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Arquivo para a categoria 'Inspiração'

Na hora do paredão, quem você abraça?

Mauro Amaral

Editor Chefe

Início do ano no Brasil, não adianta pensar muito: terça-feira é dia de paredão. Narizes torcidos de um lado, teorias da conspiração do outro, sempre damos uma espiadinha no eliminado da vez do BBB.

Me peguei tecendo alguns comentários mentais outro dia desses quando reparei, mais um vez que, assim que Pedro Bial encerra seu pseudo arremate poético sobre a eliminação, a “casa” se divide em dois tipo de “abraçadores”. Uns felicitam aquele que ficou. Outros, choram junto ao “amigo” que vai partir.

Não seria essa uma excelente metáfora para o mundo dos empreendedores de suas próprias carreiras, os Freelacers? Senão, vejamos.

...e eu nem entrei no mérito do BigPhone

Quem abraça o vencedor, é mais honesto, pois está em busca de felicidade, compartilhando um bom momento em uma situação que, no todo, é bem difícil. Confinamento, longe da família, sempre trancado em casa participando de uma disputa por dinheiro. Ops, você pensou em home-office? Que nada, eu falava da disputa por R$ 1,5 milhão.

Já quem abraça o perdedor, é calculista. Joga para a tela escondida, quer quebrar a quarta parede em um jogo em que foi criado para fingir que ela não existe. A solidariedade é apenas uma moeda de reputação que se tenta ganhar. Não com os da casa, mas com o público que, teoria própria de BBB não se tenta entender.

Não é assim em nossa vidad e projetos e contratos? Quem abraçamos quando a eliminação chega? Aquele que permance com a gente e conosco seguirá, ou o cliente/meme/teoria/técnica que se despede do cenário midiático?

Pensem e comentem!


Publicado em 02/02/2012 às 7:21 na categoria Inspiração. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Temática adulta: publicar ou não no seu portfólio?

Post do Leitor

Publique você também

Tempos atrás li uma postagem do Mauro Amaral no Google+ perguntando aos leitores sobre aceitar ou não um job “adulto”. Na ocasião, o artigo gerou um buzz muito interessante e me fez pensar bastante no assunto. E se fosse comigo? Pois é. Aconteceu.

Topei desenvolver um site de teor adulto e o resultado foi um dos meus melhores trabalhos desenvolvidos até hoje. Projeto desenvolvido em wordpress, visual bacana, código limpo, funcionalidades que eu sempre me desafiei a fazer, mas ninguém nunca quis pagar. Gostei muito do resultado. Mas com a felicidade de ver um projeto bem feito, veio também uma frustração: será que vou poder mostrar ao público?

Antigamente, o mundo era mais farto.

Ainda penso na possibilidade de poder publicá-lo em meu portfólio ou em meu álbum de trabalhos no Facebook, aplicando os devidos filtros de desfoque, é claro. Mas será que um cliente interpretaria bem o nível técnico do trabalho? Ou levaria por outro caminho? Talvez mostrar como referência a clientes selecionados em reunião presencial? Uhmm… sei não.

E no fim das contas…

No fim das contas, equilibrando a balança, valeu a pena trabalhar no projeto. Aprendi muito sobre wordpress, aliás, contribuiu muito nos meus estudos sobre essa ferramenta, o cliente já me chamou para outros projetos – que poderão ser publicados no meu portfólio – e claro, fui bem remunerado pela empreitada =D.

E vocês, o que acham? Publicar o projeto com os devidos cuidados ou só a experiência adquirida e a fidelização do cliente já valem a pena?

Por: Diego Fernandes


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Publicado em 24/01/2012 às 10:57 na categoria Inspiração. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

[Vídeo] Holstee Manifesto. Por uma vida mais simples?

Mauro Amaral

Editor Chefe

Todo mundo, esteja empreendendo ou não, já teve vontade de largar tudo. Acontece, pois as cobranças são imensas. Quando sentir essa vontade, lembre-se desse vídeo abaixo. Não porque ele vai dar forças para você continuar a fazer o que não quer. Mas porque ele ajuda a direcionar você para as suas paixões.

É claro que muito do falado ali funciona para um determinado tipo de pessoa, com uma determinada estrutura (normalmente bem simples) e com determinadas ambições pessoais.

Mas, mesmo assim, o vídeo que tenta tirar uma onda de manifesto, vale a pensa ser visto:

Sobre a turma da Holstee

Em meio à crise americana em 2009, os amigos Fabian e Dave sentaram nas escada da Union Square e escreveram o que tinham em suas mentes e, sobretudo, como queriam que fossem as suas vidas. O conceito central era o de criar um estilo de vida (e uma empresa) que respirasse as suas paixões. Essas palavras deram origem ao Holstee Manifesto.

Hoje a empresa produz produtos simples que, além de serem constituídos de material 100% reciclado, estimulam a diminuição de consumo e uma simplificação das necessidades individuais. Confira aqui a lojinha.


Publicado em 01/12/2011 às 2:36 na categoria Inspiração, Videoteca. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

[Opinião do leitor] Freelancers em alta.

Post do Leitor

Publique você também

Não venho aqui crucificar a CLT ou coisa do tipo. Acredito que existe espaço para os funcionários de carteira assinada em qualquer segmento de nossa economia, e o governo está devagar, cumprindo sua parte. Do outro lado, existe uma modalidade de contratação que ainda é malvista em nosso país, mas que está crescendo exponencialmente nos quatro cantos do globo. Falo dos profissionais freelancers que prestam serviços não somente para uma empresa, mas para várias e, muitas vezes, ao mesmo tempo.

Antes de continuar, cabe um esclarecimento. Freelancer é diferente de consultor. O freelancer é um profissional que executa uma tarefa predeterminada por um contratante, enquanto um consultor é pago para prestar conselhos sobre as tarefas necessárias para determinado projeto ou atividade. Posto isso, vamos ao que interessa: o novo modelo (que nem é tão novo assim).

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Publicado em 30/11/2011 às 3:00 na categoria Inspiração. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Ainda sobre Londres e trabalho em casa, relato in loco

Mauro Amaral

Editor Chefe

O post sobre a implantação do projeto “Anywhere Working” me levou a procurar informações primárias sobre a questão. Na hora lembrei da amiga Barbara Axt, moradora da cidade há alguns anos e jornalista de primeira. Acompanhem o relato da Baxt sobre as tendências londrinas de trabalho remoto:

Por aqui trabalhar de casa é uma coisa perfeitamente normal. Claro que em algumas áreas isso é mais frequente do que outras (tenho um amigo programador que só tinha que ir no escritório uma vez por semana para uma reunião – ou menos). No meu último emprego, meu editor trabalhava de casa às tercas e quintas – ele morava em outra cidade, e o transporte para Londres é um pouco demorado e muito caro, por isso o arranjo.

Também é comum que as pessoas morem em “commuting cities,” cidades que ficam a mais ou menos uma hora de trem do centro de Londres – as pessoas vão para esses lugares para comprar casas maiores, mais confortáveis para famílias.

Na minha empresa também tinha um “contingency plan”, que é justamente esse plano de contingência que você mencionou. Eles criaram um esquema para que as pessoas tivessem acesso à rede da empresa de casa (claro que era preciso fazer registro, era um pouquinho complicado) e uma série de outras providências para que a empresa não perdesse muito dinheiro caso as pessoas não pudessem ir para o escritório.

Por exemplo, durantes alguns dias houve protestos na City (o centro financeiro) e a empresa falou que quem pudesse, era preferível trabalhar de casa. Uma outra vez faltou luz no prédio, e ainda existem casos em que neva e os transportes param de funcionar, ou de greve de trens (o que torna impossível para esse povo das commuting cities chegar no escritório). Ou seja, permitir que os funcionários trabalhem de casa é uma econimia gigantesca para empresa, que mantem as coisas funcionando normalmente mesmo quando acontece alguma coisa.

Além disso, as pessoas não têm empregados e babás, então quando uma criança está doente, ou quando a pessoa tem que esperar o encanador, é preciso ficar em casa. Mais uma vez, é melhor que esse funcionário possa trabalhar de casa do que perder o dia.

Enfim, é mais ou menos isso. Eu acho isso ótimo, e ano que vem com as Olimpíadas o transporte por Londres vai ficar ainda mais complicado que já é, então essa iniciativa de estimular o trabalho remoto é bem inteligente.

Interessante, não? Quem tiver seus relatos, pode comentar aí embaixo também.

One And Other 4th Plinth Trafalgar Square
Creative Commons License photo credit: AndyRobertsPhotos


Publicado em 25/11/2011 às 10:33 na categoria Inspiração. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Infográfico: o que deixa você mais estressado em seu ambiente de trabalho?

Mauro Amaral

Editor Chefe

Antes de você começar a ler este post e dizer: “Há, como sou leitor do Carreirasolo.org e trabalho em home-office estou livre desses males”, três avisos.

O primeiro é que trabalhando em casa e com o crescente aumento de horas alocadas, você está sim submetido a muitas das torturas psicológicas que o Infográfico a seguir relata.

O segundo é que muitos de nossos leitores fazem dupla jornada, o que só aumenta sua carga. E três: também temos, entre nossa comunidade, donos de agências e clientes. Portanto, meu filho, estamos todos no mesmo barco.

Pontos principais: Como causas temos desde prazos apertados até o bullyng em ambiente de trabalho! Você percebe um alto nível de stress em função de sono excessivo, irritabilidade, dificuldade de raciocínio etc. E, tem cura, que vai desde conversar com a fonte de stress (chefe, colegas…) até mudar de carreira.

(clique na imagem para ampliar)

O infográfico a seguir foi produzido pelo time da VisualLoop Labs e trazido até vocês graças ao PSFK, fonte de excelentes ideias.

Opiniões?


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Publicado em 09/11/2011 às 4:08 na categoria Inspiração. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Vídeo: como gerenciar sua qualidade de vida

Mauro Amaral

Editor Chefe

O comentarista de saúde da CBN e da TV Globo, Luis Fernando Correia, faz um rápido resumo de sua palestra em evento recente, cujo título mostra-se, pelo menos para mim, um double-fail: “Como ficar rico aos 30 e não morrer aos 40!”.

Na ocasião, Luis confrontou executivos (Diplomatas, engenheeeiros) com questões interessantes. Se são responsáveis por gerenciar milhões de dólares em suas empresas, de identificar riscos á marca que representam, por que não fazer uma analogia com sua própria saúde?

Vale o paralelo para você, empreendedor, batalhador e freelancer em tempo integral: conheça seus limites para viver bem e muito!

Via: Luiz Tegedor


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Publicado em 08/11/2011 às 5:48 na categoria Inspiração, Videoteca. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Os 9 melhores estilos de música para ouvir enquanto trabalha

Mauro Amaral

Editor Chefe

Antes demais nada, um aviso: este post funcionará melhor para quem realmente gosta de música. Entenda bem a frase: não disse “para quem gosta da música que mandam gostar”. Pode parecer “nonsense” uma lista de estilos musicais que desautoriza indicações musicais, mas eu tenho aqui a minha explicação pessoal.

Gostar de música é, sobretudo, gostar de pesquisar sobre o assunto. Pouco importa para você as 30 mais populares da BillBoard se você pode ouvir PRIMEIRO, ou – vai lá – , antes de muita gente, a próxima banda indie que fará sucesso no ano que vem, entende?

Predileções a parte, vale lembrar também que a lista foi criada para quem trabalha com a ajuda de algum raciocínio lógico ou, como eu, tem que produzir conteúdo e gerenciar quem o produz. Isso equivale a dizer que 99% do que você terá abaixo é instrumental.

earphones
Creative Commons License photo credit: jekert gwapo

E não me venha com argumentações: escrever com outra voz no seu ouvido não funciona. Descontando, claro,  aquelas que você já ouve naturalmente e que me prometeu tratar com os devidos cuidados psiquiátricos.

Por isso, minha dica é considerar que a música precisa a) estimular seu raciocínio; b) acompanhar o tipo de tarefa que você desempenha e c) não incomodar, não ser o foco.

9. New Age: ocupa aqui a nona posição porque é difícil encontrar algo que seja melhor do que o Secret Garden. A questão é que não dá para dar um search e confiar que tudo da dupla será interessante. Mas tem muita coisa boa. É bom para começar o dia, ler os e-mails ou desanuviar a cabeça de uma ligação “quente” junto aos clientes.

8. Irish Music: se você jogou meia hora de RPG na vida, ou assistiu os 15 minutos iniciais da primeira parte da trilogia do Senhor dos Anéis, entenda este estilo de música como a trilha sonora do condado, ok? Com um pouco de paciência, você consegue ótimos temas instrumentais para acompanhar as primeiras tarefas do dia, ou aquelas em que você precisa estar alegre, ou até mesmo um pouco sentimental. Quem segue um pouco a linha são as Maedival Babes, que, vamos combinar, batem um bolão.

7. Africanos: na dúvida, fique com a turma de Cabo Verde. Se bem que a turma do Staff Benda Bilili apareceu como um tufão há uns meses atrás. Nesse caso, vale lembrar a regra do instremental cai por terra, pois os caras cantam animadões.

6. Orientais: Você consegue ótimas referências em trilhas de animês e cinema japonês. É bom para se achar em outro mundo, nessa língua atonal e ininteligível!

5. Chopin: aqui já começo a ficar um pouco reflexivo. É bom para escrever e sentir-se meio que fluindo com toda a informação que você

4. Beethoven: vitalidade. É essa a palavra para exprimir a sensação que concertos, sinfonias, sontas e demais peças do compositor provocam em quem as ouve. Não tenha medo: fique no clichê das nove sinfonias organizadas como na partitura, ou seja, na ordem dos movimentos originais. É “storytelling” na veia. Qualquer um com um um mínimo de capacidade de apreciação musical entende as frases, as “conversas”, os temas “masculinos” e “femininos” se contrapondo. Fundamental.

3. Debussy: confesso que não dava muito trela para o compositor francês mas, depois de ouvir com atenção percebi uma estreita semelhança com outro estilo, que está logo abaixo em segunda posição. Moderno, pero no mucho; sentimental, mas diet. Vale para revisitar grandes clássicos que você jura que já tinha ouvido em algum lugar

2. OSTs: de John Williams a Michael Giacchino, ouvir as trilhas de filmes e series que você curte é uma ótima maneira de emular sentimentos quando você precisa deles para trabalhar. Afinal, música de suporte ao audiovisual já tem essa função desde a encomenda: é suporte dramático. Antes que perguntem, a melhor para mim é a do Gladiador, do mestre Hanz Zimmer.

1. Bach: o que dizer? É a espiral do DNA se fosse música. Tem uma proximidade de matemática que só olhando na partitura para entender. Imagine compor seis melodias que se complementem. Não é só isso: que se complementem ao mesmo tempo. Não é só isso: que se auto-referenciem. E mais: em todos os tons cromáticos da escala pentatônica. E olha que só falamos das invenções. Primeirão, sem dúvida.

É isso. Claro que todo mundo vai comentar dizendo que eu esqueci do Raul Seixas (toca Raul!) ou do Bob Marley (tenho tudo…). Mas, para trabalhar esse é meu Top9. Complete com o seu logo abaixo, no Facebook ou onde mais você estiver.

 

 


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Publicado em 07/11/2011 às 6:58 na categoria Dicas, Inspiração. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Design Thinking, o filme. Em cópias dubladas, legendadas, em 3D, por correspondência e à prestação.

Mauro Amaral

Editor Chefe

Todos aqueles envolvidos com processos criativos dos mais variados, já passaram pelo momento em que o fazer e o pensar entraram em loop. Para fazer você precisa pensar, para pensar melhor, você precisa fazer, colocar a mão na massa. Aliás, esta premissa, tão óbvia e simples e, até por isso, tão difícil de ocorrer em nossas mentes multi-ativas, foi a base de experimentos interessantes como o Getting Real, da turma do 37 Signals.

Outra corrente que vez por outra aparece é a turma do Design Thinking, técnica que propõe inovar a maneira como resolvemos problemas (não só sobre Design, esteja bem dito). O termo está na moda, já foi tema de palestra recente em São Paulo e, agora, tem até um filme, cujo trailer está logo abaixo. Olha só que legal, o documentário Design & Thinking – de autoria de quatro estudantes de São Francisco – só foi possível graças ao crowdfunding. Confira o histórico no site!


Publicado em 20/10/2011 às 12:23 na categoria Inspiração, Videoteca. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

PapoSolo com Fabrício Mattos, criador do NitisOffice, espaço de Coworking carioca

Mauro Amaral

Editor Chefe

A NitisOffice é o mais novo espaço de Coworking no Rio de Janeiro. Em funcionamento há apenas dois meses, já colocou suas manguinhas de fora oferecendo cursos e workshops de capacitação para seus “condôminos”. Quem falou com a gente sobre o espaço foi um de seus criadores, o Fabrício Mattos. No PapoSolo (não deixe de conferir outras entrevistas!) ele apresentou o conceito com o qual trabalham e alguma perspectiva para o futuro.

O Coworking já foi apontado como tendência e tem sido alardeado como não só solução logística como conceitual, ou seja, várias pessoas trabalhando juntas e usufruindo positivamente da troca de ideias. Isso acontece na NitisOffice?

Com certeza, a troca de experiências e ideias pode ser considerado a essência do coworking e aqui na NITIS OFFICE não fugimos a regra.

Explique pra gente como funciona a geração de conteúdo proprietário de vocês, cursos etc.

Estamos na fase inicial de operação, pois estamos abertos a menos de 2 meses, mas tentamos manter o espaço com várias atividades, A ideia é fazer com que nosso espaço sempre tenha um curso, palestra, workshop ou qualquer outro evento que agregue conhecimento para nossos coworkers assim como permita a iteração entre pessoas de diferentes áreas.

A que tipo de profissional a NitisOffice se destina? Você já tem muitos perfis variados?

Qualquer um que se encaixe no nosso espaço. A grande maioria são profissionais ligados a área de tecnologia, como desenvolvedores e freelancers,mas temos também pequenas empresas, publicitários, Assessores de imprensa.

E para o futuro, como estão traçados os planos?

Como estamos começando, nossa meta para os próximos meses é trazer novos clientes através de divulgação em sites de grande acesso como o seu, e também através dos nossos parceiros. Esperamos crescer progressivamente, tentando inovar com novos serviços e promoções e mantendo a qualidade no atendimento aos nossos clientes.

Serviço

O NitisOffice fica bem no centro do Rio de Janeiro, em frente ao metrô da Cinelândia, com vista privilegiada para o Pão de Açúcar e Baia da Guanabara. Confira os planos de contratação, ou dê uma passada lá

Endereço:
Praça Mahatma Gandhi n 2
Sala 822 – Cinelândia
Rio de Janeiro – RJ
(21) 3553-8369
(21) 3553-8360
contato@nitisoffice.com.br

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Publicado em 18/10/2011 às 4:28 na categoria Destaques Novas, Inspiração, Paposolo. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.