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Arquivo para o mês de June, 2009

Grey Gardens: 40 anos de decadência na espera por outra chance

Mauro Amaral

Editor Chefe

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greygardens

Por indicação do Arthut Xexeo, parei ontem para dar uma olhada no Grey Gardens (HBO Films, 2009), filme que reconta a vida nada convencional das Edith Beale (mãe e filha homônimas), ex-socialites fracassadas americanas, durante um quase infinito período de decadência de 40 anos, entre 1936 e 1975.

Até aí, você pode dizer “Ok, quem nunca ouviu falar de histórias de decadência, ainda mais na década de 30 onde os EUA afundaram de vez com a Grande Depressão?”. Mas Grey Gardens está aqui por outro motivo.

A história real

200px-GreygardensExpressão mágica do cinema moderno, as histórias baseadas em situações reais atraem nossa atenção a priori. Nesse caso, não faltam motivos. Primeiro, as duas eram tia e prima de, ninguém mais ninguém menos do Jack O., ícone da elegância americana.

Segundo, quando se fala em decadência isso inclui no caso de Grey Gardens uma casa (uma vida?) sem manutenção por 40 anos, com lixo, restos de comida, dejetos dos 80 gatos, notificações da prefeitura, rostos, roupas, móveis e carros apodrecendo a céu aberto, na comunidade de elite de East Hampton.

A notificação e posterior chegada do caso aos jornais e revistas leva a famosa prima a reformar casa (a mãe se recusou a vender até a morte) e atrai atenção de dois cineastas que decidem registrar num documentário a inusitada situação.

Esse foi o ponto de partida no filme da HBO, reconstruindo esse momento, com Jessica Lange (mãe) e Drew Barrymore (filha), e a chegada da dupla de cineastas

Vale comparar essas duas cenas a primeira do documentário original e a segunda, do filme da HBO.

Um trabalho bem interessante, com destaque para Drew Barrymore.

“Um dia minha segunda chance virá.”

Entramos, então, no ponto que queria expor por aqui. Grey Gardens, em complemento ao drama pessoal e familiar, é uma lição importante sobre “esperar sua segunda chance.”

Quantas vezes ficamos parados vendo nosso mundo desmoronar, ou a imaginar um mundo que não existe mais, a espera da super chance que nos tirará da miséria, do marasmo, da empresa que não entende você?

Como diz Little Eddie, “às vezes é muito difícil separar o presente do passado”. A lição do filme pra mim é outra: preso a essa miopia, a maioria simplesmente se recusa a escrever o próprio futuro.

Estranhamento: é assim que você vai para frente.

Uma das práticas mais curiosas a se praticar nesse mundo de clientes e projetos é o estranhamento. Chamo de Estranhamento aqui a capacidade de retirarmos esse véu de miopia da rotina e práticas profissionais corriqueiras para vislumbrar a realidade, ou as várias realidades que nos envolvem.

Publicitários ao praticar Estranhamento entendem o quão inútil é ficar batendo na mesma tecla das situações, casting e gírias de classe média paulistana para comerciais de alcance nacional.

Empreendedores de internet ao praticarem o Estranhamento descobrem que um mundo que funciona só no timeline de seus twitters (coloque no lugar de twitter o nome do aplicativo mais famoso de todos os tempos na última semana, ok?), não reflete a realidade da internet nacional. E com isso, impedem o crescimento real da indústria, ou seja, a realização das potencialidades de sua ferramenta: na educação, no processo de inclusão social e resgate da cidadania, na simplificação de processos governamentais etc.

Educadores ao praticarem o Estranhamento entendem que são hoje facilitadores, canais, seres inspiradores e não mais ejaculadores de conteúdo semi-pronto.

Enfim, você, leitor, ao praticar o Estranhamento, entende de uma vez por todas que um filme não é só um filme, não é só um filme, não é só um filme.

Vale então, da próxima vez, avaliar o estado de coisas e olhar para seuu Grey Gardens interior e perguntar em que ano afinal, você está ou estacionou: 1936? 1975? Ou 2009?

Referências fundamentais:


Publicado em 21/06/2009 às 3:30 na categoria Cinema, Novas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Representante Comercial no Estado de São Paulo

Mauro Amaral

Editor Chefe

logo_delmar COMUm perfil diferente do usual: A Delmar Comercial tem algumas vagas de representante comercial para algumas regiões do Estado de SP. As vagas são para o mercado de materiais esportivos (bolas oficiais e amadoras; produtos de proteção tipo joelheiras, luvas, etc; tenis passeio, esportivos, chuteiras campo, society, salão). As regiões disponíveis são: Vale do Paraiba, Campineira, Litoral, Oeste Paulista (2). Os candidatos terão que ter experiência comprovada e atuar no segmento de sapatarias, magazines, lojas de material esportivo, etc. Enviar currículo para: delmarcomercial@uol.com.br


Publicado em 19/06/2009 às 3:35 na categoria Vagas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

No FalaFreela#29 reunimos o time de casa para falar de reuniões. Confira!

Mauro Amaral

Editor Chefe

BannerFalaFreela_ff29

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Muito bem meninas e meninos, voltamos! Desta vez reunimos apenas o time fixo para conversar sobre aquele momento mágico onde tudo pode acontecer: as reuniões entre você, sua equipe, clientes e parceiros.

Mauro Amaral, Humberto Oliveira e Carolina Vigna-Maru rechearam o episódio com dicas, desde as mais básica, como por exemplo entender afinal “O que é uma Reunião?”, até os quatro tipos básicos de situações. São modelos de pensamento que usamos para mostrar o quão difícil pode ser entrar numa sala sem um plano de voo.

E olha aí nossas referências:

É isso turma. Comentem e divulguem. Como diria o Capitão Planeta, “o poder é de vocês.”


Publicado em 18/06/2009 às 1:06 na categoria Podcasts. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Eduardo Sofiati – Fotógrafo

Mauro Amaral

Editor Chefe


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Onde está: Blumenau – SC
Portfólio: http://eduardosofiati-fotografo.blogspot.com
Blog: http://eduardosofiati-fotografo.blogspot.com
Contato: eduardosofiati@gmail.com

Bio

Meu contato com a fotografia começou a mais de 10 anos, fiz cursos e continuo fazendo. Tenho como referência os grandes mestres da área, os precursores da Foto Arte e do Fotojornalismo e procuro sempre me atualizar com os mestres de hoje e colegas da área que fazem da fotografia seu modo de vida.

Por que faz freelas ?

Pela liberdade de trabalhar em qualquer dia e em qualquer horário, sempre que necessário.

Venda seu peixe

Em todo trabalho que realizo, vou fundo na proposta, gosto de pesquisar, experimentar e de propor algo novo. A fotografia, a imagem fotográfica, pra mim, é a concretização de uma visão e o registro de nossa memória.


Publicado em 18/06/2009 às 9:42 na categoria Fotógrafos. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Thalis Valle – Design e Marketing Digital

Mauro Amaral

Editor Chefe


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Onde está: Catanduva SP
Portfólio: http://www.thalisvalle.com/portfolio/
Blog: http://www.thalisvalle.com/
Contato: contato@thalisvalle.com

Bio

Sou formado em Publicidade e Propaganda, e exerço nas áreas de Design e Gestão de Marketing/Comunicação Digital, criando peças de E-mail Marketing, Banners e Blogs corporativos para pequenas empresas. Mantenho um blog pessoal, Tecnologia, Marketing e Design de Internet que em 2007 esteve na lista Top 100 Blogs Brasileiros.

Por que faz freelas ?

Liberdade: não estar preso à ignorância de um chefe que não tem preocupação com a qualidade e realidade do seu cliente; você não é obrigado a fazer “gambiarras” inúteis por clientes que não vivenciam a realidade digital, tampouco atentos aos benefícios que qualquer mudança (se houvesse) poderia trazer.

Prospecção: otimizar o tempo para não mais perdê-lo com clientes que não precisam do seu trabalho sério e qualificado, senão por capricho. Ao invés, focar em você mesmo; maturidade em qualidade e experiência para conquistar seus próprios clientes.

Venda seu peixe

Como freelancer, venho trabalhando cada vez mais para otimizar meu tempo e buscar sempre a qualidade superior em todos os projetos, gastando balas e granadas com clientes que precisam de resultados sem que afete a qualidade, nesse campo de batalha, ops… mundo digital.

Se você cliente – que gosta de satisfazer o ego/caprichos -, e que gosta de ditar o que deve ser feito – pagando para fazer errado – depois sumir na hora sagrada do pagamento, quiser meus serviços, não entre em contato!

Existem milhões de ”sobrinhos” disponíveis. Escolha um e depois me conte o porquê valeu a pena.


Publicado em 17/06/2009 às 9:49 na categoria Design, Marketing. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Caio Cardoso – Design Gráfico e Webdesigner

Mauro Amaral

Editor Chefe


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Onde está: São Paulo – SP
Portfólio: www.caiocardoso.com
Blog: www.caiocardoso.com/blog
Contato: caio@caiocardoso.com

Bio

19 anos, estudante de design na universidade Anhembi Morumbi, trabalhei durante quatro anos no banco Bradesco e hoje sou freelancer com o projeto de abrir meu estúdio oficialmente, a lllusion.

Hoje crio para web e alguns anúncios gráficos, mas quero me aprofundar na área de ilustração, pois adoro desenhar.

Por que faz freelas ?

Ser freelancer sempre foi um sonho e há algum tempo descobri que é um jeito muito bom de aprofundar minha carreira, pois fiz diversos cursos de administração e tenho facilidade para me programar com meu tempo.

Venda seu peixe

Como disse, ser freela é um sonho conquistado e estou contando com 100% do meu tempo para criar melhores trabalhos para melhores clientes. Programo em xHTML, CSS e crio algumas aplicações em jQuery, apesar de me dar melhor com layouts. Desenhar e organizar páginas é o que amo fazer, mas a parte da internet tem me agradado e criar sites vem se tornando um complemento ideal para minhas criações.


Publicado em 17/06/2009 às 9:42 na categoria Design. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Duas vagas para desenvolvedor de games na TecToy Digital em Campinas

Mauro Amaral

Editor Chefe

tectoy_logoO mercado de desenvolvimento de games está em franca expansão. A indústria em si promete coisas bem interessantes no decorrer dos próximos anos (meses, dias, segundos…é tudo muito rápido!). Que tal participar deste cenário?

A Tectoy Digital tem duas vagas para desenvolvedor, ou como eles chamam, Gamming Programer. Uma delas é estágio, o que por si só é uma ótima chance para aprender; e outra para efetivo mesmo. Todos os detalhes da vaga estão aqui nessa página.

Dá uma conferida no porfófilo deles:


Publicado em 16/06/2009 às 2:30 na categoria Vagas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Como um freela pode extrair o máximo de seu advogado?

Henrique Arake

Advogado

Shaking Hands
Creative Commons License photo credit: Aidan Jones

Então você resolveu seguir o conselho do post anterior e contratar um advogado??? Ótimo!

Qualquer dia desses escrevo um post só sobre como ESCOLHER um bom advogado, logo depois que me certificar que não estarei infringindo nenhuma regra do Código de Ética da ordem)!

De todo modo, já dei algumas dicas em outro post. Corre lá e dê uma olhadinha!

De todo modo, você o escolheu! Ele é SEU! E agora? Vejamos algumas dicas para você extrair o máximo de sua relação com o seu advogado.

Por que você o contratou?

Ora, parece óbvio, não? Nem tanto. Às vezes a sua situação ou seu problema podem cegá-lo de tal forma que você não sabe nem onde fica sua nuca, quanto mais delimitar o campo de atuação de seu advogado.

Esse pode ser o primeiro passo! Agende uma reunião para contar os seus problemas, chorar, espernear… você precisa ser ouvido e todo advogado tem seu lado psicólogo.

Há advogados que cobram por isso, há quem faça de graça. Eu, particularmente, cobro, mas abato o valor acaso seja necessário serviços posteriores. :) Não perca seu tempo pensando sozinho, converse-com-seu-advogado! 

Como você quer ser cobrado?

Já sabe porque precisa de um advogado? Ótimo. Defina AGORA a forma de cobrança dos honorários! Quanto mais cedo, melhor.

Vamos supor que contratou seu advogado para viabilizar um novo projeto, ok? Nesse caso a cobrança pode ser estabelecida por hora, pelo serviço, ou pelo sucesso do projeto. 

Se o contrato for por hora:

  • Qual é unidade de tempo mínima para a fixação da base-hora?
  • Com que freqüência e em que condições poderá solicitar uma auditoria dessas horas?
  • Consultas eventuais serão cobradas a parte?
  • Haverá cobrança pelo acompanhamento diário de sua ação?

Se pelo serviço:

  • Haverá a possibilidade de reajuste?
  • Quais as condições para atendimento do cliente?
  • Quais os gastos incluídos?
  • Advogados usam seus próprios carros, carros do escritório ou táxi?

Se pelo sucesso:

  • Quais os parâmetros para se determinar o sucesso do projeto?
  • Haverá algum adiantamento?
  • Quais os gastos incluídos?

Tenha em mente que o advogado pode ajudá-lo antes, durante e após o término do projeto, elaborando o contrato, ajudando nas negociações, avaliando a outra parte, acompanhando a execução do projeto, cobrando, etc. O céu é o limite!

Não negocie honorários!

Não é ruim quando fazem isso com você? Normalmente para te forçar a abaixar o preço do seu serviço, costumam desmerecê-lo de alguma maneira, certo?

Por que com advogados isso seria diferente?

Quando for pesar os custos e benefícios, não considere apenas o lucro que espera obter com aquele serviço, mas também os riscos e prejuízos possíveis caso algo dê errado.

Inclua os custos de sua assessoria jurídica no seu preço de seu serviço. Ofereça-a como diferencial!

Em vez de negociar, peça justificativas. De repente, o custo apresentado está incluindo itens dispensáveis dado o que esse contrato vale para você.

Pese a exclusividade por determinado serviço versus a remuneração exigida. Pode ser um bom parâmetro para sua avaliação.

Inclua o advogado no processo

Já que a idéia é criar um relacionamento de longo prazo, porque não vincular seu advogado ao projeto desde o início até o final? Proponha cláusulas prevendo quanto custará ingressar na Justiça caso algo dê errado. Inclusive se algo der errado POR CAUSA de algo que o advogado deixou passar!

Ninguém é perfeito, ora essa: as pessoas erram.

Fazendo dessa forma, o advogado deixa de ser um mero prestador de serviços e passa a ser seu parceiro nessa nova empreitada.

Sério, faça isso. Advogados também não estão acostumados a se envolver com seus clientes nesse nível.

Conclusão

Então, o que você achou? Essas dicas foram úteis a você? Como você acha que pode melhorar sua relação com seu advogado? Comente logo abaixo!


Publicado em 16/06/2009 às 8:00 na categoria Legalize. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Save Our CEOs – Teaser do novo documentário de Michael Moore na Videoteca Carreirasolo#86

Mauro Amaral

Editor Chefe

Rolou neste final de semana uma “ação” de Michael Moore por alguns cinemas americanos. Para divulgar seu novo filme, ainda sem nome, colocou a turma de latinha na mão, para recolher donativos para os empresários “falidos” pela recente crise americano-mundial.

No filme, Moore pretende mostrar as falcatruas e esquemas que levaram ao que definiu como “o maior roubo da história dos EUA” – quando o governo americano se viu “obrigado” a emprestar dinheiro público para salvar grandes corporações da falência.

O diretor americano é conhecido por provocar o senso comum do american way of life com obras como Tiros em Columbine” (2002) e “Fahrenheit 9/11” (2004), que lhe valeu a Palma de Ouro em Cannes.

É esperar e pagar (ou doar) para ver!


Publicado em 15/06/2009 às 3:53 na categoria Videoteca. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Um freela precisa ter advogado?

Henrique Arake

Advogado

Signing of the Treaty of Versailles, 1919
Creative Commons License photo credit: cliff1066

Esse post é bem… digamos… suspeito, certo? O cara é advogado! É óbvio que vai querer vender o peixe pra cima de mim. Quem sou “mim”? “Mim” sou um freela roots: mato um leão por dia, enfrento clientes que não valorizam o meu trabalho, mas querem resultados, e, quando pagam, pagam chorando, achando ruim, etc… etc…

E ainda por cima vem esse… esse… ADVOGADO, criatura duas evoluções acima da sanguessuga pantaneira, acostumado a ganhar milhões (todo mundo sabe que advogado ganha bem), querer que eu o contrate? Como se eu tivesse dinheiro pra isso.

Sabem de uma coisa? Eu, Henrique Arake, advogado, concordo com tudo o que foi dito ali. :D

Como não concordar? De fato, advogados andam pra cima e pra baixo de terno. Aliás, os juristas são as únicas criaturas nesse planeta, salvo autoridades públicas, que parecem andar, dormir, comer, conversar, se divertir e, de vez em quando, trabalhar de TERNO.

A maioria absoluta das pessoas com menos de 35 anos vestiram terno nas seguintes ocasiões: formatura da oitava série (na minha época era oitava), formatura do terceiro ano, formatura da graduação, casamento e enterro.

E … são caros! R$ 600,00 é o mínimo de um terno decente + R$ 120,00 por uma boa camisa de algodão branca + R$ 105,00 numa gravata vermelho bem forte + R$ 150,00 num belo par de sapatos com solado de couro (o solado não é de madeira, é couro, beleza?) + R$ 15,00 num par de meias + R$ 50,00 num cinto preto. PÁ! Pronto pro evento!

Vamos combinar: quem consegue se vestir nesse padrão todo dia TEM que estar ganhando bem, certo?

Ademais, como já CANSEI de dizer no meu blog, não é da cultura do brasileiro ser prevenido. Ele não se consulta com um médico, ele vai para o médico para ser curado (muitas vezes depois de se automedicar)! Ele não faz a prevenção com o dentista, ele vai porque o dente já está podre, fedido e doendo insuportavelmente!

Com advogados não é diferente.

Para muitos poucos, o advogado é visto como Il Consiglieri ou mesmo como o legal advisor para quem você se volta ANTES de ingressar em um emprendimento. O advogado brasileiro é visto como um estorvo. Pior, um estorvo CARO, mas não precisa ser assim.

Diferentemente da relação com um médico ou dentista (pois você sabe o que e onde está doendo), a relação com um advogado se assemelha bastante com a de um mecânico de sua INTEIRA confiança.

Você o levará para avaliar um carro usado que quer comprar. Deixará o veículo nas mãos dele e confiará em sua avaliação. E - oh god - pagará de bom grado o preço que ele cobrar, pois 1) confia que o preço é justo e 2) confiança não tem preço. Pare agora e leia esse post.

Pense agora nos seus projetos, nos seus contratos. No valor envolvido e leia este e este post.

Agora que você já sabe o porquê e o quanto custa, leia este post para abrir um pouco mais a mão.

Para não cair na tentação de se indispor com o seu advogado, com o qual está criando uma bela e saudável relação de confiança, leia este post. Por fim, um bônus: saiba que advogados são, ao menos, dedutíveis! :D

E não perca amanhã a segunda parte: Como extrair o máximo de seu advogado – para frelas!


Publicado em 15/06/2009 às 10:30 na categoria Legalize. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.