a> e insisto que fidelizar cliente é a resposta que vale alguns milhões de dólares. Como já abordamos isso começa na proposta comercial, onde você deve oferecer serviços extras e focados em médio e longo prazo.</li>
<li><strong>Faça prospeção ativa:</strong> em muitos segmentos basta sentar e esperar os trabalhos. Acontece, é verdade. Mas, em outros, é preciso colocar a cara para fora da toca e ir pegar chuva e sol no lombo. Bata nas portas certas, tenha sempre uma apresentação pronta em um pendrive colado em seu chaveiro. Esteja pronto 120% do tempo.</li>
</ul>
<p>É isso pessoal. Aqui não estão todos os segredos e muita coisa vai variar de mercado para mercado. O que me lembra do seguinte: <strong>quem tem algo a acrescentar?</strong></p>
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		<title>Como fidelizar clientes de marketing digital?</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/como-fidelizar-clientes-de-marketing-digital</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 19:09:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
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		<category><![CDATA[negociação]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Esta é, sem dúvida alguma, uma pergunta que vale <strong>alguns milhões de dólares</strong>. Agências de todos os portes, <strong>profissionais freelancers</strong> em diversas fases de desenvolvimento pessoal, têm nesta resposta a possível solução de todos os seus problemas. E como por&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta é, sem dúvida alguma, uma pergunta que vale <strong>alguns milhões de dólares</strong>. Agências de todos os portes, <strong>profissionais freelancers</strong> em diversas fases de desenvolvimento pessoal, têm nesta resposta a possível solução de todos os seus problemas. E como por aqui não somos de enrolar muito, ei-la: <strong>uma das melhores técnicas para se fidelizar um cliente é antes que ele se transforme em seu cliente.</strong></p>
<p><a title="Two clones playing in just one game" href="http://www.flickr.com/photos/82351692@N00/4420096903/" target="_blank"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4014/4420096903_231decdd0c.jpg" alt="Two clones playing in just one game" border="0" /></a><br />
<small><a title="Attribution-ShareAlike License" href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" width="16" height="16" align="absmiddle" border="0" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a title="madnzany" href="http://www.flickr.com/photos/82351692@N00/4420096903/" target="_blank">madnzany</a></small></p>
<h3>2011: um ano de propostas?</h3>
<p>O <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2FybmF2YWxfIyNfY2xvdWRfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzIzOTM=-60">carnaval<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> tardio fez dos três primeiros meses de 2011, um <strong>trimestre de propostas</strong>. Gente de todas as atividades e direcionamentos, passou boa parte do seu retorno de férias (aqueles que ousaram e conseguiram tirá-las, obviamente) indo em reuniões, ouvindo, sendo brifado (e brifando) para, então, jogar no mercado sua interpretação <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y29tZXJjaWFsXyMjX2Nsb3VkXyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18yMzkz-60">comercial<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> das necessidades de seus clientes e futuros clientes.</p>
<p>Lado bom é que proposta é o alimento da esperança do <strong>Profissional Freelancer</strong>. Aqueles mais otimistas chegam a contar com o milho no papo da galinha assim que clicam no “Enviar” e catapultam seu PDF com preços e condições. E é aí que, na pressa de atender a uma RFP, muitas vezes, deixamos de marcar um golaço.</p>
<h3>Sim, é na proposta que se começa a fidelizar seu cliente.</h3>
<p>Eu consideraria até mesmo um erro comum, ou pressa, ou avaliação apressada, enviar uma proposta somente com o que o cliente solicitou.</p>
<p>A primeira razão para afirmar isso é que, em alguns casos, ele nem mesmo sabe o que contratar. Ouviu falar em redes sociais, pede um perfil no twitter; ou então conferiu com o filho a lista dos vídeos mais assistidos do Youtube, sapeca um pedido de “um viralzinho”. Enfim, o pedido do job pode esconder desconhecimento sobre as possibilidades em questão.</p>
<p>A segunda é que, furtando o cliente da possibilidade de outros serviços, você perde chance de mostra-se proativo e, assim, diferenciar-se da manada&#8230;digo, maioria.</p>
<p><strong>1. Tente entender a maturidade do cliente:</strong> pedidos pontuais podem esconder “inocência”. Ou seja, seu cliente pode estar contratando o que “ouviu tocar no rádio”. Em seu primeiro contato tente, de forma bem sutil, descobrir o quão conhecedor é seu cliente. Se muito, seja parceiro. Se pouco, seja didático;</p>
<p><strong>2. Quando solicitarem determinada atividade, pergunte por quê:</strong> sem essa de, “Sim senhor, estaremos enviando o orçamento em alguns minutos”. Seja um perguntador, e tente levantar as razões daquele job e o porque da solicitação pontual.</p>
<p><strong>3. Pense de forma reversa:</strong> se o objetivo é levantar assinantes, por exemplo, será que só o hotsite solicitado é suficiente? Demonstre que tendo um objetivo em mente, sua participação pode ser inclusive a de oferecer as ferramentas para se chegar lá</p>
<p><strong>4. Quando for montar a proposta, faça-a modular.</strong> Se é inteligente oferecer mais do que foi pedido, não é de bom tom encapsular suas condições comerciais. Nada de venda casada, viu? É feio. A ideia é, então, montar uma proposta modular que tenha como centro o pedido inicial e ao redor, outras possibilidades de contratação</p>
<h3>Para fechar: seja flexível nas entregas</h3>
<p>Fidelizar, muitas vezes quer dizer, facilitar. Se você vai oferecer mais do que foi pedido, não espere que tudo seja contratado de uma vez só. Muitas vezes, o cliente é maduro (1), sabe porque está contrando (2), gostou dos serviços extras (4) mas não tem como contratar tudo de uma vez!</p>
<p>É aí que pode residir o pulo do gato: monte uma proposta faseada, mostrando “Tempos e Movimentos” para sair do Ponto A (onde você está prospectando um novo trabalho) para o Ponto B (onde você assina um contrato).</p>
<p><strong>Sim? Não? Comentários?</strong></p>
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		<item>
		<title>Como um freelancer pode se aposentar?</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/financas/como-um-freelancer-pode-se-aposentar</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 18:59:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Rangel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Nos últimos dias, fomos surpreendidos com a notícia da aposentadoria de um dos maiores jogadores de futebol de todos os tempos. Depois de muitos anos atuando por várias equipes diferentes e uma penca de títulos e prêmios, <strong>Ronaldo </strong><em>“Fenômeno”</em> anunciou que era&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos dias, fomos surpreendidos com a notícia da aposentadoria de um dos maiores jogadores de futebol de todos os tempos. Depois de muitos anos atuando por várias equipes diferentes e uma penca de títulos e prêmios, <strong>Ronaldo </strong><em>“Fenômeno”</em> anunciou que era hora de pendurar as chuteiras.</p>
<p><a title="Ronaldo" href="http://www.flickr.com/photos/51035804249@N01/76008300/" target="_blank"><img src="http://farm1.static.flickr.com/38/76008300_c573cc6e42.jpg" border="0" alt="Ronaldo" /></a><br />
<small><a title="Attribution-ShareAlike License" href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" border="0" alt="Creative Commons License" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a title="currybet" href="http://www.flickr.com/photos/51035804249@N01/76008300/" target="_blank">currybet</a></small></p>
<p>Assim como o famoso ex-atleta, milhares de (anônimos) <strong>brasileiros</strong> todos os anos decidem que é hora de encerrarem suas vidas laborativas e passarem para a inatividade. Aproveitando o ensejo da aposentadoria do <em>“fenômeno”</em>, vale questionar o que é a aposentadoria e como se preparar, ao menos financeiramente, para ela.</p>
<p>No <strong>Brasil</strong>, os trabalhadores empregados com carteira assinada estão automaticamente cobertos pela <strong>Previdência Social</strong>. A <strong>Previdência Social</strong> é uma espécie de seguro que garante a renda do trabalhador contribuinte e de sua família em caso de acidente, doença, gravidez, morte, velhice, entre outros. Mediante contribuição mensal ao <strong>Instituto Nacional do Seguro Social</strong> <em>(INSS)</em> de 8, 9 ou 11% do seu salário limitado ao teto de R$ 3.689,66, o empregado com carteira assinada garante uma vasta gama de benefícios, não apenas a aposentadoria.</p>
<p>O trabalhador que não é empregado &#8211; <em>o empresário, profissional liberal ou um freelancer</em> – também pode se filiar a <strong>Previdência Social</strong>. Neste caso, a filiação ocorre na categoria de <strong>Contribuinte Individual</strong>. Para tal, basta acessar o site da previdência social e <a href="http://www.dataprev.gov.br/servicos/cadint/cadint.html">proceder com a inscrição.</a> Após isso, o contribuinte individual deve se comprometer a recolher mensalmente contribuição ao INSS.</p>
<p>Com relação a contribuição do contribuinte individual, existem duas possibilidades. A primeira é a contribuição com o montante de 11% sobre o valor do salário-mínimo, sob o <strong>Plano Simplificado de Previdência Social.</strong> Para este caso, o valor da aposentadoria será igual ao salário-mínimo e ela apenas ocorrerá aos 65 anos de  idade para homens ou 60 anos para mulheres.</p>
<p>Há também a possibilidade de contribuir com 20% dos rendimentos declarados a previdência social, limitado ao teto que no momento é de R$ 3.689,66. Por exemplo, se o <em>freelancer</em> (que é um contribuinte individual para a Previdência) declara seus rendimentos (salário de contribuição) no valor de R$ 3 mil, a contribuição mensal ao INSS será de R$ 600. Desta forma, ele estará coberto contra uma vasta gama de riscos.</p>
<p>Isto é, <strong>Previdência Social</strong> não é apenas aposentadoria, que fique bem claro. Após 35 ou 30 anos de contribuição se homem ou mulher, o contribuinte individual poderá solicitar a aposentadoria por tempo de contribuição. Seu valor será a média dos 80% maiores salários de contribuição multiplicada pelo fator previdenciário. Em linhas gerais, o fator previdenciário pune quem se aposenta com idades precoces e bonifica os que se aposentam com idades mais avançadas.</p>
<p>Além da aposentadoria por tempo de contribuição, há também a aposentadoria por idade. Neste caso, é preciso comprovar 65 ou 60 anos de idade para homens ou mulheres e 15 anos de contribuição para o INSS.</p>
<h3>Complemente</h3>
<p>Existe também a possibilidade de investir em <strong>fundos de previdência complementar</strong>, mais conhecidas como previdência privada. Neste caso, o indivíduo deve procurar um banco que oferece determinado produto e contratar um plano que lhe é mais conveniente. No entanto, escolher um plano de previdência privada pode ser mais complicado que escolher entre as diversas opções que as empresas de telefonia móvel nos colocam a disposição.</p>
<p>Independente do plano que se vá fazer, deve-se atentar para a solidez da instituição financeira. Ora, ninguém quer arriscar a poupança destinada a aposentadoria.</p>
<p>Outro detalhe, e dos mais importantes, são os custos desse plano, as chamadas taxas de administração, taxa de carregamento e taxa de saída. Quanto menores, maior montante de sua contribuição será destinada para capitalização para sua aposentadoria futura. Entre os planos de previdência privada há os da categoria <strong>Plano Gerador de Benefício Livre</strong> (PGBL) e os chamados <strong>Vida Gerador de Benefício Livre</strong> (VGBL). A diferença entre eles é basicamente em termos de tributação. Enquanto estes tributam apenas os rendimentos, aqueles tributam o total do montante investido.</p>
<p>Por fim, há de se atentar para a tabela de incidência do <strong>Imposto de Renda</strong>, se regressiva ou progressiva. Esta última segue a tabela de incidência do imposto sobre os salários. Já na primeira, quanto mais tempo o recurso está investido, menor a do alíquota do imposto incidente.</p>
<h3>Invista no tesouro</h3>
<p>Por fim, para os que conseguem se programar e já entendem um pouco mais dos instrumentos financeiros existentes, há sempre a possibilidade da compra de títulos públicos com vistas a formação de uma poupança para aposentadoria.</p>
<p>Por meio do <a href="http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro_direto/">Programa Tesouro Direto</a> o cidadão pode comprar títulos diretamente do <strong>Governo Federal</strong>. É uma opção que se apresenta menos custosa que a previdência privada, mas em contra partida requer bastante disciplina por parte da pessoa.</p>
<p>Em fim, os <em>trabalhadores freelancer</em>, apesar de não terem carteira assinada, podem planejar sua aposentadoria. Como foi apresentado, podem se filiar a Previdência Social na categoria dos Contribuintes Individuais e se assegurarem contra diversas contingências.</p>
<p>Além disso, há a possibilidade de investir em <strong>PGBLs</strong> ou <strong>VGBLs</strong> (planos de previdência privada) e mesmo planejar diretamente sua aposentadoria através da compra de títulos públicos de longo prazo via <strong>Tesouro Direto</strong>. O ideal seria <strong>contribuir para o INSS</strong> e, caso haja a possibilidade, combinar com algum plano de <strong>Previdência Privada ou Tesouro Direto.</strong></p>
<p><strong>Dúvidas? Sugestões? Mandem um e-mail e eu volto para um próximo post!</strong></p>
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		<item>
		<title>Devo cobrar ou aceitar permuta?</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/devo-cobrar-ou-aceitar-permuta</link>
		<comments>http://carreirasolo.org/respostas/devo-cobrar-ou-aceitar-permuta#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 15:50:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Respostas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/99879598@N00/578252290/" title="Day 4 - Paying off debt" target="_blank"><img src="http://farm2.static.flickr.com/1315/578252290_1fc5414408.jpg" alt="Day 4 - Paying off debt" border="0" /></a><br /><a href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" title="Attribution License" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" border="0" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a href="http://www.flickr.com/photos/99879598@N00/578252290/" title="quaziefoto" target="_blank">quaziefoto</a></p>
<p><strong>A única certeza que você tem quando aceita trabalhar sob permuta é a de que perdeu dinheiro. </strong>Podem burilar a argumentação, apresentar fatos e teorias conspiratórias, mas a verdade é essa.&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/99879598@N00/578252290/" title="Day 4 - Paying off debt" target="_blank"><img src="http://farm2.static.flickr.com/1315/578252290_1fc5414408.jpg" alt="Day 4 - Paying off debt" border="0" /></a><br /><small><a href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" title="Attribution License" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" border="0" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a href="http://www.flickr.com/photos/99879598@N00/578252290/" title="quaziefoto" target="_blank">quaziefoto</a></small></p>
<p><strong>A única certeza que você tem quando aceita trabalhar sob permuta é a de que perdeu dinheiro. </strong>Podem burilar a argumentação, apresentar fatos e teorias conspiratórias, mas a verdade é essa. O que muda é o quanto de capital você deixa de ganhar ou, se realmente quiser entrar nessa, o quanto de grana você vai perder em nome de um projeto futuro, de uma “parceria imensamente lucrativa”, da “maior chance do mercado”.</p>
<p>Separei três situações para você analisar:</p>
<h3>O cliente pode pagar, mas prefere oferecer permuta</h3>
<p>Para sair dessa, faça um exercício de inversão da situação. Imagine que você quer comprar um carro zero, entra na concessionária senta com o vendedor, pede todas as especificações (vidro, trava, alarme, IPVA grátis, tanque cheio e som instalado) e, ao realizar o pagamento, saca seu bloquinho e começa: “Vamos lá, como você quer sua nova campanha de marketing?”. </p>
<p>Acha que vai funcionar? Você acredita mesmo que vai sair de carro zero porque ofereceu em troca uma página dupla e um roteiro para comercial de 30 segundos? Pois é, tem cliente que consegue fazer isso com você.</p>
<h3>Você quer oferecer um projeto para um cliente que não pode pagar</h3>
<p>Aqui a situação é um pouco diferente. Digamos que você teve uma grande idéia para um mercado específico. Sabe que, por exemplo, se investir em links patrocinados e criação de comunidades para uma pequena rede de farmácias no interior de Goiás, fará o rendimento deles triplicar. Só que o cliente ou não acredita, ou não tem verba separada para isso ou nem sabe o que é um link; e ainda mais patrocinado. Mas você acredita na idéia. Então vá em frente SE e somente SE sua atividade freelancer comportar uma verba de investimento. </p>
<p>O que é verba para investimento? Você não fez cartões pessoais pra você, ou passou três semanas criando seu portfólio online? Isso tem um valor e você investiu esta quantidade de horas. Pense da mesma forma: se sua situação atual comportar alguma verba de investimento; use-a para este tipo de projeto. Do contrário não, será prejuízo.</p>
<p>E mesmo se a relação com este cliente não envolver qualquer tipo de compensação financeira imediata para você, registre-a num contratinho simples entre você e o cliente. Sempre ajuda.</p>
<h3>Você quer trocar hora de trabalho com um parceiro de atividade complementar</h3>
<p>É um tipo comum de parceria, principalmente no mercado digital. O segredo aqui é ser transparente e contabilizar as horas gastar de um lado e de outro, criando um banco de horas a ser compartilhado em projetos futuros. </p>
<p>Mas atenção: busque profissionais realmente complementares a sua atividade. A sobreposição de horas, ou seja, duas pessoas trabalhando na mesma coisa, costuma dar uns atropelos de entendimento e insatisfação que merecem ser evitados.</p>
<h3>Mas o ideal continua sendo&#8230;</h3>
<p>Fazer seu orçamento, aprová-lo, entregar um produto final 100% e receber por isso. A permuta, como vimos pelos exemplos acima é um caso a ser encarado como exceção e não regra.</p>
<p>E vocês, o que acham?</p>
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		<title>Qual a diferença entre o frete CIF e o FOB?</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/qual-a-diferenca-entre-o-frente-cif-e-o-fob</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 18:37:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Respostas]]></category>
		<category><![CDATA[fib]]></category>
		<category><![CDATA[fob]]></category>
		<category><![CDATA[frente]]></category>
		<category><![CDATA[gráfica]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Essa é bem específica par quem trabalha com <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Z3IlRTFmaWNhc18jI19iYXJfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzIzOTM=-60">gráficas<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>e <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Zm9ybmVjZWRvcmVzXyMjX2Jhcl8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfMjM5Mw==-64">fornecedores<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>que precisam enviar material para você. Veio como dúvida da leitora Elisa Dantas (aliás, ela mandou duas. <a href="http://carreirasolo.org/respostas/como-lidar-com-nossos-fornecedores">A outra está neste post aqui</a>). Pois bem, vamos&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa é bem específica par quem trabalha com <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Z3IlRTFmaWNhc18jI19iYXJfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzIzOTM=-60">gráficas<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>e <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Zm9ybmVjZWRvcmVzXyMjX2Jhcl8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfMjM5Mw==-64">fornecedores<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>que precisam enviar material para você. Veio como dúvida da leitora Elisa Dantas (aliás, ela mandou duas. <a href="http://carreirasolo.org/respostas/como-lidar-com-nossos-fornecedores">A outra está neste post aqui</a>). Pois bem, vamos lá, eu nem sabia, mas existem dois tipos de frente:</p>
<ul>
<li><strong>O CIF</strong> <em>(Cost Insurance Freight)</em> &#8211; Custo, seguro e frete &#8211; o fornecedor se responsabiliza pelo frete, cabendo a este fornecer uma guia para que o comprador possa resgatar o produto perante o courrier. Este custo consta no orçamento do fornecedor. E o</li>
<li><strong>FOB</strong> (Free On Board) o fornecedor se responsabiliza (contratualmente) pela mercadoria até a hora em que ela é entregue, na data e hora, ao courrier escolhido pelo comprador. Este preço não faz parte do orçamento do fornecedor, deverá ser calculado pelo comprador de acordo com o serviço de frete que escolheu.</li>
</ul>
<p>No <strong>FOB</strong>, todos os custos e desembaraços legais da carga são de sua responsabilidade, que cessa assim que o mesmo entregue a mercadoria ao currier contratado pelo comprador, na hora e local combinados, em contrato. Veja, se o fornecedor perder o prazo de entrega ao courrier, este prejuízo não é de responsabilidade do comprador. O custo FOB não consta em orçamentos de fornecimento da mercadoria, este custo deve ser calculado à parte, pelo cliente.</p>
<p>No <strong>CIF</strong>, toda a logística, desembaraços e etc, fica a encargo do fornecedor que apenas deve fornecer a guia de retirada para o cliente afim de que este possa retirar a encomenda junto ao courrier em questão.</p>
<p>Ajudou? <a href="mailto:carreirasolo.org@gmail.com">Manda mais dúvidas que a gente traça!!!</a></p>
<p><strong>Colaborou: Eduardo Rocha</strong> , Designer Gráfico da <strong><a href="http://www.crama.com.br">CRAMA DESIGN ESTRATÉGICO</a></strong></p>
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		<title>Como saber quanto o cliente pode gastar?</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/como-saber-quando-o-cliente-pode-gastar</link>
		<comments>http://carreirasolo.org/respostas/como-saber-quando-o-cliente-pode-gastar#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 17:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Respostas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/26691103@N00/331264730/" title="" target="_blank"><img src="http://farm1.static.flickr.com/135/331264730_aa9f61d016.jpg" alt="" border="0" /></a><br /><a href="http://www.photodropper.com/creative-commons/" title="creative commons" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo_dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" border="0" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a href="http://www.flickr.com/photos/26691103@N00/331264730/" title="CMP73" target="_blank">CMP73</a></p>
<p>Existe um momento na negociação de seus projetos em que saber qual é a faixa de orçamento com a qual o cliente está trabalhando faz toda diferença. </p>
<p>Entender se um&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><a href="http://www.flickr.com/photos/26691103@N00/331264730/" title="" target="_blank"><img src="http://farm1.static.flickr.com/135/331264730_aa9f61d016.jpg" alt="" border="0" /></a><br /><small><a href="http://www.photodropper.com/creative-commons/" title="creative commons" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo_dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" border="0" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a href="http://www.flickr.com/photos/26691103@N00/331264730/" title="CMP73" target="_blank">CMP73</a></small></center></p>
<p>Existe um momento na negociação de seus projetos em que saber qual é a faixa de orçamento com a qual o cliente está trabalhando faz toda diferença. </p>
<p>Entender se um projeto custará R$ <strong>5 mil ou R$ 50 mil</strong> pode guiar todo o seu trabalho, escolha de parceiros, prazos e prioridade ao redor das horas que você vai “vender”. </p>
<p>Não que projetos mais baratos devam ser feitos de forma menos criteriosa. Na verdade, sendo absolutamente transparente, você deve <strong>EVITAR</strong> projetos baratos justamente por isso. E esse foi o tema do post <strong><a href="http://carreirasolo.org/respostas/como-dizer-nao">Como dizer não?</a></strong> Mas não é o tema hoje.</p>
<p>O que queremos mostrar hoje é como você pode saber sem perguntar qual é a faixa de orçamento do projeto para o qual você está sendo cotado. Saber sem perguntar evita que você pareça desesperado por aquele Freela (mesmo que esteja) ou que quer fazer um preço de ocasião, o que deve ser evitado. Vamos às dicas</p>
<ul>
<li><strong>Aborde o histórico da presença do cliente no meio</strong>. Ele já fez campanhas? Já tem um site? Já fotografou, gravou, editou (use aí sua área)? Saber do grau de intimidade do cliente com o seu fazer profissional, pode dar pistas valiosas</li>
<li><strong>Pergunte sobre a equipe do projeto.</strong> É o cliente que gerencia a equipe? Quantos são? Equipes maiores com tarefas mais divididas representam budgets menores. Equipes menores, onde você sabe que vai acumular funções, elevam seu preço</li>
<li><strong>Não custa nada, por exemplo, saber um pouco da empresa também.</strong> É uma start-up? Uma ONG? Um banco? Um outro freela? Tudo isso pode dar uma idéia se você está diante de 100 mil dólares (<a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:143570/tags:iates" class="bbli">iates, masões<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/"></script>&#8230;) ou de um punhado de vale-transporte <img src='http://carreirasolo.org/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </li>
<li><strong>E claro, este <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:143570/tags:mundo+que+é+um+moinho" class="bbli">mundo que é um moinho<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/"></script></strong>, fale com outros freelas. Paga em dia? É regateador? Muda o escopo em cima da hora?</li>
<li><strong>Por último: nunca, nunca mesmo</strong>, mande o famoso “Quando está pensando em pagar”. Porque a resposta com maior chance de você ouvir é um sonoro: “Nada”.</li>
</ul>
<h3>Fiquem de olho</h3>
<p>Já leram os posts dos outros colaboradores? Dê um pulo então em <a href="http://carreirasolo.org/category/respostas/jornalismo">Jornalismo</a>, <a href="http://carreirasolo.org/category/respostas/editorial">Editorial</a>, <a href="http://carreirasolo.org/category/livros">Livros </a>e <a href="http://carreirasolo.org/category/romyofici">Romy </a>e comece a interagir com o pessoal!</p>
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