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	<title>Carreirasolo.org &#187; Respostas</title>
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	<description>Respostas para o Profissional Freelancer</description>
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		<title>Freelancer se aposenta? Parte IV: os planos de previdência pessoal</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 13:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Respostas]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de avaliar tudo o que os planos oficiais ou particulares podem oferecer para o seu futuro, chegou a hora de conhecer os investimentos que você pode fazer, pensando em um fluxo de rendimentos que o ajude a “colocar o boi na sombra”. Hoje vamos avaliar de tudo um pouco, acompanhe:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://carreirasolo.org/category/respostas/financas" target="_blank">Depois de avaliar tudo o que os planos oficiais ou particulares podem oferecer para o seu futuro</a>, chegou a hora de conhecer os investimentos que você pode fazer, pensando em um fluxo de rendimentos que o ajude a &#8220;colocar o boi na sombra&#8221;. Hoje vamos avaliar de tudo um pouco, acompanhe:</em></p>
<h3>FGTS, Tesouro Direto, Imóveis e Ações. A Previdência Pessoal</h3>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9244" title="previdencia4" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2012/03/previdencia4.png" alt="" width="480" height="243" /></p>
<p>Chamei de plano de <strong>previdência pessoal</strong> aqueles investimentos que fazemos pensando na geração de <strong>renda passiva</strong> que no final das contas é o conceito de aposentadoria. É natural que optemos por esquemas de investimento pessoais ao invés dos sistemas tradicionais, afinal no Brasil temos um triste histórico de crises econômicas e logros perpetrados por empresas pouco idôneas.</p>
<p>Quem tem mais experiência vai recordar dos montepios que foram empresas de previdência privada criadas nos anos 60. Os planos dos montepios não tinham cláusula de correção pela inflação o que corroeu as reservas e benefícios de milhares de pessoas, acabando com a poupança realizada por décadas.</p>
<p>Outro ponto é que os planos de previdência cobram taxas de carregamento, saída e administração que são menores ou até inexistentes em outros tipos de aplicação.</p>
<p>Por último e não menos importante temos que o plano de previdência tem como objetivo principal o pagamento de renda vitalícias, o que garante o pagamento durante toda a vida, mas impede que deixemos os valores acumulados para nossos filhos e netos. Em contrapartida a previdência pessoal não conta com os dois incentivos tributários dos planos de previdência.</p>
<p><strong>O primeiro incentivo tributário</strong> diz respeito ao abatimento das contribuições aos planos na declaração anual de imposto de renda. Nós podemos abater contribuições equivalentes a 12% da renda bruta tributável anual, o que diminui o total de imposto a pagar. Para aqueles que não se beneficiam desse sistema pode-se ainda contribuir a um VGBL, que não tem essa característica mais em contrapartida é tributado só sobre o rendimento na alíquota de 15%, podendo parte desse valor ser restituído na declaração do IR.</p>
<p><strong>O segundo incentivo é que o pagamento do Imposto de renda</strong> é feito somente no resgate ou pagamento de benefício e de acordo com alíquotas mais baixas que aplicações normais. Isso significa que você não paga imposto quando muda o perfil de investimento, diferente do que ocorre com uma aplicação normal.</p>
<p><strong>Vamos conhecer um pouco melhor as quatro opções mais indicadas para a sua fonte de renda passiva?</strong></p>
<p><span id="more-9232"></span></p>
<h3>FGTS – Fundo de Garantia do Tempo de Serviço</h3>
<p>É uma poupança compulsória <strong>equivalente a 8% da remuneração mensal.</strong> Em tempos de inflação baixa e taxa de juros declinante, o saldo do FGTS não é mais corroído com o passar dos anos o que faz que acumule valores cada vez mais interessantes. <strong>Utilizar o saldo do FGTS na compra da casa própria</strong> e no abatimento do saldo financiado são ótimas formas de gerar renda passiva. Para saber o seu saldo no FGTS e formas de utilização <a href=" http://www.caixa.gov.br/fgts/index.asp" target="_blank">acesse aqui</a>.</p>
<h3>Imóveis</h3>
<p><strong>Investir em imóveis</strong> talvez seja a forma mais antiga de geração de renda passiva para o período de aposentadoria. Foi a forma que nossos bisavós encontraram de investir suas sobras e pode ser a nossa também. <strong>Antes de mais nada quero ressaltar que não gosto dessa aplicação</strong> por questões pessoais, já que imóveis requerem uma análise rigorosíssima de localização, vizinhança, opções de transportes, serviços próximos e até dar uma olhada no plano diretor da cidade. Depois disso tudo, ainda tem a seleção do inquilino, contrato de locação, vistoria, reforma, período de vacância,etc.</p>
<p>Mas o que eu acho um saco, pode ser para você um hobby, o que transformará aplicar em imóveis num investimento que também tem sua componente de prazer. Aplicar em imóveis gera dois rendimentos: <strong>o primeiro a renda com aluguel</strong> e o segundo o <strong>ganho patrimonial com a valorização do imóvel.</strong></p>
<p>Aqui, vale um parêntese: a <strong>compra da casa de praia</strong> ou <strong>campo</strong> <strong>não devem ser encaradas como investimentos para a aposentadoria</strong>. Embora a aquisição desses imóveis possam ser seu sonho para o período de descanso você deve entender que eles não geram renda passiva, o que é o objetivo do seu plano de aposentadoria pessoal, na verdade essa compra tem relação com a realização de desejos e não com uma decisão de investimento.</p>
<h3>Tesouro Direto</h3>
<p>O Tesouro Direto é a melhor forma de aplicar em títulos do tesouro nacional. Essa é a mesma aplicação que o fundo de renda fixa faz, mas com uma taxa de administração bem menor. Outra <strong>vantagem do Tesouro Direto</strong> em relação aos fundos é que você pode escolher o tipo de título que deseja comprar.</p>
<p>Pensando em investimentos para a aposentadoria a melhor opção são os títulos <strong>NTNB150535</strong> e <strong>NTNB150545</strong>, ambos são corrigidos pela inflação (IPCA) mais uma taxa de juros e tem vencimento respectivamente em 15/05/2035 e 15/05/2045.</p>
<p>Cabe ressaltar que o vencimento é a data que compulsoriamente recebemos o valor aplicado corrigido pelo IPCA, mas os títulos podem ser vendidos a qualquer momento antes dessa data. Outro ponto é que os juros será recebido semestralmente em sua conta o que representa a renda passiva gerada por esse tipo de aplicação.</p>
<p><strong>Você poder utilizar o tesouro direto</strong> para gerar um <strong>montante razoável de renda passiva</strong>, para tal basta reaplicar continuamente os juros aumentando o valor aplicado e deixar a mágica dos juros compostos fazer o resto.</p>
<p>Quer um exemplo? Vamos supor que você tenha 30 anos em 2012 e pretenda desacelerar suas atividades profissionais a partir dos 65 anos, ou seja, em 2047 . Você dispõe de <strong>R$500</strong> mensais para aplicar e fica em dúvida se deve ou não reaplicar os juros (por hipótese, 4% ao ano), pois acha o valor muito pequeno. Vamos analisar então o valor mensal dos juros que você teria em 2047, reaplicando ou não.</p>
<p><strong>1ª Sem reaplicar</strong>. Sem reaplicar o montante acumulado seria de R$210.000 e os juros mensais a partir de 2047 representariam R$700,00</p>
<p><strong>2ª Reaplicando</strong>. Reaplicando religiosamente o juros recebido de 2012 até 2047, o montante final seria de R$450.000,00 o que renderia juros mensais de R$1.500,00.</p>
<p><strong>Note que o valor da renda passiva gerada pela segunda opção é mais que o dobro da primeira</strong>. Para aplicar do <strong>tesouro direto</strong> é preciso realizar um cadastro especial do seu Banco e/ou corretora de valores. Os principais banco comerciais facilitam esse processo e tem a descrição do passo a passo para o cadastro bem como linkam essa aplicação automaticamente a sua conta corrente. Para maiores informações acesse o <a href="http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro_direto/" target="_blank">site do tesouro direto</a>.</p>
<h3>Ações</h3>
<p>Aplicar em ações é considerado por muitos como um jogo e pelo restante como uma aplicação muito arriscada de curto prazo. Porém, para algumas pessoas aplicar em ações pode ser uma forma interessante de geração de renda passiva. Devemos ter muito cuidado ao aplicar em ações pois é um investimento que mexe com nossas emoções. Racionalmente é simples:  <strong>basta comprar na baixa e vender na alta</strong>. Mas quem disse que conseguimos ser racionais quando se trata de ações?</p>
<p>Eu possuo um carteira de ações cujos papeis já foram contados a R$80.000 em 2008 e que no auge na crise de 2009/2010 estavam avaliados em R$30.000. Imaginem o quanto queria comprar quando eles só subiam? E o quanto quis vender quando eles valiam menos que a metade do valor máximo?</p>
<p>Hoje essa mesma carteira vale cerca de R$ 55.000 o que ainda é bem distante do máximo. O que me faz manter essa aplicação é o foco no meu objetivo que é receber os dividendos e transformá-los em minha renda passiva. Atualmente seu valor é irrisório, mas como os reaplico sempre, espero aumentar muito o seu valor até a data de minha aposentadoria. Como não sou especialista em empresas e avaliação de ações procuro seguir as recomendações do meu banco e foco na compra das ações consideradas boas pagadoras de dividendos. Para maiores informações sobre ações acesse o home broker do seu banco, ou o site da <a href="http://www.bmfbovespa.com.br" target="_blank">bmfbovespa</a>.</p>
<h3>O que podemos concluir sobre os Planos Pessoais</h3>
<p>Na verdade o que chamei de plano pessoal é aquele que você faz utilizando as opções de investimento de longo prazo. Nesse caso, o importante é encontrar o(s) investimento(s) que mais lhe agradam e seguir sua estratégia de geração de renda passiva.</p>
<h3>Dicas para Plano Pessoal</h3>
<ul>
<li>Concentre seus investimentos em um único banco e conta, visando negociar tarifas e taxas mais vantajosas. Planeje o quanto quer de renda passiva e quando, isso vai determinar seu aporte mensal.</li>
<li>Não misture esses investimentos com a poupança para viagens ou troca de carro.</li>
<li>Avalie se a rentabilidade esta de acordo com o mercado.</li>
<li>Não fique olhando o valor dos investimentos, evite essa tentação.</li>
</ul>
<p>É isso pessoal. Esse foi o último artigo sobre a série dos tipos de planos previdenciários. Se você chegou por aqui agora, fique por dentro que eu já publiquei:</p>
<ul>
<li><strong><a href="http://carreirasolo.org/respostas/freelancer-se-aposenta-parte-iii-os-planos-de-previdencia-individual">Freelancer se aposenta? Parte III: os planos de previdência individual</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://carreirasolo.org/respostas/freelancer-se-aposenta-parte-ii-os-planos-de-previdencia-patrocinados">Freelancer se aposenta? Parte II: os planos de previdência patrocinados</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://carreirasolo.org/respostas/financas/como-o-profissional-freelancer-se-aposenta-parte-i-o-inss">Como o profissional freelancer se aposenta? Parte I: o INSS</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://carreirasolo.org/respostas/por-que-o-sistema-de-previdencia-social-nao-funciona-para-os-profissionais-do-seculo-xxi">Por que o sistema de previdência tradicional não funciona para os profissionais do século XXI?</a></strong></li>
</ul>
<p>Ainda trarei algumas dicas sobre como escolher os parâmetros do seu plano de previdência individual. Se ficou alguma dúvida, <a href="mailto:ra_gram@hotmail.com" target="_blank">mande um e-mail para mim.</a></p>
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		<item>
		<title>Freelancer se aposenta? Parte III: os planos de previdência individual</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 12:13:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Amaral</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O terceiro artigo da série que vai dar as dicas para você, profissional freelancer, conseguir montar seu plano de aposentadoria. Já abordamos em artigos anteriores o plano de previdência tradicional, o INSS e os planos de previdência patrocinados. O papo hoje é sobre os planos de previdência individual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O terceiro artigo da série que vai dar as dicas para você, profissional freelancer, conseguir montar seu plano de aposentadoria. Já abordamos em artigos anteriores o <a href="http://carreirasolo.org/respostas/financas/como-o-profissional-freelancer-se-aposenta-parte-i-o-inss">plano de previdência tradicional</a>, o INSS e os <a href="http://carreirasolo.org/respostas/freelancer-se-aposenta-parte-ii-os-planos-de-previdencia-patrocinados">planos de previdência patrocinados</a>. <strong>O papo hoje é sobre os planos de previdência individual.</strong></em></p>
<h3>PGBL, VGBL e Planos Associativos. A Previdência Individual</h3>
<p>Chamei de plano de <strong>previdência individual</strong> os planos que são contratados em agências bancárias, em seguradoras e os planos destinados a associações de profissionais liberais como advogados, médicos, professores, etc. É o segmento que mais cresce, já rivalizando em reservas com os planos patrocinados.</p>
<p>A característica principal desses planos é que você escolhe muitas das variáveis do seu plano o que deixa a maioria das pessoas sem norte. Qual a data de aposentadoria ideal? Qual o valor de contribuição? Qual plano deve escolher: <strong>PGBL? VGBL? Os dois?</strong> Qual o fundo de investimento: <strong>Renda fixa? Renda Variável?Que empresas em Renda Variável?</strong></p>
<p><a title="" href="http://www.flickr.com/photos/7901820@N07/6945260735/" target="_blank"><img src="http://farm8.static.flickr.com/7058/6945260735_b109d5578f.jpg" alt="" border="0" /></a><br />
<small><a title="Attribution-ShareAlike License" href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" width="16" height="16" align="absmiddle" border="0" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a title="-syauqee-" href="http://www.flickr.com/photos/7901820@N07/6945260735/" target="_blank">-syauqee-</a></small></p>
<p>Ocorre que na maioria absoluta das vezes os corretores não estão preparados para realizar uma venda consultiva, ou seja, não estão preparados para avaliar o perfil do cliente e montar o seu plano de previdência, o que eles fazem é apenas preencher como informações padrões sem conversar com o cliente e expor a importância de cada decisão tomada.</p>
<p><span id="more-9183"></span>Particularmente penso que esse assunto mereça toda a sua atenção, pois mais importante que comprar um plano de previdência é montar seu plano, ou seja, montar sua estratégia para aposentadoria. <strong>Como esse assunto é muito vasto e foge ao tema específico desse post irei aborda-lo mais tarde em um post específico.</strong></p>
<p>A principal vantagem para fazer esse plano é psicológica, pois não encaramos as contribuições como investimento mais sim como despesa. Dessa maneira vira um compromisso que deve ser pago todo mês junto com o cartão de credito e o aluguel. A maior desvantagem é que as taxas de carregamento e administração são as maiores em relação aos outros planos, além do fato dessas taxas variarem MUITO de empresa em empresa.</p>
<p>Uma boa <strong>taxa de carregamento gira em torno de 2% a 3%</strong> e de administração entre 2% e 2,5%. Não posso esquecer da taxa de saída, que é um carregamento disfarçado que é cobrado da saída do plano, vale a pena ler o regulamento do plano para saber se ele tem taxa de saída ou não. <strong>Agora vamos ver um pouco mais das características desses planos.</strong></p>
<h3>Vantagens dos planos individuais</h3>
<ul>
<li><strong>Psicologia</strong>. Você irá encarar a contribuição como um compromisso, facilitando seu programa de aposentadoria.</li>
<li><strong>Reservas Individuais</strong>. Outra grande vantagem é que a sua contribuição vai para contas individuais e formam a reserva do plano. Você tem uma parte do fundo em forma da reserva, esse dinheiro é seu e ninguém pode meter a mão.</li>
<li><strong>Regulamentação</strong>. A regulamentação do setor é muito boa e da muitas garantias aos participantes. Para os planos administrados por bancos e seguradoras procure a SUSEP, para os outro planos procure a PREVIC.</li>
</ul>
<h3>Desvantagens dos planos individuais</h3>
<ul>
<li><strong>Resgate</strong>. Você pode resgatar seus recurso a qualquer momento na maioria dos planos há a possibilidade de resgatar uma parcela ou todo o valor da reserva de forma única, mas cuidado isso irá atrasar os seus planos de aposentadoria o que não é bom. Utilize esse recurso apenas em situações limite não transforme em um hábito (Ex: Nas férias tira um pouquinho para curtir uma viagem).</li>
<li><strong>Má Gestão</strong>. O risco de má gestão reflete diretamente nas reservas e benefícios do plano. Existem planos que resolveram aplicar o dinheiro das reservas em hotéis no litoral nordestino, em IPOs de empresas pouco rentáveis, que superestimam ganhos financeiros e subestimam o aumento da expectativa de vida. Nenhuma dessas medidas é ilegal, mas acarretam na diminuição da rentabilidade do plano ou na diminuição do valor das reservas dos participantes.</li>
<li><strong>Não há garantia do Governo</strong>. O Governo não dá garantia dos valores e condições de recebimento. Ele regulamenta as regras e fiscaliza seu cumprimento e só. Assemelha-se a uma relação privada como um contrato entre o participante, a empresa e o administrador do plano.</li>
<li><strong>Só Aposentadoria</strong>. Via de regra os planos individuais garantem apenas a aposentadoria. Os outros benefícios (auxilio doença, invalidez, salário maternidade) você só encontra no INSS.</li>
<li><strong>Taxas Administrativas</strong>. As taxas de Administração ou carregamento e a de gestão financeira são menores que as praticada no mercado. Atualmente um bom valor gira em torno de 1% a 2% para carregamento e 2% a 2,5% para a taxa de gestão financeira.</li>
</ul>
<h3>O que podemos concluir sobre os Planos Individuais</h3>
<p>Os planos individuais são o melhor dispositivo para os profissionais por conta própria acumularem recursos para complementar a aposentadoria do INSS, ao transforma um investimento em uma despesa mensal.</p>
<p>Mas cuidado, não esqueça que se trata de um contrato e nem sempre seus interesses serão os mesmos do administrador do plano. Guarde toda a sua documentação e caso fique em dúvida procure a SUSEP ou a PREVIC.</p>
<h3>Dicas Planos Individuais</h3>
<ul>
<li>Comece cedo para garantir as condições técnicas atuais.</li>
<li>Faça uma estimativa de valor e tempo de contribuição baseado em seus objetivos e não nas metas do corretor.</li>
<li>Escaneie a guarde todos os documentos.</li>
<li>Não confie cegamente nas informações dadas pelo administrador do plano. Na dúvida consulte a SUSEP ou a PREVIC.</li>
<li>Não resgate, opte sempre pelo benefício na aposentadoria.</li>
<li>Avalie se a rentabilidade esta de acordo com o mercado.</li>
<li>Não fique olhando o valor do saldo, evite essa tentação.</li>
</ul>
<p>No próximo artigo abordarei as <strong>características de outros valores</strong> que compõe a nossa aposentadoria, como o FGTS, alugueis, etc. Se até lá, pintar alguma dúvida, <a href="mailto:ra_gram@hotmail.com ">mande um e-mail para mim.</a></p>
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		<item>
		<title>[Artigo do Leitor] Freelancer: qual é o seu salário?</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 10:58:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Respostas]]></category>
		<category><![CDATA[carga horária]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[quanto cobrar]]></category>
		<category><![CDATA[salário]]></category>

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		<description><![CDATA[Grande parte dos freelancers (se não forem todos) tem uma pergunta que fica martelando por um longo tempo, principalmente no início da carreira: quanto devo cobrar por meus serviços? O assunto é bastante e constantemente discutido. Mas tem outro ponto pouco debatido, que talvez possa ser a resposta da questão inicial: Quanto você QUER ganhar pelos seus serviços?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Grande parte dos freelancers (se não forem todos) tem uma pergunta que fica martelando por um longo tempo, principalmente no início da carreira: <strong>quanto devo cobrar por meus serviços?</strong> O assunto é bastante e constantemente discutido.</p>
<p>Inclusive tem um <a href="http://carreirasolo.org/respostas/e-quando-o-cliente-questiona-o-valor-da-sua-hora-tecnica">artigo muito interessante de <strong>Cristiano Santos</strong></a> aqui no <strong>CarreiraSolo</strong> que pode dar uma luz a essa questão. Mas tem outro ponto pouco debatido, que talvez possa ser a resposta da questão inicial: <strong>Quanto você QUER ganhar pelos seus serviços?</strong></p>
<p>Claro que queremos ganhar o máximo possível. Mas o interessante é se basear em um piso salarial. De que adianta fazer tabela de preços de seus serviços, calcular seu valor/hora e não ter a mínima noção de quanto se pode ganhar nas suas condições de trabalho? Foi pensando nisso que acabei “acordando” para essa realidade. Eu tinha uma base de quanto cobrar por cada serviço, mas não tinha uma base de quanto eu poderia produzir por dia, sem perder qualidade de vida &#8211; afinal, existe vida pessoal também, certo <img src='http://carreirasolo.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><span id="more-8995"></span></p>
<h3>Chegando a constatações reveladoras</h3>
<p>Com essa nova questão martelando minhas ideias, comecei a <strong>anotar quantas horas eu gastava pra fazer cada tipo de serviço</strong>, inclusive tempo de reuniões com clientes. Olhava o relógio ao iniciar e ao terminar um trabalho. Feito isso, anotava: <em>“x minutos/horas para etapa y”</em>. E daí fui levando o mês. Para minha surpresa, <strong>vi que para ganhar o que eu precisava, devia trabalhar praticamente um dia inteiro.</strong></p>
<p><img style="float: right; border: 0;" src="http://1.bp.blogspot.com/-1sC-mRcIUlI/S-a-QUM0hGI/AAAAAAAAATk/VOVE97_YlQk/s1600/cronometro2-300x300.jpg" alt="Tempo é dinheiro" width="300" height="300" />Minha primeira iniciativa depois dessa constatação foi ver quanto tempo eu dedicava a tarefas administrativas, já que aumentar os preços não era uma saída viável até o momento.</p>
<p>Atendimento ao cliente, organização de documentos, finanças&#8230; Enfim, tudo que não fosse relacionado à produção. E tive mais uma surpresa: <strong>eu gastava quase metade de um dia de trabalho só para isso.</strong></p>
<h3>O que fazer para conseguir um salário desejado?</h3>
<p>Com esse diagnóstico, vi que para atingir um piso salarial, não dependia somente do valor cobrado nos serviços. Depende também da administração do tempo nas tarefas. Outros pontos são muito importantes para conseguir alcançar um salário desejado:</p>
<ul>
<li><strong>Tenha uma meta:</strong> quanto você quer ganhar? A resposta vai ser a base pra você poder cobrar seu valor/hora nos trabalhos;</li>
<li><strong>Defina a quantidade de horas para trabalhar por dia ou semana.</strong> Leve em conta o tempo mínimo (seu expediente) e o tempo máximo (nos dias de muito trabalho acumulado);</li>
<li>Com os dois tópicos anteriores respondidos, <strong>calcule o quanto você vai cobrar</strong>. Quanto menor o tempo disponível, maior será o valor cobrado para se chegar a sua meta e vice-versa.</li>
<li>Leve em conta variáveis como piso salarial de sua categoria no mercado e preços praticados na sua região.</li>
</ul>
<p>Praticando tais ações, vai ser muito mais fácil conseguir estipular um expediente menos desgastante e mais lucrativo, alcançando naturalmente o salário pretendido.</p>
<p>E então? Já parou pra pensar em quanto você ganha ou quer ganhar no mês? Já tem uma meta definida? Faça um teste e conte-nos sua experiência.</p>
<p><em>Por: <a href="http://www.difernandes.com">Diego Fernandes</a></em></p>
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		<title>Qual é seu perfil digigráfico?</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/video/qual-e-seu-perfil-digigrafico</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 14:22:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques Novas]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Em um trabalho absolutamente criterioso e bem montado, a <strong>DM9DDB</strong> lançou semana passada o resultado de sua pesquisa <em>&#8220;Perfis Digigráficos&#8221;</em> que consolida os levantamentos feitos em parceira com a <strong>Vox Pesquisas</strong> sobre como interagimos com as <strong>mídias digitais</strong>.</p>
<p>Como muito&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um trabalho absolutamente criterioso e bem montado, a <strong>DM9DDB</strong> lançou semana passada o resultado de sua pesquisa <em>&#8220;Perfis Digigráficos&#8221;</em> que consolida os levantamentos feitos em parceira com a <strong>Vox Pesquisas</strong> sobre como interagimos com as <strong>mídias digitais</strong>.</p>
<p>Como muito bem falado no vídeo de introdução que você pode assistir logo abaixo, o mundo digital não é mais fronteira de poucos, de desbravadores ou geeks sem alma. É, antes disso, o lugar comum, a praça pública.</p>
<p>É onde aprendemos, interagimos e damos voz a nós mesmos, àquilo que achamos que somos; é a fronteira do eu, do outro, das instituições que nos rodeiam e do mundo em que vivemos. A partir dessas instâncias e da constatação que <strong>variáveis como idade, sexo e domicílio</strong> fazem tanto sentido como vender passagens de avião em <strong>mundos virtuais onde podemos voar</strong>, foi cunhado o termo que batiza a pesquisa.</p>
<p>Ao entrevistar diversas pessoas, consultar especialistas (antropólogos, psicólogos e educadores) e pensar um pouco, a pesquisa propõe reclassificar o mundo digital em cinco grandes grupos: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=mfgkhgLiEno&amp;list=UUMUBi0R4bh4E7mrZFK7J26A&amp;index=4&amp;feature=plcp" target="_blank">imersos</a>, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=rfYDJWfvvQw&amp;list=UUMUBi0R4bh4E7mrZFK7J26A&amp;index=5&amp;feature=plcp" target="_blank">ferramentados</a>, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=W8t-2V7i3Wg&amp;list=UUMUBi0R4bh4E7mrZFK7J26A&amp;index=3&amp;feature=plcp" target="_blank">fascinados</a>, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=sZY2-Fd2eaY&amp;list=UUMUBi0R4bh4E7mrZFK7J26A&amp;index=1&amp;feature=plcp" target="_blank">emparelhados</a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=fpE-K8rvj-I&amp;list=UUMUBi0R4bh4E7mrZFK7J26A&amp;index=6&amp;feature=plcp" target="_blank">evoluídos</a>.</p>
<p>Segundo <em>Cynthia Horowicz</em>, vp de planejamentoda DM9DDB:</p>
<blockquote><p>&#8230;o estudo reforça o posicionamento que escolhemos para a DM9DDB como uma agência convergente. Geramos ideias e construímos marcas independentemente da plataforma.</p></blockquote>
<p>Vale dar uma olhada no &#8220;<a href="http://www.dm9ddb.com.br/?p=1982">memorial</a>&#8221; da pesquisa, disponível no Blog da agência.</p>
<p><object width="480" height="274" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/BIvkAtr1k2U?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="480" height="274" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/BIvkAtr1k2U?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p><a href="http://contemconteudo.com/videos/video-perfis-digigraficos-apresentam-nova-maneira-de-encarar-publico-na-web/" target="_blank"><em>Originalmente publicado no RTRBlog.</em></a></p>
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		<title>Quais são as diferenças entre editar vídeos para TV e para a Internet?</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/quais-sao-as-diferencas-entre-editar-videos-para-tv-e-para-a-internet</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 11:14:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo H M Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Respostas]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Muita gente edita seus vídeos para gravar em DVDs ou para um programa de televisão e tem sérios problemas ao portabilizar esse conteúdo para Internet. Nesse artigo eu vou passar algumas diferenças básicas entre trabalhar com estes dois formatos e como você pode se poupar de dores de cabeças durante o trabalho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muita gente <strong>edita seus vídeos</strong> para gravar em <strong>DVDs</strong> ou para um <strong>programa de televisão</strong> e tem sérios problemas ao <strong>portabilizar esse conteúdo para Internet.</strong> Nesse artigo eu vou passar algumas diferenças básicas entre trabalhar com estes dois formatos e como você pode se poupar de dores de cabeças durante o trabalho.</p>
<p><a title="WHOS" href="http://www.flickr.com/photos/73344134@N00/4345237604/" target="_blank"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2767/4345237604_c04d4fd67b.jpg" alt="WHOS" border="0" /></a><br />
<small><a title="Attribution-ShareAlike License" href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" width="16" height="16" align="absmiddle" border="0" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a title="Symic" href="http://www.flickr.com/photos/73344134@N00/4345237604/" target="_blank">Symic</a></small></p>
<h3>Primeira parte: Entendendo o I e o P</h3>
<p>Existem uma quantidade incontável de formatos de áudio/vídeo no mercado (tanto com respeito ao encapsulamento, quanto com respeito a CODEC’s). Os grandes sites de vídeo como <strong>Vimeo</strong>, <strong>Youtube</strong>, <strong>Metacafe</strong> e <strong>Videolog.tv</strong> aceitam praticamente todos os formatos, mas se tem algo com que eles não sabem como trabalhar é com a questão <em>interpolação X progressão.</em></p>
<p>O formato de TV é um formato interpolado devido a limitações quanto ao nosso padrão elétrico e as tecnologias das televisões no mercado. Algumas novas já suportam progressivo, mas seu formato nativo ainda é o interpolado.</p>
<p>Neste formato,  cada frame recebido pela televisão via cabo ou antena é um composto de linhas, numeradas como ímpares e pares, que chegam e se juntam como um quebra cabeça de linhas ao serem exibidas. O sinal lembra muito uma folha de papel que passou por um triturador de escritório, reduzido a linhas de papel&#8230; só uma referência.</p>
<p><span id="more-8627"></span>Esse formato é perfeito para produções de DVD’s por exemplo. Mas, para Internet apresenta um grande problema, pois ao serem convertidos pelos sites para progressivo, normalmente não existe um processo de “desinterpolação”. Em função disso, é possível ver linhas finas sendo exibidas durante todo o filme. <strong>Esse efeito é muito feio e extremamente incômodo aos olhos.</strong></p>
<p><strong>O formato utilizado para web e também da maioria dos gadgets de mercado é progressivo</strong>. Um formato mais elegante, mas que depende de uma alimentação contínua para funcionar bem. (ligado em uma bateria ou em um aparelho com transformador de ac/dc interno). Seu uso tem sido cada vez maior pois a qualidade entre um mesmo sinal via I e P difere, sempre melhor em qualidade para o P.</p>
<p>A regra primária então é sempre a mesma, trabalhe com vídeos interpolados somente se sua saída for a TV, ou DVD&#8230; Para Blu-Ray, Computadores e Internet, trabalhe com progressivo, sempre.</p>
<h3>Segunda parte: Tamanho do vídeo</h3>
<p>O tamanho do vídeo (dimensão em pixels) é um termo importante para os diversos formatos de destino de uma edição. É necessário entender ao menos os formatos mais comuns do mercado para evitar dores de cabeças. Perdi a conta de quantos vídeos eu ví finalizados erroneamente (e quantos também errei eu mesmo até aprender) enquanto cursava a escola de cinema pela simples falta de conhecimento em formatos, proporções e etc.</p>
<p>Sobre esse tema, <strong>decidi postar uma lista. </strong>Creio ser a forma mais fácil de relacionar os formatos mais comuns e exemplificar com vídeos. Vamos a ela:</p>
<p><strong>SD</strong> (standard): é o formato utilizado em DVDs. Possui a resolução de <strong>720&#215;480 pixels </strong>e é quase sempre interpolado (devido ao seu uso final, o DVD e televisões). Esse formato tem suas variantes, que se chamam SD square e SD Widescreen. O que ocorre nada mais é do que o formato dos pixels. Os pixels square, como o próprio nome diz, são quadrados e os pixels widescreen são levemente retangulares. Quando montados, diferem entre uma imagem de proporção 4&#215;3 (Square) para 16&#215;9 (widescreen).</p>
<p>Este é um exemplo clássico de vídeo SD interpolado para Web, e o problema que isso acarreta:</p>
<p><object width="480" height="318" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=26724972&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed width="480" height="318" type="application/x-shockwave-flash" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=26724972&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /></object></p>
<p><strong>HD 720</strong>: este formato tem sido mais utilizado para a Internet, pois antes mesmo das TVs de alta resolução chegarem ao Brasil, a dimensão das telas do computador já estavam chegando a 1024&#215;768 pixels de resolução. Com isso, quando se jogava em tela cheia um filme tocando de um DVD, se notava que a qualidade era menor do que se reproduzido nas televisões.</p>
<p>Isso acontecia porque as televisões, apesar de terem as telas maiores que os monitores, continham menos pixels. Logo, a imagem não se distorcia. Já nos monitores, cada pixel do monitor mostra uma parte de um pixel do DVD, e isso distorcia/diminuia a reprodução.</p>
<p>O formato <strong>HD 720</strong> é progressivo e por esse motivo também é mais prático para computadores e outros aplicativos, e ao mesmo tempo é mais leve que os formatos mais pesados de vídeo, fazendo comque seja uma opção muito relevante para sites de streaming da internet.</p>
<p>Este é um exemplo de vídeo <strong>HD 720</strong> (1280&#215;720 pixels em formato progressivo) retirado do videolog do novo álbum do <strong>Chico Buarque</strong>. É possível notar que o erro apresentado no exemplo anterior não existe mais (por ser um vídeo progressivo). Caso a função HD não esteja ativada, clique no ícone cinza escrito HD no canto inferior direito. A diferença é notada muito facilmente:</p>
<p><object width="480" height="270" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=26338365&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed width="480" height="270" type="application/x-shockwave-flash" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=26338365&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /></object></p>
<p><strong>Full HD Progressivo:</strong> quando a internet começou a se tornar comum e mais rápida e as televisões compatíveis com vídeos de alta resolução e progressivos começaram a aparecer no mercado, o vídeo em <strong>Full HD surgiu</strong>. Com resolução de 1920&#215;1080 pixels e em formato progressivo, ela era perfeita para ver filmes com alto nível de detalhes. Tornou-se o padrão para equipamentos de filmagem para cineastas independentes e estudantes de cinema, com o advento das câmeras <strong>HD-DSLR</strong>.</p>
<p>Neste vídeo do Youtube, é possível ver um a cidade do Rio de Janeiro em uma linda imagem aérea, em formato Full HD. A diferença do vídeo HD 720 é invisível se reproduzido em uma tela de computador normal, mas em computadores com grande potência de vídeo, ou TVs fullHD, é facilmente notada. O grande problema é que o carregamento é bem mais lento que o HD 720:</p>
<p><object width="480" height="274" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Ni5YL4p-sA4?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="480" height="274" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/Ni5YL4p-sA4?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p><strong>Full HD Interpolado:</strong> Esse formato é totalmente forçado (pode parecer brincadeira, mas é). Diversos fabricantes (como a Sony, por exemplo) teimam em manter esse formato nas filmadoras, usando como água divisora de tecnologias. Câmeras que filmam <strong>Full HD</strong> mas interpolado, são para Home Vídeo, casamentos, aniversários etc. E as que filmam em progressivo (tópico acima) são para cineastas independentes, estudantes de cinema (enfim, gente que pode pagar mais). Um forte exemplo disso foi discutido anteriormente por aqui, <a title="Qual câmera de vídeo escolher para começar como freelancer ?" href="http://carreirasolo.org/respostas/qual-camera-de-video-escolher-para-comecar-como-freelancer">onde recomendei a camera Sony NEX VG20</a>, mas não a Sony NEX VG10, que só trabalhava em interpolado.</p>
<p>Infelizmente, não consegui achar um vídeo de exemplo para <strong>Full HD interpolado</strong>, mas consegui uma imagem para vocês de como um vídeo Full HD interpolado é exibido quando pausado. As linhas do interpolamento de frames é bem visível, como podem ver:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-8630" title="interlaced_still" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/12/interlaced_still.jpg" alt="" width="480" height="270" /></p>
<p><strong>Anamórfico panavision (4:1, 2.35:1, 1.85:1 etc):</strong> Estes são outros formatos, com sua história própria e seus próprios incômodos. Em geral, eles são bem funcionais para Web. Para TV, eles ficam bem limitados (principalmente TVs SD antigas) e quase 50% da tela é desperdiçada em barras pretas (conhecidos no mercado profissional como Letterbox).</p>
<p>O material sobre estes formatos pode ser encontrado em qualquer livro sobre a história do cinema ou na internet e é muito vasto para ser discutido agora, porém eu separei para vocês uns vídeos em formato desse tipo (abaixo), assim vocês podem visualizar as diferenças entre eles:</p>
<p>2.35:1</p>
<p><object width="480" height="192" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=16144453&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=cccccc&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed width="480" height="192" type="application/x-shockwave-flash" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=16144453&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=cccccc&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /></object></p>
<p>1.85:1</p>
<p><object width="480" height="270" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=4666709&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed width="480" height="270" type="application/x-shockwave-flash" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=4666709&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /></object></p>
<p>Segue também um vídeo em um formato que se popularizou com as cameras de celular (principalmente do iPhone), o verticalVID:</p>
<p><object width="240" height="426" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10453905&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed width="240" height="426" type="application/x-shockwave-flash" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10453905&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /></object></p>
<p><strong>Espero que vocês tenham gostado. Qualquer dúvida, é só comentar logo abaixo!</strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>A data do boleto pode ser diferente da data da nota fiscal?</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/a-data-do-boleto-pode-ser-diferente-da-data-da-nota-fiscal</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 13:18:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Arake</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legalize]]></category>
		<category><![CDATA[Respostas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Prezados leitores: <strong>como vão? </strong>Resposta à dúvida deixada por um leitor no post &#8220;<a href="http://carreirasolo.org/respostas/legalize/sou-obrigado-a-emitir-nota-fiscal-mesmo-se-o-cliente-nao-pedir" target="_blank">Sou obrigado a emitir nota fiscal mesmo se o cliente não pedir?</a>&#8221;</p>
<blockquote><p>Sou MEI. Posso emitir a Nota Fiscal quando constar constar o pagamento do boleto</p></blockquote><p>&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados leitores: <strong>como vão? </strong>Resposta à dúvida deixada por um leitor no post &#8220;<a href="http://carreirasolo.org/respostas/legalize/sou-obrigado-a-emitir-nota-fiscal-mesmo-se-o-cliente-nao-pedir" target="_blank">Sou obrigado a emitir nota fiscal mesmo se o cliente não pedir?</a>&#8221;</p>
<blockquote><p>Sou MEI. Posso emitir a Nota Fiscal quando constar constar o pagamento do boleto que emiti para outra data? Tem cliente que não paga, ou quando paga, o faz com atraso. Daí tenho que somar juros e multa por atraso, valor que deve bater com a Nota Fiscal que emiti.</p></blockquote>
<p>Uma série de assuntos interessantes para debatermos! Traduzindo a pergunta aos poucos:</p>
<p><strong>MEI</strong> = Sou microempreendedor individual, não confundir com o EIRELI (já bastante discutido em outros posts por aqui).</p>
<p><strong>Nota Fiscal</strong> = Documento que indica, pra quem interessa (adivinha), quanto você faturou! (Pegou? &#8220;Faturou&#8221;&#8230;&#8221;Fatura&#8221;)</p>
<p><strong>Boleto bancário</strong> = Instrumento para facilitar cobranças.</p>
<p>Isso posto, vamos discutir o que eu entendi da pergunta. O leitor quer saber se pode emitir uma nota fiscal com data divergente da que o boleto foi pago e como proceder com relação aos juros e multas por atraso.</p>
<p><a title="Money makes the world go around!" href="http://www.flickr.com/photos/58062532@N05/6445856981/" target="_blank"><img src="http://farm8.static.flickr.com/7165/6445856981_8c3c8f9a45.jpg" alt="Money makes the world go around!" border="0" /></a><br />
<small><a title="Attribution License" href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" width="16" height="16" align="absmiddle" border="0" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a title="Anders.Bachmann" href="http://www.flickr.com/photos/58062532@N05/6445856981/" target="_blank">Anders.Bachmann</a></small></p>
<p><span id="more-8536"></span></p>
<p>Todo comerciante ou prestador de serviço deve, no momento da transação, emitir a Nota Fiscal (mas isso vocês já sabiam&#8230;) no valor da venda ou da prestação de serviços.</p>
<p>Caso a forma de pagamento acertada tenha prazo superior a 30 dias, ele também DEVE (não é opcional) emitir uma FATURA, fazendo referência à nota (ou notas) e PODE emitir a polêmica DUPLICATA, que nada mais é que a cópia da fatura (pegou? &#8220;Duplicata&#8221;?)</p>
<p>Respondendo à pergunta agora: <strong>qual é a data que devo colocar na nota fiscal?</strong> A data em que a negociação foi concretizada e o pagamento foi feito. Simples assim.</p>
<blockquote><p>-Ah, mas o cliente pediu prazo para pagamento!</p></blockquote>
<p><strong>Sem problema algum.</strong> Como eu disse acima, se o pagamento é feito com prazo superior a 30 dias, você DEVE emitir uma fatura que indique os detalhes da negociação (inclusive os acessórios: multa, juros de mora e, claro, a data do pagamento).</p>
<p>Adivinha qual a data que você vai preencher na nota fiscal? Isso mesmo, <strong>a data em que a negociação foi concretizada</strong> que, tcharans, será diferente da data de vencimento da fatura!</p>
<p>E o boleto? Bem, o boleto, via de regra, REPRESENTA a duplicata e, portanto, contém todas as informações da fatura. Portanto, é a mesma coisa!</p>
<p>Agora, uma situação hipotética e rara de acontecer&#8230; <strong>E se o cliente atrasar o pagamento da fatura?</strong></p>
<p>Bom&#8230; se estiver tudo negociado direitinho, ele terá de pagar os encargos dali decorrentes (multa, juros, etc.)</p>
<blockquote><p>Oh, meu Deus! E agora??? Tenho que emitir OUTRA NOTA FISCAL COM O VALOR MODIFICADO???</p></blockquote>
<p>Pense comigo se isso faz sentido&#8230; Cada vez que você emite uma nota fiscal, você deve pagar o imposto correspondente&#8230; tendo recebido ou não.</p>
<blockquote><p>o.O &lt;&#8212;-Expressão de incredulidade dos leitores nesse momento.</p></blockquote>
<p>Governo diz para o empresário: &#8220;ema&#8230; ema&#8230; ema&#8230; &#8221;</p>
<p>E é verdade. A hipótese de incidência é a venda concretizada. O produto saiu do estabelecimento? O serviço foi prestado? Então&#8230; vamos lá, o Leão o espera. E se o cliente pagar com atraso e, portanto, um valor superior? O que vocês acham que vai acontecer se eu emitir OUTRA nota fiscal?</p>
<p>Troféu-joinha para quem falou: &#8220;vai ter que pagar o imposto DE NOVO&#8221;!</p>
<p><strong>Não faz o menor sentido, certo?</strong></p>
<p>O que importa para o Estado é o valor do serviço prestado ou do bem alienado para o cálculo do imposto. O que você, de fato, recebeu (desde que não seja fraude), não importa. Até mesmo porque, multa e juros não são BEM uma fonte de renda, certo? São &#8220;acidentes&#8221; decorrentes do cumprimento anômalo da obrigação.</p>
<p><strong>É isso, se tiver mais alguma dúvida, deixem comentários ou consultem um contador de sua confiança. Ele certamente poderá te ajudar com suas dúvidas mais específicas.</strong></p>
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		<title>Como fazer um portfólio de edição de vídeo?</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 16:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo H M Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Respostas]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Sendo assim, na área audiovisual, dois tipos de exibições servem para substituir o <strong>Portfólio: </strong>o <strong>Demo Reel </strong>e o<strong> Promo. </strong>Vamos entender neste post como cada um deles deve ser montado e quando utilizar um ou outro.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de tudo, vamos esquecer o termo <strong>Portfólio</strong>. Isso porque em sua melhor tradução ele representa os trabalhos na íntegra, ou seja,  uma lista de trabalhos de um profissional. Para um editor de vídeo pode se mostrar impossível! Pense que, mesmo que você selecione três trabalhos para apresentar, isso deve totalizar aproximadamente uma hora e meia. <strong>Nenhum cliente vai assistir isso tudo.</strong></p>
<p>Sendo assim, na área audiovisual, dois tipos de exibições servem para substituir o <strong>Portfólio: </strong>o <strong>Demo Reel </strong>e o<strong> Promo. </strong>Vamos entender neste post como cada um deles deve ser montado e quando utilizar um ou outro.</p>
<p><span id="more-8511"></span></p>
<h3>O Demo Reel</h3>
<p>Pode ser considerada sua peça de divulgação principal, o totem de todos os seus trabalhos. É recomendável que seja atualizado (no máximo) semestralmente conforme suas capacidades como editor de vídeo vão melhorando.</p>
<p>O <strong>Demo Reel</strong> deve contar com as melhores cenas dos seus melhores trabalhos em um pequeno vídeo de 30 segundos à 1 minuto (intervalo de tempo ideal). Não tente fazer um <strong>Demo Reel</strong> com cinco minutos, isso é cansativo e seu cliente irá perder a atenção.</p>
<p>A ideia é conseguir capturar a total e completa atenção do cliente para que ele possa procurar nas plataformas digitais relacionadas ao profissional as obras que aparecem na apresentação.</p>
<p>Conforme você for se tornando um profissional com mais e mais trabalhos concluídos, o seu <strong>Demo Reel</strong> vão começar a ficar entre um minuto e dois minutos, isso deve ser uma espécie de linha limite. Segue o exemplo de um Demo Reel muito interessante:</p>
<p><a href="http://reels.creativecow.net/film/2088" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-8512" title="demoreel_1" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/11/demoreel_1.png" alt="" width="480" height="298" /></a></p>
<p>Para pode criar um bom Demo Reel, três itens são indispensáveis:</p>
<p><strong>1 &#8211; Movimento: </strong>tudo se move, seja em <strong>tilt</strong>, em <strong>pan</strong> ou em <strong>traveling/dolly</strong>. Certifique-se de usar sempre cenas em que a câmera não esteja parada, use cenas de câmera em tripé somente se realmente a cena for MUITO boa. A sensação de movimento é um dos componentes mais importantes para chamar atenção</p>
<p><strong>2 &#8211; Música:</strong> a música marca, cria uma identifcação com o tipo de material com o qual você normalmente trabalha e dita a velocidade da edição, escolha bem a música que vai servir de trilha sonora para o seu Demo Reel</p>
<p><strong>3 &#8211; Sincronia:</strong> componente fundamental, ele depende entrissicamente dos dois componentes anteriores. Com boas cenas e uma boa trilha, a única coisa que falta é a sincronia. As mudanças das cenas devem ser levadas pelas batidas da música e a tensão pelo rítmo da música.</p>
<h3>Promo Videos</h3>
<p>Se o <strong>Demo Reel</strong> representa um desafio à edição, transformando-se em uma peça centro das suas qualidades como editor, o <strong>Promo</strong> é o seu pesadelo comercial. A dificuldade está não na execução, mas na viabilização deste material. Explicando: você precisa pedir autorização prévia à seus clientes para poder disponibilizar trechos de material produzido. Você precisa se precaver e manter uma cláusula no contrato com os clientes, da utilização de até 10 minutos do vídeo gravado para criação de um vídeo comercial próprio que será veiculado como sua apresentação profissional.</p>
<p>O problema é que muitos clientes não gostam nem um pouco de ter sua intimidade (digamos um casamento, por exemplo) disponibilizadas online. Por isso é essencial uma boa comunicação na ocasião dos trabalhos. <strong>Caso não tenha pensado nisso nos seus primeiros serviços</strong>, entre em contato com o antigo cliente e ofereça um desconto para o próximo serviço em troca desse aditivo contratual, e lembre-se, tenha todos os acordos sempre POR ESCRITO.</p>
<p>Após conseguir selecionar as obras que mais lhe agradam e obter a autorização de uso, é necessário fazer a edição deste material de forma que, como sempre, as cenas mais lindas apareçam, sempre em ordem sequencial do evento editado. Não digo para maquiar um trabalho ruim mostrando as partes boas, mas para aproveitar o que você tem de melhor dentre o material disponível.</p>
<p>Os vídeos devem ter em média 10 minutos de duração. Abuse de closes e cenas onde o cliente participa como elemento dramático e complemente tal cenas com uma boa trilha sonora. Para ilustrar este trabalho, creio que não existe uma pessoa melhor para apresentar do que o cinegrafista e editor <a href="http://www.edufederice.com/" target="_blank">Edu Frederice</a> .</p>
<p>O cara é um fera em promover seus trabalhos por meio de vídeos estonteantes dos eventos sociais que filma. Seus promos são um cartão de visita tão bonito que já solicitaram o trabalho dele até mesmo no exterior. Segue alguns dos melhores vídeos dele, publicado no canal do próprio no Vimeo.</p>
<p><object width="480" height="243"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=30376517&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=30376517&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="480" height="243"></embed></object></p>
<p><object width="480" height="243"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=30415612&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=30415612&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="480" height="243"></embed></object></p>
<p>Uma ótima jogada de marketing do <strong>Edu Frederice</strong> é disponibilizar os Promos <strong>ANTES</strong> da entrega do trabalho concluído para o cliente. Isso além de deixar os clientes animados e contentes com o visual do trabalho, ainda serve como uma forma de mostrar que ele está sempre em atividade e tem sempre clientes. <strong>Bons profissionais sempre têm trabalho, e ele trabalha isso com a expressão “Comming soon” nos vídeos.</strong></p>
<p>Espero que estas dicas tenham ajudado vocês, porém lembrem, regras são feitas para ser quebradas. Desde que com bom senso é possível contornar essas limitações impostas pela mídia e criar algo criativo. </p>
<p><strong>Qualquer dúvida, <a href="mailto:gustavohmsilva@live.com">entrem em contato comigo</a>! A casa está sempre de portas abertas.</strong></p>
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		<title>Qual é o melhor software para edição de vídeo?</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/qual-e-o-melhor-software-para-edicao-de-video</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 13:25:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo H M Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Respostas]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Selecionar o melhor software para edição de vídeo é uma tarefa complexa. Em geral, editores de vídeo sempre selecionam seus softwares preferidos por um motivo próprio, seja por ter iniciado com um curso em uma produtora em que se utiliza determinada plataforma, por limitações de sistema operacional ou até mesmo por preguiça de aprender uma nova linguagem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Selecionar <strong>o melhor software para edição de vídeo</strong> é uma tarefa complexa. Em geral, editores de vídeo sempre selecionam seus softwares preferidos por um motivo próprio, seja por ter iniciado com um curso em uma produtora em que se utiliza determinada plataforma, por limitações de sistema operacional ou até mesmo por preguiça de aprender uma nova linguagem.</p>
<p><a title="Early morning FCP edit" href="http://www.flickr.com/photos/26880458@N08/6331931716/" target="_blank"><img src="http://farm7.static.flickr.com/6098/6331931716_3749cb8201.jpg" alt="Early morning FCP edit" border="0" /></a><br />
<small><a title="Attribution License" href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" width="16" height="16" align="absmiddle" border="0" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a title="ColumbusCameraOp" href="http://www.flickr.com/photos/26880458@N08/6331931716/" target="_blank">ColumbusCameraOp</a></small></p>
<p>Eu conheci uma vez um editor de vídeo (por motivos óbvios, não vou revelar seu nome) que por anos trabalhou fazendo edições profissionais para <strong>vídeos de casamentos</strong> e <strong>showreels corporativos</strong> utilizando o software <strong>iMovie</strong>, da suíte <strong>Apple iLife</strong>. Hoje, com o lançamento do <strong>Final Cut Pro X</strong>, ele finalmente mudou para essa nova plataforma, pois as duas ficaram muito parecidas, facilitando sua familiarização.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o lançamento do novo <strong>Final Cut X</strong> tem sido fortemente criticado por editores de vídeo em todo o mundo, tendo sido chamado de <strong>iMovie</strong> melhorado, ao invés de um software profissional de edição. Até canais de televisão lançaram campanhas cômicas sobre a nova plataforma:</p>
<p><object width="480" height="274" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/LxKYuF9pENQ?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="480" height="274" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/LxKYuF9pENQ?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Nesta guerra de softwares de edição, só existe uma opção para que editores de vídeo selecionem sua plataforma preferida, e a única opção realmente funcional e lógica é: ESCOLHA VOCÊ MESMO!<span id="more-8345"></span></p>
<p>Isso pode soar ridículo ou até mesmo infantil, mas a verdade é que não existe uma forma de cotar o melhor software de edição. Muitas pessoas (como eu) simplesmente não conseguem entender o funcionamento da <strong>plataforma Avid</strong>, usada pesadamente pela Globo. Enquanto outros não suportam <strong>a nova plataforma da Apple</strong> e permanecem com versões antigas como o <strong>Final Cut Pro 7</strong>.</p>
<p>Existem pessoas que abominam a plataforma da Adobe, o <strong>Premiere</strong>, e outros (como eu) que após não se dar bem na migração para o <strong>Final Cut Pro X</strong> decidiu migrar para a o <strong>Premiere</strong> e acabou se encantando pela interação entre os multiplos softwares da suite Adobe.</p>
<p>Caso você seja freelancer (o caso da maioria dos leitores creio eu), minha sugestão é que <strong>não tenha medo de experimentar</strong>. Pegue um projeto pessoal de edição e tente fazê-lo nas cinco principais plataformas disponíveis no mercado. A que você melhor se adaptar com certeza se tornará sua parceira fiel por um longo tempo. Abaixo nós listamos as melhores plataformas do mercado, cada uma com seu principal ponto positivo e negativo.</p>
<p><a href="http://www.avid.com/"><img class="alignnone size-full wp-image-8348" title="video_avid" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/11/video_avid.jpg" alt="" width="200" height="126" align="right" />Avid</a>:<br />
<strong>Principal ponto positivo:</strong> Não só é uma plataforma de edição, como é uma fabricante de equipamentos (hardware). Alguns vêem isso como uma vantagem.<br />
<strong>Principal ponto negativo:</strong> Sua compatibilidade com equipamentos genéricos do mercado é quase que nula.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-8353" title="video_premiere" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/11/video_premiere.jpg" alt="" width="141" height="180" align="right" /><a href="http://www.adobe.com/">Adobe Premiere CS5.5</a><br />
<strong>Principal ponto positivo:</strong> Compatível com PC e MAC, é uma ótima opção, principalmente se estiver instalado junto com toda a suite de aplicativos da Adobe.<br />
<strong>Principal ponto negativo:</strong> Sem os softwares da suite, muitas de suas funções são castradas.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-8356" title="video_sonynegas" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/11/video_sonynegas.jpg" alt="" width="150" height="180" align="left" /><a href="http://www.sonycreativesoftware.com/moviestudiope ">Sony Vegas Movie Studio HD Platinum 10</a><br />
<strong>Principal ponto positivo:</strong> Este software, apesar de não ser o mais profissional das opções da Sony, tem ótimas funções e vem gratis com a câmera <em>Sony NEX VG20</em> (sugerida no artigo: <a title="Qual câmera de vídeo escolher para começar como freelancer ?" href="http://carreirasolo.org/respostas/qual-camera-de-video-escolher-para-comecar-como-freelancer" target="_blank">Qual Câmera de vídeo escolher para começar como freelancer</a> )<br />
<strong>Principal ponto negativo:</strong> Não funciona em plataforma Apple, somente PC.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-8358" title="video_finalcut" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/11/video_finalcut.png" alt="" width="200" height="106" align="right" /><a href=" http://www.apple.com/br/finalcutpro/">Final Cut Pro X</a><br />
<strong>Principal ponto positivo:</strong> Totalmente reformado, ele é mais fácil para usuários acostumados com o iMovie.<br />
<strong>Principal ponto negativo:</strong> Só é compatível com plataforma Apple, não roda em computadores PC com Windows Instalado.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-8361" title="video_lightworks" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/11/video_lightworks.png" alt="" width="180" height="140" align="right" /><a href="http://www.lightworksbeta.com/">Lightworks Public Beta</a><br />
<strong>Principal ponto positivo:</strong> Um software de edição de vídeo profissional feito para plataforma Windows que se tornou Open Source, ou seja, é gratuito.<br />
<strong>Principal ponto negativo:</strong> Sua tabela de compatibilidade com formatos de áudio e vídeo é bem escassa, assim como sua compatibilidade com hardwares de captura.</p>
<p>Existem ainda no mercado inúmeras outras opções, inclusive, para usuários de linux, uma delas é o <a href=" http://ubuntustudio.org/">Ubuntu Studio</a>. Uma distribuição linux focada totalmente em trabalhos gráficos, seja edição de vídeo, áudio ou imagens. Embora os softwares listados acima sejam principais no mercado, essas outras opções também merecem uma chance de teste se você tiver eventualmente um tempo livre.</p>
<p><strong>Espero que estas dicas tenham esclarecido um pouco sobre esse tópico bem complicado, qualquer dúvida, podem entrar em contato.</strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Existe bibliografia relacionada à edição de vídeo? Algumas indicações!</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/existe-bibliografia-relacionada-a-edicao-de-video-algumas-indicacoes</link>
		<comments>http://carreirasolo.org/respostas/existe-bibliografia-relacionada-a-edicao-de-video-algumas-indicacoes#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 18:04:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo H M Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Respostas]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Algumas pessoas encontram muita dificuldade em encontrar material em português e atualizado em livrarias online e físicas sobre edição de vídeo. Eu gostaria de ser a pessoa responsável por dizer que livros comprar, porém também sofro do mesmo problema.

A verdade é que não há (ou há, porém pouco) interesse das editoras nacionais em trabalhar literatura para o mercado de vídeo, pois em geral editores de vídeo ou cursaram alguma instituição (mais tarde irei citar algumas muito boas para os interessados), e com isso ganharam suas apostilas, ou são fluentes (alguns só tem domínio técnico) na língua inglesa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas pessoas encontram muita dificuldade em <strong>encontrar material em português</strong> e atualizado em <strong>livrarias online e físicas</strong> sobre <strong>edição de vídeo</strong>. Eu gostaria de ser a pessoa responsável por dizer que livros comprar, porém também sofro do mesmo problema.</p>
<p>A verdade é que não há (ou há, porém pouco) interesse das editoras nacionais em trabalhar literatura para o mercado de vídeo, pois em geral editores de vídeo ou cursaram alguma instituição (mais tarde irei citar algumas muito boas para os interessados), e com isso ganharam suas apostilas, ou são fluentes (alguns só tem domínio técnico) na língua inglesa.</p>
<p><a title="Film Department" href="http://www.flickr.com/photos/47529200@N08/6344577549/" target="_blank"><img src="http://farm7.static.flickr.com/6227/6344577549_e53965349f.jpg" alt="Film Department" border="0" /></a><br />
<small><a title="Attribution-ShareAlike License" href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" width="16" height="16" align="absmiddle" border="0" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a title="D Services" href="http://www.flickr.com/photos/47529200@N08/6344577549/" target="_blank">D Services</a></small></p>
<p>O que é mais fácil de encontrar no Brasil são os video-treinamentos, via streaming online ou via DVD comprado e, diga-se de passagem, eles são muito bons. Abaixo segue uma lista (ordenada por qualidade superior &gt; inferior) dos sites onde é possivel encontrar tal conteúdo.<span id="more-8304"></span></p>
<h3>Studio Motion<br />
<a style="font-size: 13px; font-weight: normal;" href="http://www.studiomotion.com.br ">http://www.studiomotion.com.br</a></h3>
<p>Essa é a principal instituição de ensino em vídeo (no aspecto técnico) que existe. Para quem mora em São Paulo ou tem possibilidade de viajar para treinamento, é minha maior recomendação. Para quem não pode viajar para fazer o curso, segue os principais DVD’s</p>
<h3>Render<br />
<a style="font-size: 13px; font-weight: normal;" href="http://www.render.com.br">http://www.render.com.br</a><span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; font-weight: normal;"> </span></h3>
<p>No melhor estilo <a href="http://www.lynda.com/">Lynda</a>, esse site nacional não tem medo do plágio e trabalha exatamente com o mesmo formato, oferecendo duas modalidades, uma com plano de tempo de acesso para o curso em formato On-demand, outro para compra do DVD. A vantagem dele é que ele possuí treinamentos em plataforma Adobe, que não é abordado na Studio Motion</p>
<h3>Para quem não tem medo de Inglês:</h3>
<ul>
<li><a href="http://www.amazon.com ">Amazon.com</a>: Se você precisa de livros sobre edição, seja em plataforma Apple, Adobe ou Avid, Amazon é o local! Os livros estão quase sempre atualizados com as últimas versões, e o melhor, pelas leis brasileiras, livros não podem ser taxados na alfândega. Só preocupe-se com taxas de importação se o Livro acompanhar um DVD, Se ele for somente o livro, não há problemas.</li>
<li><a href=" http://www.barnesandnoble.com">Barnes &amp; Noble</a>: Outro ótimo website internacional com literatura para edição de vídeo em todas as plataformas e também nas versões antigas, caso você seja obrigado a usar aquela licença original antiga que você tem em casa, ao invés de fazer um upgrade para a versão mais recente.</li>
<li><a href="http://www.macprovideo.com/finalcut/">Mac Pro Video</a>: Recomendado pela própria Apple em seu website, a Mac Pro Video é focada principalmente em vídeo aulas e possuí conteúdo em todos os níveis, do básico ao avançado. O Conteúdo é pago, mas de qualidade</li>
</ul>
<h3>Existem escritores/autores mais interessantes que outros?</h3>
<p>Na verdade não. Livros sobre softwares são em geral muito parecidos, alterando apenas no quesito de profundidade técnica. Existem livros desde a famos série “For Dummies“ até os mais complexos e avançados, mas no que diz respeito a didática, eles são muito semelhantes.</p>
<p><strong>Uma dica esperta:</strong></p>
<p>Algum dos leitores já ouviu falar no termo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/RTFM">RTFM</a>? Pode parecer bobeira, mas o fato é que a maioria dos softwares de edição possuem seus próprios glossários de funções e acesso. Le-los é muito mais útil do que parece. Se você está aconstumado com a lingua inglesa, seguem dois links interessantes (infelizmente não achei nada até o momento da postagem para os fãs da AVID, porém se achar, prometo que faço uma adição posterior)</p>
<ul>
<li><a href="http://help.apple.com/finalcutpro/mac/10.0.1/">Final Cut Pro X Help files</a>: Sua grande vantagem (assim como o da adobe) é a função de busca, que facilita você procurar exatamente sua dúvida.</li>
<li><a href="http://help.adobe.com/en_US/premierepro/cs/using ">Adobe Premiere CS5.5 Manual</a>: Ao contrário do Help da Apple para o Final Cut, o help da Adobe possibilita o download do manual. Para quem gosta de papel ou de ter o conteúdo offline no seu e-book reader, <a href="http://help.adobe.com/en_US/premierepro/cs/using/premierepro_cs5_help.pdf">faça download aqui</a></li>
<li><a href="http://tv.adobe.com/show/learn-premiere-pro-cs5/">Adobe TV</a>: Ótima fonte para os que gostam de vídeo aulas. Organizado em parceria com o <a href="http://www.lynda.com">Lynda.com</a>. Não precisa de cadastro e ainda conta com um sistema de classificação dos usuários por estrelas. Os melhores vídeos estão lá com todas (ou quase todas) as estrelas preenchidas.</li>
</ul>
<p><strong>Aguardo comentários e novas indicações!</strong></p>
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		<title>Qual câmera de vídeo escolher para começar como freelancer ?</title>
		<link>http://carreirasolo.org/respostas/qual-camera-de-video-escolher-para-comecar-como-freelancer</link>
		<comments>http://carreirasolo.org/respostas/qual-camera-de-video-escolher-para-comecar-como-freelancer#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 18:31:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo H M Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Respostas]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[A primeria observação quanto a este conturbado tópico não começa em qual modelo é melhor, mas sim qual é o foco dos seus clientes. Hoje o mercado está inundado de empresas e modelos de filmadoras para os mais diferentes objetivos, desde filmagens caseiras até produções de curta, média e longa-metranges.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A primeria observação quanto a este conturbado tópico não começa em qual modelo é melhor, mas sim <strong>qual é o foco dos seus clientes</strong>. Hoje o mercado está inundado de <strong>empresas e modelos de filmadoras</strong> para os mais diferentes objetivos, desde filmagens caseiras até produções de curta, média e longa-metranges.</p>
<p>Essa variedade de tecnologias deixa a <strong>maioria dos profissionais confusos</strong> e exige uma constante monitoria de sites de tecnologia para ficar “afiado” nos lançamentos, e para saber quando é de fato necessário renovar seu material (ou, no caso deste tópico, qual o melhor para sua primeira compra).</p>
<p>Comerciais para TV e para transmedia demandam câmeras diferentes das necessárias para filmagens de documentários ou casamentos por exemplo. <strong>Por isso, sempre decida seu foco de atividade principal antes de quais equipamentos comprar.</strong></p>
<p><strong>Diferentes ramos também significam diferentes valores de investimento. </strong>Logo, tudo está entrelaçado e deve ser pensado com muita calma. Após uma longa deliberação eu decidi começar <strong>esquematizando fluxogramas básicos</strong> para auxiliar a compra de novos equipamentos, tendo em vista os modelos mais recentes lançados, e separando de diversas formas.</p>
<p>Outra forma de seleção também pode ser por <em>Downsides</em> e <em>Upsides</em> (pontos fortes e fracos). Para tal, eu <strong>elaborei uma tabela. </strong>Como sempre, tendo em vista os modelos mais utilizados no mercado atualmente). Os dois documentos estão disponíveis logo abaixo:</p>
<p><a style="font-size: 15px; font-weight: bold;" href="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/11/fluxogramas.pptx" target="_blank">Fluxograma básico de escolha</a> | <a style="font-size: 15px; font-weight: bold;" href="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/11/link-tabela-updow.xlsx" target="_blank">Tabela comparativa de modelos</a></p>
<p><a title="IMGA0899" href="http://www.flickr.com/photos/48076587@N00/539093257/" target="_blank"><img src="http://farm2.static.flickr.com/1108/539093257_6662797d92.jpg" alt="IMGA0899" border="0" /></a><br />
<small><a title="Attribution-ShareAlike License" href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" width="16" height="16" align="absmiddle" border="0" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a title="eddypedro" href="http://www.flickr.com/photos/48076587@N00/539093257/" target="_blank">eddypedro</a></small></p>
<h3><span id="more-8274"></span>Entendendo as limitações das principais câmeras</h3>
<p><strong>Quanto ao tempo de filmagem contínua:</strong> diversos fabricantes impõem limitações de tempo de filmagem contínua. Tal limitação não incomoda a construção de vídeos onde haverão diversos cortes, e nenhum plano irá permanecer durante muito tempo no mesmo lugar. Por isso, automaticamente descartamos essas câmeras para trabalhos como documentários por exemplo, em que eventualmente é necessário gravar depoimentos longos.</p>
<p><strong>Precisa de muita luz:</strong> filmadoras diferentes interpretam a luz de forma diferente. Quanto maior o sensor, melhor será a identificação das nuances na escuridão, e menor será a granulação no vídeo. Filmadoras que não trabalham bem no escuro podem criar grandes dificuldades para certos trabalhos, mas em geral, elas são mais compactas, por isso elas são ótimas para esportes e situações onde o set prejudica o uso de equipamentos de porte maior.</p>
<p><strong>Estabilidade de imagem: </strong>filmagens em tripés são fáceis de serem feitas, pois não há movimentação. Porem o movimento de câmera sempre trás dores de cabeça. Certas câmeras são tão leves, que pioram a estabilização ainda mais, pois o peso não atua como estabilizador quando ela está em nossas mãos. Filmadoras pesadas em geral oferecem uma filmagem com movimentação mais suave. O recurso que as pequenas e leves filmadoras usam para tentar compensar isso, é dar um pequeno zoom digital na imagem, e move-la sempre contra a direção em que tremeu. Não precisamos pensar muito para entender as desvantagens deste processo. Zoom digital sempre cria perda de resolução, e o processamento de câmeras não chega nem perto do necessário para fazer uma estabilização de qualidade.</p>
<p><strong>Alto Custo: </strong>nenhuma câmera trabalha “Crua”. São sempre necessários cartões de memória, lentes, tripés, monopés, steadicam’s e outros acessórios. Câmeras como a Sony NEX FS100 e a RED Scarlet precisam de acessórios muito caros, e isso é um dos maiores agravantes no seu uso. Se você é um iniciante na área, irá precisar, acima de tudo, manter um olho na carteira;</p>
<h3>Minha sugestão: Sony NEX VG20</h3>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-8277" title="Sony-Handycam-NEX-VG20-Details" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/11/Sony-Handycam-NEX-VG20-Details.jpeg" alt="" width="480" height="277" /></p>
<p>A filmadora <strong>Sony NEX VG20</strong> foi lançada no mercado graças as críticas recebidas no seu modelo anterior, a <strong>NEX VG10</strong>. Quando a Sony finalmente liberou o modelo <strong>VG20</strong>, ela talvez tenha lançado uma segunda<strong> Canon XL1</strong> no mercado. (a Canon XL1 é uma das câmeras filmadoras mais vendidas da Canon antes do advento da tecnologia FullHD).</p>
<p>Ela contém tudo que é mais necessário para um iniciante no mercado. Seu custo é reduzido, ela se comporta extremamente bem em baixa luz, seus acessórios são todos baratos, existem adaptadores para uma série de equipamentos de outros fabricantes, sua tecnologia de armazenamento é a mais barata do mercado (cartões SD e SDHC).</p>
<p>Sua pegada (a forma com que ela se comporta na mão) é muito mais confortável que sua adversária (a HDSLR Canon 5D) por ter o formato tradicional de uma filmadora, ao invés de o corpo de uma câmera fotográfica, ela tem entrada para microfones externos e a função matadora, a filmagem em fullHD à 24 quadros progressivo, que é o padrão utilizado para cinema.</p>
<p>A sua irmã VG10 apenas filmava em 30 quadros interpolados, um formato que aumenta o tempo na edição e é focado principalmente para televisão e não para outros meios como internet e conversão para película (as vezes pode ser pedido que as filmagens digitais sejam transformadas em película para poder concorrer em diversos festivais, ou para reproduzir em cinemas que não aceitam material digital. O formato Interpolado dificulta em muito este trabalho)</p>
<p><strong>É isso, pessoal. Curtiram? Comentem! Acrescentem suas sugestões de modelos e técnicas!</strong></p>
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