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Dez coisas que deixam de fazer sentido quando você trabalha em seu home-office

Mauro Amaral

Editor Chefe

A Shot of the Las Vegas Strip at Night
Creative Commons License photo credit: joanna8555

O salto de fé que você deu ao montar seu home-office é mais do que uma decisão profissional. Se o fez bem planejado (como um salto de fé pode ser planejado? Consulte nosso Guia), com as reservas financeiras certas e uma carteira de clientes inicial, você está trabalhando, recebendo e sendo mais feliz.

Só que, além disso, efeitos colaterais surgem logo após, em média, três meses de sua atividade. São situações engraçadas que deixam você invariavelmente com aquela sensação de “como eu conseguia viver assim antes?”. Duvida? Então, confira comigo as 10 coisas que deixam de fazer sentido quando você trabalha em seu home-office.

1.Trânsito

Esse você vai perceber logo de cara, assim que sair de sua toca de Hobbit para a primeira reunião do outro lado da cidade. Como assim engarrafamento? Como assim calor? Quem consegue viver num ambiente tão estressado, uns acelerando por cima dos outros? O trânsito é o grande vilão das cidades hoje em dia com seus congestionamentos quilométicos. Uma vez no home-office você estará livre dele. Pelo menos na maior parte do tempo.

2. Horários fixos

Tem gente que gosta de trabalhar a partir das 7h da manhã, outros só depois das 15h. Uma vez estabelecida sua jornada diária você vai olhar ao redor e ficar se perguntando por que exatamente as pessoas precisam trabalhar de 9h as 18h. Um toque importante é que trabalhar de home-office costuma levar muitas vezes o cidadão a um estado de preguiça constante. Evite isso. Não ter horário fixo não quer dizer não ter horário.

3. Salário, 13º e férias

No terceiro episódio do FalaFreela, o podcast do Carreirasolo.org, falamos sobre planejamento financeiro e em como uma vez trabalhando por conta própria sua unidade de tempo monetária deve ser anual. Levante suas despesas fixas e projete-as dentro de um período de um ano. E é esse dinheiro que você precisa ganhar. Sendo saudável financeiramente, os conceitos acima deixarão de fazer sentido. Tem seu lado bom, você pode pechinchar mais, comprar fora das épocas de pico conseguindo melhores preços etc.

4. Chefe

Ou melhor, um chefe que não seja você. Arrisco a dizer que, aqueles que tem perfil de freelancer raramente conseguem encarar uma relação tradicionalmente hierárquica. A coisa funciona melhor por meritocracia, admiração mútua, parceiragem profissional e coisas do gênero. Uma vez no seu home-office aturar burocratas gritando no ouvido não faz sentido algum. Afinal, você pode demitir um cliente.

5. Fofoca de escritório

Sabe aquela hora do cafezinho, a rádio corredor? Já era. E isso é bom, acredite. Você ficará longe de pequenas intrigas que só levam seu tempo embora.

6. Perder vida escolar dos filhos

Sempre dá para uma pequena pausa para levar as crianças na natação. Faltar reuniões de pais e coisas do gênero não tem sentido mais. Reeduque-se para estar mais presente e ganhe uma vida em família com mais qualidade.

7. Cinema mais caro no final de semana

Sabe o Avatar em 3D que você está louco para ver (pela quarta vez)? Faça isso numa segunda-feira. Freelancer raramente paga aquela grana alta nos finais de semana. Com a grana de um filme você consegue, às vezes, ver três.

8. Descuido com a sua saúde

Uma vez alocado em seu próprio espaço, você estará livre do trânsito como já falamos, do stress de um ambiente estranho, de alimentação “de rua” etc. Mas, tome cuidado também por longas jornadas de trabalho e posturas inadequadas. O ideal (na verdade quase obrigatório) é fazer exercícios físicos regularmente. Não, Playstation não é exercício físico.

9. Procrastinação

você simplesmente não pode enrolar, perder tempo, deixar para amanhã. Cada segundo é dinheiro que você ganha ou, caso seja um procrastinador, perde. Lista de tarefas, trabalhar em várias contas ao mesmo tempo e organização pessoal salvarão você desta vida!

10. Estagnação profissional

Montar seu home-office é o início de muita coisa e nunca um pretexto para achar que “chegou lá”. Uma vez em seu próprio espaço estude o tempo inteiro, produza pensando no dia de amanhã e faça reavaliações profissionais periódicas. Parado ninguém pode ficar.

Conclusão

A vida raramente tem sentido e somos regidos pelo Caos. A ilusão de uma ordem universal é a Matrix que só às máquinas interessa. Mas, vez por outra, com uma mudança pessoal, os sentidos em meio a esse caos se reagrupam. Esses foram os 10 pontos que eu achei mais sensíveis na minha experiência. E para vocês? Comentem!


Publicado em 20/01/2010 às 10:04 na categoria Destaques, Inspiração. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Marina Damin, leitora contratada.

Mauro Amaral

Editor Chefe

Coisa bonita de se ver: Marina viu o anúnio, enviou seu CV e já começou a trabalhar. É isso aí gente. Carreirasolo também coloca você lá, dentro do cliente!

marina_depConheço o Carreirasolo.org há algum tempo e recebo as atualizações via feed. E foi assim que descobri a vaga para trabalhar com a equipe do Octopop. Por morar em Porto Alegre, não acreditei muito nas chances, mas resolvi apostar. E deu certo! Viajei ao Rio, conheci a equipe e estou cada vez mais empolgada com o projeto. No momento, realizo trabalho remoto, mas a perspectiva é de que, em breve, eu me junte à equipe do Rio. Já tinha tentado vagas no Carreirasolo.org em outras oportunidades, para trabalho freelancer, mas ainda não tinha acontecido. Eu considero o site, um excelente ponto de encontro de profissionais qualificados, que estão em busca de novos desafios e oportunidades.


Publicado em 20/11/2009 às 9:59 na categoria Destaques, Inspiração. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Nano, micro ou pequeno. Seja bem-vindo a sua empresa!

Mauro Amaral

Editor Chefe

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Um belo dia você acorda e resolve dar um salto de fé profissional: vira empresa. Mas como descobrir o momento certo, como fazer acontecer e o que falar – ou porque falar – , para seus antigos clientes? Essas e outras questões serão respondidas no episódio 35 da meia hora mais valiosa do seu dia.

Mauro Amaral, Humberto Oliveira e Carolina Vigna-Maru oferecem-se em sacrifício a causa, abrindo o planejamento de suas próprias empresas. Imperdível.

Assim como os links de referência:


Publicado em 19/10/2009 às 7:11 na categoria Destaques, Podcasts. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Jornalista: você é um especialista em generalidades?

Luciana Ribeiro

Jornalista

Que tal redigir um artigo sobre um novo modelo de saco de dormir de manhã; entrevistar um personal trainner a tarde e, para fechar bem, a noite produzir um passo a passo sobre a mais moderna máquina de costura? Interessou? Ou seu lance com o jornalismo é a área cultural?

Uma das coisas que mais me irritava na faculdade era aquela galera que confundia jornalismo com novela. Tudo bem, a Fátima Bernardes sempre aparece bela e faceira na tela, mas ao contrário do que muitos estudantes pensam, ela não é enfeite e investiu – junto com o maridão e a equipe – um dia inteiro de trabalho para poucos minutos de notícias.

Participar de uma coletiva com o Kaká, entrevistar o José Mayer ou o Caetano Veloso, não fará de um deles seu companheiro de pelada no domingo. Trabalhar numa editoria de cultura é bem mais do que ganhar ingressos, colecionar autógrafos e xavecar ex-BBBs.

Além disso, as vagas em qualquer setor são bem escassas então é melhor estar preparado para fazer, e fazer bem, um pouco de tudo. Com a queda da exigência do diploma para exercer a profissão a concorrência aumentou muito. E os publicitários estão aí para comprovar que a fórmula para conquistar e manter seu lugar no mercado de trabalho é mostrar a que veio.

Você é o que você rende

Você pode colecionar diplomas e certificados ou ser afilhado do dono. Pouco importa. Numa sociedade de resultados o que vale é o que você produz e quanto isso rende para você, seus patrões ou clientes.

Se você atende a necessidade do seu público, provavelmente, será valorizado por isso. Caso isso não ocorra, prepare o portfólio e busque o reconhecimento em outro lugar. Pode ser outra empresa ou um freela. Só não se esqueça do velho ditado: “mas vale um na mão do que dois voando”. Antes de qualquer mudança é necessário avaliar as implicações e saber como “se garantir” caso o plano inicial não dê certo.

Se você não tem preferência por área de atuação ou reconhece que nem sempre o job é sobre o tema que você domina é hora de se especializar no geral. O raciocínio é simples: você entrou ou pretende entrar nesse universo de freela. Isso exige aptidão para fazer várias coisas ao mesmo tempo ou você acha que o síndico vai esperar você terminar o projeto para tocar a campainha? Então, se você já sabe fazer coisas diferentes simultaneamente não há dificuldades em redigir sobre um pouco de tudo.

Confesso, talvez existam algumas dificuldades ‘mínimas’. Mas não é preciso ficar nervoso, também existe o CarreiraSolo.

Por onde começar?

Trabalhando com tantos temas diferentes todos os dias é normal que de vez em quando falte inspiração para começar. Sempre há um assunto no qual você é bom e tem mais facilidade para escrever. Isso pode acontecer porque você trabalhou um longo período num jornal do sindicato dos juristas e acabou absorvendo até o que não queria; ou, simplesmente, porque você é fascinado por esportes e sabe recitar de olhos fechados os times de futebol americano em atuação no Brasil. Não importa a causa, o que vale é que 1/3 do trabalho será executado facilmente. Quanto aos temas que você desconhece… Informe-se! Aprenda!

As (falsas) promessas de São Google

São Google esta aí para responder as perguntas mais esdrúxulas, seria muita injustiça do olimpo não disponibilizar um site confiável sobre o que você precisa escrever. Use o bom senso: desatualização; erros de português; textos mal redigidos; poucos acessos, links ou comentários, são pistas de que a página pode não ser tão séria quanto deveria. E, mesmo quando estiver convencido de que a fonte é segura, verifique em outros canais, apenas por garantia.

Muitas vezes, ainda na primeira página que apresenta os resultados da busca é possível visualizar a mesma frase iniciando o texto em diferentes origens. Ninguém se preocupa em disfarçar a apropriação indébita. A utilização do Ctrl C/ Ctrl V ocorre em larga escala, demonstrando a penúria de idéias. Não caia nessa armadilha.

Leia, entenda, estude e só então escreva sobre o tema. Seja competente. Não utilize sinônimos apenas para diferenciar seu texto do original. Mostre que você é um redator, não um repetidor.

Onde me inspiro?

 O papo é manjado, mas continua valendo. Jornais, revistas, livros técnicos, literatura, filmes, músicas, bate-papo com os amigos (ao vivo)… São essas informações que irão abastecer sua mente para que você possa transitar com autonomia entre jobs sobre hds externo, potes de plástico e carrinhos de bebê. Não menospreze a informação que te diverte.

Com essas referências será mais fácil por em dúvida o que você encontra nas suas pesquisas para o trabalho; novas palavras serão incluídas no seu vocabulário e sua vivacidade será transmitida nas entrelinhas.

Lembre-se de que o mundo é ainda maior e mais variado do que a internet. Amplie sua compreensão. Converse informalmente com quem entende do assunto que para você é tão complexo, assim, será bem mais fácil entender e tirar dúvidas.

Quando for solicitada uma entrevista, dê preferência a quem dispõe de assessoria de imprensa. O assessor de imprensa sério conhece a importância de cumprir prazos e isso já alivia 50% da sua dor de cabeça, porque, provavelmente, não haverá desculpas ou enrolação.

Além disso, o entrevistado que conta com uma assessoria será orientado previamente sobre o foco da publicação, os objetivos da entrevista, enfim, o papo não sairá dos trilhos e isso poupa muito tempo na hora da redação.

Ajuste o foco

Seu cliente tem um perfil e parte da aprovação do trabalho produzido esta vinculada a compreensão deste estilo. Diretores austeros podem ficar incomodados com textos engraçadinhos; empresas que ambicionam uma aproximação com o grande público terão ressalvas com artigos muito técnicos… É preciso entender a proposta inerente a cada job para incorporar a atitude do projeto e conquistar a aprovação.

Não há garantias

Você pesquisou até em sites de entidades internacionais, conversou com dois ou três feras no assunto, checou as informações na enciclopédia da sua mãe, trabalhou o texto com rigor para adequá-lo ao gosto do cliente e, ainda sim, o job voltou com várias solicitações de mudança… Seja bem vindo ao mundo real.

Isso acontece mesmo e com mais freqüência do que qualquer freela gostaria porque cada trabalho que volta representa menos tempo para uma nova tarefa. Então, o caso é arregaçar as mangas e encarar as opções:

  • Você pode seguir tudo a risca, corromper a idéia inicial do texto e se livrar do problema.
  • Você pode recusar todas as mudanças, bater o pé pelo seu ‘direito de autor’ e deixar que o cliente contrate outro na próxima vez.
  • Você pode modificar o que for plausível e argumentar claramente em defesa das suas idéias.

A não ser que o seu cliente/chefe seja o Briatore sugiro a terceira opção. O diálogo irá ajudá-lo não só na aprovação do texto como também na compreensão da filosofia do cliente e na ampliação do seu conhecimento. Mas não seja insistente ou desagradável, saiba ponderar o momento certo para conversar.

E se a minha mente travar?

Para evitar que tanta informação cause um bloqueio ou prejudique seu desempenho é bom ter uma forma de extravasar o que absorveu profissionalmente. Algumas pessoas acreditam que sem esvaziar a mente após um projeto não há comum novas idéias surgirem.

Pelo sim, pelo não muita gente pedala, dança, dorme ou acampa para exorcizar. Após dias e dias redigindo sobre qualquer coisa eu prefiro aliviar a mente… escrevendo. Postando meus pensamentos inúteis num blog ganho espaço na mente para os projetos que ainda estão por vir.


Publicado em 28/09/2009 às 7:11 na categoria Destaques, Inspiração. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Sobrinhos e sua incrível mania de desfazer mercados, no FalaFreela#34

Mauro Amaral

Editor Chefe

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No episódio 34 da meia hora mais valiosa do seu dia, o podcast do Carreirasolo.org, os sobrinhos são analisados, entendidos e mostrados em sua essência mais básica: os profissionais que, por pressa ou pressão, não investem em sua formação. Como resultado temos mais do que projetos inconclusos ou soluções de prateleira, o próprio mercado fica prejudicado com clientes culpando toda uma categoria pela incapacidade de uns poucos.

Mauro Amaral, Humberto Oliveira e Carolina Vigna-Maru deixam claro que não se trata de fechar a porta para quem está começando, tem sobrinho com 20 anos de estrada. Mesmo que seja só para engolir poeira.

Antes de mais nada, e no mais profundo de sua metáfora criadora, esse episódio é sobre a importância de se estar sempre estudando e se renovando. Ao contrário do que possa parecer o estado de “sobrinhês” é o oposto da pouca idade. É um manter-se sempre nascendo de novo, mas com a humildade das crianças verdadeiras.

Referências:

OST: Durante o episódio você ouviu faixas selecionadas de três álbuns. Abrimos com Faraway Land (Alison Krauss Alive), seguimos com leitura de e-mails e bloco 1 com Soir de Fete e Pas Si Simple (OST de Amelie, Yann Tiersen), bloco 2 com Get Rhythm (Ry Cooder), bloco 3 com Tribute to Peador O’Donnell (Alison Krauss Alive) e fechando com a música de abertura novamente. Espero que tenham gostado!


Publicado em 07/09/2009 às 10:10 na categoria Destaques, Podcasts. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

WANTED. Comparamos HQ e Filme num festival de referências.

Ruronikz

Diretor de Arte

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Escrita por Mark Millar, publicada em 2003 e 2004, virou filme em 2008 com participações de Angelina Jolie, Morgan Freeman e James McAvoy. Mark Millar é autor de quadrinhos como The Authority, The Ultimates 1 e 2 (no Brasil conhecido como Os Supremos 1 e 2), Civil War (Guerra Civil) entre outros títulos.

A graphic novel, WANTED se passa num mundo fictício, onde, diferentemente do filme, os super-vilões se uniram em uma ultra aliança do mal e finalmente conseguiram derrotar todos os super heróis do mundo, fazendo com que o mundo como o conhecemos seja regido por uma sociedade secreta, uma “maçonaria” do mal.

WANTED choca pelo uso da violência explícita e muitas vezes sem sentido para provar o argumento da história, onde os super-vilões, fazem o que bem entendem sem maiores consequências, pois seus integrantes andam impunes de consequências para seus atos. No filme, essa “maçonaria” sofreu uma adaptação e se tornou a sociedade de assassinos a que o pai de Wesley e Jolie participam.

Os símbolos dos heróis e ícones são tão fortes e marcantes, que apenas fazendo referência é fácil identificar e reconhecer a quem ou ao que fazem referência. A obra está cheia de easter-eggs, onde o autor insere caricaturas de heróis conhecidos tanto ao Universo DC como ao Universo MARVEL e a outros heróis com “menos fama”.

Como os vilões triunfaram na batalha contra os mocinhos, todos os rastros da existência dos super heróis foram apagados da memória da população. Nessa graphic-novel, Millar presta inúmeras “homenagens” a personagens bastante conhecidos do mundo dos quadrinhos.

Se você prestar bastante atenção aos personagens, perceberá várias referências a personagens conhecidas: o souvenir que o Professor guarda, uma capa vermelha que fora do primeiro super-herói do mundo (Superman), quando o vilão Mister Rictus está prestes a matar dois homens e antes de fazê-lo, comenta que eles foram o melhor detetive do mundo e seu companheiro, ao que um dos homem alega apenas interpretar o papel de herói de um show para TV (Batman com Adam West), entre outras referências como a própria semelhança de alguns vilões com outros personagens conhecidos…

Dos quadrinhos para o cinema

Abaixo, nos Quadros Comparativos será possível observar algumas das semelhanças, por muitas vezes até gritantes com outros personagens ou semelhanças com atores reais.

Comparativo - Capas.jpeg

A diferença básica da graphic novel para o filme é o tom da narrativa. A mensagem foi amenizada no filme, onde a provocação com o leitor foi substituída por fantásticas e impossíveis cenas de ação. O enredo em si é bastante diferente, embora possua elementos similares. A crítica ao sedentarismo, a pessoas que preferem ficar navegando sem propósito na web, esperando tudo acontecer ao invés de “agarrarem” seu destino é feita tanto no filme quanto no gibi, mas de formas diferentes.

Comparativo - Fuckwit

Referência: Fuckwit = Bizarro

Comparativo - Shit-Head

Referência: Shit-Head = Clayman

Comparativo - The Fox

Comparativo - Wesley

O mais impressionante é que o aspecto que deixou o impacto do filme abaixo do impacto causado pela graphic novel é a própria presença dos super-heróis e super-vilões na história com a infinidade de referências. A adaptação para os cinemas não foi conduzida da mesma forma que a brilhante adaptação de WACTCHMEN, e por isso o filme não passa de mais um “filminho de ação”. Se você gostou do filme, leia a graphic novel e se surpreenda!

E no final…

Outra coisa que eu tenho que comentar é o final da série. Relaxem que não vou estragar o final para ninguém, mas quero falar que o final é um daqueles finais que te fazem pensar bastante e te provocam, e acima de tudo não é um final previsível, pelo menos para mim não foi. Millar conseguiu criar uma série inovadora com aspectos bem familiares que te provocam de uma forma que todas as ótimas séries de HQs/Comics devem fazer.

Fica aí a sugestão de leitura de uma série muito boa e relativamente curta. Leia antes de ver o filme para não se decepcionar no cinema e achar que Wanted se resume em balas que fazem curva e Angelina Jolie, pois acredite em mim quando digo que há muito mais nessa série do que você pensa….


Publicado em 29/08/2009 às 8:47 na categoria Cinema, Destaques, Novas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Pense grande e seja seu próprio cliente, é a dica do FalaFreela#33

Mauro Amaral

Editor Chefe

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O mundo das ideias e do empreendedorismo pessoal é um caldeirão de oportunidades. Mas, para não acabar fervido no próprio caldo o freelancer precisa enxergar além da empolgação e se programar para ser seu próprio cliente, dedicando parte do seu dia para seus planos de dominação mundial.

Graças ao milagre da edição não-linear Mauro Amaral participou do papo entre Carolina Vigna-Maru e Humberto Oliveira, colaborando com dicas, pensamentos e opiniões sobre tão interessante pauta.

No episódio 33 da meia hora mais valiosa do seu dia, o podcast do Carreirasolo.org, você vai ouvir também o segundo capítulo do Diário de um Freela, onde o diretor de arte Rodrigo Dantas faz um relato de sua entrada no mundo dos profissionais freelancers. Nesse capítulo: a importância da família!

Aproveitando isso de famíalia: o FalaFreela, além de página no Facebook, agora tem Twitter. Siga lá: @falafreela e converse em tempo real com a turma no dia da gravação, manda dúvidas, fotos, vídeos e o que mais quiser.

É isso, cliquem e curtam.

maedivalTrilha: Vocês foram teletransportados para a baixa idade média, junto às seis mocinhas do Mediaeval Baebes. O grupo inglém, criado em 1996, revive canções e poesia do século XII, XIII e XIV com um charme todo especial. Na abertura ouvimos My Lady Sleeps seguida de outras como Yonder Lea, Deserte Rose, entre outras. A maioria delas você encontra no novo álbum do grupo, chamado Ilumination!


Publicado em 26/08/2009 às 9:01 na categoria Destaques, Podcasts. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

No FalaFreela#32 papo sobre referências, sua importância e perigos.

Mauro Amaral

Editor Chefe

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No episódio 32 da meia hora mais valiosa do seu dia, o podcast do Carreirasolo.org, vamos entender o que são referências, como procurá-las, classificá-las e determinar sua real importância para a vida do empreendedor da própria carreira.

Mauro Amaral, Humberto Oliveira & Carolina Vigna-Maru reuniram-se para explicar essas e outras coisas mais, recheando o papo com várias participações de seus ouvintes, questionamentos e insights variados.

O episódio marca ainda o início do “Diário de um Freela”, pequena “suíte onírica” co-produzida por nosso ouvinte Rodrigo Dantas que após alguns anos como Diretor de Criação em uma agência do interior de São Paulo, debuta na vida de freela com tudo o que tem direito; inclusive registro em áudio de seus desafios e conquistas. Está imperdível, com direito a fotinha do “antes e depois” do episódio 11, aquele no qual falamos sobre home-office.

Bom, é até engraçado, mas, claro, não podiam faltar as…referências:

É isso. Um episódio “versão de diretor” com vários minutos a mais e trilhas incidentais para se ouvir com calma (Cortesia de Ry Cooder e Dany Elfman – do filme Wanted), substituindo reflexo por reflexão e parando para pensar e, logo depois, comentando logo abaixo, twittando sobre suas impressões e mandando e-mail de voz com sua opinião.


Publicado em 27/07/2009 às 7:05 na categoria Destaques, Podcasts. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Relaxa que vai começar o FalaFreela#31

Mauro Amaral

Editor Chefe

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Se o home-office é a fronteira inicial de todo aspirante a freelancer, vale lembrar que sentados ali 18 hordas por dia esses profissionais acabam abrindo uma porta para o fantasma do stress físico e psicológico. Pense bem: produzimos mais informação nos últlmos 10 anos do que toda a aventura humana até agora. Muito lixo, é verdade , e até por isso, sem querer nosso cérebro se vê boiando em rios de informação que…nos estressam.

Mas calma! Ter uma empresa de um homem só não é um atalho para a psicopatia. Até por isso, na meia hora mais valiosa do seu dia, Mauro Amaral, Humberto Oliveira & Carolina Vigna-Maru reuniram-se mais uma vez para desvendar o que está por trás da falta de paciência e daquela dorzinha no ombro que não larga você. E, claro, dar várias dicas para que isso não se repita.

Tá nervoso? Vá pescar. Mas leve seu mp3 player com o episódio 31 do podcast do Carreirasolo.org

Jimmy_Oscar_Smith_HammondSet-list: Aproveitando o clima tranqüilo, apresentamos a vocês o organista Jimmy Smith em dois álbuns dos anos 60. Na abertura tivemos sua versão para o clássico Summertime, seguido de Buns a Plenty na leitura de e-mails. Na sequencia: bloco 1 com There´s a Small Hotel e bloco 2 com All Day Long. Espero que tenham gostado.


Publicado em 13/07/2009 às 6:59 na categoria Destaques, Podcasts. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

FalaFreela#30 traz idéias para andar na linha sem usar programas piratas

Mauro Amaral

Editor Chefe

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A questão é controversa desde a primeira versão do Windows, mas é também muito presente. Por falta de conhecimento (como no já clássico trote/ligação para o help-desk da Microsoft onde mãe e filha exigem que a estrelinha azul que avisa que a cópia de seu XP é falta seja retirada), costume ou até mesmo má intenção mesmo, pouco ou nada fazemos para regularizar a situação de nossos softwares.

Em um bate-papo sem a intenção de julgar ninguém e muito menos c#$%agar regra nenhuma, Mauro Amaral, Humberto Oliveira & Carolina Vigna-Maru buscaram apresentar respostas básicas para três questões fundamentais: O que é um programa pirata? Porque pirateamos? Como trabalhar com o máximo de programas gratuitos legais?

Confira essas e outras dicas na meia hora mais valiosa do seu dia. E use o espaço de comentários para nos ajudar a responder essas questões, principalmente a última!

E para não dizer que não falamos de referências:

  • Listinha da Carol de Sofwares gratuitos: 7-zip, Artweaver, Audacity, AVG Free, Dicionário Aulete Digital, EasyCleaner, FileZilla, Firefox, Inkscape, Media Burner, Notepad ++, OpenOffice, Opera, PSPad editor, Sib icon editor, Skype, Thunderbird, WinAmp, Wink
  • Minha humilde resenha para o livro “A Cabeça de Steve Jobs”, lá no Carreirasolo.org
  • A Bibilografia “modafoca” que a Carol separou sobre o tema empreendedorismo:

    BANGS, D.H., Jr. The business planning guide, 8th ed. Upstart, Chicago, 1998.
    BENNIS, Warren. A invenção de uma vida. Rio de Janeiro: Campus, São Paulo: Publifolha, 1999.
    BERRY, T.: Hurdle: The book on business planning. Palo Alto Software, Oregon, 1998.
    BIRLEY, Sue e Muzyka, Daniel F. Dominando os Desafios do Empreendedor – Financial Times. São Paulo: Makron Books, 2001.
    BLOCK, Z.; MACMILLAN, I.C.: Corporate venturing. Creating new business within the firm. Harvard Business Scholl Press, Boston – MA, 1995.
    BRITTO, Francisco; WEVER, Luiz. Empreendedores brasileiros: vivendo e aprendendo com grandes nomes. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
    BROADHURST, T.: History of science park development and the existing pattern. In: Worral, B. (editor). Setting up a science park, UKSPA, 1988.
    BUSINESS INCUBATION WORKS: The results of the impact of incubator investment study. NBIA, National Business Incubation Association, 1997.
    CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo – Dando asas ao espírito empreendedor. Rio de Janeiro: Saraiva, 2004.
    DEGEN, R. J. O empreendedor, fundamentos da iniciativa empresarial. São Paulo: Mc Graw-Hill, 1989.
    DERTOUZOS, M.: Four pillars of innovation. MIT’s Magazine of Innovation Technology Review. Nov-Dez. 1999.
    DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo corporativo: como ser empreendedor, inovar e se diferenciar em organizações estabelecidas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.
    DRUCKER, Peter F. Administração em tempos de grandes mudanças. São Paulo: Pioneira, 1995.
    DRUCKER, Peter F. Inovação e Espírito Empreendedor. São Paulo: Pioneira, 1987.
    HISRICH, Robert D.; PETERS, Michael P. Empreendedorismo. 5. ed., Porto Alegre: Bookman, 2004.
    KOTTER, John. Liderando Mudança. Rio de Janeiro: Campus, São Paulo: Publifolha, 1999.
    LALKAKA, R.; BISHOP, J.: Business incubator in economic development. An initial assessment in industrializing countries. United Nations Programme. New York, 1996.
    LASHER, W.: The perfect business plan made simple. Ed.: Doubleday, New York, 1994.
    PINCHOT, Gifford; PELLMAN, Ron. Intra-empreendedorismo na prática: um guia de inovação nos negócios. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
    RICE, M.P.; MATTHEWS, J.B.: Growing new ventures, creating new jobs, Quorum Books, 1995.
    ROBBINS, Stephen Paul. Administração – mudanças e perspectives. São Paulo: Saraiva, 2000.
    SAHLMAN,W.A.; BHIDE,A.; STEVENSON, H.: Business fundamentals as taught at the Harvard Business School. Financial entrepreneurial ventures. Harvard Business Scholl Publishing, Boston – MA, 1998.
    SMILOR, R.W.; Gill Jr, M.D.: The new business incubator, Lexington Books, 1986.

thrillerSet-list: ouvimos de forma saudosa nesse episódio faixas de dois álbuns de Michael Jackson, que partiu definitivamente para Never Land no último dia 25/06/2009, aos 50 anos. Abrimos com Thriller, do álbum de mesmo nome. Nos E-mails tivemos Don’t Stop ’til You Get Enough (Of The Wall). Bloco 1: Human Nature (a minha favorita do álbum Thrillher). Bloco 2: Billie Jean (Thrillher). Bloco 3: abrindo com I Wanna be Staring Something e seguindo em BG com P.Y.T (Thriller). Para finalizar, uma demo caseira de Billie Jean.


Publicado em 29/06/2009 às 7:05 na categoria Destaques, Podcasts. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.