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	<title>Carreirasolo.org &#187; Inspiração</title>
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		<title>Na hora do paredão, quem você abraça?</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 21:21:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>

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		<description><![CDATA[Me peguei tecendo alguns comentários mentais outro dia desses quando reparei, mais um vez que, assim que Pedro Bial encerra seu pseudo arremate poético sobre a eliminação, a “casa” se divide em dois tipo de “abraçadores”. Uns felicitam aquele que ficou. Outros, choram junto ao “amigo” que vai partir.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Início do ano no Brasil, não adianta pensar muito: terça-feira é dia de paredão. Narizes torcidos de um lado, teorias da conspiração do outro, sempre damos <strong>uma espiadinha no eliminado da vez do BBB.</strong></p>
<p><strong></strong>Me peguei tecendo alguns comentários mentais outro dia desses quando reparei, mais um vez que, assim que Pedro Bial encerra seu pseudo arremate poético sobre a eliminação, a “casa” se divide em dois tipo de <em>“abraçadores”</em>. Uns felicitam aquele que ficou. Outros, choram junto ao “amigo” que vai partir.</p>
<p><strong>Não seria essa uma excelente metáfora para o mundo dos empreendedores de suas próprias carreiras, os Freelacers?</strong> Senão, vejamos.</p>
<div id="attachment_8836" class="wp-caption alignnone" style="width: 490px"><a href="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2012/02/bbb-12-big-fone-fael.jpg"><img class="size-full wp-image-8836" title="bbb-12-big-fone-fael" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2012/02/bbb-12-big-fone-fael.jpg" alt="" width="480" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">...e eu nem entrei no mérito do BigPhone</p></div>
<p>Quem abraça o vencedor, é mais honesto, pois está em busca de felicidade, compartilhando um bom momento em uma situação que, no todo, é bem difícil. Confinamento, longe da família, sempre trancado em casa participando de uma disputa por dinheiro. Ops, <strong>você pensou em home-office? </strong>Que nada, eu falava da disputa por R$ 1,5 milhão.</p>
<p>Já quem abraça o perdedor, é calculista. Joga para a tela escondida, quer quebrar a quarta parede em um jogo em que foi criado para fingir que ela não existe. A solidariedade é apenas uma moeda de reputação que se tenta ganhar. Não com os da casa, mas com o público que, teoria própria de BBB não se tenta entender.</p>
<p>Não é assim em nossa vidad e projetos e contratos? Quem abraçamos quando a eliminação chega? Aquele que permance com a gente e conosco seguirá, ou o cliente/meme/teoria/técnica que se despede do cenário midiático?</p>
<p><strong>Pensem e comentem!</strong></p>
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		<title>Temática adulta: publicar ou não no seu portfólio?</title>
		<link>http://carreirasolo.org/inspiracao/tematica-adulta-publicar-ou-nao-no-seu-portfolio</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 12:57:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Post do Leitor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[job adulto]]></category>
		<category><![CDATA[portfolio]]></category>

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		<description><![CDATA[Tempos atrás li uma postagem do Mauro Amaral no Google+ perguntando aos leitores sobre aceitar ou não um job “adulto”. Na ocasião, o artigo gerou um buzz muito interessante e me fez pensar bastante no assunto. E se fosse comigo? Pois é. Aconteceu.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tempos atrás li uma postagem do <strong><a href="https://plus.google.com/104082996609049156791/about">Mauro Amaral no Google+</a></strong> perguntando aos leitores sobre aceitar ou não um job “adulto”. Na ocasião, o artigo gerou um buzz muito interessante e me fez pensar bastante no assunto. E se fosse comigo? Pois é. <strong>Aconteceu.</strong></p>
<p>Topei desenvolver um site de teor adulto e o resultado foi um dos meus melhores trabalhos desenvolvidos até hoje. <strong>Projeto desenvolvido em wordpress, visual bacana, código limpo</strong>, funcionalidades que eu sempre me desafiei a fazer, mas ninguém nunca quis pagar. Gostei muito do resultado. Mas com a felicidade de ver um projeto bem feito, veio também uma frustração: <strong>será que vou poder mostrar ao público?</strong></p>
<div id="attachment_8767" class="wp-caption alignnone" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-8767" title="Vintage_nude_photograph_5" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2012/01/Vintage_nude_photograph_5.jpg" alt="" width="480" height="247" /><p class="wp-caption-text">Antigamente, o mundo era mais farto.</p></div>
<p>Ainda penso na possibilidade de poder publicá-lo em meu portfólio ou em meu <strong>álbum de trabalhos no Facebook</strong>, aplicando os devidos filtros de desfoque, é claro. Mas será que um cliente interpretaria bem o nível técnico do trabalho? Ou levaria por outro caminho? Talvez mostrar como referência a clientes selecionados em reunião presencial? <strong>Uhmm&#8230; sei não.</strong></p>
<h3>E no fim das contas&#8230;</h3>
<p>No fim das contas, equilibrando a balança, valeu a pena trabalhar no projeto. <strong>Aprendi muito sobre wordpress</strong>, aliás, contribuiu muito nos meus estudos sobre essa ferramenta, o cliente já me chamou para outros projetos – que poderão ser publicados no meu portfólio – e claro, <strong>fui bem remunerado pela empreitada =D.</strong></p>
<p><strong>E vocês, o que acham? Publicar o projeto com os devidos cuidados ou só a experiência adquirida e a fidelização do cliente já valem a pena?</strong></p>
<p><em>Por: Diego Fernandes</em></p>
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		<title>[Vídeo] Holstee Manifesto. Por uma vida mais simples?</title>
		<link>http://carreirasolo.org/inspiracao/video-holstee-manifesto-por-uma-vida-mais-simples</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 16:36:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[Videoteca]]></category>

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		<description><![CDATA[Em meio à crise americana em 2009, os amigos Fabian e Dave sentaram nas escada da Union Square e escreveram o que tinham em suas mentes e, sobretudo, como queriam que fossem as suas vidas. O conceito central era o de criar um estilo de vida (e uma empresa) que respirasse as suas paixões. Essas palavras deram origem ao Holstee Manifesto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo mundo, esteja empreendendo ou não, <strong>já teve vontade de largar tudo</strong>. Acontece, pois as cobranças são imensas. Quando sentir essa vontade, <strong>lembre-se desse vídeo abaixo.</strong> Não porque ele vai dar forças para você continuar a fazer o que não quer. Mas porque ele ajuda a <strong>direcionar você para as suas paixões.</strong></p>
<p>É claro que muito do falado ali funciona para um <strong>determinado tipo de pessoa</strong>, com uma <strong>determinada estrutura</strong> (normalmente bem simples) e com determinadas <strong>ambições pessoais</strong>.</p>
<p>Mas, mesmo assim, o vídeo que tenta tirar uma onda de manifesto, <a href="http://youtu.be/QDmt_t6umoY">vale a pensa ser visto</a>:</p>
<p><object width="480" height="274"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/QDmt_t6umoY?version=3&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/QDmt_t6umoY?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="274" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h3>Sobre a turma da Holstee</h3>
<p>Em meio à crise americana em 2009, os amigos <strong>Fabian e Dave</strong> sentaram nas escada da Union Square e escreveram o que tinham em suas mentes e, sobretudo, como queriam que fossem as suas vidas. O conceito central <strong>era o de criar um estilo de vida</strong> (e uma empresa) que respirasse as suas paixões. Essas palavras deram origem ao <a href="http://shop.holstee.com/pages/about#the-holstee-manifesto"><strong>Holstee Manifesto.</strong></a></p>
<p><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/12/holsteemanifesto.png" alt="" title="holsteemanifesto" width="480" height="317" class="alignnone size-full wp-image-8530" /></p>
<p>Hoje a empresa produz produtos simples que, além de serem constituídos de material 100% reciclado, estimulam a diminuição de consumo e uma simplificação das necessidades individuais. <a href="http://shop.holstee.com/collections/all-items"><strong>Confira aqui a lojinha.</strong></a></p>
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		<title>[Opinião do leitor] Freelancers em alta.</title>
		<link>http://carreirasolo.org/inspiracao/opiniao-do-leitor-freelancers-em-alta</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 17:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Post do Leitor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[clt]]></category>
		<category><![CDATA[freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[mão de obra em TI]]></category>
		<category><![CDATA[modalidade de contratação]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[E de uma coisa esteja certo, cedo ou tarde o seu emprego será cortado para dar lugar a dois ou três freelancers. Esta é a regra capitalista que não conseguimos mexer e, já que é assim, que tal ser você um desses freelancers atendendo seu ex-chefe? Pense a respeito.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Não venho aqui crucificar a CLT ou coisa do tipo.</strong> Acredito que existe espaço para os funcionários de carteira assinada em qualquer segmento de nossa economia, e o governo está devagar, cumprindo sua parte. Do outro lado, existe uma modalidade de contratação que ainda é malvista em nosso país, mas que está crescendo exponencialmente nos quatro cantos do globo. Falo dos profissionais freelancers que prestam serviços não somente para uma empresa, mas para várias e, muitas vezes, ao mesmo tempo.</p>
<p><a href="http://tatianearnold.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/freela.png"><img src="http://tatianearnold.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/freela.png" alt="" width="476" height="240" /></a></p>
<p>Antes de continuar, cabe um esclarecimento.<strong> Freelancer é diferente de consultor</strong>. O freelancer é um profissional que executa uma tarefa predeterminada por um contratante, enquanto um consultor é pago para prestar conselhos sobre as tarefas necessárias para determinado projeto ou atividade. Posto isso, vamos ao que interessa: o novo modelo (que nem é tão novo assim).</p>
<p><span id="more-8510"></span></p>
<p><strong>Ao contrário do imaginável, não é vergonha nenhuma ser freelancer.</strong> Para eles, as vantagens são bem visíveis: cheques melhores, liberdade para escolha do que deseja realizar, ilimitado local de trabalho (bastando um modem 3g) e flexibilidade de horários e dias, o que permite até aquela escapada à praia para surfar em plena segunda-feira.</p>
<p>Esse conjunto de benesses faz com que a cada ano milhares de profissionais deixem o mercado de trabalho &#8220;formal&#8221; para se dedicarem a uma determinada atividade, seja por motivo de dispensa ou somente por opção. Engrossam tais números incluisive aqueles que estão nas faculdades ou saindo delas e que procuram uma primeira colocação laboral, não sendo raro encontrar alguns qe jamais tiveram uma carteira assinada na vida, e nem por isso passam fome.</p>
<blockquote><p><em><strong>Enquanto somente 18% da mão de obra em TI é regularmente contratada, mais da metade das empresas procuram profissionais freelancers para execução de seus projetos ou de terceiros. Canibalismo do emprego? Não, simplesmente um novo modelo.</strong></em>Paulino Michelazzo, para a Revista Wide de Novembro/Dezembro de 2010.</p></blockquote>
<p><strong>Mas este mundo não é somente colorido.</strong> Se não existir um bom planejamento, a frustação é certa, e o retorno à estaca zero da busca de uma nova colocação, costumeiro. Como não existem os chamados benefícios da CLT, é necessário cuidar de tudo, desde o fluxo de entradas, a poupança a ser realizada para momentos de estiagem e até mesmo para uma parada repentina por motivos de saúde. <strong>Preocupando-se com isso e mensirando prós e contras, a balança na maioria das vezes pende para o lado dos freelancers.</strong> E não é só o profissional que ganha.</p>
<p>A empresa contratante também se aproveita desse nvoo movimento da exonomia mundial, seja na redução do pagamento de encargos, seja na utilização de mão de obra mais qualificada para o desenvolvimento de seus projetos. Sim, porque o freelancer que deseja se estabelecer, e mais ainda aquele que já se estabeleceu, não pode parar de estudar e conhecer novas técnicas e tecnologias.</p>
<p>A concorrência é forte em todos os segmentos. E errado é aquele que chegou aqui pensando que o freelancer prostitui o mercado: não, ele o auxilia para que mais oportunidades sejam criadas para todos, e isso é facilmente explicado com matemática. A partir do momento em que uma empresa não tem a nexessidade de pagar encargos estratosféricos <strong>(que no Brasil chegam a 102% em alguns casos)</strong>, sobra dinheiro para a execução de projetos, principalmente os engavetados e já empoeirados. No momento de executá-los, a empresa procura profissionais freelancers que certamente será mais barato que a contratação de um profissional CLT.</p>
<p>Observa-se, então, que a roda gira e todos ganham: a empresa que tira o projeto da gaveta, o freelancer que tira o mofo dos dedos e o cliente que obtém a solução pretendida. Nem mesmo o governo perde, pois ainda existem impostos sobre os serviços, mas com menor peso. E porque, então, não é regra? <strong>Essa pergunta deve estar tanto na cabeça do profissional quanto na do empresário, e algumas respostas são fáceis de serem encontradas</strong>.</p>
<p>A primeira delas é o desejo ilimitado do empregador em ter seu rebanho por perto. Quanto mais perto, mais o chicote assovia &#8211; acredita-se que isso seja produtividade. De outro lado, o profissional que ainda não está acostumado com esse modelo de trabalho, pouco tem responsabilidade e normalmente atrasa ou faz malfeito (por conta do atraso). Nessa equação, ao contrário da primeira, todos perdem: a empresa com custos altos, o profissional com salários baixos (e as costas ardendo) e o cliente que não vê o projeto.</p>
<p><strong>Então, o que fazer para mudar?</strong> A dica vai principalmente para os profissionais: responsabilidade. Sem responsabilidade, o cliente, que inclusive pode ser seu ex-empregador, não irá lhe confiar nada. Você terá que, em vez de procurar jobs em sites especializados de freelancers, procurar vagas em sites de agência para voltar ao antigo regime da carteira &amp; chicote. Responsabilize-se que o trabalho vem. A demanda está cada vez maior e existe espaço para profissionais do mundo todo, em todo o mundo.</p>
<p>E de uma coisa esteja certo, cedo ou tarde o seu emprego será cortado para dar lugar a dois ou três freelancers. Esta é a regra capitalista que não conseguimos mexer e, já que é assim, que tal ser você um desses freelancers atendendo seu ex-chefe? Pense a respeito.</p>
<p><em><strong>Por</strong>: Tatiane Cristine Arnold, que está sempre em seu blog: <a href="http://www.tatianearnold.com.br/blog">www.tatianearnold.com.br/blog</a></em></p>
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		<title>Ainda sobre Londres e trabalho em casa, relato in loco</title>
		<link>http://carreirasolo.org/inspiracao/ainda-sobre-londres-e-trabalho-em-casa-relato-in-loco</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 12:33:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>

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		<description><![CDATA[O post sobre a implantação do projeto “Anywhere Working” me levou a procurar informações primárias sobre a questão. Na hora lembrei da amiga Barbara Axt, moradora da cidade há alguns anos e jornalista de primeira. Acompanhem o relato da Baxt sobre as tendências londrinas de trabalho remoto:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://carreirasolo.org/novas/governo-britanico-anuncia-programa-para-incentivar-o-trabalho-em-casa">O post sobre a implantação do projeto &#8220;Anywhere Working&#8221;</a> me levou a procurar informações primárias sobre a questão. Na hora lembrei da amiga <strong><a href="http://www.baxt.net/">Barbara Axt</a></strong>, moradora da cidade há alguns anos e jornalista de primeira. Acompanhem o relato da <strong>Baxt</strong> sobre as tendências londrinas de trabalho remoto:</p>
<blockquote><p>Por aqui trabalhar de casa é uma coisa perfeitamente normal. Claro que em algumas áreas isso é mais frequente do que outras (tenho um amigo programador que só tinha que ir no escritório uma vez por semana para uma reunião &#8211; ou menos). No meu último emprego, meu editor trabalhava de casa às tercas e quintas &#8211; ele morava em outra cidade, e o transporte para Londres é um pouco demorado e muito caro, por isso o arranjo.</p>
<p>Também é comum que as pessoas morem em &#8220;commuting cities,&#8221; cidades que ficam a mais ou menos uma hora de trem do centro de Londres &#8211; as pessoas vão para esses lugares para comprar casas maiores, mais confortáveis para famílias.</p>
<p>Na minha empresa também tinha um &#8220;contingency plan&#8221;, que é justamente esse plano de contingência que você mencionou. Eles criaram um esquema para que as pessoas tivessem acesso à rede da empresa de casa (claro que era preciso fazer registro, era um pouquinho complicado) e uma série de outras providências para que a empresa não perdesse muito dinheiro caso as pessoas não pudessem ir para o escritório.</p>
<p>Por exemplo, durantes alguns dias houve protestos na City (o centro financeiro) e a empresa falou que quem pudesse, era preferível trabalhar de casa. Uma outra vez faltou luz no prédio, e ainda existem casos em que neva e os transportes param de funcionar, ou de greve de trens (o que torna impossível para esse povo das commuting cities chegar no escritório). Ou seja, permitir que os funcionários trabalhem de casa é uma econimia gigantesca para empresa, que mantem as coisas funcionando normalmente mesmo quando acontece alguma coisa.</p>
<p>Além disso, as pessoas não têm empregados e babás, então quando uma criança está doente, ou quando a pessoa tem que esperar o encanador, é preciso ficar em casa. Mais uma vez, é melhor que esse funcionário possa trabalhar de casa do que perder o dia.</p>
<p>Enfim, é mais ou menos isso. Eu acho isso ótimo, e ano que vem com as Olimpíadas o transporte por Londres vai ficar ainda mais complicado que já é, então essa iniciativa de estimular o trabalho remoto é bem inteligente.</p></blockquote>
<p>Interessante, não? <strong>Quem tiver seus relatos, pode comentar aí embaixo também.</strong></p>
<p><a title="One And Other 4th Plinth Trafalgar Square" href="http://www.flickr.com/photos/21372046@N00/3749491765/" target="_blank"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2480/3749491765_a07b0dfe98.jpg" alt="One And Other 4th Plinth Trafalgar Square" border="0" /></a><br />
<small><a title="Attribution License" href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" width="16" height="16" align="absmiddle" border="0" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a title="AndyRobertsPhotos" href="http://www.flickr.com/photos/21372046@N00/3749491765/" target="_blank">AndyRobertsPhotos</a></small></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Infográfico: o que deixa você mais estressado em seu ambiente de trabalho?</title>
		<link>http://carreirasolo.org/inspiracao/infografico-o-que-deixa-voce-mais-estressado-em-seu-ambiente-de-trabalho</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 18:08:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[infográfico]]></category>

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		<description><![CDATA[Pontos principais: Como causas temos desde prazos apertados até o bullyng em ambiente de trabalho! Você percebe um alto nível de stress em função de sono excessivo, irritabilidade, dificuldade de raciocínio etc. E, tem cura, que vai desde conversar com a fonte de stress (chefe, colegas…) até mudar de carreira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de você começar a ler este post e dizer: <em>&#8220;Há, como sou leitor do Carreirasolo.org e trabalho em home-office estou livre desses males&#8221;</em>, <strong>três avisos</strong>.</p>
<p><strong>O primeiro</strong> é que trabalhando em casa e com o crescente aumento de horas alocadas, você está sim submetido a muitas das torturas psicológicas que o Infográfico a seguir relata.</p>
<p><strong>O segundo</strong> é que muitos de nossos leitores fazem dupla jornada, o que só aumenta sua carga. <strong>E três:</strong> também temos, entre nossa comunidade, donos de agências e clientes. <strong>Portanto, meu filho, estamos todos no mesmo barco.</strong></p>
<p>Pontos principais: Como causas temos desde prazos apertados até o bullyng em ambiente de trabalho! Você percebe um alto nível de stress em função de sono excessivo, irritabilidade, dificuldade de raciocínio etc. E, tem cura, que vai desde conversar com a fonte de stress (chefe, colegas&#8230;) até mudar de carreira.</p>
<p>(clique na imagem para ampliar)</p>
<p><a href="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/11/stress-in-the-workplace-infographic1.jpeg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-8147" title="stress-in-the-workplace-infographic1 - Cópia" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/11/stress-in-the-workplace-infographic1-Cópia.jpeg" alt="" width="480" height="1086" /></a></p>
<p>O infográfico a seguir foi produzido pelo time da <strong>VisualLoop Labs</strong> e trazido até vocês graças ao <a href="http://www.psfk.com/">PSFK</a>, fonte de excelentes ideias.</p>
<p><strong>Opiniões?</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vídeo: como gerenciar sua qualidade de vida</title>
		<link>http://carreirasolo.org/inspiracao/video-como-gerenciar-sua-qualidade-de-vida</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 19:48:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[Videoteca]]></category>
		<category><![CDATA[palestra]]></category>
		<category><![CDATA[YouTube]]></category>

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		<description><![CDATA[O comentarista de saúde da CBN e da TV Globo, Luis Fernando Correia, faz um rápido resumo de sua palestra em evento recente. Nele, confrontou executivos (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=2NhvnXsCkJ8">Diplomatas, engenheeeiros</a>) com questões interessantes. Se são responsáveis por gerenciar milhões de dólares em suas empresas, de identificar riscos á marca que representam, por que não fazer uma analogia com sua própria saúde?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="480" height="274"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/GdinvUrmrGg?version=3&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/GdinvUrmrGg?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="274" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>O comentarista de saúde da <strong>CBN</strong> e da <strong>TV Globo</strong>, <strong>Luis Fernando Correia</strong>, faz um rápido resumo de sua palestra em evento recente, cujo título mostra-se, pelo menos para mim, um double-fail: <em>&#8220;Como ficar rico aos 30 e não morrer aos 40!&#8221;.</em> </p>
<p>Na ocasião, Luis confrontou executivos (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=2NhvnXsCkJ8">Diplomatas, engenheeeiros</a>) com questões interessantes. Se são responsáveis por gerenciar milhões de dólares em suas empresas, de identificar riscos á marca que representam, por que não fazer uma analogia com sua própria saúde?</p>
<p>Vale o paralelo para você, empreendedor, batalhador e freelancer em tempo integral: <strong>conheça seus limites para viver bem e muito!</strong></p>
<p><strong>Via</strong>: <a href="https://plus.google.com/114634463549015337029/posts/3curPGo2Kud">Luiz Tegedor</a></p>
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		<title>Os 9 melhores estilos de música para ouvir enquanto trabalha</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 20:58:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[grooveshark]]></category>
		<category><![CDATA[lista]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Claro que todo mundo vai comentar dizendo que eu esqueci do Raul Seixas (toca Raul!) ou do Bob Marley (tenho tudo...). Mas, para trabalhar esse é meu Top9. Complete com o seu logo abaixo, no Facebook ou onde mais você estiver.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes demais nada, um aviso: <strong>este post funcionará melhor para quem realmente gosta de música.</strong> Entenda bem a frase: não disse <em>&#8220;para quem gosta da música que mandam gostar&#8221;</em>. Pode parecer <em>&#8220;nonsense&#8221;</em> uma lista de estilos musicais que desautoriza indicações musicais, mas eu tenho aqui a minha explicação pessoal.</p>
<p>Gostar de música é, sobretudo, <strong>gostar de pesquisar sobre o assunto.</strong> Pouco importa para você as 30 mais populares da <strong>BillBoard</strong> se você pode ouvir PRIMEIRO, ou &#8211; vai lá &#8211; , antes de muita gente, a próxima <strong>banda indie</strong> que fará sucesso no ano que vem, entende?</p>
<p>Predileções a parte, vale lembrar também que a lista foi criada para quem trabalha com a ajuda de algum raciocínio lógico ou, como eu, tem que produzir conteúdo e gerenciar quem o produz. Isso equivale a dizer que 99% do que você terá abaixo é instrumental.</p>
<p><a title="earphones" href="http://www.flickr.com/photos/22128291@N07/4734645625/" target="_blank"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4078/4734645625_8279c320c4.jpg" alt="earphones" border="0" /></a><br />
<small><a title="Attribution License" href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" target="_blank"><img src="http://carreirasolo.org/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" alt="Creative Commons License" width="16" height="16" align="absmiddle" border="0" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a title="jekert gwapo" href="http://www.flickr.com/photos/22128291@N07/4734645625/" target="_blank">jekert gwapo</a></small></p>
<p>E não me venha com argumentações: <strong>escrever com outra voz no seu ouvido não funciona</strong>. Descontando, claro,  aquelas que você já ouve naturalmente e que me prometeu tratar com os devidos cuidados psiquiátricos.</p>
<p>Por isso, minha dica é considerar que a música precisa <strong>a)</strong> estimular seu raciocínio; <strong>b)</strong> acompanhar o tipo de tarefa que você desempenha e <strong>c)</strong> não incomodar, não ser o foco.</p>
<p><strong>9. <a href="http://grooveshark.com/playlist/Secret+Garden/59440013">New Age</a>:</strong> ocupa aqui a nona posição porque é difícil encontrar algo que seja melhor do que o Secret Garden. A questão é que não dá para dar um search e confiar que tudo da dupla será interessante. Mas tem muita coisa boa. É bom para começar o dia, ler os e-mails ou desanuviar a cabeça de uma ligação &#8220;quente&#8221; junto aos clientes.</p>
<p><strong>8. <a href="http://grooveshark.com/playlist/Irish/50579288">Irish Music</a>:</strong> se você jogou meia hora de RPG na vida, ou assistiu os 15 minutos iniciais da primeira parte da trilogia do Senhor dos Anéis, entenda este estilo de música como a trilha sonora do condado, ok? Com um pouco de paciência, você consegue ótimos temas instrumentais para acompanhar as primeiras tarefas do dia, ou aquelas em que você precisa estar alegre, ou até mesmo um pouco sentimental. Quem segue um pouco a linha são as Maedival Babes, que, vamos combinar, batem um bolão.</p>
<p><strong>7. <a href="http://grooveshark.com/#/artist/Staff+Benda+Bilili/1113168">Africanos</a>:</strong> na dúvida, fique com a turma de Cabo Verde. Se bem que a turma do Staff Benda Bilili apareceu como um tufão há uns meses atrás. Nesse caso, vale lembrar a regra do instremental cai por terra, pois os caras cantam animadões.</p>
<p><strong>6. <a href="http://grooveshark.com/#/artist/Kitaro/1226790">Orientais</a>:</strong> Você consegue ótimas referências em trilhas de animês e cinema japonês. É bom para se achar em outro mundo, nessa língua atonal e ininteligível!</p>
<p><strong>5. <a href="http://grooveshark.com/playlist/Chopin/30513011">Chopin</a>:</strong> aqui já começo a ficar um pouco reflexivo. É bom para escrever e sentir-se meio que fluindo com toda a informação que você</p>
<p><strong>4. <a href="http://grooveshark.com/#/artist/Beethoven/1833">Beethoven</a>:</strong> vitalidade. É essa a palavra para exprimir a sensação que concertos, sinfonias, sontas e demais peças do compositor provocam em quem as ouve. Não tenha medo: fique no clichê das nove sinfonias organizadas como na partitura, ou seja, na ordem dos movimentos originais. É &#8220;storytelling&#8221; na veia. Qualquer um com um um mínimo de capacidade de apreciação musical entende as frases, as &#8220;conversas&#8221;, os temas &#8220;masculinos&#8221; e &#8220;femininos&#8221; se contrapondo. Fundamental.</p>
<p><strong>3. <a href="http://grooveshark.com/playlist/Debussy/34988510">Debussy</a>:</strong> confesso que não dava muito trela para o compositor francês mas, depois de ouvir com atenção percebi uma estreita semelhança com outro estilo, que está logo abaixo em segunda posição. Moderno, pero no mucho; sentimental, mas diet. Vale para revisitar grandes clássicos que você jura que já tinha ouvido em algum lugar</p>
<p><strong>2. <a href="http://grooveshark.com/playlist/Osts/30534068">OSTs</a>: de John Williams </strong>a <strong>Michael Giacchino, </strong>ouvir as trilhas de filmes e series que você curte é uma ótima maneira de emular sentimentos quando você precisa deles para trabalhar. Afinal, música de suporte ao audiovisual já tem essa função desde a encomenda: é suporte dramático. Antes que perguntem, a melhor para mim é a do <strong>Gladiador, </strong>do mestre Hanz Zimmer.</p>
<p><strong>1. <a href="http://grooveshark.com/#/search?q=johann+sebastian+bach">Bach</a>:</strong> o que dizer? É a espiral do DNA se fosse música. Tem uma proximidade de matemática que só olhando na partitura para entender. Imagine compor seis melodias que se complementem. Não é só isso: que se complementem ao mesmo tempo. Não é só isso: que se auto-referenciem. E mais: em todos os tons cromáticos da escala pentatônica. E olha que só falamos das invenções. Primeirão, sem dúvida.</p>
<p>É isso. Claro que todo mundo vai comentar dizendo que eu esqueci do <strong>Raul Seixas</strong> (toca Raul!) ou do <strong>Bob Marley</strong> (tenho tudo&#8230;). Mas, para trabalhar esse é meu <strong>Top9</strong>. Complete com o seu logo abaixo, no Facebook ou onde mais você estiver.</p>
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		<title>Design Thinking, o filme. Em cópias dubladas, legendadas, em 3D, por correspondência e à prestação.</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 15:23:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[Videoteca]]></category>

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		<description><![CDATA[O termo está na moda, já foi tema de palestra recente em São Paulo e, agora, tem até um filme, cujo trailer está logo abaixo. Olha só que legal, o documentário Design &#038; Thinking – de autoria de quatro estudantes de São Francisco – só foi possível graças ao crowdfunding. Confira o histórico no site!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="480" height="274"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/BqEeZkrXDtE?version=3&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/BqEeZkrXDtE?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="274" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Todos aqueles envolvidos com <strong>processos criativos</strong> dos mais variados, já passaram pelo momento em que <strong>o fazer</strong> e <strong>o pensar</strong> entraram em loop. <strong>Para fazer</strong> você precisa pensar, <strong>para pensar</strong> <strong>melhor</strong>, você precisa fazer, colocar a mão na massa. Aliás, esta premissa, tão óbvia e simples e, até por isso, tão difícil de ocorrer em nossas mentes multi-ativas, foi a base de experimentos interessantes como o <strong><a href="http://gettingreal.37signals.com/GR_por.php">Getting Real</a></strong>, da turma do <em>37 Signals</em>.</p>
<p>Outra corrente que vez por outra aparece é a turma do <strong>Design Thinking</strong>, técnica que propõe inovar a maneira como resolvemos problemas (não só sobre Design, esteja bem dito). O termo está na moda, <a title="Palestra da IDEO sobre Design Thinking é destaque no Fórum de Design" href="http://carreirasolo.org/eventos/palestra-da-ideo-sobre-design-thinking-e-destaque-no-forum-de-design">já foi tema de palestra recente em São Paulo</a> e, agora, tem até um filme, cujo trailer está logo abaixo. Olha só que legal, o documentário <strong><a href="http://designthinkingmovie.com/">Design &amp; Thinking</a></strong> &#8211; de autoria de quatro estudantes de São Francisco &#8211; só foi possível graças ao crowdfunding. Confira o histórico no site!</p>
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		<title>PapoSolo com Fabrício Mattos, criador do NitisOffice, espaço de Coworking carioca</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 19:28:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques Novas]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[Paposolo]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira as instalações e método de trabalho do mais novo espaço de coworking no Rio de Janeiro]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong><a href="http://www.nitisoffice.com.br/">NitisOffice</a></strong> é o mais novo espaço de <strong>Coworking</strong> no Rio de Janeiro. Em funcionamento há apenas dois meses, já colocou suas manguinhas de fora oferecendo cursos e workshops de capacitação para seus <em>&#8220;condôminos&#8221;</em>. Quem falou com a gente sobre o espaço foi um de seus criadores, o <strong>Fabrício Mattos</strong>. No <strong><a href="http://carreirasolo.org/paposolo">PapoSolo</a> </strong>(não deixe de conferir outras entrevistas!) ele apresentou o conceito com o qual trabalham e alguma perspectiva para o futuro.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-7881" title="018 - Cópia" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/10/018-Cópia.jpg" alt="" width="480" height="235" /></p>
<h3>O Coworking já foi apontado como tendência e tem sido alardeado como não só solução logística como conceitual, ou seja, várias pessoas trabalhando juntas e usufruindo positivamente da troca de ideias. Isso acontece na NitisOffice?</h3>
<blockquote><p>Com certeza, a troca de experiências e ideias pode ser considerado a essência do coworking e aqui na NITIS OFFICE não fugimos a regra.</p></blockquote>
<h3>Explique pra gente como funciona a geração de conteúdo proprietário de vocês, cursos etc.</h3>
<blockquote><p>Estamos na fase inicial de operação, pois estamos abertos a menos de 2 meses, mas tentamos manter o espaço com várias atividades, A ideia é fazer com que nosso espaço sempre tenha um curso, palestra, workshop ou qualquer outro evento que agregue conhecimento para nossos coworkers assim como permita a iteração entre pessoas de diferentes áreas.</p></blockquote>
<h3>A que tipo de profissional a NitisOffice se destina? Você já tem muitos perfis variados?</h3>
<blockquote><p>Qualquer um que se encaixe no nosso espaço. A grande maioria são profissionais ligados a área de tecnologia, como desenvolvedores e freelancers,mas temos também pequenas empresas, publicitários, Assessores de imprensa.</p></blockquote>
<h3><img class="size-full wp-image-7886 aligncenter" title="fabricio2" src="http://carreirasolo.org/wp-content/uploads/2011/10/fabricio2.png" alt="" width="480" height="293" /></h3>
<h3>E para o futuro, como estão traçados os planos?</h3>
<blockquote><p>Como estamos começando, nossa meta para os próximos meses é trazer novos clientes através de divulgação em sites de grande acesso como o seu, e também através dos nossos parceiros. Esperamos crescer progressivamente, tentando inovar com novos serviços e promoções e mantendo a qualidade no atendimento aos nossos clientes.</p></blockquote>
<h3>Serviço</h3>
<p>O <strong><a href="http://www.nitisoffice.com.br/">NitisOffice</a></strong> fica bem no centro do Rio de Janeiro, em frente ao metrô da Cinelândia, com vista privilegiada para o Pão de Açúcar e Baia da Guanabara. Confira os planos de contratação, ou dê uma passada lá</p>
<p><strong>Endereço:</strong><br />
Praça Mahatma Gandhi n 2<br />
Sala 822 &#8211; Cinelândia<br />
Rio de Janeiro &#8211; RJ<br />
(21) 3553-8369<br />
(21) 3553-8360<br />
<a href="mailto:contato@nitisoffice.com.br">contato@nitisoffice.com.br</a></p>
<h3 style="text-align: center;"><a href="http://www.facebook.com/media/set/?set=a.10150425538690470.410236.165387385469&amp;type=3">Confira a galeria de fotos em nossa Fan Page no Facebook</a></h3>
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