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	<title>Carreirasolo.org &#187; Respostas</title>
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	<description>Respostas para o Profissional Freelancer</description>
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		<title>Como avaliar o portfólio de um webdesigner?</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/como-avaliar-o-portfolio-de-um-webdesigner</link>
		<comments>http://carreirasolo.org/respostas/como-avaliar-o-portfolio-de-um-webdesigner#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 13:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Respostas]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[portfolio]]></category>
		<category><![CDATA[reunião]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/62425546@N00/3738310679/" title="Speak no evil.  See no evil.  Hear no evil." target="_blank"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2642/3738310679_4220abf0f0.jpg" alt="Speak no evil.  See no evil.  Hear no evil." border="0" /></a><br /><a href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" title="Attribution License" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" border="0" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a href="http://www.flickr.com/photos/62425546@N00/3738310679/" title="KaiChanVong" target="_blank">KaiChanVong</a>&#124;Seu cérebro já levou um susto hoje?</p>
<p>O título da dúvida não deixa espaço para interpretações: sim, foi enviada por um cliente que já anunciou em nossa <a href="http://www.carreirasolo.org/categoy/vagas">seção de Vagas</a>. Que grande oportunidade, não? </p>
<p><strong>Primeiro</strong> podemos enxergar além da fronteira do&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/62425546@N00/3738310679/" title="Speak no evil.  See no evil.  Hear no evil." target="_blank"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2642/3738310679_4220abf0f0.jpg" alt="Speak no evil.  See no evil.  Hear no evil." border="0" /></a><br /><small><a href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" title="Attribution License" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" border="0" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a href="http://www.flickr.com/photos/62425546@N00/3738310679/" title="KaiChanVong" target="_blank">KaiChanVong</a>|Seu cérebro já levou um susto hoje?</small></p>
<p>O título da dúvida não deixa espaço para interpretações: sim, foi enviada por um cliente que já anunciou em nossa <a href="http://www.carreirasolo.org/categoy/vagas">seção de Vagas</a>. Que grande oportunidade, não? </p>
<p><strong>Primeiro</strong> podemos enxergar além da fronteira do blog e imaginar como um cliente nosso vai avaliar os trabalhos que levamos a uma reunião ou, até mesmo, um e-mail nosso enviado a partir de uma oportunidade postada por aqui. </p>
<p><strong>Segundo</strong> é um momento interessante para darmos dicas de como profissionais de outras áreas podem avaliar um trabalho criativo. Sim, porque a leitora em questão é do departamento de Recursos Humanos da empresa que anunciou. <strong>Ou você acha que só diretor de criação vai olhar seu portfólio?</strong></p>
<h3>Dicas básicas para avaliar o trabalho criativo, quando você não é da área criativa.</h3>
<p><strong>A primeira coisa</strong> que você ser estranho ao mundo das cores e fontes deve saber é que todo trabalho criativo deve ter um propósito, ser a resposta a uma necessidade de marca. Esta necessidade por ser vender mais produtos, fazer com que mais e mais pessoas assinem seu serviço ou até mesmo divulgar sua candidatura ao Senado de alguma república perdida no mapa. </p>
<p>Ao avaliar um conjunto de links procure saber (se isso já não estiver discriminado na ficha técnica de cada projeto) <strong>qual foi a missão daquela empreitada</strong>. E pense, com os olhos de consumidor final, se você seria impactado por aquela solução.</p>
<p><strong>Outra dica é avaliar</strong> o quão variado é o conjunto de ideias e soluções do candidato. Digo isso porque é comum no mercado encontrarmos “profissionais de template”, ou seja, a turminha que só repete a mesma fórmula, projeto após projeto, num troca-troca de cores que mesmeriza os mais desatentos. Não seja um deles, caso note uma repetição de estruturas e soluções, pergunte sobre o por quê disso.</p>
<p><strong>Não substitua a sua sensibilidade por perfumarias</strong> como jeito estiloso de se vestir e gadgets de última geração. O talento genuíno transparece em qualquer ambiente. Treine o faro para esta originalidade. Não se iluda, qualquer ser humano é capaz de identificar (em diferentes graus, é claro) criatividade genuína. <strong>É aquela de dá “um susto no cérebro”. </strong></p>
<p>Você sente isso quando uma Escola de Samba entra na Avenida e apresenta um carnaval que faz história, quando uma banda de Rock cria aquela canção que vai acompanhar você por toda a vida, quando lê um livro que faz você viajar. Sim, o trabalho do webdesigner, mesmo tendo um quê de técnico e sendo resposta a uma necessidade comercial, pode (e deve) provocar isso em você.</p>
<p><strong>Vale lembrar que o “você” citado no parágrafo anterior pode ser</strong>, como no caso da leitora que nos enviou a dúvida, uma pessoa jurídica. Neste caso, o foco de sua avaliação deve estar consoante aos objetivos de marca e de marketing daquela instituição. Quando for avaliar este tipo de profissional sob os olhos de uma cultura empresarial, portanto, é importante que o crivo seja esse. Você pode até gostar, mas se sentir que a “empresa” não vai gostar daquela maneira de resolver um problema de comunicação, não insista.</p>
<h3>Para iniciar</h3>
<p>Este é um tipo de post que gostaria de ver iniciar uma discussão trazendo pontos distintos e opiniões variadas. A pluralidade vence. E você, como avaliaria o portfólio de um webdesigner?</p>
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		<title>Que livros deveria ler?</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/legalize/que-livros-deveria-ler</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 12:31:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Arake</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legalize]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center"><a title="How typically me! :-)" href="http://www.flickr.com/photos/86013963@N00/1014691848/" target="_blank"><img class="aligncenter" src="http://farm2.static.flickr.com/1301/1014691848_11110ad95f.jpg" border="0" alt="How typically me! :-)" /></a><br />
<a title="Attribution License" href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" target="_blank"><img src="http://arake.com.br/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" border="0" alt="Creative Commons License" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a title="gwilmore" href="http://www.flickr.com/photos/86013963@N00/1014691848/" target="_blank">gwilmore</a></p>
<p>A maioria das pessoas imaginam que aqueles profissionais extremamente bem-sucedidos o são em razão de sua incrível competência técnica. Competência essa adquirida pela leitura ininterrupta de centenas de livros de sua própria área, dezenas de cursos de especialização etc.&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a title="How typically me! :-)" href="http://www.flickr.com/photos/86013963@N00/1014691848/" target="_blank"><img class="aligncenter" src="http://farm2.static.flickr.com/1301/1014691848_11110ad95f.jpg" border="0" alt="How typically me! :-)" /></a><br />
<a title="Attribution License" href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" target="_blank"><img src="http://arake.com.br/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" border="0" alt="Creative Commons License" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a title="gwilmore" href="http://www.flickr.com/photos/86013963@N00/1014691848/" target="_blank">gwilmore</a></p>
<p>A maioria das pessoas imaginam que aqueles profissionais extremamente bem-sucedidos o são em razão de sua incrível competência técnica. Competência essa adquirida pela leitura ininterrupta de centenas de livros de sua própria área, dezenas de cursos de especialização etc. Em suma, o senso comum diz que a leitura de livros técnicos é indispensável para se tornar um bom profissional. <em>Data venia</em> (juridiquês 1), não é tão simples assim.</p>
<p>Independentemente da sua área de atuação, se você <strong>permanece</strong> nela, posso supor, ao menos, que você é <strong>mediano</strong> na sua profissão, pois do contrário já teria buscado alternativas. E que, claro, você possui conhecimento técnico <strong>suficiente</strong>, afinal, você é mediano.</p>
<p>O que quero dizer é que é <strong>obrigação</strong> do profissional possuir conhecimento técnico. Isso é pressuposto para ele estar no mercado, ora essa. Por mercado, estou excluindo serviço público, ok?</p>
<p>Sendo assim, se um dia alguém te perguntar &#8220;Que livros devo ler?&#8221; e você indicar apenas livros técnicos da área da criatura indômita, desculpe dizer, mas você não está contribuindo em nada para a vida desse alguém.</p>
<p>Ora, a menos que o pedido de indicação seja para construir uma bibliografia adequada para a feitura de um artigo técnico ou uma monografia, esse alguém está pedindo orientações para que se torne um bom profissional, alguém de destaque nessa vida. E se esse alguém sentiu essa necessidade, significa que ele percebeu que simplesmente aprimorar-se na área técnica não será suficiente. Essa simples constatação já o torna <strong>além</strong> do medíocre e uma resposta simplória o fará parecer&#8230; simplório!</p>
<p>O profissional competente deve ser, na minha humilde opinião (IMHO &#8211; segundo @aguarras), um especialista generalista.</p>
<h3>Como assim?</h3>
<p>Ele deve, sim, concentrar-se em uma área técnica, para não perder o foco de seu trabalho (dói na alma os advogados criminalistas, civilistas, trabalhistas, tiro-sua-multa-e-trago-o-ente-amado-amarrado-na-palma-da-mão), mas, e aqui está a chave, <strong>não se restringir a uma única visão, a uma única abordagem!</strong></p>
<p>Para exemplificar, vamos trabalhar com uma situação-caso da minha área, o que por si só já vai contribuir para sua formação generalista <img src='http://carreirasolo.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> . Vejamos pela óptica de um Juiz&#8230; melhor, um Ministro do STF. Você, jovem promissor advogado, é chamado para fazer uma sustentação oral. Na sustentação oral, quando o processo do seu cliente é colocado em pauta para julgamento, você é chamado para &#8220;apresentar o seu caso&#8221; para os Ministros.</p>
<p>Você tem duas escolhas nesse momento:</p>
<p>1. Tentar mostrar pros Ministros todos os aspectos jurídicos, doutrinários, jurisprudenciais DOMAL que você conseguir pensar. Juntar todos aqueles autores de milnovecentosepedralascada, acrescentar uma pitada de decisões de outros Tribunais ou, MELHOR, do PRÓPRIO STF e mostrar pros Ministros o quanto você sabe e domina a matéria e veio ali para esclarecer as coisas.</p>
<p>Um pequeno parênteses&#8230; suponhamos que <strong>todos</strong> aqueles Ministros chegaram onde estão porque, bem&#8230; porque estudaram muito e demonstraram &#8220;notório saber jurídico&#8221;, além da &#8220;ilibada reputação&#8221;. Eles provavelmente tem <strong>40 anos de profissão</strong> a mais do que você tem de idade.</p>
<p>Eles já leram todos os livros, eles conhecem a própria jurisprudência. E mais: <strong>eles provavelmente já escreveram livros sobre o mesmíssimo assunto que você agora busca esclarecer!</strong> </p>
<p>Você acha mesmo que, por essa abordagem, trará alguma novidade para os autos?</p>
<p>2. Supor que os Ministros não estão onde estão à toa e trazer para os autos uma nova óptica! <img src='http://carreirasolo.org/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  Vamos tentar <strong>não falar de Direito</strong>!</p>
<p>Vejam bem, não estou sugerindo que você tome o tempo deles pra ficar de bate-papo inútil, porém, se você tem a oportunidade de falar para eles sobre o seu caso, aproveite essa oportunidade! Mas como você fará isso se você só lê textos jurídicos? Como você trará uma nova visão aos autos se você, bem&#8230; não possui essa visão?</p>
<p>&#8220;Que livros devo ler?&#8221;, você me pergunta? Leia (bons) livros de Administração, Marketing, Economia, Psicologia, Logística, etc. Aprenda a pensar estrategicamente, desenvolva habilidades mentais diferentes dos seus pares. Se Jurista, aprenda Cálculo; se Administrador, estude <a href="http://www.arake.com.br">Direito</a>; se Psicólogo, leia sobre estatística; se Economista, conheça neuroanatomia!</p>
<p><strong>Tenha, por fim, uma visão geral sobre as outras áreas do conhecimento, seja um especialista generalista!</strong></p>
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		<title>Como contar meu problema para um advogado?</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/legalize/como-contar-meu-problema-para-um-advogado</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 13:30:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Arake</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legalize]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/23656277@N00/4227126003/" title="Don't worry, I'm cool." target="_blank"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4005/4227126003_81a2b33bbe.jpg" alt="Don't worry, I'm cool." border="0" /></a><br /><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/" title="Attribution-ShareAlike License" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" border="0" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a href="http://www.flickr.com/photos/23656277@N00/4227126003/" title="craigCloutier" target="_blank">craigCloutier</a></p>
<p>Em um de meus <a href="http://carreirasolo.org/respostas/legalize/como-advogado-junior-posso-cobrar-pelo-estudo-do-caso">posts</a>, uma leitora deixou o seguinte comentário-dúvida:</p>
<blockquote><p>&#8220;Olá, Henrique,<br />
Estou com um problema e gostaria de resolver esse assunto por meio de um advogado, mas gostaria de entender como é o esquema.<br />
O primeiro passo é marcar uma&#8230;</p></blockquote>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/23656277@N00/4227126003/" title="Don't worry, I'm cool." target="_blank"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4005/4227126003_81a2b33bbe.jpg" alt="Don't worry, I'm cool." border="0" /></a><br /><small><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/" title="Attribution-ShareAlike License" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" border="0" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a href="http://www.flickr.com/photos/23656277@N00/4227126003/" title="craigCloutier" target="_blank">craigCloutier</a></small></p>
<p>Em um de meus <a href="http://carreirasolo.org/respostas/legalize/como-advogado-junior-posso-cobrar-pelo-estudo-do-caso">posts</a>, uma leitora deixou o seguinte comentário-dúvida:</p>
<blockquote><p>&#8220;Olá, Henrique,<br />
Estou com um problema e gostaria de resolver esse assunto por meio de um advogado, mas gostaria de entender como é o esquema.<br />
O primeiro passo é marcar uma reunião com o advogado para falar sobre o problema?<br />
O advogado cobra por essa primeira reunião?<br />
Ou será que posso colocar o problema por telefone, mesmo?<br />
E caso tenha que entrar na Justiça, é preciso assinar algum contrato com o advogado?<br />
Em caso positivo, o que deve estar no contrato?<br />
Os advogados cobram baseados em alguma tabela de preços?<br />
A propósito: todo advogado deve ser chamado de doutor, mesmo os recém-formados?<br />
Obrigada pela atenção,<br />
Leitora-assídua-do-Carreira-Solo&#8221;</p></blockquote>
<p>Como essa é uma dúvida prática que pode acometer muitos outros, resolvi transformar a resposta em um post.</p>
<p>E, então: &#8220;como é o esquema&#8221;?</p>
<h3>O primeiro passo é marcar uma reunião com o advogado para falar sobre o problema?</h3>
<p>Apesar de, como dizem por aí, que &#8220;<em>sooner or later, everybody gets its day in the Court</em>&#8220;, a verdade é que muitos jamais sonharam com essa possibilidade.</p>
<p>E, principalmente quando sua participação não é involuntária (i.e. quando o cliente não é réu), a decisão sobre &#8220;devo ou não devo&#8221; ajuizar uma ação é bastante tortuosa.</p>
<p>&#8220;Vale a pena?&#8221;, &#8220;Será que vai ser caro?&#8221;, &#8220;Se eu ajuizar uma ação e não tiver razão, posso ser preso?&#8221; e, a melhor de todas que já me fizeram, &#8220;Cristo disse para eu perdoar meus inimigos. Ajuizando esta ação, estou sendo menos cristão?&#8221;</p>
<p>Seja lá qual for a sua dúvida, seja lá qual for o seu problema, a única pessoa que pode te dar uma resposta razoável é um jurista (advogado, tio juiz, primo-servidor-de-tribunal, etc.). Por quê? Porque ele passou, no mínimo, cinco anos estudando toda essa burocracia chata para que VOCÊ não ter esse trabalho.</p>
<p>E, a menos que esse jurista seja&#8230; bom&#8230; na verdade, mesmo que ele seja seu marido/mulher, em algum momento ele/ela terá de parar o que está fazendo e escutar o seu problema, certo?</p>
<p>Então, sim. O primeiro passo é marcar uma reunião para falar sobre o problema.</p>
<h3>O advogado cobra por essa primeira reunião?</h3>
<p>Complicada essa questão. Bom, EU acho que sim. Sempre. Eu SEMPRE (o que significa &#8220;na maioria das vezes&#8221;) cobro. E por um único motivo: o dia é igual para todo mundo e tenho muito pouco tempo para fazer o meu trabalho. Se vou parar por algumas horas para escutar o seu problema, pensar sobre ele, reunir informações e te dizer, sinceramente, se você tem ou não razão e quais as chances de êxito num litígio&#8230; bom, trata-se de uma informação valiosa, fundamentada e que vai, de um jeito ou de outro, resolver algumas de suas questões.</p>
<p>Sejamos francos: se esse trabalho não valesse nada, ou seja, fosse um trabalho que qualquer pessoa pudesse fazer você (ou mesmo você pudesse fazer sozinho), já o teria feito, certo?</p>
<p>Além do que, dentista cobra a consulta, médico cobra consulta, porque o advogado não pode cobrar?</p>
<p>Claro, existem casos e casos. Quando digo &#8220;sempre cobre por uma consulta&#8221;, quero dizer &#8220;não trabalhe de graça&#8221;!</p>
<p>Se alguém me mandar um e-mail e dizer: &#8220;oi, estava bêbado, bati na traseira de uma viatura policial e quando me pediram os documentos, eles estavam vencidos&#8230; quais as minhas chances de sucesso?&#8221;&#8230; bom, não vou precisar de horas de estudo pra dar essa resposta.</p>
<p>Então, respondendo parte da sua pergunta, eu acho que TODOS os advogados deveriam cobrar pela consulta, mas a maioria absoluta não o faz pelos seguintes motivos:</p>
<p>1. Medo de assustar o cliente;</p>
<p>2. Nenhum colega faz, então também não vou fazer;</p>
<p>3. O valor de uma consulta é tão pequeno, mas tão pequeno, que nem compensa cobrar.</p>
<p>Quanto ao primeiro motivo&#8230; na boa&#8230; se o seu problema não vale, sei lá, R$100,00 para obter uma boa resposta a respeito de suas reais chances de sucesso, ou ele é muito simples, e a consulta não será cobrada de qualquer jeito, ou ele não merece minha atenção, nem do Judiciário.</p>
<p>Quanto ao segundo motivo&#8230;err&#8230; bem&#8230; estou pensando em um jeito educado de responder a isto&#8230; fosse no meu <a href="arake.com.br">blog</a>, não teria muitos pruridos, mas&#8230; digamos assim: cada um DEVERIA ter sua própria personalidade e práticas comerciais&#8230; Cada cabeça, uma sentença.</p>
<p>O terceiro motivo é mais interessante. De fato, o que são R$ 100,00 ou R$ 200,00 perto de causas de R$ 100 ou R$ 200 mil? Pra quê me indispor com meu cliente, que pode se ofender por eu cobrar uma consulta dessas e levar pro meu concorrente que não cobra pela consulta?</p>
<p>Esse motivo é tão interessante, mas tão interessante, que já até escrevi um <a href="http://carreirasolo.org/respostas/legalize/como-advogado-junior-posso-cobrar-pelo-estudo-do-caso">post</a> sobre o assunto. <img src='http://carreirasolo.org/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>De todo modo, vai depender do advogado. Tenho 99,99% de certeza que o advogado que você ligar não vai cobrar pela consulta, mas, mesmo assim, pergunte antes, para evitar mal-estar depois.</p>
<h3>Ou será que posso colocar o problema por telefone, mesmo?</h3>
<p>Claro que pode, daí ele dirá que seu problema é interessante, mas que precisa de mais elementos para estudar o seu caso e sugerirá agendar uma reunião. <img src='http://carreirasolo.org/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<h3>E caso tenha que entrar na Justiça, é preciso assinar algum contrato com o advogado?</h3>
<p>Opa! Agora começou a ficar interessante!</p>
<p>Precisa? Legalmente falando, não. O simples fato de o advogado estar te defendendo em juízo faz pressupor a existência de, ao menos, um contrato verbal.</p>
<p>Não conheço, entretanto, nenhum advogado que tenha feito isso.</p>
<p>Todo mundo assina um contrato. É mais seguro, mais profissional e ponto.</p>
<h3>Em caso positivo, o que deve estar no contrato?</h3>
<p>Que bom que se preocupa com isso! Muita gente acha que contrato só serve pra&#8230; bom&#8230; não serve pra nada. Mas não se preocupe muito com isso, ele provavelmente te apresentará um contrato pronto.</p>
<p>Leia TUDO. Pergunte TUDO. Questione TUDO.</p>
<p>Afinal, se o seu advogado não puder te esclarecer, sem hesitar, os termos do próprio contrato&#8230; err&#8230; né?</p>
<p>Comecei a escrever uma<a href="http://arake.com.br/2009/11/08/contratando-um-advogado-ii-o-contrato/"> série de posts</a> sobre o assunto, que ainda preciso terminar e compilar&#8230; mas já dá pra ter uma idéia do que deve estar lá.</p>
<h3>Os advogados cobram baseados em alguma tabela de preços?</h3>
<p>Ok, existe uma &#8220;coisa&#8221; chamada OAB &#8211; Ordem dos Advogados do Brasil. Ela é nosso &#8220;Conselho&#8221;, entendeu? E possui seccionais que estão para os advogados, comoo CRM está para os médicos. Mas com MUITO mais ingerência sobre nós.</p>
<p>E ela bolou para nós um Código de Ética, sim, nós temos um código de ética, e uma tabela mínima de honorários.</p>
<p>Significa que, tecnicamente, se eu cobrar abaixo dessa tabela, estou praticando <em>dumping</em>, ok? E posso responder no conselho por isso.</p>
<p>Acontece que, em alguns casos, a tabela é, dizendo francamente, irreal, e muitas seccionais fazem vista grossa para eventuais excessos.</p>
<p>Particularmente, nunca cobrei abaixo da tabela mínima estabelecida pela minha seccional, mas também nunca cobrei muito acima. Acho ela extremamente razoável aqui em Brasília.</p>
<p>De todo modo, essa tabela é pública e pode ser uma boa referência para você avaliar os honorários estipulados por seu advogado, e cobrar justificativas.</p>
<h3>A propósito: todo advogado deve ser chamado de doutor, mesmo os recém-formados?</h3>
<p>Hehehehe&#8230; complicado isso&#8230; Em resumo? Só quem tem doutorado deveria ser chamado de doutor, certo?</p>
<p>Já li um texto sobre a origem história dessa &#8220;prática&#8221;, mas não encontrei para colocar aqui.</p>
<p>Sejamos práticos, existe MUITO advogado que se OFENDE se você não chamar de Doutor. Já vi uma cena ridícula de um&#8230; ahem&#8230; colega que tem a mesma profissão que eu, dando lição de moral em um &#8220;operador de xerox&#8221;, porque ele o chamou de senhor em vez de doutor&#8230;</p>
<p>Chame de doutor, deixe o advogado dispensar essa deferência.</p>
<p>Ah, sim. Juiz é SEMPRE Excelência, ok?</p>
<p>Espero ter ajudado! <img src='http://carreirasolo.org/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Como registrar os freelas em meu currículo?</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 13:44:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Respostas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/43393877@N05/4296799728/" title="Dustin" target="_blank"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2802/4296799728_458e89edf3.jpg" alt="Dustin" border="0" /></a><br /><a href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" title="Attribution License" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" border="0" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a href="http://www.flickr.com/photos/43393877@N05/4296799728/" title="Shutter Stealth Photography" target="_blank">Shutter Stealth Photography</a></p>
<p>Essa foi mais uma questão muito interessante, enviada por e-mail pelo leitor <strong>Davi Miranda.</strong> Ele é revisor e ao terminar um projeto ficou em dúvida sobre como registrá-lo em seu currículo. <strong>“Peço ao cliente um certificado indicando que&#8230;</strong></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/43393877@N05/4296799728/" title="Dustin" target="_blank"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2802/4296799728_458e89edf3.jpg" alt="Dustin" border="0" /></a><br /><small><a href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" title="Attribution License" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" border="0" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a href="http://www.flickr.com/photos/43393877@N05/4296799728/" title="Shutter Stealth Photography" target="_blank">Shutter Stealth Photography</a></small></p>
<p>Essa foi mais uma questão muito interessante, enviada por e-mail pelo leitor <strong>Davi Miranda.</strong> Ele é revisor e ao terminar um projeto ficou em dúvida sobre como registrá-lo em seu currículo. <strong>“Peço ao cliente um certificado indicando que realmente fui eu quem fiz o job”?</strong></p>
<p>Davi, para ajudar a você a outros leitores que tiveram ou terão a mesma dúvida, vou expandir um pouco o horizonte do cenário. Vamos assumir aqui para o post que você já fez vários trabalhos freelas e quer vê-los constando em seu currículo ao lado de ocupações, digamos, mais tradicionais. A partir daqui divido a abordagem em dois momentos.</p>
<h3>Primeiro: você é só freelancer.</h3>
<p>Então, entenda-se como uma empresa. Que seja de um homem (ou mulher) só, mas empresa. Com este raciocínio todo projeto deve constar em seu currículo ou portfólio. A abordagem pode ser até um pouco diferente do currículo tradicional. Já ouvi aí pelo mercado que, nesses casos, não estamos falando exatamente de um currículo, mas das “Credenciais” de sua empresa. Nesse caso, detalhes como formação e cursos extra-curriculares perderão espaço para<strong> “missão”, “metodologia” e “objetivos”</strong> de sua empresa.</p>
<h3>Segundo: você trabalha no mercado tradicional e faz alguns freelancers</h3>
<p>Este é o caso do Davi, acredito eu. No que se refere à comprovação da realização do trabalho, caso seja um produto de massa, distribuído comercialmente, é só indicar a referência ao produto final como prova. Caso seja um produto de propaganda (um anúncio, um filme etc) você pode dispor de uma cópia online do material e fazer referência via URL em seu currículo.</p>
<p>Vale lembrar que no Brasil, os negócios jurídicos em geral são interpretados conforme a boa-fé, ou seja, parte-se do princípio que os negócios foram feitos sem a intenção de prejudicar a terceiros. Em outras palavras, caso alguém o acuse, questionando a sua participação em algum trabalho, deverá prová-lo, ressalvados os casos em que o sigilo de informações seja a regra (advogados, por exemplo)</p>
<p>(Aos interessados em aprofundar-se nos meandros jurídicos, sugiro o <a href="http://falafreela.com.br/episodios/falafreela26-profissoes-tradicionais-no-mundo-freelancer-capitulo-1-advogados">FalaFreela#26</a>)</p>
<p><strong>Voltando!</strong> Mas e a questão de “como publicar o trabalho freela?” Vejo aqui duas opções: ou você relaciona o cliente em sua experiência profissional como um contratante comum indicando no campo <strong>“Período de atuação”</strong> o tempo do projeto, ou você relaciona como <strong>“Projetos Pessoais”</strong>, e faz uma pequena descrição. Confesso que a minha preferida é essa segunda. Dá um aspecto de pessoa mais interessada e aberta a novas experiências, sabe?</p>
<p>Das duas, uma: <strong>não esconda os trabalhos que você faz como freela. Eles são uma experiência valiosa que vai além do seu fazer profissional.</strong> Eles ensinaram a você a atender clientes. Quem sabe é essa sua nova função?</p>
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		<title>Qual a diferença básica entre pessoa física e pessoa jurídica?</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/legalize/qual-a-diferenca-basica-entre-pessoa-fisica-e-pessoa-juridica</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 13:15:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Arake</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legalize]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/34748725@N00/4286450038/" title="St. Matthäus Kirchhof" target="_blank"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4055/4286450038_0db0446143.jpg" alt="St. Matthäus Kirchhof" border="0" /></a><br /><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nd/2.0/" title="Attribution-NoDerivs License" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" border="0" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a href="http://www.flickr.com/photos/34748725@N00/4286450038/" title="ChicagoGeek" target="_blank">ChicagoGeek</a></p>
<p>Pois é, garotos. Recentemente recebemos um e-mail com uma pergunta que, como já expliquei, não podemos responder por configurar consultoria jurídica virtual. Nada obstante, um tópico levantado rendeu um belo tema para um post. Vamos falar sobre essa prática&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/34748725@N00/4286450038/" title="St. Matthäus Kirchhof" target="_blank"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4055/4286450038_0db0446143.jpg" alt="St. Matthäus Kirchhof" border="0" /></a><br /><small><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nd/2.0/" title="Attribution-NoDerivs License" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" border="0" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a href="http://www.flickr.com/photos/34748725@N00/4286450038/" title="ChicagoGeek" target="_blank">ChicagoGeek</a></small></p>
<p>Pois é, garotos. Recentemente recebemos um e-mail com uma pergunta que, como já expliquei, não podemos responder por configurar consultoria jurídica virtual. Nada obstante, um tópico levantado rendeu um belo tema para um post. Vamos falar sobre essa prática muito comum de se tirar um CNPJ e ser &#8220;contratado como PJ&#8221;. Como é isso mesmo?</p>
<p>Lembrando que todos os leitores do CarreiraSolo.org são obrigados a cursar comigo &#8220;Introdução ao juridiquês 1&#8243;, portanto, qualquer dúvida, favor entrar em contato no meu <a href="http://www.arake.com.br">blog</a>. Vamos lá!</p>
<p>Primeiramente, isto aqui é um post, e não um artigo técnico. Portanto, não vou aprofundar demais, ok? Antes de mais nada, vamos diferenciar pessoas jurídicas de pessoas físicas, de uma vez por todas.</p>
<p>Pessoa física sou eu, você, sua mãe, aquele colega blogueiro-nerd (tipo o <a href="http://www.holiveira.com">Humberto</a>) que você não tem bem certeza se é um ser-humano ou um robô&#8230; em suma, pessoas físicas são&#8230; PESSOAS, antigamente referidas como &#8220;pessoas naturais&#8221;. Mas por que o nome? Obviamente para diferenciá-las das <strong>pessoas jurídicas</strong>, opa!</p>
<p>Sem adentrar na secular discussão sobre a natureza das pessoas jurídicas (ficção jurídica, instituto, ronc fiu&#8230;), podemos referi-las como a forma com que agrupamentos de pessoas, com uma finalidade/objetivo em comum, são reconhecidas pelo Direito.</p>
<p>Em outras palavras, são pessoas jurídicas a União Federal, os Estados, os Municípios, as Autarquias, o Distrito Federal, os partidos políticos, as associações, as sociedades empresárias, etc&#8230; todos esses &#8220;seres&#8221; a quem o ordenamento jurídico (a lei) reconhece a chamada personalidade jurídica.</p>
<p>- Ah, então a &#8220;Associação para Advogados Blogueiros Nipo-Brasileiros&#8221; (a ser criada) seria uma pessoa jurídica? Isso mesmo, campeão!<br />
- E&#8230; e&#8230; e a Petrobras??? Também? Grande, garoto!</p>
<p>- Duh&#8230; eu, que sou um cara super antenado, já fiz sete cursinhos E MEIO, já saquei que basicamente todo mundo que esteja inscrito no CNPJ, ou seja, no Cadastro Nacional de <strong>Pessoas Jurídicas</strong>, será uma pessoa jurídica, né? DÃR, nem precisei de você pra isso!</p>
<p>Err&#8230; não é bem assim. Veja bem, muitos institutos PARECEM que tem personalidade jurídica, mas não têm. Condomínios, por exemplo, são inscritos no CNPJ, mas não possuem personalidade jurídica.</p>
<p>Mesma situação dos chamados empresários individuais (que não se confundem com os empreendedores individuais).</p>
<p>Os empresários individuais, ou autônomos (ou <em>freelancers</em>), se inscrevem no CNPJ para atender à legislação comercial e poderem se regularizar perante o fisco (emitir notas fiscais direitinho, etc.)</p>
<p>Quando dizem que o profissional foi contratado como pessoa jurídica, estão querendo dizer que foram contratados como autônomos, ou seja, como prestadores de serviço. A menos, É CLARO, que ele realmente tenha uma sociedade empresária&#8230;</p>
<p>Qual é a vantagem? A principal, e mais óbvia, é evitar a caracterização da relação de trabalho (em bom português, fugir da CLT). Em segundo lugar, economia tributária: as alíquotas são diferentes, em regra mais baixas, e a responsabilidade tributária sai da mão do contratante e vai pra mão do contratado.</p>
<p><strong>E pra mim, <em>freela</em>, é interessante me inscrever no CNPJ?</strong><br />
Depende, filhote. Do volume financeiro que você movimenta por <em>job</em>. Da sua legislação local. Do alinhamento dos planetas, etc. Consulte um bom advogado (eu conheço ao menos um) e tire, de uma vez por todas, as suas dúvidas, combinado?</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Como advogado júnior, posso cobrar pelo estudo do caso?</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/legalize/como-advogado-junior-posso-cobrar-pelo-estudo-do-caso</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 13:16:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Arake</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legalize]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2009/10/coruja.jpg" alt="coruja" title="coruja" width="497" height="353" class="alignnone size-full wp-image-4013" /><br />
Como sei que alguns jovens incautos, lançados à sorte nesta selva do trabalho autônomo, também lêem o Direito &#38; Mercado (e portanto estão antenados com o que há de melhor na blogosfera brasileira -cof cof), darei uma dica que só&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2009/10/coruja.jpg" alt="coruja" title="coruja" width="497" height="353" class="alignnone size-full wp-image-4013" /><br />
Como sei que alguns jovens incautos, lançados à sorte nesta selva do trabalho autônomo, também lêem o Direito &amp; Mercado (e portanto estão antenados com o que há de melhor na blogosfera brasileira -cof cof), darei uma dica que só um advogado de confiança te daria, combinados?</p>
<p><strong>COBRE PELO ESTUDO DO CASO!</strong></p>
<p>Você não sabe o que virá dali!</p>
<p>- Espera aí, Henrique&#8230; deixa eu ver se entendi: o cliente chegou à sua porta com um problema, certo?</p>
<p>Certo.</p>
<p>- E ele ainda não sabe se vai te contratar, certo?</p>
<p>Certo.</p>
<p>- E você está me dizendo para cobrar ANTES de &#8220;olhar o que tem dentro da caixa&#8221;?</p>
<p>Grande, garoto!</p>
<p>- Mas, mas&#8230; #mimimi</p>
<p>Calma, pra tudo dá-se um jeito.</p>
<p>Lembram-se quando os ensinei a lidar com <a href="http://direitoemercado.com.br/2009/09/13/clientes-malandros/" target="_blank">clientes malandros</a>? Vamos agora aprender como não perder tempo com os mesmos clientes malandros! <img src='http://carreirasolo.org/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Se você é advogado, ótimo, se não, adapte a historinha para o seu caso, tudo bem?</p>
<p>Vamos lá&#8230; você é advogado e foi procurado por um cliente que está com um problema.</p>
<h3>Primeira cena</h3>
<p>O jovem advogado, comovido pela história do cliente, estuda o caso por alto, para ter uma idéia, afinal, ninguém assinou contrato ainda, certo?&#8230; e chega à conclusão de que o caso é viável, mas sem muita certeza.</p>
<p>- Então, Sr. Fulano&#8230; o seu caso parece ser complicado, mas acho que há boas chances.</p>
<p>- Sim, mas quais chances, o que te leva a pensar isso?</p>
<p>- Ah, bem&#8230; eu fiz uns estudos e vi que há casos favoráveis na jurisprudência ao seu favor, mas precisaria de uma pesquisa mais elaborada para chegar a uma conclusão definitiva&#8230;</p>
<p>- Ah, então o que você quer dizer é que você não sabe, certo? Tudo bem, não tem problema&#8230; olha&#8230; eu te ligo amanhã, tá?</p>
<h3>Segunda cena</h3>
<p>O jovem advogado, comovido pela história do cliente e sabendo que só um estudo superficial não convenceu o cliente, estuda o caso a fundo, conversa com colegas, liga pra ex-professores, fala com a mãe, conta pro pai, confessa ao padre e&#8230; BLAM acha a solução! <img src='http://carreirasolo.org/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Monta um projeto super bacana, cronograma de ação, perspectivas, orçamentos mil e apresenta pro cliente com um sorriso no rosto! &#8220;Certeza que ele vai gostar da minha proatividade e do meu interesse pelo caso dele&#8221;!</p>
<p>- E então, o que achou?</p>
<p>- Ok, entendi o que você quer fazer, mas eu ainda nem tenho certeza se vou ajuizar a ação&#8230; de qualquer forma, muito obrigado viu! Você é um rapaz de ouro, ficou muito bom o seu trabalho!</p>
<h3>Terceira cena</h3>
<p>O jovem advogado, comovido pela história do cliente, sabendo que só um estudo superficial não convenceu o cliente e percebendo que se entregar o peixe, ninguém contrata a vara,  estuda o caso a fundo, acha a solução, mas&#8230; fica esperto na jogada&#8230;</p>
<p>- Olá, tudo bem?</p>
<p>- Grande Dr.! E aí, estudou o meu caso?</p>
<p>- Sim, claro! (Sorriso de triunfo)</p>
<p>- Sim? Que ótimo! Chegou a alguma conclusão?</p>
<p>- Mas é claro! (sorriso de muito triunfo combinado com olhar Maverick de quem sabe o que está falando) Tenho uma excelente tese para defendermos!</p>
<p>- Que ótimo!</p>
<p>- Não é?</p>
<p>- É!</p>
<p>- Pois é!</p>
<p>- E então?</p>
<p>- Sim?</p>
<p>- Qual é a tese?</p>
<p>- Ah, sim&#8230; mas então, vamos negociar o nosso contrato?</p>
<p>- Como assim? Ainda nem sei qual é a tese!</p>
<p>- Sim, claro&#8230; pode confiar em mim, vamos primeiro assinar esse contrato que eu te conto a tese! (Sorriso não tão triunfal assim&#8230;)</p>
<p>- Deixa eu entender&#8230; você quer que eu assine um contrato SÓ PRA VOCÊ ME DIZER A TESE? E se eu não concordar?</p>
<p>- Ah&#8230; bem&#8230; mas o senhor tem que entender que eu não trabalho de graça! O <a href="../2009/09/13/clientes-malandros/" target="_blank">Henrique me ensinou&#8230;</a></p>
<p>- Nananana&#8230; vamos fazer o seguinte? Cê pega a tese e o Henrique e (cobraslagartoscaveirinhascomcarademau)</p>
<p>- &#8220;TAKÊO&#8221; HenriquÊ&#8230; e agora o &#8220;guê gui&#8221; eu faço, mêo? Esses filhodabuta vão me enganar sempre?</p>
<p>Qual é o erro, pequeno gafanhoto&#8230; o que você está fazendo de errado? Minha vez de perguntar, ok?</p>
<p>Você sabe qual é o problema do cliente?</p>
<p>- Não.</p>
<p>Sabe se ele vai te contratar?</p>
<p>- Não.</p>
<p>Sabe se ele está só te testando?</p>
<p>- Não.</p>
<p>Em caminho de paca, corre tatu?</p>
<p>- Hein?</p>
<p>Esquece&#8230; Meu amigo&#8230; companheiro de guerra&#8230; você é o cara! Lembre-se&#8230; você passou sei lá quantos anos estudando aquele bando de lei justamente porque a maioria sã da população NÃO QUER TER ESSE TRABALHO! Ou seja, você tem o conhecimento que eles optaram por não ter.</p>
<p>E esse conhecimento te fará ter uma visão diferente da usual sobre um problema! E essa visão diferente possui valor! É resultado do sem-número de horas que você passou estudando!</p>
<p>Além disso, você vai perder um bom tempo estudando o caso do cliente, não vai? Claro, você é competente! E a sua opinião, pro bem ou pro mal, será útil para ele. Quer ele vá ajuizar a ação, quer não.</p>
<p>O seu estudo preliminar tem MUITO VALOR!</p>
<p>Cobre por ele.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Seu cliente te deu um bolo? E agora?</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/legalize/seu-cliente-te-deu-um-bolo-e-agora</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 10:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Arake</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legalize]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/23656277@N00/3818783288/" title="waiting for my ride in this lonely place" target="_blank"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3441/3818783288_c3034ca2a8.jpg" alt="waiting for my ride in this lonely place" border="0" /></a><br /><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/" title="Attribution-ShareAlike License" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" border="0" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a href="http://www.flickr.com/photos/23656277@N00/3818783288/" title="craigCloutier" target="_blank">craigCloutier</a></p>
<p>Manhã de uma terça-feira de trabalho! Você está feliz! Por que não estaria? A vida de um Profissional Freelancer bem sucedido é feita de breves e raros encontros lucrativos. Lucrativos o suficiente para compensar todo aquele tempo de ócio&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/23656277@N00/3818783288/" title="waiting for my ride in this lonely place" target="_blank"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3441/3818783288_c3034ca2a8.jpg" alt="waiting for my ride in this lonely place" border="0" /></a><br /><small><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/" title="Attribution-ShareAlike License" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" border="0" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a href="http://www.flickr.com/photos/23656277@N00/3818783288/" title="craigCloutier" target="_blank">craigCloutier</a></small></p>
<p>Manhã de uma terça-feira de trabalho! Você está feliz! Por que não estaria? A vida de um Profissional Freelancer bem sucedido é feita de breves e raros encontros lucrativos. Lucrativos o suficiente para compensar todo aquele tempo de ócio criativo, mas não-remunerado. É hoje, você tem uma reunião com um cliente! Portfólio?<em> check</em>! <em>Powerpoint</em>?<em>Check!</em> AQUELE sorriso vencedor? <em>Oh, yeah baby!</em>. E você está lá, pacientemente sentado, no local da reunião. </p>
<p><strong>08:25:</strong> <em>&#8220;Opa, cheguei com folga! Faltam cinco minutos!&#8221;</em><br />
<strong>08:30:</strong> <em>&#8220;Ele deve estar chegando&#8221;</em><br />
<strong>08:35:</strong> &#8220;<em>any moment now</em>&#8221;<br />
<strong>08:40:</strong> <em>&#8220;putz, que sapato apertado que escolhi&#8230; será que aconteceu alguma coisa?&#8221;</em><br />
<strong>08:50:</strong> <em>&#8220;ligo? Não ligo? Não quero parecer ansioso&#8230;&#8221;</em><br />
<strong>09:00, 09:10, 09:30, 10:00&#8230;nada&#8230;</strong></p>
<p>Pois é, campeão&#8230; às vezes a vida tem dessas coisas&#8230; claro que deve haver um sem-número de razões para ele não ter vindo! E a verdade é que nenhuma delas importa. Sabe por quê? Nem sempre o cliente tem razão. O fato de ele ser o cliente, ser o dono da carteira, quem vai pagar o leite das suas crianças, não lhe dá o direito de ser desrespeitoso contigo. Afinal, você TAMBÉM é profissional. É ele quem precisa de sua ajuda, de seu <em>expertise</em>, ora essa!</p>
<h3>Pensando das razões</h3>
<p>Passou pela sua cabeça que ele pode, simplesmente, ter agendado uma reunião à qual ele nunca pretendeu comparecer? Ou que te deixar no contra-pé, ansioso por que ele te ligue, é uma tática para medir o quão desesperado pelo dinheiro dele vocês está?</p>
<p>É esse o tipo de cliente que você quer? É esse o tipo de cliente que você precisa?</p>
<p>Na minha área de atuação, na advocacia preventiva, <a href="http://www.direitoemercado.com.br">me garanto como um dos melhores.</a> Mas é possível que meus potenciais clientes atuem à revelia de meus conselhos sem nunca enfrentarem problemas, ora essa. </p>
<p>Quantas e quantas sociedades empresárias pululam por aí, celebrando modelões de contrato, sem a menor consciência dos riscos que estão sujeitos? Nós somos ensinados, desde crianças, a viver em um mundo platônico, idealizado, em que os problemas só acontecem com os outros. Quando o problema surgir, entretanto&#8230;</p>
<p><strong>Em suma:</strong> não fique chateado, considere que o tempo que você perdeu esperando esse cliente, que não veio, com o tempo que perderia prestando uma consultoria que, depois, seria considerada &#8220;cara&#8221; e contente-se com o conhecimento de causa de que, se e quando der problema, você poderá cobrar mais caro! <img src='http://carreirasolo.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O que faço se ficar doente no meio do projeto?</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/o-que-faco-se-ficar-doente-no-meio-do-projeto</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 21:30:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Respostas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/12477719@N00/3049994994/" title="(88/365) :: It burnss uss, my preciousss" target="_blank"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3053/3049994994_a6d277488c.jpg" alt="(88/365) :: It burnss uss, my preciousss" border="0" /></a><br /><a href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" title="Attribution License" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" border="0" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a href="http://www.flickr.com/photos/12477719@N00/3049994994/" title="chispita_666" target="_blank">chispita_666</a></p>
<p><strong>Gênios criativos, empreendedores de negócios, criadores de tendências.</strong>  Os apelidos ao longo de sua carreira podem variar, mas uma coisa não muda: você continuará a ser&#8230;humano.</p>
<p>E como seres biológicos, mesmo que trafegando em instâncias virtuais, vez por outra nos deparamos&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/12477719@N00/3049994994/" title="(88/365) :: It burnss uss, my preciousss" target="_blank"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3053/3049994994_a6d277488c.jpg" alt="(88/365) :: It burnss uss, my preciousss" border="0" /></a><br /><small><a href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" title="Attribution License" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" border="0" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a href="http://www.flickr.com/photos/12477719@N00/3049994994/" title="chispita_666" target="_blank">chispita_666</a></small></p>
<p><strong>Gênios criativos, empreendedores de negócios, criadores de tendências.</strong>  Os apelidos ao longo de sua carreira podem variar, mas uma coisa não muda: você continuará a ser&#8230;humano.</p>
<p>E como seres biológicos, mesmo que trafegando em instâncias virtuais, vez por outra nos deparamos com o inevitável bloqueio de uma pequena indisposição seja uma gripe, um piriri ou coisas do gênero.</p>
<p>#comofaz? Diria o twitteiro mais afoito. Fique bom rápido, é óbvio, mas até lá, dá para pensar em algumas dicas. Para facilitar nosso entendimento e comentários posteriores de vocês, separei aqui os projetos de acordo com sua duração ou expectatica de conclusão</p>
<h3>Projetos de curto prazo – Entre 1 semana e 15 dias</h3>
<p>São os mais difíceis de deixar esperando, contornar ou postergar. Nesses casos, se você ambiciona voltar a ter o cliente, tenha sempre em sua agenda aquele profissional em que você confia tanto quanto você mesmo e repasse o projeto. </p>
<p>Você soma pontos junto a sua comunidade profissional e ainda pode retornar posteriormente para uma segunda fase. Mas preste atenção: indique só se você realmente confiar no profissional. Se queimar por tabela é prova de outro tipo de doença&#8230;e comportamental ainda por cima : )</p>
<h3>Projetos de médio prazo – Entre 1 e 3 meses</h3>
<p>Aqui a coisa já muda de figura. Se você estiver ainda na parte estratégica, tente postegar a aprovação das próximas etapas em função de sua recuperação. Se já estiver com a criação aprovada e indo para a produção, que normalmente é feita por terceiros, tente coordenar enquanto se recupera. </p>
<h3>Projetos maiores</h3>
<p>Quando você está num processo de mais de 6 meses, uma semana que seja fora do ar não impacta tanto o projeto. Negocie, explique e desconte esse atraso com horas dobradas quando retorar.</p>
<h3>Transparência sempre que possível</h3>
<p>Nos dois casos, contudo, não desconsidere abrir o jogo com seu cliente. Dependendo do nível de relação que você construiu vale a penaconseguir mais prazo do que acultar sua incapacidade. É claro que ela é passageira e, como ser humano, o outro lado continua a entender. E se não entender, a situação serve de alerta sobre o preparo de seu cliente para questões pessoais.</p>
<p><strong>É isso. E se espirrar, saúde!</strong></p>
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		<title>Como explicar que não existe almoço grátis?</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/legalize/como-explicar-que-nao-existe-almoco-gratis</link>
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		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 13:33:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Arake</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legalize]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><em>Recentemente, um colega de um colega me pediu uma &#8220;ajuda&#8221; com um assunto. Um assunto simples, trivial, que CERTAMENTE eu saberia responder de pronto. E, surpresa das surpresas, não era tão simples assim. Demandaria, pelo menos&#8230; PELO MENOS a leitura&#8230;</em></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Recentemente, um colega de um colega me pediu uma &#8220;ajuda&#8221; com um assunto. Um assunto simples, trivial, que CERTAMENTE eu saberia responder de pronto. E, surpresa das surpresas, não era tão simples assim. Demandaria, pelo menos&#8230; PELO MENOS a leitura de alguns documentos e um pouquinho mais de investigação, mas que se ele pudesse marcar uma reunião mais tarde&#8230;</p>
<p>&#8220;Oh! É mesmo? Ah, então deixa né? Outra hora, então!&#8221; E eu quase que podia ouvir: <em>&#8220;peço uma ajuda simples e esse ganancioso sem-vergonha já quer lucrar às minhas custas&#8221;</em> </em></p>
<h3>Sounds familiar?</h3>
<p>Deixa eu contar uma novidade para vocês (particularmente aos advogados, médicos, arquitetos, publicitários, designers, dentistas, veterinários, etc.)&#8230; vocês estudaram pra C@#$%#@ pra se formar, adquirir conhecimento e <em>expertise</em> e, se são profissionais liberais, VIVEM disso!</p>
<p><center><a href="http://www.flickr.com/photos/11121568@N06/2638883650/" title="Piggy savings bank" target="_blank"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3048/2638883650_c81be722ba.jpg" alt="Piggy savings bank" border="0" /></a><br /><small><a href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" title="Attribution License" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" border="0" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a href="http://www.flickr.com/photos/11121568@N06/2638883650/" title="alancleaver_2000" target="_blank">alancleaver_2000</a></small></center></p>
<p>Outra coisa, se a pergunta foi feita para você, é porque a resposta não é óbvia! Significa que o Google e a Wikipedia não foram suficientes! E se ela não é óbvia, significa que VOCÊ também não achará a resposta no Google e na Wikipedia (eu sei que vocês também fazem isso <img src='http://carreirasolo.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  )! Então, camarada, você tem duas opções:</p>
<p><strong>1 &#8211; Responder com a primeira coisa que te vier à cabeça! Afinal, você é um profissional, conhece do assunto e, mesmo que não tenha TANTA certeza sobre o conselho que está dando, ora essa, ele jamais saberá, certo?</strong></p>
<p>ERRADO! O que acontecerá é que ele tentará implementar sua solução, provavelmente dará errado, e seu filme estará queimado para sempre!</p>
<p><strong>2 &#8211; Explicar que a solução não é tão simples quanto parece e marcar uma reunião PROFISSIONAL para resolver o assunto.</strong></p>
<p>Assim você terá tempo para investigar o assunto com profundidade, descobrirá que ele NÃO TE CONTOU TODOS OS DADOS NECESSÁRIOS ali na mesa do boteco. &#8220;O que? O cliente esconde informações que ELE julga não serem importantes?&#8221;</p>
<p>É, isso acontece.</p>
<p>Essa atitude, não só é mais profissional, como é mais segura para você. Dessa maneira, se o colega do colega for tão&#8230; digamos&#8230; financeiramente cauteloso e não quiser gastar $$$ para resolver o seu próprio problema: a) não é tão importante assim; e b) você não perderá seu tempo.</p>
<p>Ah, sim&#8230; e, por favor, faça um favor a todos nós, COBRE POR SEUS SERVIÇOS!</p>
<p><a href="http://www.direitoemercado.wordpress.com" target="_blank">Direito &amp; Mercado</a> &#8211; Quem disse que o Direito não pode ser legal?</p>
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		<title>Como prospectar clientes por e-mail?</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/como-prospectar-clientes-por-e-mail</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 11:06:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Respostas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/64419960@N00/3545127104/" title="137/365 I'll send an S.O.S. to the world..." target="_blank"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3615/3545127104_c8bf6264e6.jpg" alt="137/365 I'll send an S.O.S. to the world..." border="0" /></a><br /><a href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" title="Attribution License" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" border="0" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a href="http://www.flickr.com/photos/64419960@N00/3545127104/" title="Mykl Roventine" target="_blank">Mykl Roventine</a></p>
<p>Invadidos por spams, promessas profissionais e de ganho rápido de capital, os clientes com os quais nos relacionamos – na maioria das vezes pessoas tão comuns quanto nós -, desenvolveram ao longo dos anos verdadeiro terror a e-mails&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/64419960@N00/3545127104/" title="137/365 I'll send an S.O.S. to the world..." target="_blank"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3615/3545127104_c8bf6264e6.jpg" alt="137/365 I'll send an S.O.S. to the world..." border="0" /></a><br /><small><a href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" title="Attribution License" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" border="0" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a href="http://www.flickr.com/photos/64419960@N00/3545127104/" title="Mykl Roventine" target="_blank">Mykl Roventine</a></small></p>
<p>Invadidos por spams, promessas profissionais e de ganho rápido de capital, os clientes com os quais nos relacionamos – na maioria das vezes pessoas tão comuns quanto nós -, desenvolveram ao longo dos anos verdadeiro terror a e-mails não solicitados.</p>
<p>E isso representa um problema e tanto uma vez que a grande arma que a turma que está começando tem na hora prospecção é justamente essa. Veja bem: <strong>não estou dizendo que o Profissional Freelancer vai fazer Spam.</strong> Entendo aqui que você tem o contato de um possível cliente – via amigos em comum, via comunidades a que pertencem etc &#8211; , e que vai estabelecer um primeiro contato.</p>
<h3>Na verdade, o segundo contato.</h3>
<p>Aqui já podemos dar uma grande dica. Tudo bem que você entenda que o e-mail seja a maneira mais completa para você passar seu conteúdo e testar o poder persuasivo que sua vó diz que você tem. <strong>Mas não queime o cartucho mandando um email antes de estabelecer algum tipo de contato.</strong> Relembrando que você não é um spammer de baixa categoria, muito provavelmente terá um cartão pessoal com o telefone do seu prospect. Não? Vai lá, eu espero.</p>
<pausa>
<p>Pronto, seguindo&#8230; Então, com o cartão na mão a primeira coisa é ligar, explicar como conseguiu o contato, fazer uma brevíssima explanação sobre sua atividade e informar que estará mandando um e-mail completo com links para seu site / proposta de serviço etc.</p>
<p>Vencida essa primeira barreira, estaremos prontos para adentrar no maravilhoso mundo da criação de e-mails a clientes, seguindo dicas como essas</p>
<ul>
<li><strong>Tudo começa no assunto do e-mail. </strong>Crie uma linha simples, clara e objetiva e sem cara de texto ou informal de mais. Pessoalmente gosto muito das seguintes sintaxes: a) [Nome da Sua Empresa] > Apresentação Portfólio para futuros Trabalhos; b) [Seu Nome] > Apresentação Profissional; c) [Note de sua atividade] > [Seu nome]. Apresentação profissional. Enfim, note que em cada um desses exemplos existe a preocupação de não ser informal nem textual demais. Além disso, trabalhando por palavras chave aumenta a chance do outro lado criar uma regra em seu gerenciador de e-mails para novas mensagens.</li>
<li><strong>O tom do e-mail</strong>, embora pareça óbvio mas não custa ressaltar, não pode ser informal. MESMO QUE O CLIENTE SEJA UM ANTIGO AMIGO DE INFÂNCIA. As pessoas mudam, suas responsabilidades também. Trate um cliente como cliente, mesmo que ele ainda não o seja de fato. Preciso falar sobre a correção do português e foco no seu objetivo? Preciso, porque muita gente esquece. Um dica é escrever o email num processador de texto antes de jogá-lo no Outlook ou no Gmail, passar o corretor e até imprimir se você achar necessário. Depois de ter certeza que está tudo ok, aí sim, você envia.</li>
<li><strong>O que falar nesse e-mail?</strong> Seja simples, honesto e rápido. Nada de histórias edificantes, grandes mensagens universais ou tom profético demais. Para resumir a ópera, como profissional você precisa dizer três coisas: 1) Quem é; 2) O que já fez e 3) O que pode fazer para o caso específico daquele cliente.</li>
<li>O que nos leva a outra dica muito importante: <strong>evite massificar e padronizar sua mensagem.</strong> Claro que você terá um miolo básico que pode ser repetido independentemente do segmento do seu futuro cliente. Mas, procure personalizar sua mensagem para que ele se sinta, desde sempre, atendido em suas necessidades.</li>
<li><strong>Para fechar:</strong> já que você começou esse contato por telefone, passados três ou quatro dias sem resposta, faça um novo contato. Seja breve e novamente focado. Pergunte o que achou do e-mail, se os seus serviços são interessantes, se estão adequados ao momento atual da empresa e se pode marcar uma reunião.</li>
</ul>
<p><strong>A partir daí, gafanhoto, é que a brincadeira vai começar! </strong></p>
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