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Arquivo para o mês de February, 2009

2009 é oportunidade de ouro para nação freelancer, diz FalaFreela#18

Mauro Amaral

Editor Chefe

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Em tempos de vacas magras e capitalismo em crise o Profissional Freelancer precisa se reinventar para sobreviver. A boa notícia é que o perfil de quem empreende a própria carreira é o ideal para se transformar a cada instante, surpreendendo seus clientes com atendimento de primeira, orçamentos mais baixos e uma mobilidade que não se vê em outros segmentos.

Para marcar o retorno da meia hora mais valiosa do seu dia, Mauro Amaral, Humberto Oliveira e Carolina Vigna-Maru reuniram-se para iniciar a segunda temporada do podcast dos freelancers com essas e outra idéias na cabeça

Enquanto você ouve fique por dentro do seguinte:

  • O iFart, inventado por um cara que descobriu um segmento rentável…vendendo pum pelo iPhone.
  • Informação sobre o Micro Empreendedor Individual
  • A trilha sonora deste epsiódio vai seguir um novo padrão: a cada episódio vamos usar apenas um Álbum que por seu peso histórico no cenário musical, alcançou o nível de referência. Nesta edição quem esteve presente foi Sir Robert Nesta Marley (aka Bob Marley), com seu Álbum Live Jam, de 1973, com interpretações ao vivo de grandes sucessos, como: Get Up Stand UP, Lively Up YourSelf, Bend Down Low, Stop the Train e Walk the Proud Land.

É isso pessoal: estamos de volta. Curtam esse epidódio e fiquem espertos para semana que vem.


Publicado em 09/02/2009 às 2:01 na categoria Destaques, Podcasts. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Ei, vai devagar, você tem quatro patas e eu tenho apenas duas!

Eduardo Rocha

Designer

Essa frase é famosa e serve para dar o pontapé inicial a este post onde, dentro da minha humilde experiência, pretendo enfocar como o multitalentoso pode sair na frente, ainda mais em tempos de crise, e continuar na frente depois.

Primeiramente, algumas definições e imagens tem de ser elaboradas. Que profissional é você? Quais são os seus talentos? Qual a ordem de grandeza? Como me vejo? Como me vêem? E finalmente: Como quero ser visto?

Vou usar três exemplos, me baseando em esportistas famosos e, depois, vamos ver como isto se dá no mercado gráfico, que é de onde tiro minha vivência.

zico

Zico, Michael Jordan e Rogérico Ceni. O que eles podem ensinar?

Outro dia vendo um jogo do Fla pela TV, eis que o narrador pergunta ao Júnior (que foi companheiro do Zico naquele Fla da década de 80) o seguinte: “Júnior, no seu tempo os times pequenos também faziam retrancas tão difíceis de furar como os de hoje?” a resposta: “sim, mas tínhamos um cobrador de faltas fora de série, né?” (risos) Referindo-se, obviamente, ao Zico[bb].

Meio–campista habilidoso, lançador inteligente, artilheiro, cobrador de faltas, capitão do time e, além disso, um cara reconhecidamente íntegro. Está aí um ótimo “case” a se estudar sobre imagem. Não pensem que o Galinho é assim por acaso. Treino, dedicação, senso ético e atitude. Tem muita gente que ainda questiona o “talento real” do sujeito, mas a sua imagem não, esta é inquestionável, ao menos até hoje.

jordan

Lendo a biografia do Michael Jordan[bb], uma questão que me chamou muito a atenção foi o insight dele a respeito do cenário profissional quando da sua chegada a NBA. Era uma época coalhada de jogadores de vulto, uma época de ouro, mas, havia uma questão muito importante: famoso era o cara que atacava e fazia muitos pontos. Os defensores eram considerados como de segundo time.

Ao notar isso, Jordan arquiteta o seguinte pensamento: “Para me destacar, terei de ser um jogador decisivo nos dois lados da quadra”. Sendo, acho eu, o único a constar nas listas de defensor e atacantes legedários da NBA. A frase “a defesa ganha o jogo” passou a ter a sua real importância no time do Chicago Bulls onde jogavam Jordan e seu escudeiro Pippen. Michael pegou uma disciplina considerada secundária pelos craques de sua época e fez dela o trampolim multitalento para o seu lugar ao lado e acima de seus próprios ídolos.

ceni

O goleiro cobrador de faltas, Rogério Ceni[bb], dispensa comentários. Com todos os seus títulos, gols de falta e defesas espetaculares, tanto que, mesmo quando fracassa, e é raro, a conta é tão a favor que seus erros passam sem estardalhaço.

Porém, uma faceta do craque que poucos sabem é a de líder e “administrador” de talentos no São Paulo Futebol Clube. Em mais de uma vez ele resolveu crises, incentivou decisivamente na atuação, de outros craques do time, assim como, fez trabalho de prospecção e incentivo a jogadores de outros times a irem ingressar no São Paulo, mesmo que na époce tivessem bons contratos com outros times.

Tudo isto motivado pela imagem sólida, ética e apaixonada pelo seu clube. Não fosse ele um multitalento, talvez não tivesse conseguido ser o jogador que é hoje. Pois, certamente existem goleiros muito melhores do que ele, cobradores de falta idem, e líderes também, mas os três em apenas um atleta? Só o Ceni.

Tudo o que você é e mais um pouco

Todo os três sabiam em qual campo prioritáriamente tinham de ser bem sucedidos. O Galo metia gols, Jordan era cestinha, Rogério exímio goleiro. Com o saldo de suas habilidades primárias, foram alçando as outras, fossem arremessos de 3 pontos, driblar um time todo, ou pedir para cobrar uma falta, mesmo sabendo que o revés poderia ser um contra-ataque fulminante.

Todos sabiam que, antes de se execederem, tinham de ser excelentes, acima de suspeita, nas suas habilidades base. Acaso fosse diferente, teríamos estes comentários: “Rogério Ceni, mais uma vez, falha em uma defesa capital e ainda assim não abre mão de cobrar faltas, será que não deveria treinar mais a defesa e deixar as faltas para quem sabe cobrá-las?” ou “Apesar da forte defesa, Jordan não consegue repetir uma sequência de boas atuações no ataque, com isto, não há como o Chicago Bulls fazer uma boa campanha.” ou “Para que o Zico cisma de driblar toda a equipe adversária se mal consegue uma boa média de passes? é craque, mas precisa treinar mais”.

E agora, no mundo real…

No meu caso, longe de ser um craque (risos), sou designer formado, mas passei a maior parte da minha vida sendo arte–finalista, além disso, tenho algum talento para ilustração, já trabalhei como coordenador de produção e de vez em quando uma alma caridosa diz que eu poderia até ser redator (risos).

Arte–final e design são disciplinas que, sob a visão preconceituosa do mercado, são conflituosas, daí eu levei muitos anos e reveses para dar o braço a torcer e entender isso, pois, para mim, particularmente, não tem nada de conflito, muito pelo ao contrário.

Aí entra uma questão de percepção e imagem. Como eu me via? Pimpão, o cara, dono da rua, porquê eu era um designer com muito mais ferramental que a maioria. Como me viam? “Ah, esse cara é mais um arte–finalista que acha que pode ser designer, mais um designer wannabe, como diriam na gringa.”

Hoje, depois de muito tempo e muitos frilas e um plano cuidadoso, pois eu não posso abrir mão de uma profissão onde eu sou reconhecidamente bom, como arte–finalista, para entrar numa onde a concorrência é absurdamente alta, a de designer gráfico e daí eu tinha que mostrar que eu poderia ser as duas coisas.

Essa visão só pode se realizar com a Carreirasolo, porque sendo freela, eu posso ser o que eu quiser, posso me mostrar conforme o planejamento da ação exija. Hoje, a idéia de que eu possa, além disso tudo, ainda ser ilustrador, já não soa tão estranha para meus chefes, amigos e clientes em geral. Levou tempo, alguns fracassos e, antes tarde do que nunca, o meu multitalento começa a ser bem visto.

E onde entra o título do post?

O multitalento é o melhor amigo do cliente, mas ele não precisa saber disso logo de cara. Hoje eu posso cobrar como designer e arte–finalista, sim é justo, são dois trabalhos e eu vou trabalhar por dois, as mesmas horas, porém meu prazo é mais enxuto e eu controlo 100% da qualidade e ainda posso fazer acompanhamento de gráfica e ainda que terceirize uma ou outra coisa, tenho conhecimento para me relacionar integralmente com os terceirizados.

Caso eu precise refazer meus orçamentos, posso fazer bons descontos, afinal eu sei exatamente quanto vai de esforço em cada área. Dá pra ganhar mais dinheiro ou ser enxuto quando for o caso, sem ter prejuízo.

Tudo isso vai por água abaixo se você se apresentar de uma forma incorreta. Dificilmente alguém que me contrata para arte–finalizar, vai me contratar para ilustrar ou criar. Uma vez que veja meu portfólio e goste, pode ser que continue não me chamando para criar e desista de me chamar para arte-finalizar por pensar que eu seja um profissional de luxo.

Imaginem se o Jordan começasse sendo bom na defesa?

Por isso, fazer um plano é passo muito importante. Quem eu sou? O que eu faço? Como me vejo? Como me veem? Como quero ser visto? Identifique os antagonismos e preconceitos no seu multitalento e os use com sabedoria, ao invés de se anularem, usem–os para potencializar o talento–base. Daí, sim:

“Pôxa, você me entregou isso rápido!”
“Obrigado, facilita o fato de eu mesmo ter arte–finalizado a peça.”

; )

Grande abraço e um bom plano para todos!


Publicado em 06/02/2009 às 2:51 na categoria Inspiração. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Programador JAVA Júnior em Barueri – São Paulo

Mauro Amaral

Editor Chefe

logo_iat_15mmA turma do Instituto Aprender busca por pessoas com conhecimento básico em informática e em inglês. A oportunidade é para a cidade de Barueri/SP. O candidato receberá treinamento e curso JAVA gratuito. Salário inicial em CLT R$ 780,00 e VT + VR ou VA + Seguro de Vida + Assist. Médica e Odontológica

Interessados entrem em contato c/ Alessandro: 11 – 3142-9442 ou pelo email ale@institutoaprender.org.br


Publicado em 06/02/2009 às 12:37 na categoria Vagas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Fernando Luiz Rosa – Ilustrador

Mauro Amaral

Editor Chefe


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Onde está: Florianópolis – SC
Portfólio: www.fernandoluizrosa.wordpress.com/
Blog: www.fernandoluizrosa.wordpress.com/
Contato: rosa.fernandoluiz@gmail.com

Bio

Fernando Rosa (1972) é graduado em Artes Plásticas pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Trabalhou com o fotógrafo de publicidade e natureza Zé Paiva e mais tarde tornou-se o responsável pela produção visual do Grupo Cena 11 Cia. de Dança. Também produziu diversos projetos como ilustrador e designer gráfico freelancer relacionados à produção cultural e eventos. Atualmente trabalha como ilustrador free-lancer.

Por que faz freelas ?

Após muitos anos como um dos diretores de uma Cia. De dança, produzindo e praticamente aprovando sozinho o que fazia, acabei atolado na burocracia necessária para gerir um projeto cultural. Recentemente decidi voltar às origens e tentar ser pago pra fazer o que gosto: desenhar. É um retorno ao impulso inicial disparado pela leitura compulsiva de histórias em quadrinhos americanas e depois européias, que me levou a estudar arte e depois à fotografia, ao design gráfico e agora de volta ao desenho.

Venda seu peixe

Apesar da acidez de parte da minha produção como ilustrador sou focado na ordem e clareza, gosto de organizar e expor, gosto da limpeza proporcionada pela produção digital. Ainda rabisco no papel, mas apenas para incitar algo. Não sinto a menor falta de me sujar de tinta, sou feliz em frente a tela e caneta digital.


Publicado em 06/02/2009 às 12:14 na categoria Ilustradores. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Gláucia Rezende – Webdesigner

Mauro Amaral

Editor Chefe


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Onde está: São Paulo – SP
Portfólio: www.glaucia.rezende.nom.br
Contato: glauciarezende@gmail.com

Bio

Brasileira, solteira, 37 anos e 9 anos como webdesigner.

Por que faz freelas ?

Liberdade.

Venda seu peixe

Certamente sou a pessoa certa, no lugar certo, na hora certa, certo? (rs…). Falando sério, amo a internet e todas as possibilidades que ela oferece. Vejo neste meio de comunicação a democratização da informação e da opinião pública. Trabalho para a Internet, desde 2000. Sou formada em nível superior na área. Fiz estágio de 9 meses na USP e atualmente tenho 12 sites na rede. Vamos fazer negócio?! Será um prazer.


Publicado em 06/02/2009 às 7:51 na categoria Design. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Alexandre Márcio Nogueira de Oliveira – Direção de arte/ Designer Gráfico

Mauro Amaral

Editor Chefe


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Onde está: Belo Horizonte/ São Paulo
Portfólio: publi-design.blogspot.com
Blog: publi-design.blogspot.com
Contato: aodesign20@gmail.com

Bio

Técnico em Design Gráfico e bacharel em Publicidade e Propaganda. Por onde andei: Na G30 – BH/MG atendeu clientes como Ingleza, Maria Alice decorações, Santa Casa MG, GVS – Global Value Soluções, joint venture FIAT/ IBM; na Consulting House – São Paulo/SP atendeu clientes como Telmex, American Express, Claro, DixAmico, Yahoo!, Warner Bros, Cat Sotreq, Nokia, Atrium Telecom, Sadia, Ferrari, Daslu, Xerox, GM, Gol, entre outras. Desenvolvi projetos em parcerias com as agências Full Jazz, TBWA, Ogilvy e Salem; na Ana Propaganda – BH/MG, atendeu clientes como FIAT Automóvies, Tora Logística, Futurista Collectanea, WAZ, Pipe Sistemas Tubulares, entre outros.

Por que faz freelas ?

Para melhoria da renda e maior liberdade de criação no desenvolvimento de “novas” idéias.

Venda seu peixe

Visite o publi-design.blogspot.com e será um prazer poder ajudar :)


Publicado em 06/02/2009 às 7:45 na categoria Design. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Marcos Vinícius Du Rocher – Direção de Arte, Animação e Modelagem 3D

Mauro Amaral

Editor Chefe


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Onde está: Niterói -Rio de Janeiro
Portfólio: http://marcosdurocher.carbonmade.com
Contato: marcosdurocher@gmail.com

Bio

Diretor de Arte, nascido em 82, bacharel em Publicidade e Propaganda pela Universidade Estácio de Sá, trabalho na área desde 2003. Dentre algumas agência em que trabalhei, destaque para: Mass Media Rio, Hiperzoom, Hipernova, Ação Propaganda e Divulgação. Atualmente trabalho como freelancer, e estou cursando animação 3D e MBA em Computação Gráfica pela Azimut/UERJ.

Por que faz freelas ?

Pela liberdade de poder escolher melhor os jobs e pelo fato de não desperdiçar um tempo precioso se deslocando para o trabalho.

Venda seu peixe

Visitem o meu carbonmade e conheçam melhor meu trabalho. http://marcosdurocher.carbonmade.com/


Publicado em 06/02/2009 às 7:37 na categoria Design. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

A Cabeça de Steve Jobs e a habilidade de tomar chopp sem espuma.

Mauro Amaral

Editor Chefe

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cabeca_steveComo você gosta de seu Chopp? Com ou sem espuma? Se essa é uma reposta fácil de responder para você, a leitura do “A Cabeça de Steve Jobs” também será. O livro de Leander Kahney, editor da Wired.com, que há anos acompanha Jobs e suas façanhas pelo mundo da inovação tecnológica e cultural, é por vezes um relato quase fan-boy – daí a espuma – e em outras uma análise mais pop e distanciada dos fatos, lendas e projetos que levaram a “empresa da maçã” a se reiventar duas vezes.

Sim, a Apple esteve a beira da falência, a beira de perder o iPod para a Sony e muitas outras coisas que fui descobrindo na leitura agradável dessas pouco mais de 250 páginas.

Eu preferi o malte puro, que poderia até mesmo ser bebido quente.

A minha escolha foi pela leitura mais distanciada, mesmo sendo fã do talento para a inovação do ex-hippie californiano, para poder retirar da obra insights importantes sobre gestão de equipes, prototipação de projetos e habilidade para farejar tendências, todas utilizadas em meu dia-a-dia na Contém Conteúdo.

E o livro agrada. Mostra com equilíbrio e várias fontes e citações que vão além do relato apaixonado; para traçar os principais pontos como a primeira saída, o lançamento da PIXAR, a volta de Jobs, o iMac, o iPod, a hub digital, as lojas de varejo.

Claro que vez por outra, esbarrei em citações meio entusiasmadas demais, ataques a ex-Ceo´s que não “souberam compreender o quão a frente de seu tempo Steve estava naquele momento” e coisas do gênero. Mas, é só levantar o dedo e pedir ao seu garçom preferido para trocar seu chopp.

Esqueça a espuma, o ponto forte do “A Cabeça de Steve Jobs” está nas entrelinhas de um malte importado e que pode ser bebido a temperatura natural, qual seja a capacidade de reunir os vetores de tendências no tempo e projetar, lá na frente o que os consumidores nem sabem que querem, mas não vão conseguir viver sim, num futuro bem próximo.

Estrutura acertada para alcançar a vários públicos.

Talvez para seguir a linha de trabalho de Jobs (levar tecnologia envolta em design de ponta e simples para qualquer usuário destrinchar), o livro tem sacadas bem interessantes. Por exemplo, gosta de pegar traços aparentemente negativos como Despotismo, Elitismo, Controle total e dar uma volta conceitual, atribuindo valores mais positivos e o reflexo dessas ações na vida da Apple, de 1976 até os dias de hoje. Ou, a cada final de capítulo traz “lições de Steve” com pontos gerais para se ter na cabeça na hora de pretender seguir a linha de trabalho do iCeo mais influente do século XXI.

Pra onde você vai, de onde você veio, pouco importa. O livro é um contive acerca de quem você vai seguir. (pausa) Jobs? Ou seus consumidores?


Publicado em 05/02/2009 às 4:29 na categoria Livros. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

César Cabral – Diretor de Arte

Mauro Amaral

Editor Chefe


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cesar
Onde está: Curitiba – PR
Portfólio: http://www.cesarcabral.com
Blog: http://www.facodesign.com.br
Contato: cesarcabral@cesarcabral.com

Bio

Trabalho com criação de portais de médio e grande porte para a empresa ORANGO TOE. Sou responsável pelo conteúdo visual da empresa. Tenho conhecimentos avançados sobre conceitos e padrões de ergonomia, usabilidade e acessibilidade para web.

Por que faz freelas ?

Procuro freelas não apenas para ajudar no orçamento do mês, mas também por ganhar a liberdade de criação que não tenho na empresa. Por trabalhar com criação de portais, fico preso a uma linha de criação, já em um freela eu tenho a possibilidade de pedir ao cliente uma bandeira verde para poder criar algo novo.

Venda seu peixe

Conheçam meu portfolio online: www.cesarcabral.com. Trabalho com internet há mais de 5 anos e sendo 3 como diretor de arte.


Publicado em 04/02/2009 às 4:30 na categoria Design. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Amanda Sanchez – Diretora de Arte

Mauro Amaral

Editor Chefe


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Onde está: São Paulo – SP
Portfólio: www.a5design.com.br
Contato:amanda.sq@gmail.com

Bio

Designer formada em Tecnologia e Mídias Digitais, bacharel em Design de Interfaces pela PUC-SP. Atua há 5 anos nas áreas de comunicação digital e gráfica.

Por que faz freelas ?

Pela aproximação com os clientes. Pela liberdade de expressão. Pela transpiração. Pelos contatos e claro, pela renda extra.

Venda seu peixe

Apaixonada por criação, arte, música, diversão e café. Designer por escolha e desejo. Acredito que a criatividade vai além da comunicação. O papel do criativo é instigar o público e criar uma idéia imersiva, capaz de transformar percepções, motivar, emocionar e, é claro, comunicar.

Sou Diretora de Arte e já desenvolvi soluções criativas de campanhas nacionais e internacionais para clientes como TAM, Motorola, Microsoft, Abn Amro Bank, Brastemp, BlackBerry, entre outros.


Publicado em 04/02/2009 às 2:18 na categoria Design. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.