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Arquivo para o mês de October, 2008

Paposolo com Renato Alarcão: sketchbooks como um olhar para o mundo.

Eduardo Rocha

Designer

Após anos de inatividade decidi que era hora de voltar a desenhar. Eu tinha montes de materiais de desenho, colecionados com o maior carinho, e nada de usá-los. Resolvi que já era mais do que o momento de colocar a mão na massa, mas como?

Do tempo parado ficou um baita bloqueio, perda do traquejo e insegurança. Como sair desta ratoeira? Foi então que, procurando adquirir um bom sketchbook (livro de esboços) eu acabei conhecendo o ilustrador Renato Alarcão (foto) e soube do seu curso, o Diário Gráfico. Salvou a minha vida.

Hoje, não saio de casa sem meu caderno e retomei meu ritmo de desenho, e o melhor, um bom bocado de alegria e prazer e por tabela ainda ajuda bastante na rotina profissional.

Acabei fazendo outros cursos, lá no Marimbondo, o estúdio/escola que ele divide com o calígrafo Cláudio Gil e também com a Rosa Guimarães, sua esposa e sócia na Zoopress, selo que desenvolveram para a produção de sketchbooks e outros trabalhos que envolvem encadernações artesanais e altamente sofisticadas. AO longo desta entrevista você confere alguns dos seus trabalhos. Com a palavra, o Mestre.

A quanto tempo você está no mercado?

Desde 1995, ano em que me formei em Design Gráfico pela UFRJ.

Sempre teve carreira solo?

Posso dizer que sim, apesar de ter tido um único emprego de carteira assinada, que, felizmente durou apenas 3 meses.

Qual o benefício que o sketchbook trouxe para o seu trabalho?

Os sketchbooks tem sido o local onde educo o meu olhar, coleciono o que me interessa visualmente, e, principlamente, funcionam como suporte para experimentações que, muitas vezes, não encontram uso específico na vida profissional. É como um “laboratório de teste” criativo.

O que te levou a ministrar o Diário Gráfico?

Este curso começou quando eu ainda morava nos EUA e, em parceria com algumas ONGs e o YMCA, montamos um programa de artes para crianças. Os participantes aprendiam desde a fazer o papel reclicado, que depois eram encadernados sob forma de um livro (que chamávamos de  “Visual Memoirs”), e, finalmente as crianças traziam de casa suas “memórias” afetivas para serem colecionadas sequencialmente. Os cadernos que elas produziam eram riquíssimos do ponto de vista plástico, e incluiam colagens, pinturas, desenhos, fotografias…Você sabe, qualquer criança com materiais artísticos por perto se esbalda…

As estratégias criativas deste programa geraram resultados tão interessantes que depois as apliquei em um trabalho com um grupo um pouco mais crescido, desta vez jovens na faixa dos 16 aos 18 anos, que haviam tido probelmas com a lei e que, para não passar um tempo na cadeia foram conduzidos a um trabalho comunitário que envolvia a criação de arte pública (fizemos 13 murais juntos). Os resultados com este grupo me animaram a pesquisar o assunto mais a fundo. Encontrei muitos livros interessantes em bibliotecas. Com o tempo, a prática de trabalho com diferentes faixas etárias e experiências de vida, me permitiu aprimorar o programa para o atual formato.

Conseguiria largar o magistério gráfico?

De forma alguma. Ao longo da minha vida de estudante tive grandes mestres, todos artistas excepcionais. Isso me fez entender que o ditado “Quem sabe faz, quem não sabe ensina” é uma frase que só pode ter saído da cabeça de um imbecil. Compartilhar o conhecimento é um gesto de generosidade, e é também sobretudo uma oportunidade para aprender ensinando e, mais ainda,  tomar contato com diferentes formas de ver e pensar. Dar aulas é um dos tripés da minha vida profissional. Faço por paixão mesmo.

Digo sempre e reafirmo, o curso salvou a minha vida. Você consegue perceber o tanto de felicidade que o curso produz nos alunos?

Rapaz, vão achar que estou te pagando mensalão pra escrever isso, hahaha!

Tenho tido muitas alegrias no Diário Gráfico, principalmente em saber que, para muitas pessoas as estratégias criativas com as quais tomaram contato no curso acabaram fazendo delas pessoas mais livres, menos preocupadas com o resultado, e mais interessadas em curtir o processo. É um conceito muito bem amarrado naquela frase do Dan Eldon, “A jornada é o próprio destino”.

É importante deixar claro que que nem todos entendem completamente o que propomos no curso. Tive um aluno certa vez (ele era instrutor de Corel Draw num Senac desses), que entrou sem entender e saiu mais perdido ainda. Ele nunca havia segurado em um pincel, e a falta de controle sobre os resultados o paralisaram, segundo me disse.  Uma menina certa vez perguntou em aula o que fazer com aquelas colagens, “aquelas viagens” (aspas dela…)_, como ela conseguiria aplicar aquilo num projeto para um cliente. Eu simplesmente respondi: “isto não é para o seu cliente, é para você.

É necessário saber desenhar ou ser ilustrador para fazer o curso?

Não há nenhum pré-requisito para fazer o curso. Já tive alunos que eram atores, jornalistas, fotógrafos e atualmente tenho uma aluna que é bióloga eque  está fazendo trabalhos muito bonitos.

Como um Diário Gráfico pode ajudar no dia-a-dia de um profissional de criação?

Primeiramente é importante frisar que não basta ter um caderno. É importante que isto se torne uma prática descompromissada, constante e sem preocupação com o resultado. É justamente quando o hábito se enraiza, que a pessoa se torna mais curiosa, mais criativa e “last but not least” passa a conhecer melhor aquilo que atrai seu olhar.

Obviamente conheço muita gente que passou pelo curso e que usa seus cadernos como matriz de idéias mesmo, escaneando dali elementos gráficos, texturas, ou então encontrando naquelas páginas a centelha que vai dar origem a algo mais específico para as necessidades de um projeto.
Sei também  que pelo menos 3 ex-alunos meus fizeram seu TCC sobre cadernos e sketchbooks

A lista ligada ao curso é muito bacana, o que você poderia dizer sobre o perfil dos assinantes e qual o maior benefício usufruido por eles?

Fazem parte da lista todos aqueles que participaram dos cursos realizados no Estúdio Marimbondo (no Rio) e nas oficinas itinerantes (chamadas de Diário Gráfico “Crash”) realizadas em São Paulo, Porto Alegre, Passo Fundo,  Recife, Fortaleza, Manaus e Brasília. Temos também convidados escolhidos pela qualidade de seus portfolios e pelo “notório saber”.

A lista do Diário Gráfico foi fundada em Agosto de 2004, e nestes 4 anos, tem sido o local onde fazemos intercâmbio de idéias, a discussão de processos de trabalho e compartilhamos aprendizados que enriquecem a experiência de todos.  Importante mencionar também a ampliação da rede de contatos profissionais, já que temos constantemente ofertas interessantes de empregos, estágios e frilas.

Por tratarmos de assuntos bem específicos nas artes visuais, e pelo nível intelectual dos seus colaboradores mais habituais, a lista do Diário Gráfico tem recebido elogios e a todo momento recebe novos pedidos de adesão.

Uma palavra de mestre para quem está ingressando ou deseja ingressar na Carreirasolo de ilustrador:

Desenhe muito e leia mais ainda. Vá no site www.guiadoIlustrador.com.br, criado pelo colega Ricardo Antunes (membro da lista do D.G.) e baixe o PDF. As instruções ali valem por uma aula sobre a profissão. E, claro, visite o site da SIB, sociedade dos Ilustradores do Brasil (www.sib.org.br)

Eu fiz os dois módulos do curso Diário Gráfico e outros cursos no Estúdio Marimbondo, eu recomendo muito e, além do conteúdo maravilhoso e da permissão para assinar a ótima lista, puder fazer amizades extraordinárias.

Fico feliz que você tenha curtido os cursos. Você tem sido um participante bastante assíduo da lista do Diário Gráfico e suas considerações têm sido sempre muito relevantes. Eu agradeço por isso.

Renato, não há de quê, e, em verdade, a gratidão é minha. Muito obrigado!

Para saber mais


Publicado em 31/10/2008 às 2:53 na categoria Paposolo. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Eu posso demitir um cliente?

Humberto Oliveira

Diretor de Arte

Please Kick The Shit Out Of Me!
Creative Commons License photo credit: laverrue

Você faz tudo como manda o figurino, prepara uma proposta bonitinha, escrita em português de verdade, com um orçamento que atenda tanto a você quanto ao seu cliente, ganha o projeto, faz o job e entrega no prazo. Afinal de contas, você tem total consciência da sua existência como freelancer e sabe muito bem que ela não existe se não atendesse muito bem os seus clientes.

Mas aí começam os problemas, surpreendentemente surgem defeitos no telefone do cliente que você nunca mais consegue falar com ele, os pagamentos começam a atrasar até chegar no inevitável calote. Seria a existência do freelancer fadada a servir bem os clientes e em troca levar voltas e mais voltas?

Como freelancer temos a tendência de supervalorizar qualquer tipo de projeto que apareça na nossa frente, correr atrás do cliente como quem corre atrás de um prêmio de loteria, na pura inocência de que devemos servir bem para servir sempre. Seria esse um traço de masoquismo que carregamos na nossa vida profissional?

Liberte-se e aprenda a dizer não

O grande momento de libertação do freelancer acontece quando ele descobre o poder que tem em suas mãos, quando a ficha cai e ele entente que pode simplesmente demitir os seus clientes. Uma simples atitude, com uma simples palavras que usamos tranquilamente em outras esferas da nossa vida, mas por algum motivo obscuro temos a tendência de deixá-la de lado quando lidamos com assuntos profissionais.

Não vou mais aceitar esses prazos ridículos para tentar resolver a desorganização do cliente. Não vou mais abaixar o meu orcamento para não perder o cliente. Não vou mais aceitar trabalhar com pessoas desonestas e desorganizadas. E principalmente, não vou mais aceitar desculpas esfarrapadas de clientes que atrasam pagamentos e depois de um tempo, com a cara mais lavada do mundo, fazem propostas surreais para quitar a dívida.

A partir do momento em que você toma consciência deste poder e passa a usá-lo de forma inteligente, selecionando os melhores projetos e valorizando os melhores clientes (nem que isso signifique passar alguns meses sem nenhum trabalho em vista) você valoriza a si mesmo e isso acaba refletindo na qualidade do seu trabalho, fazendo com que melhores projetos aparecam pra você.

Sim, concordo, é um trabalho árduo e requer um treinamento diário. Às vezes dói dizer não à um cliente e ver o dinheiro do job indo embora, mas tenha em mente que se o relacionamento for tumultuado a grana pela grana perde o seu valor rapidamente.


Publicado em 31/10/2008 às 12:30 na categoria Respostas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Elaine CS – Designer Gráfico

Mauro Amaral

Editor Chefe


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Onde está: São Paulo
Porfólio: http://www.elainesteolla.com
Contato: elainecsteolla@gmail.com

Bio

Nascida em São Paulo, sou formada desde 2002 em Desenho Industrial Programação Visual. Já passei por empresas de diversos ramos como Designer Gráfico, trabalhando na área de Comunicação e Marketing. Faço freelas nas horas vagas, mas pretendo futuramente ter minha própria home office.

Por que faz freelas

O meu maior objetivo em fazer freelas é para poder dedicar mais tempo à minha familia, ter uma melhor qualidade de vida, uma vez que eu gasto todos os dias 1 hora e meia para ir e 1 hora e meia pra voltar do trabalho. Pretendo ter minha cartela de clientes e ser freela full-time.

Venda seu peixe

Trabalho com Design Gráfico e Web. Entre minhas características básicas encontram-se: criatividade, organização, busco novas tendências, bom humor, dinamismo, responsabilidade, perfeccionismo, dedicação ao trabalho e bom relacionamento em geral.


Publicado em 30/10/2008 às 10:05 na categoria Design. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Silvio César – Publicitário

Mauro Amaral

Editor Chefe


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Onde está: Fortaleza
Porfólio: http://www.silviocesar.carbonmade.com
Blog: http://www.tapiocaria.blogspot.com
Contato: silviocesarvasconcelos@yahoo.com.br

Bio

Publicitário desde 2001, formado pela FANOR – Faculdades Nordeste, de Fortaleza-CE

Por que faz freelas

Para fazer mais pelos meus clientes. Bem mais do que numa agência, com seus vícios e manias de agradar o cliente em detrimento da qualidade do produto.

Venda seu peixe

Publicitário e curioso com o rumo da Comunicação em meio a tantas mudanças do mundo. Procuro me atualizar sempre, mantendo meu blog e tentando transferir para meus trabalhos tudo aquilo que eu leio, vejo e sinto.


Publicado em 29/10/2008 às 8:59 na categoria Galerasolo. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Natália Espíndola – Diretora de Arte

Mauro Amaral

Editor Chefe


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Onde está: Petrópolis / RJ
Porfólio: http://www.nataliaespindola.carbonmade.com
Contato: nataliaespindola@gmail.com

Bio

Tenho 22 anos, sou formada em Comunicação Social – Publicidade. Tenho três anos de experiência como Diretora de Arte.

Por que faz freelas

Gosto da flexibilidade de horários, pois me dá mais liberdade de criar. Além disso, trabalhando como freela tenho mais foco nas necessidades do cliente e as relações de lealdade e confiança são mais estreitas. E, claro, por ter possibilidade de fazer jobs completamente diferentes e desafiadores.

Venda seu peixe

Sou empenhada e apaixonada pelo o que faço. Busco sempre os melhores resultados para os clientes com criatividade e compromisso.


Publicado em 29/10/2008 às 12:19 na categoria Design. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Espelho, espelho meu…diga quantas faces eu tenho e como utilizá-las na selva profissional

Eduardo Rocha

Designer


No meu segundo artigo, gostaria de falar sobre como não se frustrar no caminho para o reconhecimento de múltiplas habilidades. É uma espécie de road-map básico, com os principais pontos que aprendi aqui e ali em minha carreira, vamos lá?

Show, don’t tell.

Ou seja, mostre. Uma idéia bacana se autoexplica. Vá devagar, e quando digo isto não é sinônimo de morosidade e sim de inteligência. Pois quando você chega e mostra algo inesperado, diverso, isso causa alguma estranheza e embaralha o modo como você é percebido e nem sempre isto é bom.

As Sete Caras do Dr. Lao.

Esse era um filme das antigas que passava na sessão da tarde, onde um sujeito com poderes místicos aparecia disfarçado sob sete caras/aspectos totalmente diferentes entre si, proporcionando enigmas e situações misteriosas.

Quando se é multitalentoso, é preciso sacar quais destes talentos são sinérgicos e, vez por outra, eleger um principal para poder desenvolver neste uma carreira e chegar a senioridade. Os outros viram tempero.

Dr. Lao tinha tantas e diversas caras que, não podia mostrar todas juntas, quando isto ocorria, dada a natureza mística da personagem, causava assombro e espanto. Bacana no filme, só no filme.

Existe muito cuidado a ser tomado com disciplinas que sejam antagônicas, seja no seu fazer intrínseco, seja por causa do seu meio de trabalho. Quem, por exemplo, gosta e faz bem feito coisas como, criar, escrever e planejar, tem de pensar direitinho quando usar cada uma.

Quem cria tem reservas com quem escreve, vice-versa e ambos tem reservas com quem planeja e vice-versa, então cuidado para não se tornar um agente duplo e se ver em apuros dos dois lados.

É guerra!

Quem gosta e está comprando a coleção Battlefield da Abril, consegue extrair coisas interessantes pra vida prática do dia-a-dia. Não adianta ter vários talentos e não ter traquejo social. Generais obtiveram êxitos e fracassos de várias formas e graus.

Quando, por exemplo, Eisenhower foi eleito comandante geral da força aliada, mesmo sendo carente de experiência prática no campo de combate, era extremamente hábil ao lidar com pessoas, descobrir suas vocações e delegá-las em suas missões e lideranças.

Patton, mais famoso, era um líder nato, genial comandante de campo, porém rude, áspero e descontrolado emocionalmente, chegando a dar um tapa no rosto de um soldado que sofria de choque pós-traumático em plena enfermaria, ameaçando-o de fuzilamento por covardia, o que, óbviamente repercutiu de modo muito negativo entre seus comandados e pares. Manchou uma trajetória absolutamente incrível, fazendo sombra sobre todas as suas qualidades.

Quanto mais talentoso, quanto mais expectativas e ambições, mais atenção e paciência se deve ter e não ao contrário, como é comum. Lembre-se, um registro negativo vale muito mais que dez registros positivos e no fim, uma personalidade sólida e uma persona gentil e acessível fazem um serviço muito mais valioso para sua percepção do que um frio e arrogante showcase de habilidade e inteligência.

Em algum lugar além do arco-íris…

Saiba por qual talento ou disciplina você é reconhecido, versus a sua formação, caso sejam muito diferentes, porque a partir disto é que você montará a sua gramática dentro do seu “mercado”.

Usando um exemplo de um amigo, o cara é arquiteto, virou designer gráfico empiricamente e hoje trabalha com motion graphics, video e flash. Hoje ele é designer, mesmo não tendo a formação. Grana, notoriedade, planejamento e processo de aperfeiçoamento da carreira deverão ser norteados justamente pelo lado designer/video. De vez em quando sofre preconceitos de ambos os lados, mas, no modo como ele se coloca, não é fácil descobrir que ele é arquiteto de origem.

Vez por outra ele vê amigos arquitetos ganhando mais, porém, está satisfeito na outra margem do rio. Isto significa menos uma angústia a sentir pois sabe onde está e o que quer fazer. A pauta, em definitivo, deve ser montada com o mercado de motion graphics como base, adeus arquitetura.

Se por um acaso improvável, nesta altura do campeonato, ele resolvesse voltar à sua carreira de arquiteto, teria de saber que toda a sua senioridade ficou do outro lado e que, em determinado grau, não vale a pena se valer desta senioridade e habilidade afim de não causar estranhamentos desnecessários.

…cadê o pote de ouro?

Grana não é tudo, mas é muita coisa. Então vamos ver as outras coisas também. Procure responder a essas perguntas de tempos em tempos:

  • Trabalho com o que eu quero?
  • Trabalho onde eu quero?
  • Trabalho com quem eu quero?
  • Sou reconhecido da forma que eu quero?
  • Recebo tanto quanto eu quero?

Se você conseguir responder a maior parte destas perguntas com um sim, você está bem, mesmo que insatisfeito e mau humorado por uma coisa ou outra, porém tem uma base sólida para resolver as outras perguntas que receberam um não. Do contrário, luz vermelha acesa!

É hora de rever planos e metas e repactuar acordos, sobre esta última parte, fica para o próximo post.

Abraço!


Publicado em 28/10/2008 às 5:19 na categoria Carreirasolo. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Fabricio Garcia – Design Gráfico e Web

Mauro Amaral

Editor Chefe


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Onde está: Santos – SP
Contato: contato@moredesignstudio.com
Porfólio: http://www.moredesignstudio.com

Bio

Tudo começou em um curso de Design. Uma Agência de Publicidade (Santos-SP) ligou onde eu cursava pedindo que indicasse os melhores alunos para realizar um projeto de “freela” e, felizmente, fui o escolhido.

Realizei o projeto e após a conclusão comecei a estagiar nessa agência. Adquiri muita experiência e daí pra frente não parei mais. (Apesar de ganhar uma mixaria na agência valeu muito a pena)

Meu trabalho é muito mais do que uma forma de ganhar dinheiro; meu trabalho é minha vida. Gosto muito do que faço e desenvolvi essa paixão desde muito cedo. Decidi pela carreira de Designer pela sua amplitude e dinâmica da profissão. Tenho doze anos de experiência como publicitário, hoje em dia sou freelancer, estou liberto.

Minha marca é More Design Studio; não é uma empresa e sim a minha identidade como marca. É uma identidade autônoma que, dependendo da complexidade e da extensão do projeto a desenvolver, pode reunir os mais variados especialistas que constam em meu Networking.

Por que faz freelas

Faço frella pela liberdade de criar, pela qualidade de vida e pela grana, hj ganho bem mais se for comparar quando trampava em agências. Faço meu horário e com isso posso pegar minhas ondas e voltar com a cuca fresca para meu HOME OFFICE, claro mantendo sempre a disciplina.

Meu dia começa às 5:30 da manhã e às vezes só vou parar 20:30h de trampar, mais faço tudo isso com muito prazer e amor.

Venda seu peixe

Cumpro prazos, estou sempre atualizado com as tendências e tudoo que faço faço com muito amor.


Publicado em 28/10/2008 às 1:30 na categoria Design. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Maximiliano Reipert Andriani – Designer gráfico/Webdesigner

Mauro Amaral

Editor Chefe


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Onde está: Porto Belo, SC
Porfólio: http://www.morfosdesign.com
Contato: contato@morfosdesign.com

Bio

Nossa… deixe-me ver… nasci… começei a desenhar (não muito mal)… pensei em cursar engenharia civil mas acabei fazendo design gráfico… No mundo do design conheci outros segmentos e acabei abandonando o desenho. Até hoje me arrependo e não me arrependo. Hoje faço identidades, impressos e web e “tô de boa.” Amanhã quem sabe uma pós em design de interação.

Por que faz freelas

Cansei de ser estupidamente explorado pela agências locais… Além de me permitir uma variação maior de projetos.

Venda seu peixe

Sou designer gráfico e webdesigner (tableleses), não adinata ficar de lero lero, basta acessar o site.


Publicado em 28/10/2008 às 11:29 na categoria Design. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Diretor de Arte Web para Dialeto em São Paulo

Mauro Amaral

Editor Chefe

A Dialeto procura por um Diretor de Arte Web, com domínio em Photoshop, Illustrator e Flash. para seu escritorio na Vila Madalena em São Paulo. O candidato deve ser criativo e ter bom portfólio. Enviar e-mail com currículo, portfólio e pretensão salarial para franco.rosario@dialeto.net


Publicado em 27/10/2008 às 4:52 na categoria Vagas. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.

Tiago Coss – Fotógrafo

Mauro Amaral

Editor Chefe


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Onde está: São Paulo
Porfólio: http://tiagocoss.blogspot.com
Blog: http://tiagocoss.blogspot.com
Contato: estudio@tiagocoss.com.br

Bio

Nascido em São Paulo. Especialidade: Gente, Moda, Beleza e Nú.

Por que faz freelas

Por uma questão de liberdade profissional.

Venda seu peixe

Os modelos se sentem muito a vontade trabalhando comigo, gosto do que faço e faço com profissionalismo total. Cinco anos na área de moda, com experiência em direção fotográfica. Trabalho com criatividade.


Publicado em 27/10/2008 às 2:13 na categoria Fotógrafos. Acompanhe os comentários pelo Feed. Deixe seu comentário, ou um trackback do seu site.